Seja feliz com o que flui, seja feliz com quem não lhe exige nada . . .




Patricia Tavares 

Muitas vezes, tudo o que você precisa é se divertir um pouco com algo que o faça feliz.

Muitas vezes, tudo o que você precisa é de um amigo, de amigos com que tenha afinidades para passear, para se divertir.

Uma trilha, um sol, uma praia, uma noitada, um passeio de bicicleta, ótimas conversas sobre tudo: pensamentos, modos de ver a vida, trocas importantes de tudo que sente; falar sobre dificuldades, sobre alegrias, dividir, compreender… Talvez você não precise necessariamente de um encontro amoroso, talvez tudo o que precise seja de um bom amigo, de amigos, para viver a vida como acredita. Muitas vezes, você só precisa de um amigo para gargalhar, e também para chorar…

A carência faz uma confusão danada, pandemia, isolamento, distanciamento, vida da maioria que virou de cabeça para baixo, confusão de sentimentos, confusão das necessidades, das prioridades…

Nem tudo é amor, relacionamento amoroso…

As carências fazem confundir tudo.

Experimente buscar um amigo, amigos com que se identifique muito e saia para um lugar que curtam muito, falem bobagens, riam juntos, falem de tudo, dancem, cantem, deem um mergulho no mar, façam uma trilha… Vá a um restaurante ou em um bar…

Experimente a vida sob outros pontos de vista. Experiencie coisas novas, permita-se a ver além do que vem vivendo, amplie, saia do “seu mundinho”.

É preciso buscar a sua “tribo”, as atividades que lhe deem mais prazer, é muito importante buscar pessoas que falem “sua língua” para não precisar ficar o tempo todo traduzindo a sua alma.

É importante buscar pessoas com mais afinidade, a vida ganha um novo sentido e você para de ficar supervalorizando gente que não tem absolutamente nada a ver…

Quando atende de verdade as suas reais necessidades, as coisas começam a voltar ao normal, e, dessa forma, não irá buscar coisas preciosas em fontes secas… Saberá onde beber água potável direto da fonte, saberá da abundância dos recursos que o esperam.

Nesse novo contexto, saberá buscar o que realmente faz sentido para o seu corpo, para sua mente para sua alma, não mais confundirá pessoas e coisas…

Tudo fluirá abundantemente para você, os recursos se apresentarão infinitos, um novo panorama se apresenta e não precisará mais encaixar o quadrado no redondo, não precisará mais ficar sofrendo com pessoas e situações que não comungam com seu verdadeiro Eu, porque essas pessoas talvez apareçam em sua vida, mas não ficarão, e você identificará muito rápido que não comungam com sua vida e não sofrerá mais com isso, irão passar e outras pessoas com muito mais sentido e afinidades vêm, chegam, querem estar.

O amor das amizades talvez seja o melhor de todos, é o carinho e afeto profiláticos e sem nenhuma exigência de acontecer ou de você modificar o que considera mais importante para compartilhar, para ter determinada amizade, você é o que é, cheio de imperfeições, os amigos sabem disso, e não exigem nada, só querem compartilhar a vida, os momentos com você, exatamente do jeito que você é… E com as imperfeições suas e deles, darão boas gargalhadas…

Seja feliz com o que flui, com o que encaixa, seja feliz com os que não exigem, seja feliz com quem ri das suas imperfeições e não exige que você seja perfeito para acolher, para estar, para permanecer.












Tem gente que nem é bonita, mas que se torna linda quando conhecemos




Prof. Marcel Camargo

A estética anda supervalorizada. Parece que a indústria da beleza está tomando todos os lugares, bombardeando as mídias com apelos e propagandas de tratamentos, procedimentos, clareamentos, alisamentos, enfim, tudo o que pode tornar a pessoa mais bela.

Cada vez mais, os valores se superficializam, tornam-se rasos, não porque cuidar de si mesmo seja ruim, mas porque tão somente se valoriza aquilo que se vê, o que se ostenta, o que se consome. É óbvio que cuidar da saúde é essencial, assim como exercícios físicos fazem bem, pois a autoestima influencia muito na qualidade de nossas vidas. Sentir-se bonito e querer ser mais bonito não faz mal algum, o problema é quando toda essa materialidade não se acompanha por afeto, por comportamentos desejáveis, por empatia.

E é também assim que as pessoas se afastam de aspectos da vida que são importantes para o convívio, para o exercício da tolerância, para o trato com o outro, para o olhar para o outro e para dentro de si. Porque, ao focar demasiadamente os objetivos na superfície, o lado de dentro se fragiliza. É como se negligenciássemos a nossa essência em todos os cuidados que ela deve – e merece – ter. É como se fôssemos ocos, vazios, sustentando rebocos prestes a ruir.

Não se trata de romantizar estilos não saudáveis de vida, mas sim de entender que tudo requer equilíbrio. Exageros e excessos fazem mal, sejam de que tipos forem. Preocupar-se demais ou de menos são igualmente nocivos, pois, quando se excede de um lado, um outro lado está sendo deixado sozinho. A gente está precisando prestar mais atenção nos sentimentos, para além das superfícies. Sorrisos colgate podem esconder tristeza sem fim. Músculos, sozinhos, não aguentam as barras da vida.

Porque é aqui de dentro que você conseguirá retirar os instrumentos necessários para se reerguer, para recomeçar, para ser alguém mais feliz e de bem com a vida. É aí dentro que tem sua porção mais bela. Tem gente que nem é bonita, mas, depois que conhecemos, fica linda. Tem gente que, quando abre a boca, perde toda a beleza que tem. O que importa vem de dentro. A beleza também.




Tem gente que nem é bonita, mas que se torna linda quando conhecemos




Prof. Marcel Camargo

A estética anda supervalorizada. Parece que a indústria da beleza está tomando todos os lugares, bombardeando as mídias com apelos e propagandas de tratamentos, procedimentos, clareamentos, alisamentos, enfim, tudo o que pode tornar a pessoa mais bela.

Cada vez mais, os valores se superficializam, tornam-se rasos, não porque cuidar de si mesmo seja ruim, mas porque tão somente se valoriza aquilo que se vê, o que se ostenta, o que se consome. É óbvio que cuidar da saúde é essencial, assim como exercícios físicos fazem bem, pois a autoestima influencia muito na qualidade de nossas vidas. Sentir-se bonito e querer ser mais bonito não faz mal algum, o problema é quando toda essa materialidade não se acompanha por afeto, por comportamentos desejáveis, por empatia.

E é também assim que as pessoas se afastam de aspectos da vida que são importantes para o convívio, para o exercício da tolerância, para o trato com o outro, para o olhar para o outro e para dentro de si. Porque, ao focar demasiadamente os objetivos na superfície, o lado de dentro se fragiliza. É como se negligenciássemos a nossa essência em todos os cuidados que ela deve – e merece – ter. É como se fôssemos ocos, vazios, sustentando rebocos prestes a ruir.

Não se trata de romantizar estilos não saudáveis de vida, mas sim de entender que tudo requer equilíbrio. Exageros e excessos fazem mal, sejam de que tipos forem. Preocupar-se demais ou de menos são igualmente nocivos, pois, quando se excede de um lado, um outro lado está sendo deixado sozinho. A gente está precisando prestar mais atenção nos sentimentos, para além das superfícies. Sorrisos colgate podem esconder tristeza sem fim. Músculos, sozinhos, não aguentam as barras da vida.

Porque é aqui de dentro que você conseguirá retirar os instrumentos necessários para se reerguer, para recomeçar, para ser alguém mais feliz e de bem com a vida. É aí dentro que tem sua porção mais bela. Tem gente que nem é bonita, mas, depois que conhecemos, fica linda. Tem gente que, quando abre a boca, perde toda a beleza que tem. O que importa vem de dentro. A beleza também.




A tragédia indígena e do meio ambiente no Brasil

 


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Bocas e unhas nas cores 2022

 


























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