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Valorize sua Mãe todos os dias antes que Ela se torne Saudade !

 


@motivacionais360

PODE FALTAR TUDO MENOS A MÃE………………………………………………………

♬ som original - motivacionais360

@antonvshvda #reflexao #reflexaodiaria #mulheresempoderadas #meninodavoz #motivação #conselhos ♬ som original - antonvshvda









A "Geração de Ferro" está partindo . . .



A "Geração de Ferro" está partindo para dar passagem à Geração Cristal.

Está partindo a geração que sem estudos educou seus filhos.

Aquela que, apesar da falta de tudo, nunca permitiu que faltasse o indispensável em casa.

Aquela que ensinou valores, começando por amor e respeito.

Estão partindo os que podiam viver com pouco luxo sem se sentir frustrados com isso.

Aqueles que trabalharam desde tenra idade e ensinaram o valor das coisas, não o preço.

Partem os que passaram por mil dificuldades e sem desistir nos ensinaram a viver com dignidade.

Aqueles que depois de uma vida de sacrifícios e agruras vão com as mãos enrugadas, mas a testa erguida.

A geração que nos ensinou a viver sem medo está partindo.

Ela está partindo...

A geração que nos deu a vida.

( autoria desconhecida )



A "geração de ferro" está partindo e dando lugar à "geração de cristal", marcando o fim de uma era caracterizada pela resiliência, trabalho árduo e valores tradicionais.

Esta geração, nascida principalmente entre as décadas de 40 e 60, criou os filhos com poucos recursos, priorizando a dignidade, o respeito e o amor sobre o luxo.

Características da "Geração de Ferro": 

Conhecida por trabalhar desde cedo, frequentemente sem estudos formais, educou filhos com orgulho e ensinou o valor das coisas.

Significado da Partida:

Representa a perda de uma época com menos tecnologia e mais contato humano, com pais que, com mãos enrugadas, deixam um legado de força, ética de trabalho e fé.

Contraste:

O termo popularmente usado, "geração de cristal", contrasta com a resistência ("ferro") da geração que parte, frequentemente descrita como aquela que viveu sem medo e superou as dificuldades.

Legado: 

Fica a saudade e o exemplo de dignidade, responsabilidade e amor ao próximo.

( Resumo acima feito por IA )




Você tem um amigo ?






Você Tem Um Amigo

Quando você estiver deprimido e confuso
E precisar de uma mão para ajudar,

E nada, nada estiver dando certo,
Feche seus olhos e pense em mim
E logo eu estarei lá
Para iluminar até mesmo suas noites mais sombrias.

Apenas chame meu nome
E você sabe, onde quer que eu esteja,
Eu virei correndo para te ver novamente.
Inverno, primavera, verão ou outono,
Tudo o que você tem de fazer é chamar.
E eu estarei lá, sim, sim, sim,
Você tem um amigo.

Se o céu acima de você
Tornar-se escuro e cheio de nuvens
E aquele antigo vento norte começar a soprar,
Mantenha sua cabeça em ordem
e chame meu nome em voz alta
E em breve eu estarei batendo na sua porta.

Apenas chame meu nome
E você sabe, onde quer que eu esteja,
Eu virei correndo, sim, eu virei
Para te ver novamente.
Inverno, primavera, verão ou outono,
Tudo que você tem de fazer é chamar
E eu estarei lá, sim, sim, sim.

Ei, não é bom saber que você tem um amigo?
As pessoas podem ser tão frias,
Elas vão te magoar e te abandonar
Bem, elas tomarão sua alma, se você permitir a elas
Oh, sim, mas não permita

Apenas chame meu nome
E você sabe, onde quer que eu esteja,
Eu virei correndo para te encontrar novamente.
(Oh baby, você não sabe disso?)
Inverno, primavera, verão ou outono,
Ei agora, tudo que você tem de fazer é chamar
Senhor, eu estarei lá, sim, sim, sim.
Você tem um amigo.

Oh, você tem um amigo.
Não é bom saber que você tem um amigo?
Não é bom saber que você tem um amigo?
Você tem um amigo.









A família é nosso bem maior

 


@rosisilva_3

♬ som original - Nanda 💫


Ele ressucitou . . .

 


Agosto 5, 2011


 Mahler : Sinfonia No.2 'Ressurreição' 

 Simón Bolívar Symphony Orchestra of Venezuela 

Gustavo Dudamel, maestro

Miah Persson, soprano 

Anna Larsson, mezzo-soprano

 National Youth Choir of Great Britain

Royal Albert Hall




Páscoa é renovar a Esperança de Amor e Paz

 






Outono tem muito a ver com nossa alma . . .

 





Visão geral criada por IA

A frase "Repara que o outono é mais estação da alma do que da natureza" é uma famosa reflexão de Carlos Drummond de Andrade, presente na obra Fala, Amendoeira (1957). Ela sugere que o outono evoca recolhimento, amadurecimento interior e nostalgia, indo além da simples mudança climática.

Significados da frase segundo o contexto de Drummond e a cultura:

Outonizar-se com dignidade : Drummond sugere viver esse tempo com paciência e suavidade, aceitando a maturidade, similar à forma como a natureza deixa cair as folhas.

Recolhimento e reflexão : Diferente da expansão do verão, o outono é uma época de transição que convida a olhar para dentro.

Tempo de colheita da alma : As folhas que caem e os frutos amadurecidos simbolizam o fechamento de ciclos e a valorização do que foi vivido, pintando o tempo com memórias.

Outonos da alma : A expressão também é associada à aceitação da finitude e à beleza da solitude.

É uma metáfora sobre viver com calma, aceitar ritmos suaves e encontrar graça nas transições da vida.


Quem grita mais não ama melhor





Vivemos um tempo em que o amor perdeu o tom de voz.

Quanto mais alto se grita, mais se acredita estar certo.

Quanto mais se ataca, mais se confunde isso com coragem.

Quanto mais se odeia, mais seguidores se conquista.

Mas gritar nunca foi sinônimo de amar.

O amor não precisa de volume.

Precisa de presença.

Precisa de constância.

Precisa de gestos que não cabem em slogans.

Jesus nunca gritou para convencer. Nunca humilhou para vencer debates. Nunca transformou o outro em inimigo para afirmar sua verdade. Seu modo de amar era desarmado - e exatamente por isso tão ameaçador. Ele não disputava plateias; tocava consciências.

Francisco de Assis seguiu esse mesmo caminho. Em vez de confrontar o mundo com discursos inflamados, escolheu desarmá-lo com mansidão. Não gritou contra a riqueza - viveu a simplicidade. Não atacou o poder - caminhou com os pobres. Não acusou a criação - fez-se irmão dela.

Hoje, porém, o amor parece insuficiente se não vier acompanhado de indignação visível. Amar em silêncio é visto como fraqueza. Amar sem atacar é confundido com conivência. Amar sem polarizar parece, para muitos, falta de posicionamento.

Mas observe a natureza.

Nenhuma forma de vida se sustenta pelo grito.

O cuidado acontece no detalhe.

A vida cresce no silêncio.

A restauração se dá no tempo.

Os animais não precisam provar que pertencem. Não disputam quem está certo. Não constroem narrativas para justificar sua existência. Eles vivem - e, ao viver, equilibram o todo.

Talvez o maior sinal de que nos afastamos do essencial seja esse: precisamos gritar para nos sentirmos vivos.

A espiritualidade franciscana nos propõe outro caminho. Um caminho em que o amor não é reação impulsiva, mas decisão cotidiana. Em que a mansidão não é omissão, mas maturidade espiritual. Em que o silêncio não esconde a verdade, mas a protege do desgaste.

Amar dá trabalho.

Odiar rende aplausos rápidos.

Amar exige escuta.

Odiar dispensa compreensão.

Amar constrói lentamente.

Odiar destrói em segundos.

Por isso, quem ama de verdade quase nunca viraliza.

Mas sustenta lares.

Sustenta vínculos.

Sustenta comunidades feridas.

Sustenta a esperança quando tudo parece perdido.

Jesus sabia: o amor não seria popular. Francisco também sabia: a mansidão seria ridicularizada. Ainda assim, ambos escolheram amar até o fim - não porque fosse fácil, mas porque era fiel à vida.

Num mundo que confunde barulho com verdade, amar em silêncio é um ato de resistência. Não uma resistência agressiva, mas firme. Uma resistência que não precisa vencer o outro, porque já venceu o próprio ego.

Quem grita mais não ama melhor.

Ama menos.

Ama com medo.

Ama para si.

O amor verdadeiro não precisa se impor.

Ele permanece.

E você? Onde o amor pede menos grito e mais presença na sua vida hoje?


Um Sonhador, Caminhando com Francisco - Paulo Roberto Savaris - Autor dos eBooks Série, Descubra Caminhando com Francisco e O Eremita Digital - Silêncio no Caos Moderno. Reflexões sobre espiritualidade, fé, natureza e simplicidade.








Dia Mundial da Oração

 









Imagine . . .

 

















O cansaço de estar sempre conectado




Paulo Roberto Savaris

Quando o excesso de estímulos começa a esvaziar a alma.

Vivemos uma era paradoxal.

Nunca estivemos tão conectados - e, ao mesmo tempo, tão desconectados de nós mesmos.

A cada notificação, uma pequena descarga de urgência.

A cada mensagem, uma expectativa de resposta imediata.

A cada opinião alheia, uma pressão silenciosa para posicionar-se.

E assim, quase sem perceber, passamos o dia reagindo.

Reagimos às notícias.

Reagimos às redes.

Reagimos às demandas.

Reagimos às críticas.

Reagimos até ao que nem nos diz respeito.

Mas raramente escolhemos.

O problema não está na tecnologia. Ela é ferramenta.

O problema é a ausência de interioridade suficiente para não sermos dominados por ela.

O "Eremita Digital" https://a.co/d/0drJtXKJ - figura que nasce no interior da própria hiperconexão - não é aquele que abandona o mundo, mas aquele que aprende a criar ilhas de silêncio dentro dele.

Francisco de Assis, séculos antes de qualquer algoritmo, já compreendia algo essencial: a alma precisa de espaço para respirar.

Ele se retirava não por desprezo ao mundo, mas para reencontrar clareza.

Voltava mais lúcido.

Voltava mais humano.

Voltava mais compassivo.

Hoje, talvez o gesto mais revolucionário não seja publicar algo - mas silenciar.

Não para fugir. Mas para ouvir.

Porque há um cansaço que não é físico. 

É existencial.

É o cansaço de estar sempre disponível.

Sempre acessível.

Sempre opinando.

Sempre exposto.

E nesse excesso de presença virtual, vamos nos ausentando de nós.

O silêncio, então, deixa de ser ausência de som e passa a ser recuperação de identidade.

Desligar por alguns minutos.

Caminhar sem fones.

Almoçar sem tela.

Ler sem alternar abas.

Orar sem pressa.

Pequenos atos. Grandes revoluções interiores.

O mundo continuará barulhento. Mas você não precisa ser.

Talvez o primeiro passo para recuperar a consciência não seja fazer mais - mas reduzir.

Não seja falar - mas escutar.

Não seja reagir - mas discernir.

A alma não precisa de mais informação. Ela precisa de direção.

E direção nasce no silêncio.

Quem aprende a silenciar o ruído exterior descobre que a verdadeira conexão começa dentro.


Professor Aposentado. Autor dos eBooks da Série Descubra Caminhando com Francisco (Amazon) e de obras publicadas também pela UICLAP. Escreve sobre espiritualidade, fé, natureza e simplicidade. Conheça mais em: https://www.caminhandocomfrancisco.com/




Sempre que possível, desconecte-se das telas e conecte-se com a natureza !