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Mais um Natal




Sônia Carvalho

Mais um Natal chegou...

As ruas estão mais iluminadas, as lojas cheias de enfeites, as árvores já foram montadas e novamente, há a correria atrás dos presentes e dos preparativos para a ceia.

Algumas pessoas adoram essa época. Esbanjam alegria e saem distribuindo sorrisos e presentes.

Outras enfrentam certa melancolia. Ficam a pensar sobre os acontecimentos que ocorreram em sua vida, durante o ano que está terminando.

Mas e a verdadeira reflexão sobre o Natal? Onde fica?

É difícil responder.

Nos preocupamos tanto com o sucesso, com o dinheiro, com presentes caros que, nessas horas, é difícil entender o verdadeiro significado do Natal.

Vivemos num mundo repleto de valores materiais, onde a cada dia, as pessoas adoecem por stress, depressão e tantas outras doenças.

E o que dizer da violência? Saímos das nossas casas, com sem saber se retornaremos...

A angústia parece aumentar a cada dia e o tempo parece passar cada vez mais rápido.

Parece que foi ontem, que ainda guardávamos os enfeites de Natal e hoje já estamos novamente no clima natalino.

Sim, a vida passa muito rápido.

E temos muitos desejos, muitos presentes que gostaríamos de ganhar.

E na maioria das vezes, passamos horas reclamando pelo que ainda não temos e esquecemos de agradecer pelas coisas que realmente importam.

Almejamos a felicidade, mas só espalhamos a discórdia.

Rezamos para que nossas dores passem, mas teimamos em negar o perdão.

Aí, o tempo passa, mais um Natal chega e para muitos, fica aquela sensação de vazio.

E como costumo dizer: é tão fácil Ter, porque Ser requer reflexões.

É tão fácil deixar de acreditar, porque crer requer fé.

E é tão fácil encontrar pessoas a dizer que não curtem o Natal, porque entrar no espírito natalino, requer Amor.

E o Amor é um sentimento tão em falta.

Mas nada é impossível.

Podemos preencher o vazio da alma, nos alegrar, curtir a festa e descobrir que o Natal é o nascimento de Jesus Cristo, que prometeu que sempre estaria ao nosso lado.

Sim, podemos fazer um Natal diferente.

Basta que descruzemos nossos braços e passemos a semear o Amor por onde passarmos.

Feliz Natal !




É o que desejo a todos os visitantes do Por Dentro em Rosa !








E o Natal se aproxima . . .



A árvore começa a ser montada, as luzes vão chegando e mais um Natal se aproxima.

A atmosfera vai se modificando e começam a surgir as reflexões íntimas.

Sim, Natal é tempo de reflexões, de analisar a própria vida.

Alegrias e tristezas vão se misturando.

Para muitos, resta aquela saudade dos risos e festas de outrora.

Para outros, é o momento exato de celebrar a vida e as conquistas obtidas.

Mas acima de tudo, Natal é tempo de nos recordarmos do Mestre, que nasceu numa manjedoura, trilhou os caminhos da humildade e deixou um legado de amor.

Mestre que nunca julgou e sempre manteve o olhar fraterno.

Que foi perseguido e humilhado, mas mesmo assim, jamais perdeu sua serenidade.

E que nos deixou a Sua paz...

Natal é tempo de nos voltarmos para o nosso interior e encontra a paz que o Mestre nos deixou, porque ela habita em nosso ser.

E ao encontrarmos essa paz, encontraremos também a imensa força que trazemos em nosso íntimo.

Força essa que nos fará lembrar que Natal é tempo de renascimento.

De descobrirmos que a esperança ainda está viva e pulsa dentro de cada um de nós.

De que novos horizontes são possíveis de serem atingidos, desde que busquemos por ele, confiantes de que não estaremos sozinhos nessa procura.

Natal é tempo de renovarmos nossos ideais, perseverarmos pelo caminho e termos fé que a vida pode sim, nos trazer grandes alegrias.

É preciso que valorizemos as flores que iremos encontrar no caminho, compreendendo que os espinhos sempre ficam para trás.

Que acreditemos intensamente que toda e qualquer tempestade sempre termina e que o sol volta a brilhar, nos trazendo uma nova alvorada.

Que as dores irão acompanhar a nossa evolução espiritual, mas as feridas cicatrizarão, portanto, devemos prosseguir.

Natal é nascimento de novas alegrias, de deixarmos para trás os sentimentos nocivos que apenas corroem nosso espírito.

Natal é tempo de festa, porém de uma festa espiritual, de recebermos todo o Amor do Mestre Jesus e comemorarmos o seu nascimento, sentindo a Sua presença em todos os instantes da nossa vida.

Porque Ele está sempre conosco.

Então, Natal é Vida, Renovação, Amor, Fé, Perseverança, Coragem e Confiança de que ainda há muito a ser feito e que Jesus caminha conosco, iluminando os nossos caminhos com Sua Luz.

Luz essa, que faz do Natal, uma data de renascimento espiritual.

Que possamos, sintonizados com o Mestre, renascer a cada dia e continuarmos nossa caminhada rumo à evolução espiritual, confiantes, porque não nos faltará proteção...

Sonia Carvalho









Você não gosta do Natal? A causa pode estar em algo que sua mente tenta esconder há anos

 


🎅🤯 Psicólogos quebram o tabu: por que tanta gente rejeita o Natal (e o motivo pode te surpreender)

Gabriel Pietro


Todo fim de ano acontece o mesmo roteiro: vitrines enfeitadas, promoções “imperdíveis”, filmes temáticos em loop e gente dizendo que essa é “a época mais mágica do ano”.


Só que, enquanto muita gente entra de cabeça nesse clima, outras sentem um aperto no peito, um incômodo difícil de explicar ou, simplesmente, vontade de passar longe de qualquer coisa que lembre Natal.

Se esse é o seu caso, isso não significa frieza, falta de gratidão ou “problema de personalidade” – e a psicologia tem muito a dizer sobre isso.

Antes de mais nada, é importante lembrar que dezembro vem carregado de cobranças silenciosas.


Não está escrito em lugar nenhum, mas a mensagem aparece em campanhas publicitárias, nas redes sociais e até em conversas de família: você tem que estar feliz, sorrindo, rodeado de gente e agradecendo por tudo.

O Natal é apresentado como o “pico emocional” do ano, símbolo de união e harmonia. Só que, para muita gente, isso está bem longe da experiência real e gera a sensação de não se encaixar em um script pronto.

Do ponto de vista psicológico, rejeitar ou se afastar das festas pode ser, sim, uma forma de se proteger.

A psicologia contemporânea rompe com a ideia de que quem não gosta de Natal é “amargo” ou “problemático” e passa a olhar para o contexto emocional de cada pessoa.

Como lembra o psicólogo Víctor Amat, é muito comum que, nessa época, as pessoas tentem exibir alegria como se fosse um dever, ignorando lutos recentes, conflitos pessoais, exaustão acumulada ou mudanças difíceis que aconteceram ao longo do ano.

Esse esforço para performar felicidade consome energia psíquica e pode piorar o estado emocional.

Quando alguém tenta encaixar um sentimento falso em uma situação cheia de expectativas, surge um conflito interno forte.

A psicologia descreve isso como um choque entre o que o ambiente exige e o que a pessoa realmente sente.

De um lado, o cenário: mesa farta, abraços, fotos e frases de gratidão. Do outro, o que está acontecendo por dentro: tristeza, cansaço, saudade, irritação, sensação de vazio ou simplesmente neutralidade.

Essa incompatibilidade gera tensão, culpa (“eu devia estar feliz”) e, muitas vezes, vontade de fugir.


Para algumas pessoas, o Natal funciona quase como um lembrete incômodo.

A psicóloga Marina Mammoliti aponta que essas datas tendem a reabrir feridas que pareciam adormecidas: brigas antigas, histórias mal resolvidas, dinâmicas familiares desiguais, comparações, cobranças ou mesmo lembranças de quem já morreu e fazia parte da comemoração.

A obrigatoriedade do encontro — “todo mundo tem que estar junto” — pode transformar a ceia em um palco de ressentimentos.

Nessas circunstâncias, dizer “não vou” ou “vou ficar na minha” deixa de ser rebeldia e passa a ser uma forma concreta de preservar a saúde emocional.

Outro ponto pouco falado é o uso de uma espécie de “máscara de entusiasmo” nessa época. A pessoa ri, posta foto, participa do amigo secreto, mas sente que está traindo a própria verdade. Para quem valoriza autenticidade, isso pesa.

Quando a participação nas festas é vivida como atuação, e não como escolha, o corpo responde: ansiedade, insônia, irritação, dores físicas e um cansaço difícil de explicar.

Estabelecer limites — seja encurtando o tempo nas reuniões, seja optando por não participar — pode ser um modo claro de defender a própria integridade psíquica.

Também existe uma mudança de olhar em relação às tradições. O psicólogo Daniel Gómez observa que muita gente tem ressignificado as festas de fim de ano, adaptando-as à própria realidade, em vez de seguir modelos herdados.

Algumas pessoas abrem mão de rituais mais formais, outras preferem encontros menores, viagens, voluntariado, ou até transformar o dia 24 e 25 em momentos de descanso, leitura, maratona de séries ou silêncio, sem culpa.

Para parte desse grupo, o Natal funciona mais como um marcador de passagem do tempo e revisão de expectativas do que como sinônimo de celebração intensa.

Em vez de tentar encaixar todas as pessoas em uma única forma de viver dezembro, especialistas reforçam que o mais saudável é admitir a diversidade de experiências.

Há quem espere o ano inteiro por essa data e há quem respire fundo só de ver o primeiro pisca-pisca na rua.

Respeitar a própria apatia, irritação ou indiferença não significa desistir da vida afetiva; significa reconhecer que emoções não seguem calendário nem campanha de marketing.

E, em muitos casos, cuidar da própria saúde mental no fim do ano passa, justamente, por se dar o direito de se afastar um pouco do barulho, do excesso de estímulos e das expectativas alheias — mesmo que isso inclua não gostar do Natal.




Looks Natal 2025 e Ano Novo 2026

 














Make festas Natal 2025 e Ano Novo

 










Tendências de decoração de Natal 2025

 

























O significado do Natal




Ei, você, aonde vai com tanta pressa?

Eu sei que você tem pouco tempo…

Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua atenção?

Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você.

Para onde vão todos?

Os shoppings estão lotados…

Crianças são arrastadas por pais apressados, em meio ao torvelinho…

Há uma correria generalizada…

Alimentos e bebidas são armazenados…

E os presentes, então? São tantos a providenciar…

Entendo que você tenha pouco tempo.

Mas, qual é o motivo dessa correria?

Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores…

Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares…

Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal…

É bonito ver luzes, cores, fartura…

Mas seria tão belo ver sorrisos francos…

Apertos de mãos demorados…

Abraços de ternura…

Mais gratidão…

Mais carinho…

Mais compaixão…

Talvez você nunca tenha notado que há pessoas que oferecem presentes por mero interesse…

Que há abraços frios e calculistas…

Que familiares se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação.

Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?

Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!

E os sóbrios comentam: É louco!

E a cidade se prepara… Será Natal.

Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:

O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.

O Natal é a expressão da caridade…

E quem vive sem caridade desconhece o encanto do mar que incessantemente acaricia a praia, num vai-e-vem constante…

Natal é fraternidade…

E a vida sem fraternidade é como um rio sem leito, uma noite sem luar, uma criança sem sorriso, uma estrela sem luz.

Mas o Natal também é união…

E a vida sem união é como um barco furado, um pássaro de asas quebradas, um navegante perdido no oceano sem fim.

E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor…

E a vida sem amor é desabilitada para a paz, porque em sua intimidade não sopra a brisa suave do amanhecer, nem se percebe o cenário multicolorido do crepúsculo.

Viver sem a paz é como navegar sem bússola em noite escura… É desconhecer os caminhos que enaltecem a alma e dão sentido à vida.

Enfim, a vida sem amor… Bem, a vida sem amor é mera ilusão.

Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes…

Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal…

Texto publicado na Internet com autor desconhecido



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Desejo de Natal



Antes de você perceber Jesus nas luzinhas que piscam pela cidade, você O encontre primeiramente em seu coração.

E, à frente de qualquer palavra que expresse seu desejo de um feliz Natal, O encontre em suas ações.

Que você O encontre não só na alegria que sente ao sair das lojas com presentes para as pessoas que você ama, mas também na feição triste da criança abandonada nas ruas, na qual muitas vezes você esbarra apressadamente.

Que você encontre Jesus no momento em que pegar nas mãozinhas delicadas de seu filho, lembrando-se das mãozinhas pedintes, quase sempre sujas de calçada, que só sabem o que significa rudeza.

Que você O encontre no abraço de um amigo, lembrando-se dos tantos que só têm a solidão como companheira.

Que você O encontre na feição do idoso da sua família, lembrando-se daqueles que tanto deram de si a alguém, e hoje são esquecidos até pela sociedade.

Que você O encontre na lembrança suave e sempre viva daquela pessoa querida que já não está mais fisicamente ao seu lado, lembrando-se daqueles que já nem se recordam mais quem foram, enfraquecidos pelo vazio de suas vidas.

Que você encontre Jesus na bênção de sua mesa farta e no aconchego de sua família, lembrando-se daqueles que mal se alimentam do pão e nem sequer um lar têm.

Que você O encontre não apenas no presente que troca, mas principalmente na vida que Ele lhe deu como presente.

Que você se lembre, então, de agradecer por ser uma pessoa privilegiada em meio a um mundo tão contraditório.

Que você também encontre Jesus à meia-noite do dia 31 e sinta o mistério grandioso da vida, que renasce junto com cada ano.

Então festeje… festeje o ano que acabou não apenas como dias que se passaram, e sim como mais um trecho percorrido na estrada da sua vida.

Festeje a alegria que lhe extasiou e a dor que lhe fez crescer.

Festeje pelo bem que foi capaz de fazer e pelo mal que foi capaz de superar.

Festeje o prazer de cada conquista e o aprendizado de cada derrota.

Festeje por estar aqui. 

Festeje a esperança no ano que se inicia, no amanhã.

Festeje a vida !

Abra os braços do coração para receber os sonhos e expectativas do ano novo.

Rodopie… jogue fora o medo, sinta a vida.

Sonhe, busque, espere… ame e reame.

Deixe sua alma voar alto… pegar carona com os fogos coloridos.

Mentalize seus desejos mais íntimos e acredite: eles também chegarão ao céu.

Irão se misturar com as estrelas, irão penetrar no Universo e voltarão cheios de energia para se tornarem reais.

Basta você querer de verdade, ter fé e nunca, nunca desistir deles.

E que seu ano seja, então, plenificado de bênçãos e realizações.

Feliz Natal !






Dê sentido ao seu Natal . . .




Feliz daquele que encontra o verdadeiro sentido do Natal. Feliz daquele que descobre de onde vem esse clima. Essa alegria e essa paz que surge num paradoxo à correria, à ansiedade e as preocupações desses tempos. 

Feliz daquele que consegue enxergar o que está tão claro durante todos os dias do ano, mas que, por tantas vezes andarmos de cabeça baixa, não conseguimos ver.

Já é Natal, então viva esse clima diferente, que aquece, que conforta. Perceba que o sentido do Natal não está no dar presentes, mas na esperança de que, presenteando alguém, sejamos capazes de fazer alguém mais feliz. Talvez seja esse o verdadeiro sentido do Natal: tornar-nos sensíveis o suficiente pra encontrar na alegria dos outros a nossa própria alegria...

Desejo que nesse Natal você chegue lá. Afinal, é Natal... é o nascimento de Jesus Cristo, o Rei que se fez pequeno, o Deus que se fez humano, o Senhor vivo e Deus dos vivos, não dos mortos. Logo, nada melhor que presenteá-lo amando. Amando a quem está do seu lado como ama a si mesmo. Creio que é só isso que o menino Jesus pediria ao Papai Noel...

Então ame, sem medo... e ame logo, perceba quantas pessoas não conseguem mais esperar por seus gestos de amor. E não se esqueça de se deixar ser amado. Seja sensível ao amor e perceba quantos anjos ganham asas nesse tempo de Natal.

Corra, ouse... busque e alcance. Queira... faça com que esse clima de Natal se estenda por todo o ano novo que está por vir.






Neste Natal apadrinhe uma família pobre, crianças em orfanatos, idosos em asilos, pessoas em situação de rua, internadas em hospitais ou uma cartinha da Campanha Papai Noel dos Correios

Leve alimento, remédio, roupa, material escolar, brinquedo, ou aquilo que elas mais estiverem precisando no momento.

 E continue apadrinhando nos outros 365 dias do próximo ano !
     





Looks Natal 2024 e Réveillon 2025 : feminino e masculino