Mostrando postagens com marcador vacinação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vacinação. Mostrar todas as postagens

Vacinas salvam vidas desde 1796

 









@eucappellesso

Pelo amor de Deus, vacine seu filho. Não é exagero. Não é “mimimi”. É proteção real contra doenças que matam, paralizam e deixam sequelas para o resto da vida. Enquanto você hesita, o vírus não espera.
Enquanto alguém compartilha fake news, uma criança perde a chance de crescer saudável. Vacina não é opinião. É ciência. É cuidado. É amor na prática. Se você tem filho, sobrinho, afilhado ou conhece alguém que ainda está em dúvida: compartilha esse vídeo agora.
Marca a mãe, o pai, a avó. Alguém precisa ouvir isso hoje. A saúde das crianças não pode ser refém de medo e desinformação. Comenta aqui: você já vacinou? Ou ainda tem alguma dúvida que te impede? Vamos conversar com responsabilidade.

♬ som original - Fernanda Cappellesso


Insistência e milhões de cartas : conheça história do pai do Zé Gotinha



Criado pelo artista plástico mineiro Darlan Rosa, personagem se tornou símbolo do Programa Nacional de Imunizações (PNI), que completa 50 anos no dia 18 de setembro.
Com mais de 50 obras no Brasil e no exterior, Darlan Rosa se considera um artista plástico bem-sucedido, com uma carreira que vai da escultura em cimento à arte digital com inteligência artificial. Seu trabalho de maior sucesso e reconhecimento, porém, tem um traço simples e fácil de ser copiado: o Zé Gotinha, ícone do Programa Nacional de Imunizações (PNI), que completa 50 anos no próximo dia 18 de setembro e será celebrado por uma série de reportagens na Agência Brasil ao longo deste mês.

Mineiro da cidade de Coromandel, Darlan, de 76 anos, conta que a simplicidade foi proposital. Era importante que qualquer um pudesse desenhar o personagem, em uma época em que não era tão fácil produzir uma cópia de um panfleto ou cartaz.

“As agências de publicidade debochavam que era um personagem que não tinha mãozinha, que não tinha pé. E, naquela época, havia uma predominância de uma estética Disney, com personagens gordinhos, com a mão com luva, toda uma filosofia que, no meu entender, não se encaixava em um personagem para a saúde pública”, lembra o desenhista, em entrevista à Agência Brasil.