Vacinas salvam vidas desde 1796

 









@eucappellesso

Pelo amor de Deus, vacine seu filho. Não é exagero. Não é “mimimi”. É proteção real contra doenças que matam, paralizam e deixam sequelas para o resto da vida. Enquanto você hesita, o vírus não espera.
Enquanto alguém compartilha fake news, uma criança perde a chance de crescer saudável. Vacina não é opinião. É ciência. É cuidado. É amor na prática. Se você tem filho, sobrinho, afilhado ou conhece alguém que ainda está em dúvida: compartilha esse vídeo agora.
Marca a mãe, o pai, a avó. Alguém precisa ouvir isso hoje. A saúde das crianças não pode ser refém de medo e desinformação. Comenta aqui: você já vacinou? Ou ainda tem alguma dúvida que te impede? Vamos conversar com responsabilidade.

♬ som original - Fernanda Cappellesso


Love Me With All Of Your Heart na voz de Engelbert Humperdinck

 





 
Cantor: Engelbert Humperdinck é um cantor britânico de grande sucesso, especialmente conhecido pelas baladas românticas. Sucesso principalmente nas décadas de 1960 e 1970 com as músicas Release Me, The Last Waltz, A Man Without Love, Quando Quando Quando e Love Me with All of Your Heart.

Título: Love Me with All of Your Heart

Lançamento: 1970

Composição: Carlos Rigual, Mario Rigual e Norman Newell

É uma adaptação em inglês do sucesso latino “Cuando Calienta el Sol” é uma famosa canção em espanhol, gravada pelo grupo mexicano Hermanos Rigual na década de 1960. A música ficou conhecida mundialmente e teve versões de vários artistas.





Feliz Dia dos Pais 09/08/2026



 





Bem-vindo à era da morte da razão


 


Rodolfo Fonseca

Existe uma mudança, que não mais tão silenciosa, acontecendo diante dos nossos olhos e talvez ela seja uma das maiores transformações culturais do nosso tempo: Durante séculos discutíamos ideias, hoje discutimos pessoas.

Antes perguntávamos se um argumento era verdadeiro, agora queremos saber quem o disse, de que lado ele veio, qual bandeira carrega e a qual grupo pertence. A razão foi sendo lentamente substituída pelo pertencimento e, sem perceber, deixamos de buscar a verdade para buscar aprovação.
Não existe mais certo ou errado...
Existe apenas estar dentro ou estar fora!
Recentemente terminei de assistir à série  House of Cards  e, apesar  de ser uma obra de ficção, uma ideia ficou ecoando na minha cabeça muito depois do último episódio (e se posso dar um conselho, não assista a 6a. temporada... é horrível, infelizmente).

Bom, em vários momentos a série mostra que, na política e no poder, raramente vence quem está certo, mas quem consegue controlar a narrativa. A verdade se torna secundária quando a percepção passa a valer mais do que os fatos.

Enquanto assistia, não consegui evitar a sensação de que aquela obra de ficção parece uma descrição bastante fiel do mundo em que vivemos.

Nunca tivemos tanto acesso ao conhecimento e, paradoxalmente, talvez nunca tenhamos dedicado tão pouco tempo para examiná-lo. As pessoas parecem não estar mais interessadas em compreender uma ideia, mas apenas em descobrir se ela foi dita pela pessoa "certa".

Se veio do grupo correto, recebe aplausos antes mesmo de ser analisada, mas se nasceu do grupo considerado errado, pode estar absolutamente correta e ainda assim será descartada sem sequer ser ouvida.

A lógica perdeu espaço para a identidade, o argumento foi derrotado pelo crachá e a coerência passou a valer menos do que a tribo...

É curioso perceber como esse fenômeno se repete em praticamente todos os ambientes.

Na política, pessoas defendem propostas que criticariam ferozmente se fossem apresentadas pelo adversário.

Na religião, muitos aceitam interpretações sem jamais abrir o texto original.

Na ciência, há quem confunda o método científico, que vive da dúvida permanente, com a autoridade de determinados cientistas.

Nas empresas, excelentes ideias morrem simplesmente porque foram apresentadas pela pessoa errada.

Até dentro das famílias isso acontece, filhos repetem opiniões herdadas sem nunca investigá-las e pais rejeitam reflexões dos filhos apenas porque elas desafiam antigas certezas.

O conteúdo quase nunca é o protagonista, o que realmente importa é saber quem está autorizado a falar.

Talvez esse seja o verdadeiro retrato da morte da razão, não quando as pessoas deixam de pensar, mas quando deixam de pensar por conta própria. A pergunta "isso é verdade?" foi silenciosamente substituída por outra muito mais conveniente: "quem foi que disse isso?".

Penso que quando isso acontece, a verdade deixa de ser descoberta e passa a ser votada... o consenso parece mais importante do que a evidência, a popularidade pesa mais do que a coerência e o aplauso coletivo começa a valer mais do que a realidade.

Acho que existe uma explicação psicológica para isso: Pensar exige esforço, exige estudo, exige suportar a possibilidade de estar errado e, principalmente, exige abrir mão do conforto de sempre concordar com aqueles que nos cercam.

Pertencer, ao contrário, é extremamente confortável e quando uma tribo pensa por você, desaparece a necessidade de investigar... basta repetir. E em troca, você recebe aceitação, identidade, proteção e a agradável sensação de estar do lado certo da história. O problema é que a realidade nunca teve compromisso com o nosso sentimento de pertencimento.

A história inteira da humanidade mostra isso. Durante séculos acreditou-se que o Sol girava em torno da Terra e milhões de pessoas tinham absoluta certeza dessa ideia. A realidade, no entanto, jamais precisou da aprovação delas para continuar sendo o que era.

A gravidade não muda conforme a ideologia de quem cai. Dois mais dois continuam sendo quatro, ainda que uma multidão decida chamá-los de cinco.

A verdade possui uma característica profundamente inconveniente para qualquer grupo organizado: ela simplesmente existe, independentemente da quantidade de pessoas que concordem ou discordem dela.

Talvez seja exatamente por isso que controlar a linguagem sempre foi uma das formas mais eficientes de controlar sociedades. Quem define o significado das palavras influencia a maneira como as pessoas percebem o mundo.

Se você muda o nome das coisas, muda também a forma como elas serão interpretadas. Foi essa a preocupação de Confúcio quando afirmou que a primeira tarefa de um governante deveria ser a retificação dos nomes, porque, quando as palavras deixam de representar corretamente a realidade, a própria sociedade começa a perder sua capacidade de compreendê-la. Séculos depois, George Orwell explorou a mesma ideia em 1984, mostrando que não era necessário proibir pensamentos, bastava eliminar as palavras que permitiam formulá-los. Sem linguagem, a própria ideia desaparece.

Quanto mais observo o mundo, mais percebo que vivemos uma época curiosa. Nunca houve tantas opiniões e talvez nunca tenha sido tão difícil encontrar reflexão genuína. As pessoas compartilham frases antes de examiná-las, defendem conclusões antes de conhecer os argumentos e escolhem seus posicionamentos muito mais pela identidade de quem fala do que pela consistência do que está sendo dito.

A consequência inevitável é uma sociedade dividida em torcidas, onde vencer importa mais do que compreender e onde mudar de ideia passou a ser visto como sinal de fraqueza, quando, na verdade, talvez seja uma das maiores demonstrações de inteligência.

Albert Einstein dizia que a "medida da inteligência é a capacidade de mudar" e Sócrates construiu toda a sua filosofia fazendo perguntas que ninguém gostava de ouvir. Ambos compreenderam algo que parece cada vez mais raro nos dias de hoje: a razão não nasce das certezas, mas da disposição de revisá-las.

Talvez o verdadeiro pensamento independente comece justamente quando temos coragem de contrariar não apenas os outros, mas também as nossas próprias convicções.

É por isso que acredito que o autoconhecimento não começa quando descobrimos quem somos, mas quando descobrimos por que acreditamos naquilo em que acreditamos? 

Quantas opiniões realmente nasceram da nossa experiência e quantas apenas herdamos da família, da escola, da religião, da universidade, da televisão ou das redes sociais?

Quantas vezes defendemos uma ideia porque ela faz sentido e quantas apenas porque ela nos mantém pertencendo ao grupo ao qual queremos continuar ligados?

Talvez a verdadeira coragem intelectual do nosso tempo não seja defender uma bandeira, mas conservar a capacidade individual de dizer "isso faz sentido". A razão sempre foi um instrumento solitário, ela não pergunta quem falou, pergunta apenas se é verdade!

No dia em que deixarmos de fazer essa pergunta, deixaremos de pensar e uma sociedade que abandona a razão dificilmente percebe quando começa a perder também a liberdade.




A Voz e o estilo de Kim Taehyung mais conhecido por V do grupo BTS



Kim Taehyung (V do BTS) possui uma marcante voz de barítono e é amplamente reconhecido por seu tom grave, profundo e aconchegante.

A Voz e o Estilo de Kim Taehyung

Extensão vocal : Classificado como barítono, destaca-se por alcançar notas graves estáveis e aveludadas.

Textura única : Possui uma sonoridade densa e suave que transmite grande carga emocional e melancolia.

( Informações de IA )


@oleg.on.top

Kim Taehyung V BTS

♬ оригинальный звук - Oleg On Top

@bangtanboysbts_7 Taehyung singing For youth is just divine btsarmy #taehyung #v ♬ For Youth - BTS

@marcitaalvares Gente, eu não aguento tanta fofura!!! Amo ele cantando essa música 🎶 #taehyung #v #standbyme ♬ som original - Marcia Alvares

Não é idolatria, é apenas gratidão

 





O encontro emocionante reuniu o jovem cordelista Pedro Gustavo e o presidente Lula, destacando a força da cultura popular nordestina em versos que homenagearam a trajetória política e as conquistas sociais do governo. 

O Encontro e a Poesia

O Poeta: Pedro Gustavo, de 13 anos, é um talentoso cordelista da cidade de Amparo do São Francisco, em Sergipe. A declamação aconteceu durante a agenda oficial do presidente em terras sergipanas (passando por Aracaju e Lagarto) em Maio de 2026.

A Homenagem: O garoto declamou um cordel sobre a trajetória de Luís Inácio Lula da Silva, citando programas sociais como o Minha Casa, Minha Vida, o Pronatec, o ProUni, o SAMU e o Brasil Sorridente.

A Repercussão: A declamação emocionou profundamente o presidente Lula e o público presente, transformando-se em um símbolo de esperança e valorização da arte popular.