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Meu filho partiu aos 13. Semanas depois, sua professora me chamou à escola às pressas : “ Ele deixou algo para você ”



Relato extraído do fórum Reddit, nomes foram alterados para preservar identidade. Algumas perdas não terminam no dia do funeral. Elas continuam dentro da casa, no copo que ninguém mais usa, no tênis encostado perto da porta, na camiseta que ainda guarda um pouco do cheiro de quem se foi. Para Meryl, perder Owen, seu filho de 13 anos, foi como passar a viver em uma casa onde tudo ainda falava dele — menos ele.

Owen havia enfrentado o câncer por dois anos. A família já conhecia hospitais, exames, noites mal dormidas e aquela esperança cansada que muitas mães e pais tentam sustentar mesmo quando o medo está ali, sentado à mesa. Mas a morte dele não veio da doença.

Veio numa tarde no lago.

Ele havia saído com o pai, Charlie, e alguns amigos. Uma tempestade chegou rápido demais. Owen entrou na água, a correnteza ficou forte, e ele desapareceu. As buscas duraram dias. No fim, a família recebeu uma frase impossível de engolir: Owen foi declarado desaparecido.

Sem corpo. Sem última conversa. Sem despedida.

O quarto onde o silêncio pesava demais

Depois do funeral, Meryl passou a visitar o quarto do filho todos os dias. Sentava na cama, segurava suas roupas, olhava seus livros escolares e os pequenos objetos que ele deixara para trás. Era tudo muito comum, e por isso mesmo tão doloroso.

Owen era o tipo de menino que ainda fazia piadas na cozinha. Na última manhã em que a mãe o viu, ele tinha virado uma panqueca alto demais e riu quando ela caiu torta no fogão. Parecia cansado, mas garantiu que estava tudo bem.

Esse “tudo bem” ficou preso na memória de Meryl como uma frase que ela gostaria de ter questionado mais.

Charlie, por outro lado, reagiu de outro jeito. Voltou ao trabalho cedo demais, chegava tarde, falava pouco e evitava abraços. Para Meryl, aquela distância parecia abandono. Como se, além de perder o filho, ela também estivesse perdendo o marido aos poucos.

A ligação da professora

Certo dia, enquanto segurava uma camiseta azul de Owen, o telefone tocou.

Era a Sra. Dilmore, professora de matemática dele.

Owen adorava aquela professora. Falava dela no jantar, comentava as aulas e parecia ter encontrado na matemática uma espécie de refúgio. Por isso, quando Meryl viu o nome na tela, atendeu com o coração apertado.

A professora estava emocionada.

Ela disse que havia encontrado um envelope na escola. Um envelope com o nome de Meryl, escrito pela mão de Owen.

“Você precisa vir até aqui”, explicou. “Acho que isso é importante.”

Meryl mal conseguiu responder. Avisou a mãe, pegou as chaves do carro e foi para a escola com a sensação estranha de que o filho, de alguma forma, ainda tinha algo a dizer.
“Para a mamãe”

Na secretaria, a Sra. Dilmore entregou o envelope com cuidado. Era branco, simples, mas carregava um peso enorme.

Na frente, em letra de menino, estavam duas palavras:

Para a mamãe.

Meryl quase perdeu as forças.

A professora a levou para uma sala vazia. Ali, longe do movimento dos corredores, ela abriu o envelope. Dentro havia uma folha de caderno dobrada.

A primeira linha mudou tudo:

“Mãe, eu sabia que esta carta chegaria até você se alguma coisa acontecesse comigo. Você precisa saber a verdade… sobre o papai.”

Meryl sentiu o corpo gelar.

O texto não explicava tudo. Owen apenas pedia que ela não confrontasse Charlie. Mandava que ela o seguisse. Depois, dizia para procurar embaixo de um ladrilho solto, debaixo da mesinha do quarto dele.

Era estranho demais para ignorar.

Pela primeira vez desde a morte do filho, a dor abriu espaço para a dúvida.

O segredo de Charlie

Meryl decidiu seguir as instruções da carta. Foi até o escritório de Charlie e esperou.

Para testar, mandou uma mensagem perguntando o que ele queria para o jantar.

A resposta veio pouco depois:

“Tenho reunião até mais tarde. Não me espere acordada.”

Só que, vinte minutos depois, Charlie saiu do prédio. Meryl o seguiu de carro, tentando entender que tipo de segredo o marido escondia.

Depois de quase quarenta minutos, ele estacionou no hospital infantil — o mesmo lugar onde Owen havia feito tratamento.

Charlie tirou algumas caixas do porta-malas e entrou.

Meryl foi atrás, em silêncio.

Pela janela de uma sala, viu uma cena que não combinava com nenhuma suspeita que havia passado por sua cabeça. Charlie vestia uma roupa colorida, exagerada, com suspensórios enormes, casaco xadrez e nariz vermelho.

Ele entrou na ala pediátrica como um palhaço.

As crianças sorriram antes mesmo que ele começasse a brincar.

Charlie distribuía brinquedos, fazia caretas, fingia tropeços e arrancava risadas de meninos e meninas que conheciam bem demais o medo de um hospital.

Uma enfermeira o chamou por um nome que Meryl nunca tinha ouvido:

Professor Giggles.

O pedido silencioso de Owen

Quando Charlie viu Meryl, perdeu o sorriso na hora. Ela mostrou a carta. Ele entendeu.

Com os olhos marejados, contou que fazia aquilo havia dois anos, sempre depois do trabalho. Visitava crianças internadas, vestido de palhaço, para levar um pouco de leveza a quem estava enfrentando tratamentos difíceis.

Tudo começou por causa de Owen.

O menino havia dito certa vez que a pior parte da doença não era só a dor física. Era ver outras crianças assustadas, caladas, sem saber como atravessar o dia.

Owen queria que alguém as fizesse rir, nem que fosse por alguns minutos.

Charlie decidiu ser essa pessoa.

Ele nunca contou ao filho. Também nunca contou à esposa. Guardou o gesto em segredo, talvez por vergonha, talvez por medo de parecer frágil, talvez porque algumas dores ficam escondidas até de quem está dormindo ao nosso lado.

Meryl, então, percebeu que a distância do marido não vinha de frieza.

Vinha de culpa.

Vinha de um luto que ele não sabia explicar.

O presente escondido no quarto

Depois da visita ao hospital, os dois voltaram para casa juntos.

No quarto de Owen, Charlie levantou o ladrilho solto indicado na carta. Ali havia uma pequena caixa.

Dentro dela, uma escultura de madeira feita pelo menino: um homem, uma mulher e uma criança. Os três juntos.

Também havia outra carta.

“Eu só queria que você visse o coração do papai com seus próprios olhos. Amo vocês dois.”

Meryl leu a frase mais de uma vez antes de conseguir chorar.

Charlie chorou também.

E, pela primeira vez desde o funeral, ele não se afastou quando ela o abraçou.

Mais tarde, revelou outro motivo para ter evitado contato físico: havia feito uma tatuagem com o rosto de Owen sobre o peito, perto do coração. A pele ainda estava cicatrizando.

Meryl riu entre lágrimas.

Disse que aquela era a única tatuagem que ela conseguiria amar.

Nada trouxe Owen de volta. Mas o menino, mesmo depois de partir, ainda encontrou uma forma de aproximar os pais. Deixou uma carta, uma pista e uma lembrança concreta de que o amor, quando é vivido de verdade, às vezes continua organizando a vida de quem fica.





Por um mundo com mais gente " doida " e menos gente maldosa




Priscila Mattos

Gente “doida” é gente feliz, alegre, que tem sempre uma palavra de otimismo e uma boa gargalhada a oferecer, mesmo em situações que geram preocupação e pessimismo.

São pessoas espontâneas e autênticas, que não têm medo de expor o que sentem, nem expor limites e pontos de vista. São pessoas que não estão preocupadas em tentar agradar a todos, embora exalem carisma e gentileza.

Gente “doida” é gente divertida, que está sempre de bem com a vida. Mesmo nos momentos de tristeza, elas se agarram ao otimismo dentro de si, pois sabem que tudo passa.

Gente “doida” é gente que vive, que não espera uma data específica para beber um bom vinho ou usar a roupa mais bonita do guarda-roupa. Elas não esperam as ocasiões especiais, elas fazem de todas as ocasiões especiais.

Gente “doida” é gente que saboreia a comida, mesmo em um almoço de 15 minutos, e que consegue parar para sentir o aroma do café ao invés de apenas ingerir cafeína para manter-se de pé.

Gente “doida” conversa sozinha, em silêncio ou em voz alta e está sempre rindo de si mesma. É gente que não se importa com defeitos nem com decepções, apenas com os aprendizados retirados de todas as experiências. Pois troca a reclamação pela gratidão por tudo o que há na vida.

Gente “doida” é gente sincera, em quem podemos confiar e confidenciar o que há de mais íntimo, pois temos certeza que elas não farão a “doideira” de espalhar por aí.

Gente “doida” não é perversa, como muitos costumam confundir. Gente perversa é gente maldosa, incapaz de sentir empatia, e que se faz de doida para, na verdade, causar transtornos psicológicos aos que estão ao seu redor.

Gente “doida” é gente do bem, mesmo quando a doideira se trata de alguma patologia. Mas se for uma doideira saudável, de pessoas que apenas fogem de uma sociedade doente de pessoas “normais” e egocêntricas, nada melhor do que sermos os estranhos que conseguem pensar e agir “fora da caixa”.

Gente “doida” é gente leve. Sou eu e é você que me lê, quando conseguimos relaxar e viver o momento, principalmente com aqueles que nos amam e a quem amamos, sem nos preocupar com o que não podemos controlar. Por um mundo com mais gente “doida” e menos gente maldosa!




Para ouvir e cantar o Amor . . . Algumas músicas lindas














O tempo . . .

 


@katiam.b.g

musica completa lindissima, O tempo... se eu fosse vc escutaria!

♬ som original - O_Apaixonado

@thiagomatosbr O Tempo - @O_Apaixonado @Thiago Matos Sofrência🎙️ #musicaviral #apaixonado #creatorsearchinsights #fyp #videoviral ♬ som original - Thiago Matos🎙️

A morte é um dia que vale a pena viver

 


A Dra. Ana Claudia Quintana Arantes é uma médica geriatra e paliativista brasileira, amplamente reconhecida por quebrar tabus e promover a humanização no cuidado a pacientes com doenças graves e em fim de vida.









Escolha ser luz . . . na consciência e na alma

 






A ansiedade


Adriana Helena

Olá amigos, todos nós sabemos que, no mundo atual, a ansiedade configura-se como um dos grandes vilões de nosso tempo. Neste artigo vou te apontar alguns métodos para tentar driblá-la e amenizá-la e também te mostrar uma canção que é um afago no coração. Fique comigo!

Convivemos diariamente com a poluição de todos os tipos. A violência urbana nos deixa com a sensação de que algo estranho irá acontecer, não sabemos ao certo o que poderá ser, mas ficamos com a impressão de que algo ruim possa vir a ocorrer.

Temos a percepção de que estamos ligados em 220 volts. A agitação do dia a dia, no trabalho, com a família, o pouco tempo para realizar nossos compromissos, causa um estado permanente de tensão.

Esse estado de intensa tensão favorece o aparecimento da ansiedade, pois ela decorre da excessiva excitação do sistema nervoso central. Mas existem maneiras de controlá-la e até evitá-la. Veja como:

A pessoa ansiosa é apreensiva o tempo todo, tem dificuldade de concentração, de fazer associações, de reflexão e de memorização.

Em termos energéticos, esse tipo de pessoa está com suas energias travadas, com o corpo sob tensão contínua. Todo esse composto gera cansaço, desânimo, desesperança, pessimismo, mau humor, impaciência entre outras.

Para resolver o transtorno de ansiedade é necessário fazer um trabalho conosco mesmo, é um processo de revisão do que somos e de mudança.

Os tratamentos tradicionais da Ansiedade:

Existem três tipos de tratamento para os transtornos de ansiedade.

💊Medicamentos (sempre com acompanhamento e receita médica);

🙍Psicoterapia com psicólogo ou médico psiquiatra;

💊+ 🙍 Combinação dos dois tratamentos (medicamentos e psicoterapia).

A maior parte das pessoas com ansiedade, começa a se sentir melhor e retoma as suas atividades depois de algumas semanas de tratamento.

Por isso, é importante procurar ajuda especializada na unidade de saúde mais próxima. O diagnóstico precoce e preciso da ansiedade, o tratamento eficaz e o acompanhamento por um prazo longo são imprescindíveis para obter melhores resultados e menores prejuízos.


A sábia afirmação de Buda

Mas você pode controlar a ansiedade simplesmente com um trabalho mental no seu organismo.

Buda, sabiamente dizia que o segredo da saúde, mental e corporal, está em não se lamentar pelo passado, não se preocupar com o futuro, nem se adiantar aos problemas, mas, viver sabia e seriamente o presente.

Então é isso amigos! Parece simples, e você pode deixar que fique simples! Mas precisa fazer um trabalho interior bastante elevado.

Dicas simples vão te ajudar a controlar e até resolver o problema da ansiedade. Veja quais são:

Se você deseja obter uma saúde melhor, há sem dúvida algumas coisas que não deve fazer: Não se zangue com seu corpo nem se queixe dele por nenhum motivo.

A raiva é uma afirmação poderosa que diz ao seu corpo que você o detesta ou detesta algumas partes dele. Suas células estão sempre atentas a cada um dos seus pensamentos.

Pense em seu corpo como um funcionário que trabalha ao máximo para manter você em perfeita saúde, independentemente de como você o trate.


Seu corpo sabe se curar:

Se você lhe der alimentos e bebidas saudáveis, exercício, suficientes horas de sono e tiver pensamentos positivos, o trabalho será fácil. As células estarão trabalhando em uma atmosfera feliz e saudável.

Mas se você ficar diante da tevê, empanturrando-se de comida gordurosa e refrigerante, se não dormir o suficiente, se viver resmungando e se irritando o tempo todo, as células do seu corpo estarão trabalhando numa atmosfera desfavorável.

Se este é o seu caso, não admira que seu corpo não seja tão saudável quanto você gostaria.

Você nunca criará uma boa saúde falando das suas doenças ou ocupando seu pensamento com elas.

A boa saúde é resultado do amor e da admiração.

Você deve tratar seu corpo com o máximo de amor.

Fale com ele e o elogie de forma carinhosa.

Se uma parte do seu corpo está doente ou sente algum desconforto, trate-a com o cuidado que teria com uma criança adoentada.

Diga-lhe o quanto a ama e que está fazendo o que pode para ajudá-la a se recuperar rapidamente.

Se você estiver doente, não basta ir ao médico para que este lhe prescreva remédios. Seu corpo está lhe dizendo que você anda fazendo algo que o está prejudicando.

É preciso aprender mais sobre saúde – quanto mais você souber, mais fácil será cuidar do seu corpo.

Não escolha se sentir uma vítima. Se fizer isso, estará abrindo mão do seu poder. Seja o protagonista da sua própria história.


Leia um dos muitos bons livros que ensinam como nos mantermos saudáveis ou vá a um nutricionista para montar uma dieta preparada especialmente para você.

Mas, faça o que fizer, crie uma atmosfera mental saudável e feliz. Seja um participante ativo do seu próprio projeto de saúde.

Acredito que criamos cada uma das doenças do nosso corpo.

O corpo, assim como tudo o mais na vida, é um espelho dos nossos pensamentos e crenças.

Ele está sempre falando conosco; para ouvi-lo, basta que dediquemos tempo e atenção.

Toda célula do corpo reage a cada pensamento nosso e a cada palavra que dizemos.

Padrões contínuos de pensamento e fala produzem comportamentos corporais e estados de espírito, produzem saúde ou doença.

Quem está permanentemente com uma expressão carrancuda não ficou assim por ter pensamentos alegres e amorosos.

Os rostos e corpos das pessoas de mais idade mostram claramente quais foram os padrões de pensamento de uma vida inteira.

Aprenda a aceitar que sua vida não é uma série de eventos ao acaso e sim uma jornada de crescimento.

Se você viver todos os dias com esta consciência, nunca envelhecerá, apenas continuará a se desenvolver.

Então mude seu modo de pensar agora e siga em frente!

Você está no mundo por um motivo importante e tudo de que precisa está ao seu alcance.


Conclusão e a linda canção do Freddy Colly

Você pode optar por ter pensamentos que criem uma atmosfera mental que contribua para a doença ou por ter pensamentos que criem uma atmosfera saudável tanto dentro de você quanto à sua volta.

Portanto, pense positivo e crie uma atmosfera totalmente a seu favor. Atravesse o caminho, por mais turbulento que seja e encontre a verdadeira felicidade resplandecida na sua saúde física e mental.

Veja o vídeo com a canção "I Loved You" de Freddy e sinta a delicadeza da melodia e a felicidade invadir sua alma. Colly é mais conhecido como Freddy Cole e é irmão do cantor Nat King Cole.

Ao ouvir "I Loved You", lançada em 1978, no álbum homônimo "I Loved You" , será conduzido pela dança, pela música e pela mais linda melodia, pode confiar. Não deixe de ver pois vai se surpreender. ♪♫

A canção vai complementar sua leitura e abrir seus pensamentos. Tudo é possível quando se tem bons pensamentos meus amigos queridos. Adoro vocês!😍




Artigo inspirado nas lições de Louise Hay e no site Universo Natural
Imagens: Google imagens e vídeo do canal de Adriana Helena no YouTube




Valorize sua Mãe todos os dias antes que Ela se torne Saudade !

 


@motivacionais360

PODE FALTAR TUDO MENOS A MÃE………………………………………………………

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@antonvshvda #reflexao #reflexaodiaria #mulheresempoderadas #meninodavoz #motivação #conselhos ♬ som original - antonvshvda









A "Geração de Ferro" está partindo . . .



A "Geração de Ferro" está partindo para dar passagem à Geração Cristal.

Está partindo a geração que sem estudos educou seus filhos.

Aquela que, apesar da falta de tudo, nunca permitiu que faltasse o indispensável em casa.

Aquela que ensinou valores, começando por amor e respeito.

Estão partindo os que podiam viver com pouco luxo sem se sentir frustrados com isso.

Aqueles que trabalharam desde tenra idade e ensinaram o valor das coisas, não o preço.

Partem os que passaram por mil dificuldades e sem desistir nos ensinaram a viver com dignidade.

Aqueles que depois de uma vida de sacrifícios e agruras vão com as mãos enrugadas, mas a testa erguida.

A geração que nos ensinou a viver sem medo está partindo.

Ela está partindo...

A geração que nos deu a vida.

( autoria desconhecida )



A "geração de ferro" está partindo e dando lugar à "geração de cristal", marcando o fim de uma era caracterizada pela resiliência, trabalho árduo e valores tradicionais.

Esta geração, nascida principalmente entre as décadas de 40 e 60, criou os filhos com poucos recursos, priorizando a dignidade, o respeito e o amor sobre o luxo.

Características da "Geração de Ferro": 

Conhecida por trabalhar desde cedo, frequentemente sem estudos formais, educou filhos com orgulho e ensinou o valor das coisas.

Significado da Partida:

Representa a perda de uma época com menos tecnologia e mais contato humano, com pais que, com mãos enrugadas, deixam um legado de força, ética de trabalho e fé.

Contraste:

O termo popularmente usado, "geração de cristal", contrasta com a resistência ("ferro") da geração que parte, frequentemente descrita como aquela que viveu sem medo e superou as dificuldades.

Legado: 

Fica a saudade e o exemplo de dignidade, responsabilidade e amor ao próximo.

( Resumo acima feito por IA )




Você tem um amigo ?






Você Tem Um Amigo

Quando você estiver deprimido e confuso
E precisar de uma mão para ajudar,

E nada, nada estiver dando certo,
Feche seus olhos e pense em mim
E logo eu estarei lá
Para iluminar até mesmo suas noites mais sombrias.

Apenas chame meu nome
E você sabe, onde quer que eu esteja,
Eu virei correndo para te ver novamente.
Inverno, primavera, verão ou outono,
Tudo o que você tem de fazer é chamar.
E eu estarei lá, sim, sim, sim,
Você tem um amigo.

Se o céu acima de você
Tornar-se escuro e cheio de nuvens
E aquele antigo vento norte começar a soprar,
Mantenha sua cabeça em ordem
e chame meu nome em voz alta
E em breve eu estarei batendo na sua porta.

Apenas chame meu nome
E você sabe, onde quer que eu esteja,
Eu virei correndo, sim, eu virei
Para te ver novamente.
Inverno, primavera, verão ou outono,
Tudo que você tem de fazer é chamar
E eu estarei lá, sim, sim, sim.

Ei, não é bom saber que você tem um amigo?
As pessoas podem ser tão frias,
Elas vão te magoar e te abandonar
Bem, elas tomarão sua alma, se você permitir a elas
Oh, sim, mas não permita

Apenas chame meu nome
E você sabe, onde quer que eu esteja,
Eu virei correndo para te encontrar novamente.
(Oh baby, você não sabe disso?)
Inverno, primavera, verão ou outono,
Ei agora, tudo que você tem de fazer é chamar
Senhor, eu estarei lá, sim, sim, sim.
Você tem um amigo.

Oh, você tem um amigo.
Não é bom saber que você tem um amigo?
Não é bom saber que você tem um amigo?
Você tem um amigo.









A família é nosso bem maior

 


@rosisilva_3

♬ som original - Nanda 💫


Ele ressucitou . . .

 


Agosto 5, 2011


 Mahler : Sinfonia No.2 'Ressurreição' 

 Simón Bolívar Symphony Orchestra of Venezuela 

Gustavo Dudamel, maestro

Miah Persson, soprano 

Anna Larsson, mezzo-soprano

 National Youth Choir of Great Britain

Royal Albert Hall




Páscoa é renovar a Esperança de Amor e Paz