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A felicidade precisa servir para alguma coisa?


A inspiração para este texto veio de uma ideia do professor Clóvis de Barros Filho, no livro A Felicidade é Inútil. A ideia de que a felicidade não precisa servir para nada me chamou atenção justamente porque ela toca em uma questão que, de certa forma, já fazia parte da maneira como escolhi viver.

Há alguns anos, em uma roda de amigos, começamos a conversar sobre várias bobeirinhas da vida, coisas de casal, dinâmicas com filhos... e eu cada vez mais rígido com os "jogos sociais que eu não topo jogar". Entre provocações e risadas, falei que não fico levando ou buscando minha esposa nos lugares onde ela precisa ir, pois ela tem carro, dirige bem e tem independência para cuidar da própria rotina. Falei também que não fico insistindo para minhas filhas fazerem uma refeição ou estudarem, pois elas já são grandes, foram educadas para perceber suas próprias necessidades e aprenderam a cuidar delas. Mas eu não estava falando de distância, negligência ou falta de amor, mas de uma coisa que considero muito mais importante: independência.

Foi então que ouvi um: "Então você serve pra quê?"

Essa frase me atingiu de um jeito que talvez quem a pronunciou nem tenha percebido, mas não apenas pela pergunta em si, mas pelo que ela carregava. Eu não estou neste mundo para servir a ninguém, e da mesma maneira, não espero que minha esposa ou minhas filhas estejam neste mundo para me servir!

Não considero que uma pessoa tenha de possuir alguma utilidade, para que sua presença tenha valor. Não quero que minha esposa que precise de mim para fazer aquilo que é capaz de fazer sozinha, ou filhas dependentes para tomar decisões que já aprenderam a tomar. E, principalmente, não quero que elas confundam amor com obrigação, cuidado com dependência ou vínculo com servidão.

Isso não significa que não precisemos uns dos outros em muitos momentos, precisamos pois Somos seres humanos, e a vida é construída também através dos outros, mas apenas que existe uma diferença enorme entre precisar de alguém e escolher a utilidade de alguém.

Quando minha esposa está comigo porque quer estar, isso tem um significado completamente diferente de estar comigo porque precisa de mim.

Quando minhas filhas me procuram porque querem conversar, pedir ajuda, compartilhar alguma coisa ou simplesmente estar comigo, isso vale infinitamente mais do que se me procurassem porque não conseguem viver sem minha intervenção.

Foi nesse ponto que a ideia de Clóvis de Barros Filho começou a fazer ainda mais sentido para mim. 

Transformamos tantas coisas em instrumentos que passamos a acreditar que tudo precisa justificar sua existência através de alguma finalidade e quando fazemos isso com as pessoas, o problema se torna ainda mais grave. Começamos a perguntar o que alguém oferece, o que alguém produz, o que alguém proporciona, o quanto alguém é necessário... Como se uma pessoa pudesse ser avaliada pela sua utilidade.

Acho que algumas das coisas mais importantes da existência são justamente aquelas que não possuem uma finalidade além delas mesmas!

Vivemos sob a ditadura do "para quê?" e parece que quase tudo precisa ter uma finalidade... Estudamos para conseguir um diploma, trabalhamos para ganhar dinheiro, ganhamos dinheiro para conquistar segurança, buscamos segurança para finalmente podermos viver bem. O problema é que, nessa lógica, o valor das coisas está sempre fora delas, o estudo vale pelo diploma, o diploma pelo emprego, o emprego pelo dinheiro, o dinheiro por aquilo que podemos comprar com ele, e assim o presente se transforma apenas em um caminho para chegar a algum lugar que nunca é agora.

Quando uma coisa é útil é porque ela serve para outra coisa! Um veículo vale porque nos leva a algum lugar, um remédio porque combate uma doença, uma ferramenta porque realiza um trabalho... Sua utilidade está justamente em produzir algo além de si mesma.

Mas existem coisas que não precisam servir para nada, tipo, uma música, um abraço, uma conversa, uma paisagem, o prazer de estar com alguém que amamos, um momento de silêncio... Elas não são meios para alcançar outra coisa, elas simplesmente possuem valor em si mesmas. E a felicidade pertence a essa categoria!

Ninguém pergunta seriamente "ser feliz para quê?", porque a própria pergunta revela o absurdo, se a felicidade precisasse servir para alcançar outra coisa, ela deixaria de ser felicidade e se tornaria apenas mais uma ferramenta. A felicidade é perfeitamente inútil, e essa é justamente a sua grandeza. Ela não precisa produzir nada, justificar nada ou conduzir a lugar algum, basta ser vivida.

Talvez tenhamos esquecido disso porque transformamos a vida inteira em uma sequência de objetivos. Estudamos para trabalhar, trabalhamos para ganhar dinheiro, ganhamos dinheiro para ter liberdade, buscamos liberdade para aproveitar a vida, mas quando finalmente temos tempo para aproveitá-la, já estamos planejando o próximo objetivo. 

A vida vai sendo adiada enquanto acreditamos estar preparando as condições para vivê-la. Podemos passar anos tentando descobrir o que precisamos melhorar, corrigir ou desenvolver, como se existir fosse um projeto permanente de aperfeiçoamento.

Melhorar é importante sim, mas existe um momento em que precisamos parar de perguntar "como posso me tornar melhor?" e perguntar simplesmente "consigo estar comigo mesmo sem precisar me transformar em outra pessoa?".

Não se trata de abandonar a ambição, o trabalho ou a busca por resultados, pois precisamos de objetivos, dinheiro, conhecimento... mas nenhuma dessas coisas deveria ocupar o lugar da própria vida. O dinheiro é útil, o trabalho é útil, o conhecimento é útil, mas a felicidade não precisa ser útil.

Uma tarde tranquila não precisa aumentar sua produtividade, uma conversa não precisa gerar uma oportunidade, uma caminhada não precisa produzir um benefício, e um domingo não precisa servir à segunda-feira.

Talvez uma das maiores formas de liberdade seja recuperar o direito de fazer algumas coisas simplesmente porque queremos fazê-las, sem transformar tudo em investimento. Ler sem precisar aprender, caminhar sem precisar chegar, conversar sem precisar resolver, amar sem precisar possuir, descansar sem precisar merecer.

"A vida boa é assim, perfeitamente inútil, porque vale por ela mesma".  Clóvis de Barros

Há uma parte da existência que não precisa produzir absolutamente nada e talvez seja justamente essa parte que mais importa.

Porque todos nós, um dia, precisaremos parar. O pai que sempre resolveu tudo, a mãe que cuidou de todos, a professora que ensinou gerações, o profissional indispensável. O corpo envelhece, a força diminui e chega o momento em que já não podemos subir no telhado, consertar o carro ou resolver os problemas de todo mundo. E esse dia não pode ser o fim do nosso valor.

Se construímos nossa identidade apenas naquilo que fazemos pelos outros, o envelhecimento pode parecer uma espécie de desaparecimento. Por isso precisamos aprender, enquanto ainda somos úteis, a construir também aquilo que permanece quando a utilidade termina: afeto, amizade, presença, caráter, histórias e vínculos.

Você não é uma ferramenta. Não precisa justificar sua existência pelo que produz, pelo que conquista ou pelo quanto consegue ser útil aos outros. Um dia você poderá simplesmente parar, descansar e ser simplesmente amado.








O segredo da felicidade revelado por Chico Xavier

 











Seja feliz com o que flui, seja feliz com quem não lhe exige nada . . .




Patricia Tavares 

Muitas vezes, tudo o que você precisa é se divertir um pouco com algo que o faça feliz.

Muitas vezes, tudo o que você precisa é de um amigo, de amigos com que tenha afinidades para passear, para se divertir.

Uma trilha, um sol, uma praia, uma noitada, um passeio de bicicleta, ótimas conversas sobre tudo: pensamentos, modos de ver a vida, trocas importantes de tudo que sente; falar sobre dificuldades, sobre alegrias, dividir, compreender… Talvez você não precise necessariamente de um encontro amoroso, talvez tudo o que precise seja de um bom amigo, de amigos, para viver a vida como acredita. Muitas vezes, você só precisa de um amigo para gargalhar, e também para chorar…

A carência faz uma confusão danada, pandemia, isolamento, distanciamento, vida da maioria que virou de cabeça para baixo, confusão de sentimentos, confusão das necessidades, das prioridades…

Nem tudo é amor, relacionamento amoroso…

As carências fazem confundir tudo.

Experimente buscar um amigo, amigos com que se identifique muito e saia para um lugar que curtam muito, falem bobagens, riam juntos, falem de tudo, dancem, cantem, deem um mergulho no mar, façam uma trilha… Vá a um restaurante ou em um bar…

Experimente a vida sob outros pontos de vista. Experiencie coisas novas, permita-se a ver além do que vem vivendo, amplie, saia do “seu mundinho”.

É preciso buscar a sua “tribo”, as atividades que lhe deem mais prazer, é muito importante buscar pessoas que falem “sua língua” para não precisar ficar o tempo todo traduzindo a sua alma.

É importante buscar pessoas com mais afinidade, a vida ganha um novo sentido e você para de ficar supervalorizando gente que não tem absolutamente nada a ver…

Quando atende de verdade as suas reais necessidades, as coisas começam a voltar ao normal, e, dessa forma, não irá buscar coisas preciosas em fontes secas… Saberá onde beber água potável direto da fonte, saberá da abundância dos recursos que o esperam.

Nesse novo contexto, saberá buscar o que realmente faz sentido para o seu corpo, para sua mente para sua alma, não mais confundirá pessoas e coisas…

Tudo fluirá abundantemente para você, os recursos se apresentarão infinitos, um novo panorama se apresenta e não precisará mais encaixar o quadrado no redondo, não precisará mais ficar sofrendo com pessoas e situações que não comungam com seu verdadeiro Eu, porque essas pessoas talvez apareçam em sua vida, mas não ficarão, e você identificará muito rápido que não comungam com sua vida e não sofrerá mais com isso, irão passar e outras pessoas com muito mais sentido e afinidades vêm, chegam, querem estar.

O amor das amizades talvez seja o melhor de todos, é o carinho e afeto profiláticos e sem nenhuma exigência de acontecer ou de você modificar o que considera mais importante para compartilhar, para ter determinada amizade, você é o que é, cheio de imperfeições, os amigos sabem disso, e não exigem nada, só querem compartilhar a vida, os momentos com você, exatamente do jeito que você é… E com as imperfeições suas e deles, darão boas gargalhadas…

Seja feliz com o que flui, com o que encaixa, seja feliz com os que não exigem, seja feliz com quem ri das suas imperfeições e não exige que você seja perfeito para acolher, para estar, para permanecer.












Seja maduro, na busca da sua felicidade não priorize a opinião dos outros







Pessoas maduras não querem ter encrencas com ninguém, não se comparam com os outros, nem se intrometem onde 
não são chamadas.


Marcel Camargo

Não é nada fácil deixar de opinar sobre a vida de quem amamos, pois queremos que ele acerte, que sua vida dê certo. Pais opinam com propriedade e devem orientar sempre seus filhos, pois isso faz parte da responsabilidade parental, mas, quando não temos responsabilidade alguma com a pessoa e nem fomos chamados para opinar, o silêncio deve prevalecer.

Mesmo assim, existem pessoas que jamais conseguirão se controlar e irão se intrometer nas nossas vidas, mesmo que nem haja intimidade suficiente para tanto. Ainda que ninguém tenha perguntado o que elas acham. Caberá, então, a nós lidar com as intromissões da melhor forma possível, no sentido de nos resguardarmos e de não nos importarmos com os pitacos que não são bem vindos.

Também não dá para nos fecharmos a toda e qualquer opinião alheia, uma vez que existe quem torça realmente por nós e se importa com a nossa vida de forma verdadeira e bondosa. Muitas vezes, quando estamos em meio a um redemoinho emocional, por exemplo, ficamos mais vulneráveis, sensíveis, enfraquecidos, o que pode nublar nossas tomadas de decisão. Nesses casos, orientações de quem enxerga o caos de fora podem ajudar bastante. Mas de alguém confiável.

Gente sem frescura : melhores pessoas



Gente sem frescura: melhores pessoas


Marcel Camargo

É tão gostoso conviver com pessoas sem afetações, gente que não liga para luxos e ostentações. Não, não se trata de romantizar a miséria e a pobreza extrema, que são faces desumanas da desigualdade social que se arrasta no Brasil e no mundo desde sempre, mas sim de entender que a simplicidade é uma das maiores riquezas dessa vida.

Na verdade, simplicidade não tem a ver com riqueza, mas sim com a forma como se vive e se encara a vida, não importando o quanto se possua de grana no banco. Não são os dígitos do salário que comandam a forma como pessoas simples vivem e sim suas certezas, suas convicções, prioridades e o seu olhar sobre o outro. Pessoas sem frescura conseguem entender que não são o centro do universo e se adequam aos ambientes, às pessoas, aos lugares.

Trata-se de indivíduos que se dispõem a trocas e a aprendizados, que nunca se acham os donos da verdade, que sabem ouvir, sentir o mundo, sentir o próximo, para muito além do próprio umbigo. São pessoas que, mesmo cercadas de bens materiais e de luxo, conseguem sair de seus casulos, de seus terrenos, para se entrosarem com outros mundos além dos seus, sem julgamentos, críticas ou olhares de desaprovação.

Quem não é fresco é uma pessoa bem resolvida com seus sentimentos, com suas convicções, com aquilo em que acredita. São pessoas que transpiram verdade e felicidade, porque se permitem mudar, conhecer o novo, o diferente de si, sem estranhamento e preconceito. Como já colocaram a sua identidade em ordem, não tentam desarrumar o emocional dos outros, respeitando a essência de cada um.

Por isso são apaixonantes as pessoas sem frescura, que dividem litrão e torresmo no boteco da esquina, que comem miojo bebendo Tang, que vão a pé, de ônibus, chegam sozinhas e se entrosam rápido. Gente que é feliz apenas por estar ali, viva, curtindo cada momento, onde e com quem estiver. Melhores pessoas.





A Frase - Seja humilde





Gente sem frescura : melhores pessoas



Gente sem frescura: melhores pessoas


Marcel Camargo

É tão gostoso conviver com pessoas sem afetações, gente que não liga para luxos e ostentações. Não, não se trata de romantizar a miséria e a pobreza extrema, que são faces desumanas da desigualdade social que se arrasta no Brasil e no mundo desde sempre, mas sim de entender que a simplicidade é uma das maiores riquezas dessa vida.

Na verdade, simplicidade não tem a ver com riqueza, mas sim com a forma como se vive e se encara a vida, não importando o quanto se possua de grana no banco. Não são os dígitos do salário que comandam a forma como pessoas simples vivem e sim suas certezas, suas convicções, prioridades e o seu olhar sobre o outro. Pessoas sem frescura conseguem entender que não são o centro do universo e se adequam aos ambientes, às pessoas, aos lugares.

Trata-se de indivíduos que se dispõem a trocas e a aprendizados, que nunca se acham os donos da verdade, que sabem ouvir, sentir o mundo, sentir o próximo, para muito além do próprio umbigo. São pessoas que, mesmo cercadas de bens materiais e de luxo, conseguem sair de seus casulos, de seus terrenos, para se entrosarem com outros mundos além dos seus, sem julgamentos, críticas ou olhares de desaprovação.

Quem não é fresco é uma pessoa bem resolvida com seus sentimentos, com suas convicções, com aquilo em que acredita. São pessoas que transpiram verdade e felicidade, porque se permitem mudar, conhecer o novo, o diferente de si, sem estranhamento e preconceito. Como já colocaram a sua identidade em ordem, não tentam desarrumar o emocional dos outros, respeitando a essência de cada um.

Por isso são apaixonantes as pessoas sem frescura, que dividem litrão e torresmo no boteco da esquina, que comem miojo bebendo Tang, que vão a pé, de ônibus, chegam sozinhas e se entrosam rápido. Gente que é feliz apenas por estar ali, viva, curtindo cada momento, onde e com quem estiver. Melhores pessoas.





A Frase - Seja humilde





Estudo comprova : ter menos coisas nos faz mais felizes


Que a felicidade não dependa do tempo, nem da paisagem, nem da ...




Redação Hypeness

Talvez você esteja sonhando com uma casa maior ou um novo smartphone nesse exato momento. Mas, diferentemente do que pode parecer, essas coisas não vão fazer de você uma pessoa mais feliz… É o que sugerem alguns estudos recentes.

Em primeiro lugar, as pesquisas apontam que gastar dinheiro em experiências, e não em bens materiais, transforma você em uma pessoa mais feliz. Viajar, por exemplo, garante uma dose de felicidade maior do que passar o dia gastando no shopping. Não se sabe exatamente o porquê disso, mas acredita-se que o segredo está no fato de que nos acostumamos rapidamente às coisas que temos, mas as experiências que vivemos ficam na memória para sempre. Afinal, mesmo que você viaje para o mesmo destino diversas vezes, é provável que cada visita seja diferente da outra.

Para confirmar essa teoria, um estudo realizado em Harvard com duração de 75 anos sugere que a coisa que mais nos deixa felizes e saudáveis não pode ser comprada: são as nossas relações interpessoais. É tão simples quanto parece. Pessoas que cultivam relacionamentos saudáveis se tornam mais saudáveis também. E a saúde está intimamente ligada à felicidade. ♥

Tanto é que hoje em dia muitas pessoas estão aderindo a um estilo de vida minimalista, em que busca-se ter apenas o essencial. Com isso, além de diminuir os gastos fixos, vivendo em residências menores e com menos consumo, as pessoas também desfrutam de mais tempo para aproveitar ao lado de amigos e familiares – e podem gastar o restante das economias em experiências que realmente valham a pena.




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Estudo comprova : ter menos coisas nos faz mais felizes


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Redação Hypeness

Talvez você esteja sonhando com uma casa maior ou um novo smartphone nesse exato momento. Mas, diferentemente do que pode parecer, essas coisas não vão fazer de você uma pessoa mais feliz… É o que sugerem alguns estudos recentes.

Em primeiro lugar, as pesquisas apontam que gastar dinheiro em experiências, e não em bens materiais, transforma você em uma pessoa mais feliz. Viajar, por exemplo, garante uma dose de felicidade maior do que passar o dia gastando no shopping. Não se sabe exatamente o porquê disso, mas acredita-se que o segredo está no fato de que nos acostumamos rapidamente às coisas que temos, mas as experiências que vivemos ficam na memória para sempre. Afinal, mesmo que você viaje para o mesmo destino diversas vezes, é provável que cada visita seja diferente da outra.

Para confirmar essa teoria, um estudo realizado em Harvard com duração de 75 anos sugere que a coisa que mais nos deixa felizes e saudáveis não pode ser comprada: são as nossas relações interpessoais. É tão simples quanto parece. Pessoas que cultivam relacionamentos saudáveis se tornam mais saudáveis também. E a saúde está intimamente ligada à felicidade. ♥

Tanto é que hoje em dia muitas pessoas estão aderindo a um estilo de vida minimalista, em que busca-se ter apenas o essencial. Com isso, além de diminuir os gastos fixos, vivendo em residências menores e com menos consumo, as pessoas também desfrutam de mais tempo para aproveitar ao lado de amigos e familiares – e podem gastar o restante das economias em experiências que realmente valham a pena.




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Marcelo Jeneci : Aí Sim ( clipe oficial )



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Felicidade é . . .


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Felicidade é quando o que você pensa, o que você fala e o que você faz estão em harmonia - Autor desconhecido


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Música boa : Marcelo Jeneci