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Em terra de egos, quem vê o outro é rei



Em muitos momentos da vida, por diversos motivos, é possível sentir-se fraco e vulnerável. A vida apresenta situações difíceis, e muitas pessoas, incapazes de lidar com suas próprias dores, despejam sobre os outros suas frustrações.

Quem se sente inferior tenta inferiorizar.

Quem é inseguro quer deixar o outro inseguro.

Quem carrega feridas na autoestima tenta ferir a autoestima alheia.

Quem se percebe inadequado busca tornar o outro inadequado.

Quem sente raiva de si mesmo também tenta provocar raiva nos demais.

E quem não acredita no próprio valor tenta convencer o outro de que não tem valor nenhum.

Essas distorções emocionais começam cedo: competições desnecessárias, comparações absurdas e pressões impostas às crianças moldam inseguranças que se estendem por toda a vida.


Nada disso é saudável. Pelo contrário, cria-se uma verdadeira areia movediça emocional, da qual só se escapa com consciência e maturidade. É possível trabalhar essas questões de maneira saudável e terapêutica. Buscar ajuda não é fracasso nem derrota — é sinal de inteligência.

Atacar os outros porque não se sente bem não melhora a própria vida.

É preciso um olhar mais amplo e menos medíocre para o humano. Não se trata de poder, nem de provar quem é “melhor”. A aparência de força pode até impressionar, mas é vazia quando, internamente, a pessoa se sente frágil. E o emocional conta — conta muito — e, quando negligenciado, causa grandes estragos.

O ser humano precisa evoluir. É urgente abandonar competições ridículas que inflam egos e esvaziam o coração. Quando alguém começa a se curar, abre espaço para relações mais saudáveis, seja na amizade, seja na parceria.


“Cresçam e apareçam” — emocionalmente.

Quem não cresce por dentro permanece na infância emocional e, em vez de construir, destrói tudo ao redor, inclusive a si mesmo.

A vida pode ser mais leve e saudável quando construída sobre sentimentos equilibrados e menos egos inflamados. As dores diminuem quando olhamos o outro com empatia, afeto e cordialidade. Não é atacando que se cura a própria ferida.

Olhe para o outro como gostaria que olhassem para você.

O ego é vazio e solitário. O que realmente transforma é o valor humano: cuidado, afeto, presença, ética e respeito pelo coletivo. Isso, sim, gera cura, fortalece vínculos e transforma relações.

“Gentileza gera gentileza.”







O valor de uma lágrima




Saul Brandalise Jr. 

O liquido que brota de nossas energias, e surge em nossos olhos, e que nem sempre sabemos avaliar o seu verdadeiro valor...

Chamamos de LÁGRIMA.

É, ela sempre vive companheira, de nossos extremos de energias mentais.

Demoramos um pouco, alguns anos ou até MESMO vidas, para podermos aprender a avaliar, a energia contida em uma lágrima.

Precisamos saber interpretar, compreender o valor dela, para também Evoluirmos Mentalmente.

Ela sempre aparece em duas situações emotivas: Dor, perdas e decepção ou Amor, alegria e forte emoção positiva.

Quando a lágrima é negativa ela ensina: O valor de um sorriso.

Quando a lágrima é positiva ela ensina: O verdadeiro valor evolutivo de uma vida.

Tudo que chega até nós, é retorno de nossas posturas e atitudes...

Um bom exemplo, para o que, uma mãe e um pai, mais precisam ensinar, é como o filho(a) pode viver sem eles. O sentimento de cuidado e posse, sem que se perceba, pode colocar um nevoeiro em cima dos valores mentais de uma vida, de um filho(a). Obedecer cega. Educar mostra o verdadeiro VER de uma vida. Olho com os olhos e VEJO, e interpreto a vida, com meus Valores Mentais.

Uma vida é um "presente" para podermos vencer e superarmos a nossa etapa terrestre.

Não usamos tão pouco de nossa mente, em uma encarnação, por obra do acaso. Tudo tem um sentido e, um princípio de crescimento evolutivo de nossa mente. Como humanos é assim.

A obediência nada mais é do que um adestramento e, isso pode contribuir para criarmos medo, e insegurança, nas decisões futuras, de nossa atual encarnação.

Todas as lágrimas possuem o seu devido ensinamento. Precisamos ter cautela para sabermos quando elas devem aparecer e, qual a real razão desta aparição e chegada. O Equilibrio mental é necessário, para que isso aconteça, dentro de efetivos valores evolutivos mentais.

Quem nos causa, envia, e proporciona energia negativa, não merece uma lágrima. Ela é salgada.

Quem nos brinda com calor humano, amor e carinho merece receber a recompensa de uma lágrima doce.

Precisamos "lavar nossa mente", com o liquido doce de uma lágrima, mesmo que a situação que chegou, possa ser negativa.

Ora, desta forma aprendemos como não se deve agir em uma vida. Agradecer, aos professores (as) de como não se faz, mostra a nossa evolução mental e o crescimento dela. Obrigado por me ensinarem como não se faz...

O mais importante, de uma vida, não é o que realmente temos, mas sim o que somos. Quando partimos não levamos nada material, mas, nos acompanha tudo, o que efetivamente aprendemos mentalmente, a SER.

Cada encarnação existe, não para termos posses, mas sim, para sabermos o que efetivamente nos dá equilibrio mental. Tudo em uma vida, é causado por palavras e atitudes, e logo vem o retorno. Nada que chega até nós é sem um sentido e um aprendizado evolutivo.

Portanto, em nossa vida, tudo é Causa gerada por palavras e atitudes, e Efeito obtido como retorno. Eu não posso mudar de onde eu vim, mas posso escolher para aonde quero e devo ir.

Nosso momento PRESENTE gera o nosso futuro. Ele não se chama presente por acaso. Temos que saber, o que iremos fazer com ele... Nosso PRESENTE. Importante, também, é se desfazer do passado. Ele PASSOU...

Muito importante, sabermos avaliar o que possuímos, porque a vida pode nos mostrar, o efetivo valor evolutivo do que temos, e eventualmente, tínhamos.

Assim, cada LÁGRIMA é um presente. Só temos que saber desfrutar para avaliarmos a chegada, aprendermos com ela, e assim evoluirmos. Não podemos esquecer de agradecer aos professores (as) de como não se deve agir.

Cuide-se saiba interpretar a sua lágrima, ao seu favor EVOLUTIVO.








Estes valores, apesar de importantes, não devem ser nossas prioridades sob pena de nos infelicitar





Gostemos ou não, vivemos uma época em que os valores humanos passaram a um segundo plano. Boa parte do mundo e da vida atual gira em torno do poder e do dinheiro. Trata-se de uma lógica diante da qual existem muitas resistências, mas que, de todos os modos, impõe alguns dos principais valores que nos fazem infelizes.

Muitas vezes nós assumimos essa lógica do mundo atual como se ela fosse a única possível. Isso não é verdade. Apesar de muitos valores atuais estarem associados à produção e ao capitalismo, também podemos ser críticos diante deles e não permitir que determinem completamente as nossas vidas.

Se os assumirmos sem crítica e como algo absoluto, acabam limitando a nossa vida e nos conduzindo à angústia e à insatisfação. Por isso, é importante identificá-los e não permitir que eles invadam tudo. Estes são os principais valores que nos fazem infelizes, muitas vezes sem nos darmos conta disso.

1. A eficiência, um dos valores que nos fazem infelizes

Uma das maiores exigências no mundo atual é a de sermos eficientes. Constantemente, nós recebemos mensagens relacionadas com a importância das conquistas, a necessidade de concentração em nossos objetivos e o sucesso. Não há nada de errado nisso. O que não é bom é dar um peso excessivo a esse valor, e colocar tudo para girar em torno disso.




A eficiência é um dos valores que nos dirigem, porque trata-se de uma característica que facilita o bom desempenho da economia. As empresas querem gente eficiente porque isso é mais rentável. A eficiência garante um melhor desempenho profissional e um lugar privilegiado dentro do sistema.

No entanto, isso não quer dizer que o mais importante nos seres humanos seja a eficiência. Não somos máquinas e, portanto, dependendo das circunstâncias, seremos mais ou menos eficientes. Isso não nos torna menos valiosos.

2. A produtividade

A produtividade tem a ver com os resultados que somos capazes de gerar. Produtivo é o adjetivo que damos a alguém capaz de fazer muito em pouco tempo, e cujas atividades permitem obter mais dinheiro ou benefícios. Ou seja, produtivo é alguém “útil”; no entanto, esta “utilidade” é observada, quase sempre, a partir do âmbito financeiro.

Falamos de “pessoas produtivas” ou de “idades produtivas”, mas não falamos que o ser humano é muito mais do que aquilo que ele produz. Assim como no caso anterior, não somos máquinas de fazer dinheiro ou ganhar dinheiro para os outros. Concentrar-se nisso faz com que a única dimensão que acabe prevalecendo seja a financeira e a profissional. Por essa via, nunca se alcança a felicidade.

3. A quantidade

A sociedade atual é particularmente obcecada pela quantidade. Tudo se mede e a palavra “mais” se transformou em uma religião para muitos. Aquilo que é ilimitado não se mede em termos de sonhos ou ideais, mas em função de quanto é possível acumular ou produzir.

Um dia é considerado bom quando “fazemos muito” nele. Um ano foi bom quando conseguimos “muitas” coisas. Uma vida foi válida quanto temos “muitos” objetivos alcançados.




Quão relevante é a quantidade? Geralmente, o seu valor está presente na economia e na produção. É ali que isso se converte em um dos valores que nos fazem infelizes. A partir de uma perspectiva mais humana, a quantidade costuma ficar limitada com a qualidade.

A pessoa faz muito, alcança muito, acumula muito, às custas de sacrificar o sentido profundo do que faz, alcança ou acumula.

4. A velocidade

Em todos os âmbitos, a velocidade se converteu em um objetivo. Conseguir que tudo aconteça rapidamente é assumido como um sinal de que estamos naquilo que é “correto” ou “eficiente”. A ideia é poder fazer mais coisas em menos tempo. Por isso, cinco minutos de pausa são desesperadores para algumas pessoas. O fato de demorarem mais tempo para completar uma tarefa é frustrante para elas.

A velocidade é outro dos valores que nos dirigem, mas não nos levam ao bem-estar. Assim como acontece com a quantidade, o rápido é inimigo daquilo que é bom. É claro que isso não se aplica a tudo, mas a alguns aspectos importantes.

Aqueles que estão obcecados pela velocidade perdem a capacidade de apreciar cada momento único. Também têm dificuldade para compreender o sentido dos processos nos quais o tempo oferece uma vantagem.




Apesar de todos esses valores que nos regem serem importantes para nos adaptarmos ao mundo atual, é importante analisar o seu significado e não os aceitar passivamente, simplesmente porque são aquilo que a cultura impõe.





Estes valores, apesar de importantes, não devem ser nossas prioridades sob pena de nos infelicitar





Gostemos ou não, vivemos uma época em que os valores humanos passaram a um segundo plano. Boa parte do mundo e da vida atual gira em torno do poder e do dinheiro. Trata-se de uma lógica diante da qual existem muitas resistências, mas que, de todos os modos, impõe alguns dos principais valores que nos fazem infelizes.

Muitas vezes nós assumimos essa lógica do mundo atual como se ela fosse a única possível. Isso não é verdade. Apesar de muitos valores atuais estarem associados à produção e ao capitalismo, também podemos ser críticos diante deles e não permitir que determinem completamente as nossas vidas.

Se os assumirmos sem crítica e como algo absoluto, acabam limitando a nossa vida e nos conduzindo à angústia e à insatisfação. Por isso, é importante identificá-los e não permitir que eles invadam tudo. Estes são os principais valores que nos fazem infelizes, muitas vezes sem nos darmos conta disso.

1. A eficiência, um dos valores que nos fazem infelizes

Uma das maiores exigências no mundo atual é a de sermos eficientes. Constantemente, nós recebemos mensagens relacionadas com a importância das conquistas, a necessidade de concentração em nossos objetivos e o sucesso. Não há nada de errado nisso. O que não é bom é dar um peso excessivo a esse valor, e colocar tudo para girar em torno disso.




A eficiência é um dos valores que nos dirigem, porque trata-se de uma característica que facilita o bom desempenho da economia. As empresas querem gente eficiente porque isso é mais rentável. A eficiência garante um melhor desempenho profissional e um lugar privilegiado dentro do sistema.

No entanto, isso não quer dizer que o mais importante nos seres humanos seja a eficiência. Não somos máquinas e, portanto, dependendo das circunstâncias, seremos mais ou menos eficientes. Isso não nos torna menos valiosos.

2. A produtividade

A produtividade tem a ver com os resultados que somos capazes de gerar. Produtivo é o adjetivo que damos a alguém capaz de fazer muito em pouco tempo, e cujas atividades permitem obter mais dinheiro ou benefícios. Ou seja, produtivo é alguém “útil”; no entanto, esta “utilidade” é observada, quase sempre, a partir do âmbito financeiro.

Falamos de “pessoas produtivas” ou de “idades produtivas”, mas não falamos que o ser humano é muito mais do que aquilo que ele produz. Assim como no caso anterior, não somos máquinas de fazer dinheiro ou ganhar dinheiro para os outros. Concentrar-se nisso faz com que a única dimensão que acabe prevalecendo seja a financeira e a profissional. Por essa via, nunca se alcança a felicidade.

3. A quantidade

A sociedade atual é particularmente obcecada pela quantidade. Tudo se mede e a palavra “mais” se transformou em uma religião para muitos. Aquilo que é ilimitado não se mede em termos de sonhos ou ideais, mas em função de quanto é possível acumular ou produzir.

Um dia é considerado bom quando “fazemos muito” nele. Um ano foi bom quando conseguimos “muitas” coisas. Uma vida foi válida quanto temos “muitos” objetivos alcançados.




Quão relevante é a quantidade? Geralmente, o seu valor está presente na economia e na produção. É ali que isso se converte em um dos valores que nos fazem infelizes. A partir de uma perspectiva mais humana, a quantidade costuma ficar limitada com a qualidade.

A pessoa faz muito, alcança muito, acumula muito, às custas de sacrificar o sentido profundo do que faz, alcança ou acumula.

4. A velocidade

Em todos os âmbitos, a velocidade se converteu em um objetivo. Conseguir que tudo aconteça rapidamente é assumido como um sinal de que estamos naquilo que é “correto” ou “eficiente”. A ideia é poder fazer mais coisas em menos tempo. Por isso, cinco minutos de pausa são desesperadores para algumas pessoas. O fato de demorarem mais tempo para completar uma tarefa é frustrante para elas.

A velocidade é outro dos valores que nos dirigem, mas não nos levam ao bem-estar. Assim como acontece com a quantidade, o rápido é inimigo daquilo que é bom. É claro que isso não se aplica a tudo, mas a alguns aspectos importantes.

Aqueles que estão obcecados pela velocidade perdem a capacidade de apreciar cada momento único. Também têm dificuldade para compreender o sentido dos processos nos quais o tempo oferece uma vantagem.




Apesar de todos esses valores que nos regem serem importantes para nos adaptarmos ao mundo atual, é importante analisar o seu significado e não os aceitar passivamente, simplesmente porque são aquilo que a cultura impõe.





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