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Três músicas lindas na voz de Altemar Dutra

 


@musica.popularbrasileira O Fim - Altemar Dutra #CapCut #nostalgia #mpb #musicapopularbrasileira #musicabrasileira ♬ som original - MUSICA POPULAR BRASILEIRA

@dreamfused O fim - Altemar Dutra •Mini-Clip• Tipografia. #viral #video #tiktok #tiktokviral #bolero #music #tiktokmusic #brasil ♬ som original - DreamFused

@nostaltikofficial Como prometido, atendendo ao pedido do seguidor @user226522707236 a linda música, O FIM, com o ALTEMAR DUTRA. #musica #music #Nostalgia #saudade #memorias ♬ O Fim (The End) - Altemar Dutra

@poesias.poemas7

Hino ao Amor Canção de Altemar Dutra Se o azul do céu escurecer E a alegria na terra fenecer Não importa, querida Viverei do nosso amor Se tu és o sol dos dias meus Se os meus beijos sempre foram teus Não importa, querida O amargor das dores desta vida Um punhado de estrelas no infinito irei buscar E a teus pés esparramar Não importa os amigos, risos, crenças e castigos Quero apenas te adorar Se o destino então nos separar Se distante a morte te encontrar Não importa, querida Porque eu morrerei também Quando enfim a vida terminar E de um sonho nada mais restar Num milagre supremo Deus fará no céu te encontrar Quando enfim a vida terminar E de um sonho nada mais restar Num milagre supremo Deus fará no céu te encontrar

♬ som original - MarconiSantos

@profwashington.rio 🎞️ ALTEMAR DUTRA - BRIGAS (AO VIVO) 🎻 “Veja só que tolice nós dois brigarmos tanto assim…” 🎼 O trovador Altemar Dutra cantando “Brigas” (Evaldo Gouveia e Jair Amorim) ao vivo no Fantástico. Segundo o próprio, essa é a música com que ele gostaria de ser lembrado daqui a 30, 60 ou 100 anos. Diretamente de 1980 para a nossa nostalgia! 🤩 #AltemarDutra #Brigas #Trovador #Seresta #Seresteiro #EvaldoGouveia #JairAmorim #AoVivo #Fantástico #Televisão #TV #TVGlobo #RedeGlobo #Acervo #MPB #Nostalgia #Saudade #OWashingtonPosta ♬ som original - Prof. Washington

Hymne à L'Amour / Hino ao Amor

 


A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 foi marcada por um momento emocionante, quando a cantora Céline Dion subiu ao palco para interpretar Hymne à l’amour, uma das canções mais emblemáticas de Édith Piaf.

A apresentação ocorreu na noite de 26 de julho, sob a icônica Torre Eiffel, e foi a primeira aparição de Dion após dois anos afastada dos palcos.


A cantora, que foi diagnosticada com a Síndrome da Pessoa Rígida em 2022, demonstrou força e emoção, reafirmando seu lugar como uma das grandes vozes da música internacional.







A história de Hymne à l’amour, de Édith Piaf

Édith Piaf, a “pardalzinho de Paris”, deixou um legado musical inigualável. Entre suas inúmeras canções, uma se destaca pela intensidade e pela história que carrega: Hymne à l’amour.

Composta por Édith Piaf em colaboração com Marguerite Monnot, a música foi escrita em homenagem ao grande amor de Piaf, o boxeador Marcel Cerdan.

Lançada em 1950, a canção é uma das músicas mais icônicas de Édith Piaf e uma das mais reconhecidas da música francesa, destacando a capacidade de Piaf de transmitir emoção pura através de sua voz única.

Em 1959, Hymne à l'amour virou Hino ao amor, no Brasil na versão em português escrita pelo compositor paulista Odair Marzano.


 

“ Essas pessoas devem ser órfãs ”, diz Antônio Fagundes com relação ao preconceito com idosos


Dez perguntas para: Antonio Fagundes | Lu Lacerda | iG

As pessoas idosas são muito mais do que um encargo social. Eles são os guardiões de nosso passado. São sabedoria. São história. E, é bom lembrar, também são nossos pais e avós.


Josie Conti


Em entrevista publicada pela Veja no último dia 17 de abril de 2020, o ator Antônio Fagundes falou sobre sua rotina durante a quarentena, deu respostas sobre como vê a doença e, ainda, quando questionado, deu algumas opiniões políticas. Entretanto, o que me chamou mais a atenção foi a pergunta feito pela jornalista Raquel Carneiro que se referia ao AGEÍSMO, que é o preconceito com idosos.

Abaixo, transcrevo pergunta e resposta:

“ Há também nas redes sociais e em noticiários de todo o mundo um aumento do “ageísmo ” (preconceito com idosos). São comuns hoje frases como “ essa doença só mata idosos ”. O que pensa desse tipo de atitude?
Primeiro, acho que essas pessoas devem ser órfãs, pois ninguém pode em sã consciência não se preocupar com a morte dos pais e dos avós, certo? Outra coisa: elas marcaram a data para morrer? Porque, depois dos 40 anos de idade, já estamos todos mais perto da velhice do que da juventude. É horrível quem não valoriza idosos. Todo esse cenário me faz lembrar da frase de Edmund Burke: “Quem não conhece sua história, está condenado a repeti-la”. Esse mesmo tipo de preconceito já foi visto na história, com a eugenia. Na Alemanha, o nazismo eliminava idosos, uma história que não pode se repetir. Eliminava-se também os que pensavam diferente, os deficientes. O mundo está passando por isso de novo. Milhões de pessoas morreram pela irracionalidade. E parece que não aprendemos nada com isso.” 
A resposta do ator, hoje com 70 anos, foi de fundamental importância porque ele dá voz aos idosos com propriedade de fala.

Ele lembra também que não é admissível que uma vida humana, seja ela de qual idade for, seja entendida como menor.

O ageímo, como publicado em artigo de Ana Maria Goldani, refere-se essencialmente às atitudes que os indivíduos e a sociedade têm frequentemente com os demais em função da idade, enquanto a discriminação por idade descreve a situação em que a idade é o fator decisivo.

Sendo assim, Fagundes fala exatamente disso: a idade não pode ser um fator decisivo e excludente de uma vida e, também por isso, ele menciona a história e outras épocas que utilizaram-se dessa premissa de forma equivocada e desumana.

Ouvir Fagundes, hoje, deve ser uma chance de repensarmos algumas frases que vemos reproduzidas por aí – e que até repetimos - sem nos darmos conta de sua gravidade.

As pessoas idosas são muito mais do que um encargo social. Eles são os guardiões de nosso passado. São sabedoria. São história. E, é bom lembrar, também são nossos pais e avós.

Que não sejamos órfãos de pais vivos.












“ Essas pessoas devem ser órfãs ”, diz Antônio Fagundes com relação ao preconceito com idosos


Dez perguntas para: Antonio Fagundes | Lu Lacerda | iG

As pessoas idosas são muito mais do que um encargo social. Eles são os guardiões de nosso passado. São sabedoria. São história. E, é bom lembrar, também são nossos pais e avós.


Josie Conti


Em entrevista publicada pela Veja no último dia 17 de abril de 2020, o ator Antônio Fagundes falou sobre sua rotina durante a quarentena, deu respostas sobre como vê a doença e, ainda, quando questionado, deu algumas opiniões políticas. Entretanto, o que me chamou mais a atenção foi a pergunta feito pela jornalista Raquel Carneiro que se referia ao AGEÍSMO, que é o preconceito com idosos.

Abaixo, transcrevo pergunta e resposta:

“ Há também nas redes sociais e em noticiários de todo o mundo um aumento do “ageísmo ” (preconceito com idosos). São comuns hoje frases como “ essa doença só mata idosos ”. O que pensa desse tipo de atitude?
Primeiro, acho que essas pessoas devem ser órfãs, pois ninguém pode em sã consciência não se preocupar com a morte dos pais e dos avós, certo? Outra coisa: elas marcaram a data para morrer? Porque, depois dos 40 anos de idade, já estamos todos mais perto da velhice do que da juventude. É horrível quem não valoriza idosos. Todo esse cenário me faz lembrar da frase de Edmund Burke: “Quem não conhece sua história, está condenado a repeti-la”. Esse mesmo tipo de preconceito já foi visto na história, com a eugenia. Na Alemanha, o nazismo eliminava idosos, uma história que não pode se repetir. Eliminava-se também os que pensavam diferente, os deficientes. O mundo está passando por isso de novo. Milhões de pessoas morreram pela irracionalidade. E parece que não aprendemos nada com isso.” 
A resposta do ator, hoje com 70 anos, foi de fundamental importância porque ele dá voz aos idosos com propriedade de fala.

Ele lembra também que não é admissível que uma vida humana, seja ela de qual idade for, seja entendida como menor.

O ageímo, como publicado em artigo de Ana Maria Goldani, refere-se essencialmente às atitudes que os indivíduos e a sociedade têm frequentemente com os demais em função da idade, enquanto a discriminação por idade descreve a situação em que a idade é o fator decisivo.

Sendo assim, Fagundes fala exatamente disso: a idade não pode ser um fator decisivo e excludente de uma vida e, também por isso, ele menciona a história e outras épocas que utilizaram-se dessa premissa de forma equivocada e desumana.

Ouvir Fagundes, hoje, deve ser uma chance de repensarmos algumas frases que vemos reproduzidas por aí – e que até repetimos - sem nos darmos conta de sua gravidade.

As pessoas idosas são muito mais do que um encargo social. Eles são os guardiões de nosso passado. São sabedoria. São história. E, é bom lembrar, também são nossos pais e avós.

Que não sejamos órfãos de pais vivos.