Prepare-se para o pior período da história do Brasil
Motivos para votar em Lula
@ellzzabritto 13 Motivos pra vc votar no LULA 13!
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@leonardoborges705 Pastor declara voto em Lula
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@casalcemporcentodeboche SAIBA PORQUE EU VOTO NO PRESIDENTE LULA#eleicoes #politica #lula2026 #humor #fyppppppppppppppppppppppp @💯% DEBOCHE ♬ som original - 💯% DEBOCHE
@user250105749 BILL GATES RECONHECE A IMPORTÂNCIA DO LULA! #billgates #LULAPRESIDENTE ♬ som original - 📢 Voz da Esquerda
@esquerda.brasil.4.0 Raí: Voto em Lula porque eu amo a vida, voto em Lula porque eu respeito as mulheres”. 🤳🏽 @rai10oficial
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@andrealuladasilva13 13 Motivos para votar LULA PRESIDENTE 2026 ! 🚩🇧🇷🚩 #lulapresidente2026 ♬ som original - salverainha7
Eles poderiam estar vivos
Gabriel Mesquita
Documentário mostrará como Brasil estaria sem negacionismo na pandemia
De autoria do cineasta Gabriel Mesquita filme faz paralelo com hipótese do país ter seguido orientações de autoridades sanitárias mundiais.
Caio Barbieri
O cineasta brasiliense Gabriel Mesquita está produzindo um documentário para mostrar como estaria a situação do Brasil se não houvesse o negacionismo e as interferências consideradas negativas do presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a pandemia.
O roteirista está entrevistando políticos, médicos, epidemiologistas, cientistas e familiares de vítimas para mostrar que o pais poderia ter sido referência no combate ao vírus. Integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 também contribuíram para o material.
Batizado de Eles Poderiam estar Vivos, o documentário mostrará uma hipotética história na qual o Brasil deixaria de ser um dos países campeões em mortes, caso tivesse seguido as orientações de autoridades sanitárias mundiais. O filme está sendo gravado no Brasil e no Canadá, onde o cineasta reside.
“Desde o começo da pandemia, tudo o que acontece na Ásia, na Europa e nos EUA, acontece no Brasil depois um ou dois meses. É como se o Brasil tivesse uma máquina do tempo e soubesse tudo o que vai acontecer. Infelizmente, o governo ignorou essa valiosa ferramenta e apostou em estimular a contaminação generalizada. Assim a pandemia terminaria rápido”, iniciou o cineasta.
Na parte canadense do filme, o documentarista mostrará como o país onde mora lidou melhor que o Brasil na condução das políticas públicas contra o vírus. “Muito ajuda quem não atrapalha, diz o ditado, que no Brasil foi intencionalmente ignorado”, disse.
O documentário será um longa-metragem, com até 85 minutos de duração, com opção de áudios em português e inglês e legenda que inclui o francês. “O filme será dedicado aos filhos que perderam os pais, aos pais que perderam filhos, aos casais que a morte separou e a todos que perderam alguém querido”, finalizou.
Postado em Metrópoles em 14/02/2022
Eles poderiam estar vivos
Gabriel Mesquita
Documentário mostrará como Brasil estaria sem negacionismo na pandemia
De autoria do cineasta Gabriel Mesquita filme faz paralelo com hipótese do país ter seguido orientações de autoridades sanitárias mundiais.
Caio Barbieri
O cineasta brasiliense Gabriel Mesquita está produzindo um documentário para mostrar como estaria a situação do Brasil se não houvesse o negacionismo e as interferências consideradas negativas do presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a pandemia.
O roteirista está entrevistando políticos, médicos, epidemiologistas, cientistas e familiares de vítimas para mostrar que o pais poderia ter sido referência no combate ao vírus. Integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 também contribuíram para o material.
Batizado de Eles Poderiam estar Vivos, o documentário mostrará uma hipotética história na qual o Brasil deixaria de ser um dos países campeões em mortes, caso tivesse seguido as orientações de autoridades sanitárias mundiais. O filme está sendo gravado no Brasil e no Canadá, onde o cineasta reside.
“Desde o começo da pandemia, tudo o que acontece na Ásia, na Europa e nos EUA, acontece no Brasil depois um ou dois meses. É como se o Brasil tivesse uma máquina do tempo e soubesse tudo o que vai acontecer. Infelizmente, o governo ignorou essa valiosa ferramenta e apostou em estimular a contaminação generalizada. Assim a pandemia terminaria rápido”, iniciou o cineasta.
Na parte canadense do filme, o documentarista mostrará como o país onde mora lidou melhor que o Brasil na condução das políticas públicas contra o vírus. “Muito ajuda quem não atrapalha, diz o ditado, que no Brasil foi intencionalmente ignorado”, disse.
O documentário será um longa-metragem, com até 85 minutos de duração, com opção de áudios em português e inglês e legenda que inclui o francês. “O filme será dedicado aos filhos que perderam os pais, aos pais que perderam filhos, aos casais que a morte separou e a todos que perderam alguém querido”, finalizou.
Postado em Metrópoles em 14/02/2022















