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Meu filho partiu aos 13. Semanas depois, sua professora me chamou à escola às pressas : “ Ele deixou algo para você ”



Relato extraído do fórum Reddit, nomes foram alterados para preservar identidade. Algumas perdas não terminam no dia do funeral. Elas continuam dentro da casa, no copo que ninguém mais usa, no tênis encostado perto da porta, na camiseta que ainda guarda um pouco do cheiro de quem se foi. Para Meryl, perder Owen, seu filho de 13 anos, foi como passar a viver em uma casa onde tudo ainda falava dele — menos ele.

Owen havia enfrentado o câncer por dois anos. A família já conhecia hospitais, exames, noites mal dormidas e aquela esperança cansada que muitas mães e pais tentam sustentar mesmo quando o medo está ali, sentado à mesa. Mas a morte dele não veio da doença.

Veio numa tarde no lago.

Ele havia saído com o pai, Charlie, e alguns amigos. Uma tempestade chegou rápido demais. Owen entrou na água, a correnteza ficou forte, e ele desapareceu. As buscas duraram dias. No fim, a família recebeu uma frase impossível de engolir: Owen foi declarado desaparecido.

Sem corpo. Sem última conversa. Sem despedida.

O quarto onde o silêncio pesava demais

Depois do funeral, Meryl passou a visitar o quarto do filho todos os dias. Sentava na cama, segurava suas roupas, olhava seus livros escolares e os pequenos objetos que ele deixara para trás. Era tudo muito comum, e por isso mesmo tão doloroso.

Owen era o tipo de menino que ainda fazia piadas na cozinha. Na última manhã em que a mãe o viu, ele tinha virado uma panqueca alto demais e riu quando ela caiu torta no fogão. Parecia cansado, mas garantiu que estava tudo bem.

Esse “tudo bem” ficou preso na memória de Meryl como uma frase que ela gostaria de ter questionado mais.

Charlie, por outro lado, reagiu de outro jeito. Voltou ao trabalho cedo demais, chegava tarde, falava pouco e evitava abraços. Para Meryl, aquela distância parecia abandono. Como se, além de perder o filho, ela também estivesse perdendo o marido aos poucos.

A ligação da professora

Certo dia, enquanto segurava uma camiseta azul de Owen, o telefone tocou.

Era a Sra. Dilmore, professora de matemática dele.

Owen adorava aquela professora. Falava dela no jantar, comentava as aulas e parecia ter encontrado na matemática uma espécie de refúgio. Por isso, quando Meryl viu o nome na tela, atendeu com o coração apertado.

A professora estava emocionada.

Ela disse que havia encontrado um envelope na escola. Um envelope com o nome de Meryl, escrito pela mão de Owen.

“Você precisa vir até aqui”, explicou. “Acho que isso é importante.”

Meryl mal conseguiu responder. Avisou a mãe, pegou as chaves do carro e foi para a escola com a sensação estranha de que o filho, de alguma forma, ainda tinha algo a dizer.
“Para a mamãe”

Na secretaria, a Sra. Dilmore entregou o envelope com cuidado. Era branco, simples, mas carregava um peso enorme.

Na frente, em letra de menino, estavam duas palavras:

Para a mamãe.

Meryl quase perdeu as forças.

A professora a levou para uma sala vazia. Ali, longe do movimento dos corredores, ela abriu o envelope. Dentro havia uma folha de caderno dobrada.

A primeira linha mudou tudo:

“Mãe, eu sabia que esta carta chegaria até você se alguma coisa acontecesse comigo. Você precisa saber a verdade… sobre o papai.”

Meryl sentiu o corpo gelar.

O texto não explicava tudo. Owen apenas pedia que ela não confrontasse Charlie. Mandava que ela o seguisse. Depois, dizia para procurar embaixo de um ladrilho solto, debaixo da mesinha do quarto dele.

Era estranho demais para ignorar.

Pela primeira vez desde a morte do filho, a dor abriu espaço para a dúvida.

O segredo de Charlie

Meryl decidiu seguir as instruções da carta. Foi até o escritório de Charlie e esperou.

Para testar, mandou uma mensagem perguntando o que ele queria para o jantar.

A resposta veio pouco depois:

“Tenho reunião até mais tarde. Não me espere acordada.”

Só que, vinte minutos depois, Charlie saiu do prédio. Meryl o seguiu de carro, tentando entender que tipo de segredo o marido escondia.

Depois de quase quarenta minutos, ele estacionou no hospital infantil — o mesmo lugar onde Owen havia feito tratamento.

Charlie tirou algumas caixas do porta-malas e entrou.

Meryl foi atrás, em silêncio.

Pela janela de uma sala, viu uma cena que não combinava com nenhuma suspeita que havia passado por sua cabeça. Charlie vestia uma roupa colorida, exagerada, com suspensórios enormes, casaco xadrez e nariz vermelho.

Ele entrou na ala pediátrica como um palhaço.

As crianças sorriram antes mesmo que ele começasse a brincar.

Charlie distribuía brinquedos, fazia caretas, fingia tropeços e arrancava risadas de meninos e meninas que conheciam bem demais o medo de um hospital.

Uma enfermeira o chamou por um nome que Meryl nunca tinha ouvido:

Professor Giggles.

O pedido silencioso de Owen

Quando Charlie viu Meryl, perdeu o sorriso na hora. Ela mostrou a carta. Ele entendeu.

Com os olhos marejados, contou que fazia aquilo havia dois anos, sempre depois do trabalho. Visitava crianças internadas, vestido de palhaço, para levar um pouco de leveza a quem estava enfrentando tratamentos difíceis.

Tudo começou por causa de Owen.

O menino havia dito certa vez que a pior parte da doença não era só a dor física. Era ver outras crianças assustadas, caladas, sem saber como atravessar o dia.

Owen queria que alguém as fizesse rir, nem que fosse por alguns minutos.

Charlie decidiu ser essa pessoa.

Ele nunca contou ao filho. Também nunca contou à esposa. Guardou o gesto em segredo, talvez por vergonha, talvez por medo de parecer frágil, talvez porque algumas dores ficam escondidas até de quem está dormindo ao nosso lado.

Meryl, então, percebeu que a distância do marido não vinha de frieza.

Vinha de culpa.

Vinha de um luto que ele não sabia explicar.

O presente escondido no quarto

Depois da visita ao hospital, os dois voltaram para casa juntos.

No quarto de Owen, Charlie levantou o ladrilho solto indicado na carta. Ali havia uma pequena caixa.

Dentro dela, uma escultura de madeira feita pelo menino: um homem, uma mulher e uma criança. Os três juntos.

Também havia outra carta.

“Eu só queria que você visse o coração do papai com seus próprios olhos. Amo vocês dois.”

Meryl leu a frase mais de uma vez antes de conseguir chorar.

Charlie chorou também.

E, pela primeira vez desde o funeral, ele não se afastou quando ela o abraçou.

Mais tarde, revelou outro motivo para ter evitado contato físico: havia feito uma tatuagem com o rosto de Owen sobre o peito, perto do coração. A pele ainda estava cicatrizando.

Meryl riu entre lágrimas.

Disse que aquela era a única tatuagem que ela conseguiria amar.

Nada trouxe Owen de volta. Mas o menino, mesmo depois de partir, ainda encontrou uma forma de aproximar os pais. Deixou uma carta, uma pista e uma lembrança concreta de que o amor, quando é vivido de verdade, às vezes continua organizando a vida de quem fica.





A família é nosso bem maior

 


@rosisilva_3

♬ som original - Nanda 💫


Família é o nosso maior amor ... sejamos gratos por tê-la !





 



Os avós : um tesouro que beneficia a todos



Você já parou para pensar no peso que os avós têm em muitas famílias? São figuras que sabemos que estarão sempre lá, e a verdade é que a ajuda que prestam é inigualável. Por este lado, os benefícios que trazem para os netos e pais vão muito além do que somos capazes de reconhecer.

Na verdade, seu papel não é fundamental apenas na família. Como sociedade, também somos beneficiados pela participação dos avós e pelos vínculos que são criados e fomentados graças a eles… Neste artigo nos aprofundaremos em tudo que os avós podem nos trazer.
“Todo mundo precisa ter acesso a avós e netos para ser um ser humano completo”.
– Margaret Mead –
Benefícios psicológicos dos avós para os pais

Há pouco tempo, o normal era que o pai se dedicasse ao trabalho fora de casa e a mãe a tudo o que estava relacionado com as tarefas de casa. Felizmente, hoje em dia esses papéis mudaram, de forma que tanto papais quanto mamães estão imersos no mundo de trabalho e também no doméstico.

O caso é que, devido a isso, é muito difícil que a soma do tempo que os dois dedicam possa se equiparar à quantidade de tempo que antes as mães dedicavam. Nestas circunstâncias, muitos avós ajudam e ficam com os netos naqueles momentos em que nenhum dos pais está disponível. Além disso, estes ficam tranquilos, já que seus filhos dificilmente poderiam estar em melhores mãos.

Além de ser um apoio de confiança para os pais, também podem dar conselhos vindos da experiência, especialmente quando surgem dúvidas na educação dos filhos, e ter empatia nas dificuldades do dia a dia. Por último, não podemos esquecer o valioso papel de mediadores naqueles conflitos que podem surgir no ambiente familiar.
“Os avós, assim como os heróis, são tão necessários para o crescimento das crianças quanto as vitaminas”.
– Joyce Allston –
Benefícios psicológicos dos avós para os netos

Como netos, os que puderam desfrutar de sua companhia são conscientes da impressão que deixam. Esta não é apenas nossa sensação subjetiva, e sim fatos que têm um respaldo objetivo. Por um lado, os avós não têm que ser tão rígidos com as normas e os limites como os pais, por isso o tempo que passam com os netos se centra mais no desfrute.

Assim, quando estão com os avós, os netos recebem os dois presentes que mais valorizam e estimulam seu crescimento: atenção e tempo. Eles se sentem cômodos e ouvidos, ao mesmo tempo em que se divertem brincando com pessoas que os amam. Por outro lado, o contato com os avós fomenta valores, como o respeito e a consideração com a experiência.

Além disso, os benefícios não terminam na infância. Foi comprovado que adultos que puderam desfrutar de seus avós na infância desenvolvem habilidades sociais e emocionais de forma mais eficaz e adaptada. Isso lhes permitiu desenvolver mais e melhores vínculos afetivos e ter uma vida social mais saudável e feliz.
“Certamente uma das experiências mais satisfatórias da vida é ser neto ou ser avô”.
– Donald A. Norberg-
Benefícios psicológicos para os avós

Os netos e os pais não são os únicos a apreciar esta relação especial; os próprios avós também colhem os benefícios. Graças ao desempenho deste papel, eles se sentem úteis, valorizados e ocupados, por isso apresentam uma melhor autoestima do que outras pessoas de sua idade que não têm netos ou contato direto com eles.

Como seus netos quando estão com eles, os avós também se sentem atendidos e ouvidos nestes momentos, já que os pequenos costumam estar interessados nas histórias familiares e de juventude que eles contam. Desta maneira, os laços familiares são fortalecidos.

Mas não é só isso, as relações com os netos também provocam nos avós a motivação para aprender coisas novas e usar as novas tecnologias. Ou seja, os mantêm atualizados. Como dissemos, os avós são um bem único e muito apreciado que beneficia todos os membros da família… Aproveite a companhia deles!


 Laura Reguera
Psicóloga clínica especializada em inteligência emocional e intervenção nas emoções. Participou em congressos nacionais e internacionais, também em programas de voluntariado do Colégio Oficial de Psicologia de Madrid. Atua como psicóloga clínica em consultório particular e como professora e tutora na UNED.


 




Vovó molhando as plantinhas e Vovô ensinando pelo exemplo e sabedoria e com muito afeto e amor envolvido !


Dia Mundial da Terra

 







Cuide e preserve como faz Bruno Gagliasso e sua linda família !

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Dia Mundial da Terra

 


Quero ficar perto dela no recreio



Ricky Martin

O cantor tem dois gêmeos, Matteo e Valentino, nascidos de barriga de aluguel e, até pouco tempo, era pai solteiro. Em 2012 Ricky e Carlos se casaram em Nova York e agora formam uma família completa.

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Dois pais adotam seis irmãos que passaram quase cinco anos em um orfanato : “instantaneamente nos apaixonamos”



Resultado de imagem para Em 23 de maio de 2019, Steve Anderson-McLean e Rob Anderson-McLean, de Pittsburgh, adotaram oficialmente Carlos, 14, Guadalupe, 13, Maria, 12, Selena, 10, Nasa, 9 e Max, 7.


Um casal da Pensilvânia assumiu o doce desafio de serem pais de um grupo de seis irmãos e irmãs que passaram 1.640 dias em um orfanato.

Em 23 de maio de 2019, Steve Anderson-McLean e Rob Anderson-McLean, de Pittsburgh, adotaram oficialmente Carlos, 14, Guadalupe, 13, Maria, 12, Selena, 10, Nasa, 9 e Max, 7.

A adoção foi um momento de intensa emoção para a família de oito pessoas, disse o pai Steve ao “Good Morning America”.

“O juiz perguntou: ‘Você entende que eles agora são seus filhos? Eles são tão bons quanto seus filhos biológicos’”. Obviamente, sabíamos disso, mas quando olhei para cima e vi todos aqueles olhinhos, foi muito emocionante “, disse ele. “Nós nunca imaginamos que teríamos sorte ou seríamos abençoados o suficiente para ter seis filhos.”




Papai Rob disse ao “GMA”, “Eu diria que nossos filhos trouxeram muita loucura para nossas vidas. É reconfortante e emocionante ver como eles se conectam conosco e com nossa família e amigos”.




Steve e Rob Anderson-McLean estão juntos há 18 anos. Eles se uniram simbolicamente em uma cerimônia de compromisso em 2006 e se casaram legalmente ​​em Maryland em 2013.

O casal criou dois filhos juntos, Parker, 25 e Noah, 21, de um casamento anterior. Mas depois que seus filhos cresceram, eles decidiram que “não estavam” sendo pais ainda e começaram a explorar a possibilidade de adoção.
Steve disse que ele e seu marido foram inspirados a adotar irmãos depois de ver uma reportagem na TV sobre outro casal que fez o mesmo.

“Uma quantidade tão impressionante de grupos de irmãos é desfeita e isso partiu nossos corações”, disse Steve.

Os Anderson-McLeans começaram a procurar por crianças americanas que precisavam de uma casa. Carlos, Guadalupe, Maria, Selena, Nasa e Max foram apresentados em um site no estado de Ohio. As seis crianças estavam no sistema de adoção por quase cinco anos.

“Nós instantaneamente nos apaixonamos”, disse Steve. “É muito fácil fazê-los sorrir.”




“Foi um pano de fundo ruim, uma história triste – houve negligência e abuso”, acrescentou Steve sobre o histórico dos filhos antes de serem adotados. “Foi no outono de 2017 que os direitos dos pais biológicos das crianças foram cassados.”

Steve e Rob Anderson-McLean foram apresentados às crianças em junho de 2018. Os irmãos foram morar com o casal um mês depois e estão com eles desde então.

Agora, menos de um ano depois, todos os seis irmãos têm o nome dos dois pais amorosos.

“Nós os conhecemos há menos de um ano, mas, ao mesmo tempo, parece que nossos laços afetivos já estavam em desenvolvimento há muito mais tempo”, disse Rob Anderson-McLean. “Não há regras sobre o que pode constituir uma família e o amor que compartilhamos.”






Clique nos links abaixo para ver também : 














Acolher

Eu olho a chuva que vem lá do céu

Fico pensando se vai me molhar

Tantas crianças sem nenhum lugar

E a chuva cai!

O lar é bênção pra quem vai chegar 

Um bom lugar para se abrigar 

Tantas crianças por aí sem lar 

E a chuva cai! 

É preciso então, o Sol chegar 

É preciso então, agasalhar 

Toda criança quer um Lar 

Quer amar, amar, amar... 

Se envolver nos braços teus 

Sorrir, sentir o amor de Deus enfim 

Viver, pra ser feliz e entender 

Que um dia O sol pra ela vai nascer 

Amar... 

Se envolver nos braços teus 

Sorrir, sentir o amor de Deus enfim 

Viver, pra ser feliz e entender 

Que um dia O sol pra ela vai nascer 

Eu olho a chuva que vem lá do céu 

Tantas crianças sem nenhum lugar 

O sol pra elas também vai nascer 

Um lar, um Sol, um céu 

Um lar, um Sol, recomeçar 

Acolher! 




É ! A gente não tem jeito de babaca… É ! A gente quer viver todo respeito…



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 Jackson César Buonocore

O termo babaca está relacionado ao comportamento idiota de um homem ou mulher, que gosta de dizer babaquices e de estragar as coisas ao seu redor. E tudo indica que estamos cercados por eles. No entanto, o que precisamos é saber lidar e entender a mente dos babacas, que surgem em nosso cotidiano.

Para a psicanálise os indivíduos babacas são percebidos como perversos, pois têm orgulho extremado de si mesmos e de suas atitudes. Geralmente são paranoicos, apresentam delírios de grandeza e mentiras patológicas. Eles não têm senso de ridículo e bom senso. Aliás, lhes falta empatia, e por isso “azedam” e “minam” as relações humanas.

No sentido literal, os babacas são imbecis e desalmados que expõem sua fraqueza moral. É como bem disse o escritor irlandês, Oscar Wilde: “Os loucos às vezes se curam, os imbecis nunca.”

Os babacas mais populares sofrem de “egomania”, ou seja, uma preocupação obsessiva com si mesmos, e são irredutíveis aos comportamentos solidários e cooperativos. Adoram ser tratados com bajulação. Além disso, trazem uma visão distorcida dos seres humanos, uma vez acreditam que podem tudo, e que os demais que se “danem”.

O filósofo Platão arguiu que um tirano, por mais poderoso que seja, sofre no final por corromper sua própria alma. Hoje é possível utilizar esse parâmetro filosófico para perfilar os babacas, inclusive em proporções menores, já que transformam a vida das pessoas e das comunidades em um “inferno”.

Catalogamos dez tipos principais de babacas, que cometem imbecilidades em função da prática da desonestidade e da maldade: 1) babacas sádicos; 2) babacas violentos; 3) babacas psicopatas; 4) babacas sociopatas; 5) babacas narcisistas; 6) babacas bajuladores; 7) babacas preconceituosos; 8) babacas sexistas; 9) babacas elitistas; 10) babacas racistas. E tantos outros, que são escandalosamente visíveis, sobretudo, nas redes sociais.

Portanto, as palavras e ações dos babacas têm um efeito corrosivo sobre as pessoas, deixando-as exauridas e desenergizadas. O livro dos Provérbios bíblicos de Salomão já previa isso: “O caráter do perverso é maligno. Caminha de um lado para o outro murmurando atrocidades.”

Os babacas via de regra “se dão mal” por se acharem espertos. Porém, ao toparmos com babacas a melhor saída é ignorá-los, bloqueá-los nas redes sociais e se forem apresentadores de programas de televisão ou rádio é só trocar de canal, visto que os babacas necessitam de audiência ou público para dar os seus “shows” de manipulação e insultos.

As pessoas com autoestima, autocontrole emocional e conduta inteligente enchem a paciência dos babacas e por esses motivos eles acabam desistindo das artimanhas, que levam alguém ao engano, porque como diz os refrões da canção do nosso querido cantor e compositor Gonzaguinha:

É !
A gente não tem cara de panaca
A gente não tem jeito de babaca (…)

É !
A gente quer viver pleno direito
A gente quer viver todo respeito (…)


Postado em Conti Outra







Berço de ouro, mentalidade autoritária : a “árvore genealógica” da Lava Jato





Publicado no Brasil de Fato

Rafael Braga foi o único brasileiro preso nas manifestações de junho de 2013. Negro, pobre e morador de favela, o ex-catador de material reciclável foi condenado a 11 anos e três meses de prisão pelo suposto porte de maconha, cocaína e material explosivo. Quatro anos depois, não resta comprovado que, naquele dia, Rafael levava consigo algo além de produtos de limpeza. Ele continua preso, à espera de um novo julgamento.

Breno Borges, filho da desembargadora Tânia Borges, teve melhor sorte. Flagrado no dia 8 de abril com 129 quilos de maconha e 270 munições, além de uma arma sem autorização, o jovem branco foi julgado e solto em menos de uma semana. A mãe dele, presidenta do Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul, é investigada por favorecimento na libertação do filho.

Os vínculos familiares são determinantes para se entender as dinâmicas dos campos político e judiciário no Brasil. Professor do Departamento de Ciência Política e Sociologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Ricardo Costa de Oliveira afirma que a origem social dos indivíduos está relacionada a uma série de privilégios, hábitos e visões de mundo compartilhadas.

A última pesquisa dele foi publicada esta semana na revista Núcleo de Estudos Paranaenses (NEP). O artigo “Prosopografia familiar da operação Lava Jato e do ministério Temer” foi assinado em conjunto com outros três pesquisadores: José Marciano Monteiro, Mônica Helena Harrich Silva Goulart e Ana Christina Vanali.

De pai para filho

O texto apresenta uma biografia coletiva do juiz de primeira instância Sérgio Moro, dos 14 membros da força-tarefa nomeados pela Procuradoria-Geral da República e de oito delegados da Polícia Federal que atuam no caso, além de ministros indicados pelo presidente golpista Michel Temer (PMDB).

O aspecto mais relevante do artigo diz respeito aos vínculos da operação Lava Jato com a elite econômica do Paraná. “Este seleto grupo de indivíduos forma parte do 1% mais rico no Brasil, e muitos até mesmo do 0,1% mais rico em termos de rendas”, descrevem os pesquisadores.




Políticos defensores da ditadura civil-militar e indivíduos que atuaram no sistema de justiça durante o regime também aparecem na “árvore genealógica” da Lava Jato. O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, por exemplo, é “filho do ex-deputado estadual da ARENA Osvaldo dos Santos Lima, promotor, vice-prefeito em Apucarana e presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, em 1973, no auge da ditadura, quando as pessoas não podiam votar e nem debater livremente”, segundo o texto. O pai de Carlos Fernando, assim como os irmãos, Luiz José e Paulo Ovídio, também atuaram como procuradores no Paraná.

O professor Ricardo Costa de Oliveira conversou com a reportagem do Brasil de Fato e debateu os resultados da pesquisa. Confira os melhores momentos da entrevista:

Brasil de Fato – O que há em comum na biografia de todos os personagens da operação Lava Jato analisados no artigo?

Ricardo Costa de Oliveira – Todos eles pertencem à alta burocracia estatal. Há alguns, da magistratura ou do Ministério Público, que ganham acima do teto [salarial do funcionalismo público, equivalente a R$ 33,7 mil por mês]. Com suas esposas e companheiras, eles estão situados no 0,1% mais ricos do país.

Quase todos são casados com operadores políticos, ou do Direito. Você só entende os nomes entendendo a família. É uma unidade familiar que opera juridicamente, opera politicamente.

O juiz de primeira instância Sérgio Moro é um desses exemplos?

O juiz Moro é filho de um professor universitário, mas também é parente de um desembargador já falecido, o Hildebrando Moro. A mulher do Moro, a Rosângela [Wolff], é advogada e prima do Rafael Greca de Macedo [prefeito de Curitiba]. Ela pertence a essa importante família política e jurídica do Paraná, que é o grande clã Macedo, e também é parente de dois desembargadores.

O artigo ressalta as coincidências entre a Lava Jato e o caso Banestado [que investigou o envio ilegal de 28 bilhões de dólares ao exterior]. Como isso ajuda a entender o papel da força-tarefa e do Judiciário nas investigações sobre os contratos da Petrobras?

Boa parte deles também estiveram no [caso] Banestado. Foi uma operação que desviou muito dinheiro e apresentou uma grande impunidade, ao contrário de outros momentos. Até porque era outra conjuntura, outros atores políticos que foram investigados.




O [procurador] Celso Tres era um dos maiores especialistas nessas questões. Por que ele não foi convidado para entrar na Lava Jato? Porque ele não tinha a homogeneidade político-ideológica que essa equipe tem. É uma equipe que foi preparada para essa tarefa, não apenas jurídica, mas também política – que na nossa leitura, é a perseguição, lawfare [“guerra jurídica”] à esquerda, ao Partido dos Trabalhadores, ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em relação aos vínculos com a ditadura civil-militar [1964-1985], quais foram as constatações mais relevantes da pesquisa?

Os operadores da Lava Jato, bem como os jovens ministros do governo Temer, são de famílias políticas. E os pais trabalharam, defenderam, reproduziram e atuaram na ditadura militar. Os filhos herdam a mesma mentalidade autoritária, o elitismo, o ódio de classe contra o PT.

Como pertencem ao 1% mais rico, eles sempre tiveram uma vida muito luxuosa e beneficiada [pelas condições econômicas]. Estudaram em escolas de elite, vivem em ambientes luxuosos, estudaram Direito, depois fizeram concursos, com muito sucesso. Quando você tem pais no sistema, você tem facilidades.

Por que incluir na mesma pesquisa os operadores da Lava Jato e os ministros nomeados por Michel Temer?

Há uma conexão, no sentido de que é a mesma ação política da classe dominante. Eles operam em rede. Há uma coordenação.

Por isso que é uma prosopografia [biografia coletiva]. Eles são originários da mesma classe social, do mesmo círculo social, e eles transitam nos mesmos ambientes empresariais, elitizados.

O juiz Sérgio Moro, por exemplo: onde é que ele atua quando está em público? Em grandes publicações da mídia dominante burguesa, quando ele está muitas vezes abraçado, cumprimentando efusivamente os membros do golpe [de 2016]. Você vai ver um juiz ou um membro da Lava Jato num acampamento sem-terra? Ou num órgão alternativo da mídia, num sindicato de trabalhadores de categorias braçais e manuais? Jamais.

Tudo em família

Coordenador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol é filho de outro procurador de Justiça, Agenor Dallagnol. O procurador Andrey Borges de Mendonça, que também atua na operação, é irmão do procurador Yuri Borges de Mendonça. Outro membro da força-tarefa, Diogo Castor de Mattos, é filho de um ex-procurador de Justiça, Delivar Tadeu de Mattos. O tio de Diogo, Belmiro Jobim Castor, foi secretário de Estado várias vezes no Paraná nos anos 1970 e 1980.

O escritório de advocacia Delivar de Mattos & Castor é dos mais conhecidos do Paraná. Nele também atuam os irmãos Rodrigo Castor de Mattos e Analice Castor de Mattos.

Os vínculos familiares de Gebran Neto

Amigo e admirador confesso de Sérgio Moro, João Pedro Gebran Neto é um dos desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). Ele será o relator do processo conhecido como “caso triplex”, em segunda instância, cujo réu é o ex-presidente Lula (PT).

Segundo pesquisa do professor Ricardo Costa de Oliveira, o desembargador que atua no Rio Grande do Sul é filho de Antonio Sebastião da Cunha Gebran e neto de João Pedro Gebran, ex-diretores-gerais da Assembleia Legislativa do Paraná nos anos 1950 e 1970.

O casamento de João Pedro Gebran, em 1924, foi o acontecimento que abriu as portas da família junto à classe dominante paranaense. Foi quando eles passaram a ter relações com a antiga rede social e política de sua esposa, Francisca Cunha, filha do coronel Francisco Cunha, prefeito da Lapa na República Velha.

O avô do coronel Cunha era o comendador Manuel Antonio da Cunha, primeiro prefeito da Lapa, em 1833, casado com a filha do 1º capitão-mor da Lapa, o português Francisco Teixeira Coelho. Todas, famílias com origens históricas no latifúndio escravista, aparentadas entre si – tais como a família Braga, do ex-governador Ney Braga, e a família Lacerda, do ex-reitor e ministro da Educação do início da ditadura, Flávio Suplicy de Lacerda.



Postado em DCM em 11/08/2017



Família com sêxtuplos : Foto viral em 2010



Família que teve sêxtuplos recria foto viral 6 anos depois e o resultado é igualmente adorável


Redação Hypeness

Em 2010, a família McGhee, que vive no Ohio, EUA, teve uma daquelas surpresas absolutamente transformadoras: uma gravidez que, ao invés de uma, trouxe ao mundo seis crianças!

O caso rapidamente ficou conhecido nos EUA e chegou até ao programa de Oprah Winfrey, que doou 250 mil dólares para que a família pudesse fazer face a tão inesperada despesa (além de surpresa, o parto trouxe doses iguais de alegria, fofura e todos os adjetivos que vierem à sua cabeça quando olhar essas fotos).

Quatro meninos e duas meninas, juntos numa foto que definiu a história da família. E que se tornou viral, lá em 2010, quando esses fenômenos ainda eram coisa rara. 

Olha só:



Agora os sêxtuplos completaram, precisamente, seis anos e o presente foi o melhor possível. O mesmo estúdio, o mesmo fotógrafo, a mesma posição, e uma única diferença, além das óbvias: todos estão bem acordados e posando para a foto, já revelando um talento natural para uma exposição que, provavelmente, vai continuar acontecendo.

Afinal, não é todos os dias que vemos histórias como a de Olivia, Madison, Rozonno Jr., Josiah, Elijah e Isaac, que ganharam inclusive um programa de TV que acompanha o dia a dia de uma família bem fora do comum (basta seguir o “Growing Up McGhee“):










Todas as fotos © Reprodução McGhee Family


Postado em Hypeness



Ter sobrinhos é um super luxo



Dizem que quando tudo passa, fica o que é realmente importante: a família. Maior ou menor, com problemas ou sem eles, todas as pessoas recorrem a alguém da sua família quando realmente precisam de intimidade, cura e um pouco de refúgio. Neste artigo vamos falar sobre o luxo de ter sobrinhos.

Esta é uma sorte que nem todas as pessoas podem aproveitar por diversas razões, mas é preciso apontar que nem todas as famílias são de sangue e muita gente faz de pessoas chegadas e amigos a sua própria família, porque encontraram neles o respeito e a compreensão que a sua família biológica lhes negou.

Tenha você a família que tiver, vê-la crescer é uma das coisas mais fascinantes que você pode experimentar nesta vida. Ver como uma nova geração vai colocando tudo de pernas para o ar com a sua alegria e inocência é algo contagiante para pais, tios e avós.

Muitas vezes o papel dos tios não é bem apontado e reconhecido, mas o fato é que entre sobrinhos e tios estabelece-se uma relação especial, com características que merecem ser explicadas. Porque ter sobrinhos é um super luxo que poucas vezes a vida lhe dará com tanta generosidade.

Você aprende o que significa cuidar de uma criança

As primeiras fraldas, os primeiros choros incontroláveis e os primeiros sintomas de pânico ao achar que fez algo errado. A tensão de pegar nos seus braços o que para o seu irmão ou irmã é o maior tesouro do mundo. Para você, tudo isso é um grande aprendizado.

A primeira vez que você pega o seu sobrinho nos braços sente como toda a força e o carinho que provêm da sua família se materializaram nesse pequeno ser que não poderia ser mais perfeito.


Sempre com responsabilidade, cada vez você assume mais tempo de cuidado do seu sobrinho e percebe que o pânico e o medo não são bons conselheiros. Você vai pegando prática na arte de proteger, de dar carinho, e de sentir amor sem esperar nada em troca, porque só a sua presença já supre tudo: sono, exigências e a sua roupa manchada de diversas substâncias multicoloridas.

Proporciona um alívio aos seus irmãos

Quando você se dá conta da responsabilidade tão grande que é passar uma horas com seu sobrinho, automaticamente você começa a sentir empatia por tudo o que seu irmão ou irmã deve estar passando.

No caso de ser a sua irmã a que tenha passado por uma gravidez e parto com tudo o que isso implica, você verá como a prudência e a compreensão são as melhores formas de estabelecer uma boa relação entre todos.

Com a sua presença você presenteia horas de sono, banhos tranquilos e momentos de casal, em troca de passar mais tempo com esse pequeno ser que está revolucionando a vida de todo mundo.

No fim das contas, levá-lo para passear no seu carrinho, mostrar-lhe as suas compras sempre com uma aprovação no seu rosto e ver como brinca e se surpreende com os pombos, não parece um favor tão pesado.

Eles crescem em estatura e você em grandiosidade

A posição de toda “titia ou titio” é bastante confortável. Você desfruta de todas as vantagens do seu sobrinho sem ser você o responsável principal da sua criação. Mas isso nunca é censurável, todos sabem disso e você também, de modo que normalmente desfrutar dessa situação de vantagem é o melhor que você pode fazer.

Só uma tia pode abraçar como uma mãe, aconselhar como uma amiga, mimar como uma avó e guardar segredos como uma irmã.

É aí que você aprecia quão importantes vocês podem ser um para o outro, quando se estabelece uma relação de cuidado que segue as normas dos pais, mas criando um novo vínculo entre vocês.


Você volta à sua infância

Os pais se preocupam em inculcar certos valores e disciplina a seus filhos que toda a família deve respeitar, para assim reforçar a sua autoridade e por sua vez reforçar o sistema de regras da própria criança.

Quando você se ocupa do seu sobrinho, é consciente de que tem que seguir essas indicações educativas, mas estando já estabelecidas, você tem muito mais tempo para brincar e “explorar novos mundos”.

Estar em dia com as novidades de desenhos animados e os raciocínios curiosos que seus sobrinhos tiram deles, inventar novas coreografias de dança e brincadeiras nas quais você pode acabar sendo o gato, o cachorro ou o vampiro, é um treinamento rápido e eficaz para perder todo senso do ridículo frente aos seus pares.

Você é o seu apoio para suas primeiras lágrimas e angústias

Embora o seu peculiar método de dedução para entender o mundo seja “fofo” e seus dilemas vitais “nos pareçam coisas de criança”, eles vivem as suas angústias com muita contradição e intensidade.

Para o bem ou para o mal, o filtro do conhecimento e do entendimento de certas coisas ainda não está totalmente moldado neles, o que faz com que qualquer chamada de atenção dos adultos ou o desprezo dos seus amigos seja vivido como um autêntico drama. E aí está você, para sustentá-lo, apoiá-lo e secar as suas primeiras lágrimas.


O seu mundo está cheio de simbologia, de amigos invisíveis, de sonhos relacionados com trabalhar como magos do mundo e salvadores de todo pequeno animal. A natureza é para eles uma forma de brincadeira e expressão, os seus sentidos estão vinculados à realidade em que vivem.

Sentem a chuva, as árvores e a terra molhada como uma extensão da sua imaginação. É por isso que a sua sensibilidade é especial, e você precisa lhes explicar as coisas com carinho e certa magia, para que entendam coisas que são realmente sérias sem trair o seu poço de ternura e inocência. Esta etapa é o melhor momento para o ser humano… portanto devemos contribuir para não quebrar o encanto.

Guardar o seu encanto mais puro e mostrá-lo novamente

Guarde todas as lembranças que você puder dos seus sobrinhos. Às vezes pais e avós estão tão sobrecarregados com a sua criação que não têm tempo para guardar tantos detalhes deles.

Peça que desenhem, que escrevam, faça um vídeo onde contem o que sonham ser quando crescerem, o que é o mais importante para eles e porque gostam de viver. Tire muitas fotos e anote em um caderno coisas que tenham feito juntos. Diga que juntos estão “fabricando um tesouro do tempo” que só será revelado quando chegar o momento.

Faça com que o seu sobrinho participe da magia que você sente por ele. Cada um de nós sonhou alguma vez em ter algo assim na nossa infância. Agora você pode criá-lo para você e para ele. É por isso que ter sobrinhos é um super luxo.








Amo muito !  

Rafaela e Breno                       Pedro                      Michel e Rafaela



                          Breno e Michel               Rafaela e Pedro