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A novela das frutas é adequado para crianças?



A resposta direta e definitiva dos especialistas é: não. Embora a aparência dos personagens sugira um material inofensivo, o enredo dessas mininovelas costuma passar longe da inocência.

Muitas dessas esquetes carregam humor ácido, linguagem de duplo sentido, tramas de traição e até mesmo situações de violência disfarçadas de comédia.

Como a estética colorida engana, é muito fácil para uma criança ser atraída pelo visual e acabar exposta a temas para os quais ainda não tem maturidade emocional ou filtro crítico.

Por que não deixar meu filho assistir novela das frutas?

A principal razão é a falta de curadoria e a imprevisibilidade do conteúdo. Por se tratar de uma tendência gerada por IA, as animações podem ser facilmente replicadas por novos usuários, o que cria um volume incontrolável de vídeos na internet.

Qualquer criador pode gerar a sua própria versão e inserir enredos abusivos, violentos ou de conotação sexual, sem passar por nenhuma moderação prévia.

Como não há um “estúdio oficial” controlando as histórias, um episódio que começa de forma aparentemente inofensiva pode sofrer uma reviravolta e terminar de forma inapropriada.

Para os adultos, essa quebra de expectativa funciona como uma sátira; para uma criança, a mensagem é apenas confusa e prejudicial.

Quais são os riscos de deixar meu filho ver novela das frutas?

Quando os responsáveis terceirizam o entretenimento sem supervisão, as crianças ficam vulneráveis. Os principais riscos da novela das frutas incluem:

Exposição a temas adultos: Acesso precoce a vocabulário impróprio, insinuações maliciosas e resoluções violentas de conflitos, que a criança pode tentar reproduzir no “mundo real”.

Dissonância cognitiva e ansiedade: Ver figuras que deveriam ser amigáveis e acolhedoras agindo de forma hostil pode gerar medo, ansiedade e até pesadelos nos mais novos.

Bula no controle parental: Como a “embalagem” do vídeo é extremamente infantil, muitas vezes essas produções conseguem driblar os filtros automáticos de segurança das redes sociais, chegando diretamente ao feed das crianças sem que a plataforma identifique o perigo do roteiro.

Superestimulação: Com cortes rápidos, cores hipervibrantes e roteiros caóticos, esses vídeos são projetados para reter a atenção a qualquer custo. O consumo contínuo pode causar superestimulação sensorial, dificultando a concentração em atividades mais lentas.

Exposição a caixas de comentários impróprias: O perigo nem sempre está apenas no vídeo. Como a “novela das frutas” é um meme consumido predominantemente por adultos, a aba de comentários pode conter piadas indecentes, ironias e debates que uma criança alfabetizada pode facilmente acessar e ler.

Estímulo ao “consumo zumbi” (Brainrot): Ao pular de um vídeo curto para outro no feed infinito, a criança entra em um estado de visualização passiva. Ela consome um volume enorme de conteúdo vazio e de baixa qualidade educativa, substituindo o tempo dedicado ao aprendizado ativo.

Como evitar que meu filho veja novela das frutas?

Bloquear completamente um conteúdo viral na internet é um desafio quase impossível. No entanto, é possível reduzir a exposição combinando configurações de segurança com supervisão ativa.

Veja algumas medidas práticas para proteger o feed das crianças e evitar que esse formato chegue até elas:

Utilize plataformas infantis dedicadas: Evite deixar a criança navegar livremente pelo TikTok ou pelo aplicativo padrão do YouTube. Dê preferência ao YouTube Kids, onde o filtro é muito mais rigoroso.

Treine ativamente o algoritmo: Se uma “novela das frutas” aparecer na tela da sua casa, não basta apenas passar o vídeo rapidamente. Use as opções “Não tenho interesse” ou “Não recomendar este canal” disponíveis nos aplicativos.

Configure o controle parental do dispositivo: Ferramentas como o Google Family Link (Android) ou o Tempo de Uso (iOS) permitem que os pais restrinjam o download de aplicativos que não são apropriados para menores de 13 anos.

Aposte na educação digital: A tecnologia falha, mas o diálogo é uma rede de segurança constante. Explique para a criança, com uma linguagem adequada à sua idade, que nem todo desenho animado e colorido da internet foi feito para ela.

O que assistir no lugar da novela das frutas?

O ideal é substituir o tempo de tela por produções que tenham curadoria humana, ritmo adequado para o desenvolvimento infantil e valor educativo.

O foco deve ser em histórias com começo, meio e fim claros, que ensinem lições e explorem o mundo de forma saudável. Opte por:

Animações de ritmo lento e foco socioemocional: O oposto da superestimulação e dos cortes frenéticos dos vídeos curtos. Desenhos como Bluey, Daniel Tigre e O Show da Luna! não sobrecarregam a atenção da criança e focam em resolução de problemas diários.

Séries com curadoria pedagógica: Dê preferência a produções de canais focados em educação. Esses estúdios contam com a consultoria de especialistas durante a criação dos roteiros.

Canais de contação de histórias: No YouTube Kids, existem canais geridos por educadores que se dedicam a contar e ilustrar histórias infantis. Ao apresentá-los ao seu filho você estimula a imaginação, melhora o vocabulário e incentiva a leitura física.

É importante lembrar que substituir um conteúdo viciante por produções mais calmas pode gerar alguma resistência inicial por parte da criança. A “desintoxicação” é um passo essencial para proteger a saúde mental e o desenvolvimento cognitivo dos pequenos a longo prazo.







A chamada “novela das frutas”, produzida com inteligência artificial e difundida nas redes sociais, passou a gerar alerta entre psicólogos por misturar estética infantil com conteúdos que incluem palavrões, preconceito, misoginia e sexualização. Os vídeos apresentam frutas com características humanas em narrativas curtas, estruturadas em formato contínuo. Com informações do Metrópoles.

Segundo a psicóloga Maysa Nóbrega, esse tipo de conteúdo se enquadra no chamado “brain rot” (apodrecimento cerebral), termo usado para descrever produções consideradas superficiais. Ela afirma que o formato pode contribuir para a banalização de situações como traições, violência e morte, ao estimular o consumo repetido de histórias curtas com esses temas.

A psicóloga Victória Pannunzio destaca que a apresentação em animação pode fazer com que cenas de conflito pareçam mais leves, ao mesmo tempo em que mantém o envolvimento emocional do espectador. As especialistas apontam a necessidade de acompanhamento, especialmente no caso de crianças, devido à combinação entre linguagem visual atrativa e temas considerados sensíveis.





Presidente Lula na Conferência Internacional de Alto Nível para discutir a situação da Palestina

 


Presidente Lula na ONU em 22/09/2025



👇Além das crianças feridas e assassinadas, há as crianças abandonadas pela perda dos pais e familiares. 


Neste emocionante experimento social, conhecemos um bebê sem-teto em Gaza — sozinho, faminto e desidratado. 

Como muitas crianças inocentes afetadas pelo conflito e pela pobreza, ele foi abandonado à própria sorte sem necessidades básicas como comida, água ou abrigo. 

Este vídeo documenta sua angústia de partir o coração... e a gentileza que mudou tudo.

Por meio desta jornada de transformação, pretendemos conscientizar sobre o sofrimento invisível de crianças em regiões devastadas pelas guerras e mostrar como pequenos atos de compaixão podem fazer a diferença em vidas.

🙏 Assista, compartilhe e apoie. Sua voz pode ajudar a espalhar esperança.

💔 Nenhuma criança deve ser esquecida.

📌 Este é um projeto de conscientização social. Todas as cenas são filmadas com respeito, com a intenção de educar e inspirar mudanças positivas.

30 de julho de 2025

#EsperançaParaGaza #ExperimentoSocial #CriançasDeGaza


A graça e fofura das crianças de alguns países do Extremo Oriente : China, Japão e Coreia do Sul

 


@._.cutestbabies Cute 🐰🐰 #koreanbaby #cutebaby #baby #cute #fyp #babylove #viral @JUANA @JUANA @JUANA ♬ nhạc nền - 🌸 𝑴𝒊𝒐 🐰

@littleboycutie6 He look so cool 🤍👦🏻 #littleboy #cutebaby #cute #prettyboyswag #outfit #cutie #korean #tiktokkorea🇰🇷 #tiktokkorea #kpop #tiktokuni #korea #bts ♬ big boy sza - normusreedus

@phungluu7991 Aladin said: mấy bèo cỡ 2t đi khám ra bệnh thoát vị đĩa đệm với gai cột sống đồ á🤣🤣🤣🤣@Aladin và 3 nhỏ ăn cướp 🍓🍨🍼 @Tam Thai Family 🍓🍨🍼 #tamthai #chamcon #chiasekinhnghiem #babytiktok #funny #sinhnon #bobimsua #CapCut ♬ som original - Config & Hack CODM (Brasil)




@mundofantasticodecrianca

♬ som original - Fantástico Mundo das Crianças

@nomnomtiana Today’s lunch: cod fish cakes, baby corn, white radish and minced pork soup, and leafy greens. #baby #babygirl #babylove #babyfood #babyeating #cute #cutebaby ♬ 原创音乐 - NomNomTiana


@discover_gz Heart-melting! An adorable 4-month-old baby girl in China’s Guangdong province experienced the wind for the first time, her hair dancing in the spring breeze. #baby #chinese #guangdong #adorable #cute #lovely #fun ♬ 原声 - DISCOVER GUANGZHOU

@imaudreynethery Soooo Cute 🥺🥰🥰🥰 @imyuming 🐰🔥 #yuming #cute #socute #korean #satisfying #trending #cutegirl #cutebaby #dance #dancing #fyp #foryoupage #🥺 #🥰 #🐰 #viralthis ♬ original sound - Audrey Nethery 🦋😍🎠

@azeyang1 她真的可爱到我心巴上了!#baby #babylover #babylove #babycute #xuhuong #trending #china #douyin #viral #tiktok #video #love #fyp #fypシ ♬ សំឡេងដើម - Aze Yang

@agyness49 OMG so cute!#cutebabygirl #chinesebaby #childrenwear ♬ original sound - Agyness49

@zrring One burps,one laughs🤣,#Chinese Twins #little Children#Funny chinese#Chinese funny videos#have ♬ 原聲 - Amanda

@amazingnanning The baby went to physical examination and winked to the doctor.#cute #baby #kid ♬ original sound - AmazingNanning

O mundo deve PARAR Israel !

 


Os dados acima são de 2024. Agora em 2025 os números triplicaram. Este gráfico mostra bem que as mortes de crianças é bem maior que adultos. E nos mostra que um dos objetivos de Israel, matando mais as crianças, é acabar com o futuro palestino.

Kidflix : rede mundial de pedofilia desmontada

 



Sotaque de menina com pai britânico e mãe mineira viraliza

 


Filha de mãe mineira e pai britânico, Vita, de 11 anos, viralizou nas redes sociais ao imitar o sotaque e os costumes de Minas Gerais. Nascida no Reino Unido e morando em Nova York, a menina compara em vídeos o jeito britânico e o mineiro de cuidar de alguém doente.

Em uma das gravações, ela mostra o contraste entre o comportamento reservado dos britânicos — com um simples desejo de “melhoras” e analgésico — e o carinho exagerado dos mineiros, com bronca, chá e promessa de melhora no dia seguinte.

Vita é apaixonada pela terra natal da mãe, Marielle, e celebrou seu último aniversário com o tema “Minas Gerais”. “Ela quer que o ‘mineirês’ dela seja excelente”, contou Marielle à revista Crescer. “Observa tudo e se esforça para preservar nossas tradições.”

Além do sotaque, a menina também demonstra interesse pelas diferenças culturais. “Os vídeos são quase um refúgio da rotina rígida britânica”, diz a mãe. A espontaneidade da menina já conquistou milhares de visualizações e seguidores no Brasil e no exterior.

Confira o vídeo:






Médico brasileiro Leandro Brandão Guimarães é premiado na Itália

 




Do interior de Minas para o palco internacional! O médico brasileiro Leandro Brandão Guimarães @otorrino.leandro, de Divinópolis (MG), acaba de ser homenageado na Itália com o prêmio WEmbrace Awards 2025, em Milão, por transformar medo em coragem, e salas de cirurgia em passarelas de super-heróis.

O médico viralizou vestindo crianças de Batman, Mulher-Maravilha, Homem-Aranha e outros heróis antes das cirurgias. A cena, sempre carregada de doçura, se repete com ele carregando os pequenos nos braços rumo ao centro cirúrgico — com sorrisos no rosto e coragem no coração.

Com mais de 1 milhão de visualizações, seus vídeos chegaram ao outro lado do mundo.

“Sempre pensei em fazer medicina, nunca nem imaginei outra coisa. Quando cheguei no 3º ano (do ensino médio) fui lá e fiz a inscrição”, contou o médico.
Na premiação, o médico foi apresentado assim:
“Leandro Guimarães, otorrinolaringologista pediátrico brasileiro, revolucionou a forma de lidar com o medo pré-operatório em crianças. Ao vesti-los como super-heróis como Batman e Mulher-Maravilha, ele transforma a ansiedade em coragem, deixando uma lembrança positiva da experiência no hospital”.




Crianças no Tik Tok garantem muita fofura e diversão

 


@dani.csborges #foryoupage #viral #foryou ♬ som original - Família da Merida Christine
@lucaspelisoli HOJE TEM TIMÃO! Os gemeosnpra variar já acordaram daquele jeito e ainda trouxeram a irmã pra fazer o poropópó! 🏳🏴 Vai Corinthians!!! 🦅 @Corinthians @Paulistão @Meu Timão @Timão Sem Palavras #gemeos #corinthians #timao #paulistao ♬ som original - Lucas Pelisoli
@ff_jokker.11 E MUITO TOTOSO🤣🤣🤣🤣🤣🤣 #viral #crianca #sorriso #risadinha #inocente #risada #memes #engraçado ♬ som original - Lucelio Ribeiro
@vagner

♬ som original - Vagner
@livia.milan #mcdonalds #potato #potatotiktok #littlegirl #mylove #funny #funnymoments #sindromededown #downsyndrome ♬ som original - Livia Milan
@metropolesoficial Uma #criança viralizou recentemente nas redes sociais ao protagonizar uma cena inusitada, durante um voo. No registro, o pequeno Gael aparece ao lado dos pais, em um #avião, enquanto uma #aeromoça caminha pela #aeronave, até que o mini querido surpreende a todos com um pedido inusitado. “Moça, qué #café!”, pede Gael. Na legenda da postagem original, a mãe do pequeno comentou a cena. “Quando seu filho começa a falar e pede até o que ele não toma...”, brincou a mulher, autora do vídeo. #TikTokNotícias ♬ som original - Metrópoles Oficial
@nanaoliver2021 #amor #avô #netos #amorincondicional #viralvideo #emocao #crianca ♬ som original - Ana Oliveira
@tiopaulobonavides Parte 1/3- Paciente autista, pavor de dentista! Só assista e lembre-se da palavra - chave … CONFIANÇA 🥹🙏🏻❤️ #tiopaulo #tiopaulobonavides #tea #autismo ♬ Epic Music(863502) - Draganov89
@solrodrigues499

♬ som original - solrodrigues499
@etpourkoipas Baby Dancer #dance #danse #bestdancer #freestyle #hiphop #freestyledance #pourtoi #viral #foryou #fypシ #dancehiphop #CapCut ♬ son original - #Tentation
@suachobeyeu Ước mơ của mọi cô gái ☺️😚😚😚 #suachobeyeu #suachobe #short #shorts #tiktok #reels #baby #cute #funny #haihuoc ♬ nhạc nền - suachobeyeu.vn
@casaldayoff Testando a teoria do xote da alegria parte 2 #xotedaalegria #falamansa #bebê #forro #nenem ♬ som original - casaldayoff

A assustadora síndrome das crianças que sucumbem ao coma para evitar o sofrimento

 


Descubra o que é a Síndrome da Resignação, como o trauma afeta crianças e como o documentário da Netflix "A Vida em Mim" revela histórias chocantes.

Por CONTI outra


Imagem de capa: imagem divulgação do documentário “A vida em Mim”

A Síndrome da Resignação é um fenômeno raro e intrigante que atinge predominantemente crianças em situações extremas de vulnerabilidade psicológica. Relacionada a eventos traumáticos e ao sofrimento prolongado, essa condição tem sido amplamente discutida em âmbitos psicológicos e sociais. O documentário da Netflix “A Vida em Mim” (“Life Overtakes Me”) trouxe à tona histórias impactantes de crianças refugiadas que entram em um estado catatônico, levantando questões sobre o impacto do trauma crônico no desenvolvimento infantil (Netflix, 2020).

O que é a Síndrome da Resignação?

Essa condição se caracteriza por uma resposta extrema a situações de estresse intenso e prolongado, geralmente relacionadas a experiências traumáticas. Crianças afetadas entram em um estado de apatia extrema que pode progredir para um coma psicogênico, no qual perdem a capacidade de falar, comer ou reagir aos estímulos externos. O quadro frequentemente está associado a famílias refugiadas que enfrentam incertezas sobre o futuro e ameaças à sua segurança.

Segundo estudos recentes, a síndrome está intimamente ligada à vivência de traumas intensos, como perseguição, desespero e deslocamento forçado (BBC, 2021). Esse estado pode ser entendido como uma forma extrema de dissociação, um mecanismo de defesa psicológica que busca proteger a mente de situações insuportáveis.

O trauma como gatilho

O trauma desempenha um papel central na Síndrome da Resignação. Estudos apontam que experiências de violência, instabilidade e ameaças constantes ao bem-estar impactam profundamente o sistema nervoso, principalmente em crianças, cujos mecanismos de regulação emocional ainda estão em desenvolvimento (APA, 2019).

A psicóloga Josie Conti, especialista em trauma e no método EMDR (Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares), abordou o tema em um react em seu perfil no Instagram, destacando que “as situações de extrema violência e insegurança crônicas sofridas pela família desorganizam a mente e o corpo, levando às manifestações extremas vistas na síndrome”. Ela ressalta que essas crianças encontram-se em uma situação de “desespero absoluto, onde o corpo opta por uma ‘paralisação’ como forma de sobrevivência enquanto aguarda, mesmo que por muitos meses, que a situação melhore”.


Relatos de profissionais

Segundo o psiquiatra Dr. Henrik Pelling, que aparece no documentário “A Vida em Mim”, a síndrome é uma “resposta à total desesperança.” Ele relata que, em muitos casos, a recuperação ocorre apenas quando a família consegue um ambiente seguro e estável. “As crianças precisam sentir que estão fora de perigo para que o sistema nervoso comece a se reorganizar,” explica ele (The Guardian, 2019).

Outra profissional que contribui para a compreensão do fenômeno é a terapeuta infantil Lisa Andresson, que descreve a síndrome como “um grito silencioso por ajuda.” Em seus estudos, ela reforça que o apoio psicológico intensivo é crucial para a recuperação dessas crianças, sendo a intervenção precoce um fator determinante.

O papel da sociedade na prevenção

A Síndrome da Resignação nos desafia a refletir sobre a responsabilidade coletiva diante das crises humanitárias. Como sociedade, é fundamental criar condições que minimizem os fatores de risco associados a essa condição, oferecendo suporte emocional e acesso a ambientes seguros para famílias vulneráveis.

Conclusão

A Síndrome da Resignação é mais do que um fenômeno médico; é um reflexo das condições extremas de sofrimento e vulnerabilidade enfrentadas por muitas crianças. Ao entendermos a relação entre trauma e manifestações físicas, somos levados a questionar a forma como lidamos com situações de desamparo humano. Somente através da empatia e do apoio estrutural é possível mitigar o impacto devastador dessa síndrome.