Mostrando postagens com marcador criança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador criança. Mostrar todas as postagens

Não é idolatria, é apenas gratidão

 





O encontro emocionante reuniu o jovem cordelista Pedro Gustavo e o presidente Lula, destacando a força da cultura popular nordestina em versos que homenagearam a trajetória política e as conquistas sociais do governo. 

O Encontro e a Poesia

O Poeta: Pedro Gustavo, de 13 anos, é um talentoso cordelista da cidade de Amparo do São Francisco, em Sergipe. A declamação aconteceu durante a agenda oficial do presidente em terras sergipanas (passando por Aracaju e Lagarto) em Maio de 2026.

A Homenagem: O garoto declamou um cordel sobre a trajetória de Luís Inácio Lula da Silva, citando programas sociais como o Minha Casa, Minha Vida, o Pronatec, o ProUni, o SAMU e o Brasil Sorridente.

A Repercussão: A declamação emocionou profundamente o presidente Lula e o público presente, transformando-se em um símbolo de esperança e valorização da arte popular.


Educar com amor é ensinar limite e respeito

 

@cathiaruaros

Muitas mães pediram pra eu postar este conteúdo novamente. Um Feliz dia das mães a todas, inclusive aquela mãe que decidiu não ter filhos também!!

♬ som original - Cathia Ruaros



Meu filho partiu aos 13. Semanas depois, sua professora me chamou à escola às pressas : “ Ele deixou algo para você ”



Relato extraído do fórum Reddit, nomes foram alterados para preservar identidade. Algumas perdas não terminam no dia do funeral. Elas continuam dentro da casa, no copo que ninguém mais usa, no tênis encostado perto da porta, na camiseta que ainda guarda um pouco do cheiro de quem se foi. Para Meryl, perder Owen, seu filho de 13 anos, foi como passar a viver em uma casa onde tudo ainda falava dele — menos ele.

Owen havia enfrentado o câncer por dois anos. A família já conhecia hospitais, exames, noites mal dormidas e aquela esperança cansada que muitas mães e pais tentam sustentar mesmo quando o medo está ali, sentado à mesa. Mas a morte dele não veio da doença.

Veio numa tarde no lago.

Ele havia saído com o pai, Charlie, e alguns amigos. Uma tempestade chegou rápido demais. Owen entrou na água, a correnteza ficou forte, e ele desapareceu. As buscas duraram dias. No fim, a família recebeu uma frase impossível de engolir: Owen foi declarado desaparecido.

Sem corpo. Sem última conversa. Sem despedida.

O quarto onde o silêncio pesava demais

Depois do funeral, Meryl passou a visitar o quarto do filho todos os dias. Sentava na cama, segurava suas roupas, olhava seus livros escolares e os pequenos objetos que ele deixara para trás. Era tudo muito comum, e por isso mesmo tão doloroso.

Owen era o tipo de menino que ainda fazia piadas na cozinha. Na última manhã em que a mãe o viu, ele tinha virado uma panqueca alto demais e riu quando ela caiu torta no fogão. Parecia cansado, mas garantiu que estava tudo bem.

Esse “tudo bem” ficou preso na memória de Meryl como uma frase que ela gostaria de ter questionado mais.

Charlie, por outro lado, reagiu de outro jeito. Voltou ao trabalho cedo demais, chegava tarde, falava pouco e evitava abraços. Para Meryl, aquela distância parecia abandono. Como se, além de perder o filho, ela também estivesse perdendo o marido aos poucos.

A ligação da professora

Certo dia, enquanto segurava uma camiseta azul de Owen, o telefone tocou.

Era a Sra. Dilmore, professora de matemática dele.

Owen adorava aquela professora. Falava dela no jantar, comentava as aulas e parecia ter encontrado na matemática uma espécie de refúgio. Por isso, quando Meryl viu o nome na tela, atendeu com o coração apertado.

A professora estava emocionada.

Ela disse que havia encontrado um envelope na escola. Um envelope com o nome de Meryl, escrito pela mão de Owen.

“Você precisa vir até aqui”, explicou. “Acho que isso é importante.”

Meryl mal conseguiu responder. Avisou a mãe, pegou as chaves do carro e foi para a escola com a sensação estranha de que o filho, de alguma forma, ainda tinha algo a dizer.
“Para a mamãe”

Na secretaria, a Sra. Dilmore entregou o envelope com cuidado. Era branco, simples, mas carregava um peso enorme.

Na frente, em letra de menino, estavam duas palavras:

Para a mamãe.

Meryl quase perdeu as forças.

A professora a levou para uma sala vazia. Ali, longe do movimento dos corredores, ela abriu o envelope. Dentro havia uma folha de caderno dobrada.

A primeira linha mudou tudo:

“Mãe, eu sabia que esta carta chegaria até você se alguma coisa acontecesse comigo. Você precisa saber a verdade… sobre o papai.”

Meryl sentiu o corpo gelar.

O texto não explicava tudo. Owen apenas pedia que ela não confrontasse Charlie. Mandava que ela o seguisse. Depois, dizia para procurar embaixo de um ladrilho solto, debaixo da mesinha do quarto dele.

Era estranho demais para ignorar.

Pela primeira vez desde a morte do filho, a dor abriu espaço para a dúvida.

O segredo de Charlie

Meryl decidiu seguir as instruções da carta. Foi até o escritório de Charlie e esperou.

Para testar, mandou uma mensagem perguntando o que ele queria para o jantar.

A resposta veio pouco depois:

“Tenho reunião até mais tarde. Não me espere acordada.”

Só que, vinte minutos depois, Charlie saiu do prédio. Meryl o seguiu de carro, tentando entender que tipo de segredo o marido escondia.

Depois de quase quarenta minutos, ele estacionou no hospital infantil — o mesmo lugar onde Owen havia feito tratamento.

Charlie tirou algumas caixas do porta-malas e entrou.

Meryl foi atrás, em silêncio.

Pela janela de uma sala, viu uma cena que não combinava com nenhuma suspeita que havia passado por sua cabeça. Charlie vestia uma roupa colorida, exagerada, com suspensórios enormes, casaco xadrez e nariz vermelho.

Ele entrou na ala pediátrica como um palhaço.

As crianças sorriram antes mesmo que ele começasse a brincar.

Charlie distribuía brinquedos, fazia caretas, fingia tropeços e arrancava risadas de meninos e meninas que conheciam bem demais o medo de um hospital.

Uma enfermeira o chamou por um nome que Meryl nunca tinha ouvido:

Professor Giggles.

O pedido silencioso de Owen

Quando Charlie viu Meryl, perdeu o sorriso na hora. Ela mostrou a carta. Ele entendeu.

Com os olhos marejados, contou que fazia aquilo havia dois anos, sempre depois do trabalho. Visitava crianças internadas, vestido de palhaço, para levar um pouco de leveza a quem estava enfrentando tratamentos difíceis.

Tudo começou por causa de Owen.

O menino havia dito certa vez que a pior parte da doença não era só a dor física. Era ver outras crianças assustadas, caladas, sem saber como atravessar o dia.

Owen queria que alguém as fizesse rir, nem que fosse por alguns minutos.

Charlie decidiu ser essa pessoa.

Ele nunca contou ao filho. Também nunca contou à esposa. Guardou o gesto em segredo, talvez por vergonha, talvez por medo de parecer frágil, talvez porque algumas dores ficam escondidas até de quem está dormindo ao nosso lado.

Meryl, então, percebeu que a distância do marido não vinha de frieza.

Vinha de culpa.

Vinha de um luto que ele não sabia explicar.

O presente escondido no quarto

Depois da visita ao hospital, os dois voltaram para casa juntos.

No quarto de Owen, Charlie levantou o ladrilho solto indicado na carta. Ali havia uma pequena caixa.

Dentro dela, uma escultura de madeira feita pelo menino: um homem, uma mulher e uma criança. Os três juntos.

Também havia outra carta.

“Eu só queria que você visse o coração do papai com seus próprios olhos. Amo vocês dois.”

Meryl leu a frase mais de uma vez antes de conseguir chorar.

Charlie chorou também.

E, pela primeira vez desde o funeral, ele não se afastou quando ela o abraçou.

Mais tarde, revelou outro motivo para ter evitado contato físico: havia feito uma tatuagem com o rosto de Owen sobre o peito, perto do coração. A pele ainda estava cicatrizando.

Meryl riu entre lágrimas.

Disse que aquela era a única tatuagem que ela conseguiria amar.

Nada trouxe Owen de volta. Mas o menino, mesmo depois de partir, ainda encontrou uma forma de aproximar os pais. Deixou uma carta, uma pista e uma lembrança concreta de que o amor, quando é vivido de verdade, às vezes continua organizando a vida de quem fica.





A novela das frutas é adequado para crianças?



A resposta direta e definitiva dos especialistas é: não. Embora a aparência dos personagens sugira um material inofensivo, o enredo dessas mininovelas costuma passar longe da inocência.

Muitas dessas esquetes carregam humor ácido, linguagem de duplo sentido, tramas de traição e até mesmo situações de violência disfarçadas de comédia.

Como a estética colorida engana, é muito fácil para uma criança ser atraída pelo visual e acabar exposta a temas para os quais ainda não tem maturidade emocional ou filtro crítico.

Por que não deixar meu filho assistir novela das frutas?

A principal razão é a falta de curadoria e a imprevisibilidade do conteúdo. Por se tratar de uma tendência gerada por IA, as animações podem ser facilmente replicadas por novos usuários, o que cria um volume incontrolável de vídeos na internet.

Qualquer criador pode gerar a sua própria versão e inserir enredos abusivos, violentos ou de conotação sexual, sem passar por nenhuma moderação prévia.

Como não há um “estúdio oficial” controlando as histórias, um episódio que começa de forma aparentemente inofensiva pode sofrer uma reviravolta e terminar de forma inapropriada.

Para os adultos, essa quebra de expectativa funciona como uma sátira; para uma criança, a mensagem é apenas confusa e prejudicial.

Quais são os riscos de deixar meu filho ver novela das frutas?

Quando os responsáveis terceirizam o entretenimento sem supervisão, as crianças ficam vulneráveis. Os principais riscos da novela das frutas incluem:

Exposição a temas adultos: Acesso precoce a vocabulário impróprio, insinuações maliciosas e resoluções violentas de conflitos, que a criança pode tentar reproduzir no “mundo real”.

Dissonância cognitiva e ansiedade: Ver figuras que deveriam ser amigáveis e acolhedoras agindo de forma hostil pode gerar medo, ansiedade e até pesadelos nos mais novos.

Bula no controle parental: Como a “embalagem” do vídeo é extremamente infantil, muitas vezes essas produções conseguem driblar os filtros automáticos de segurança das redes sociais, chegando diretamente ao feed das crianças sem que a plataforma identifique o perigo do roteiro.

Superestimulação: Com cortes rápidos, cores hipervibrantes e roteiros caóticos, esses vídeos são projetados para reter a atenção a qualquer custo. O consumo contínuo pode causar superestimulação sensorial, dificultando a concentração em atividades mais lentas.

Exposição a caixas de comentários impróprias: O perigo nem sempre está apenas no vídeo. Como a “novela das frutas” é um meme consumido predominantemente por adultos, a aba de comentários pode conter piadas indecentes, ironias e debates que uma criança alfabetizada pode facilmente acessar e ler.

Estímulo ao “consumo zumbi” (Brainrot): Ao pular de um vídeo curto para outro no feed infinito, a criança entra em um estado de visualização passiva. Ela consome um volume enorme de conteúdo vazio e de baixa qualidade educativa, substituindo o tempo dedicado ao aprendizado ativo.

Como evitar que meu filho veja novela das frutas?

Bloquear completamente um conteúdo viral na internet é um desafio quase impossível. No entanto, é possível reduzir a exposição combinando configurações de segurança com supervisão ativa.

Veja algumas medidas práticas para proteger o feed das crianças e evitar que esse formato chegue até elas:

Utilize plataformas infantis dedicadas: Evite deixar a criança navegar livremente pelo TikTok ou pelo aplicativo padrão do YouTube. Dê preferência ao YouTube Kids, onde o filtro é muito mais rigoroso.

Treine ativamente o algoritmo: Se uma “novela das frutas” aparecer na tela da sua casa, não basta apenas passar o vídeo rapidamente. Use as opções “Não tenho interesse” ou “Não recomendar este canal” disponíveis nos aplicativos.

Configure o controle parental do dispositivo: Ferramentas como o Google Family Link (Android) ou o Tempo de Uso (iOS) permitem que os pais restrinjam o download de aplicativos que não são apropriados para menores de 13 anos.

Aposte na educação digital: A tecnologia falha, mas o diálogo é uma rede de segurança constante. Explique para a criança, com uma linguagem adequada à sua idade, que nem todo desenho animado e colorido da internet foi feito para ela.

O que assistir no lugar da novela das frutas?

O ideal é substituir o tempo de tela por produções que tenham curadoria humana, ritmo adequado para o desenvolvimento infantil e valor educativo.

O foco deve ser em histórias com começo, meio e fim claros, que ensinem lições e explorem o mundo de forma saudável. Opte por:

Animações de ritmo lento e foco socioemocional: O oposto da superestimulação e dos cortes frenéticos dos vídeos curtos. Desenhos como Bluey, Daniel Tigre e O Show da Luna! não sobrecarregam a atenção da criança e focam em resolução de problemas diários.

Séries com curadoria pedagógica: Dê preferência a produções de canais focados em educação. Esses estúdios contam com a consultoria de especialistas durante a criação dos roteiros.

Canais de contação de histórias: No YouTube Kids, existem canais geridos por educadores que se dedicam a contar e ilustrar histórias infantis. Ao apresentá-los ao seu filho você estimula a imaginação, melhora o vocabulário e incentiva a leitura física.

É importante lembrar que substituir um conteúdo viciante por produções mais calmas pode gerar alguma resistência inicial por parte da criança. A “desintoxicação” é um passo essencial para proteger a saúde mental e o desenvolvimento cognitivo dos pequenos a longo prazo.







A chamada “novela das frutas”, produzida com inteligência artificial e difundida nas redes sociais, passou a gerar alerta entre psicólogos por misturar estética infantil com conteúdos que incluem palavrões, preconceito, misoginia e sexualização. Os vídeos apresentam frutas com características humanas em narrativas curtas, estruturadas em formato contínuo. Com informações do Metrópoles.

Segundo a psicóloga Maysa Nóbrega, esse tipo de conteúdo se enquadra no chamado “brain rot” (apodrecimento cerebral), termo usado para descrever produções consideradas superficiais. Ela afirma que o formato pode contribuir para a banalização de situações como traições, violência e morte, ao estimular o consumo repetido de histórias curtas com esses temas.

A psicóloga Victória Pannunzio destaca que a apresentação em animação pode fazer com que cenas de conflito pareçam mais leves, ao mesmo tempo em que mantém o envolvimento emocional do espectador. As especialistas apontam a necessidade de acompanhamento, especialmente no caso de crianças, devido à combinação entre linguagem visual atrativa e temas considerados sensíveis.





Presidente Lula na Conferência Internacional de Alto Nível para discutir a situação da Palestina

 


Presidente Lula na ONU em 22/09/2025



👇Além das crianças feridas e assassinadas, há as crianças abandonadas pela perda dos pais e familiares. 


Neste emocionante experimento social, conhecemos um bebê sem-teto em Gaza — sozinho, faminto e desidratado. 

Como muitas crianças inocentes afetadas pelo conflito e pela pobreza, ele foi abandonado à própria sorte sem necessidades básicas como comida, água ou abrigo. 

Este vídeo documenta sua angústia de partir o coração... e a gentileza que mudou tudo.

Por meio desta jornada de transformação, pretendemos conscientizar sobre o sofrimento invisível de crianças em regiões devastadas pelas guerras e mostrar como pequenos atos de compaixão podem fazer a diferença em vidas.

🙏 Assista, compartilhe e apoie. Sua voz pode ajudar a espalhar esperança.

💔 Nenhuma criança deve ser esquecida.

📌 Este é um projeto de conscientização social. Todas as cenas são filmadas com respeito, com a intenção de educar e inspirar mudanças positivas.

30 de julho de 2025

#EsperançaParaGaza #ExperimentoSocial #CriançasDeGaza


A graça e fofura das crianças de alguns países do Extremo Oriente : China, Japão e Coreia do Sul

 


@._.cutestbabies Cute 🐰🐰 #koreanbaby #cutebaby #baby #cute #fyp #babylove #viral @JUANA @JUANA @JUANA ♬ nhạc nền - 🌸 𝑴𝒊𝒐 🐰

@littleboycutie6 He look so cool 🤍👦🏻 #littleboy #cutebaby #cute #prettyboyswag #outfit #cutie #korean #tiktokkorea🇰🇷 #tiktokkorea #kpop #tiktokuni #korea #bts ♬ big boy sza - normusreedus

@phungluu7991 Aladin said: mấy bèo cỡ 2t đi khám ra bệnh thoát vị đĩa đệm với gai cột sống đồ á🤣🤣🤣🤣@Aladin và 3 nhỏ ăn cướp 🍓🍨🍼 @Tam Thai Family 🍓🍨🍼 #tamthai #chamcon #chiasekinhnghiem #babytiktok #funny #sinhnon #bobimsua #CapCut ♬ som original - Config & Hack CODM (Brasil)




@mundofantasticodecrianca

♬ som original - Fantástico Mundo das Crianças

@nomnomtiana Today’s lunch: cod fish cakes, baby corn, white radish and minced pork soup, and leafy greens. #baby #babygirl #babylove #babyfood #babyeating #cute #cutebaby ♬ 原创音乐 - NomNomTiana


@discover_gz Heart-melting! An adorable 4-month-old baby girl in China’s Guangdong province experienced the wind for the first time, her hair dancing in the spring breeze. #baby #chinese #guangdong #adorable #cute #lovely #fun ♬ 原声 - DISCOVER GUANGZHOU

@imaudreynethery Soooo Cute 🥺🥰🥰🥰 @imyuming 🐰🔥 #yuming #cute #socute #korean #satisfying #trending #cutegirl #cutebaby #dance #dancing #fyp #foryoupage #🥺 #🥰 #🐰 #viralthis ♬ original sound - Audrey Nethery 🦋😍🎠

@azeyang1 她真的可爱到我心巴上了!#baby #babylover #babylove #babycute #xuhuong #trending #china #douyin #viral #tiktok #video #love #fyp #fypシ ♬ សំឡេងដើម - Aze Yang

@agyness49 OMG so cute!#cutebabygirl #chinesebaby #childrenwear ♬ original sound - Agyness49

@zrring One burps,one laughs🤣,#Chinese Twins #little Children#Funny chinese#Chinese funny videos#have ♬ 原聲 - Amanda

@amazingnanning The baby went to physical examination and winked to the doctor.#cute #baby #kid ♬ original sound - AmazingNanning

O mundo deve PARAR Israel !

 


Os dados acima são de 2024. Agora em 2025 os números triplicaram. Este gráfico mostra bem que as mortes de crianças é bem maior que adultos. E nos mostra que um dos objetivos de Israel, matando mais as crianças, é acabar com o futuro palestino.

Kidflix : rede mundial de pedofilia desmontada

 



Sotaque de menina com pai britânico e mãe mineira viraliza

 


Filha de mãe mineira e pai britânico, Vita, de 11 anos, viralizou nas redes sociais ao imitar o sotaque e os costumes de Minas Gerais. Nascida no Reino Unido e morando em Nova York, a menina compara em vídeos o jeito britânico e o mineiro de cuidar de alguém doente.

Em uma das gravações, ela mostra o contraste entre o comportamento reservado dos britânicos — com um simples desejo de “melhoras” e analgésico — e o carinho exagerado dos mineiros, com bronca, chá e promessa de melhora no dia seguinte.

Vita é apaixonada pela terra natal da mãe, Marielle, e celebrou seu último aniversário com o tema “Minas Gerais”. “Ela quer que o ‘mineirês’ dela seja excelente”, contou Marielle à revista Crescer. “Observa tudo e se esforça para preservar nossas tradições.”

Além do sotaque, a menina também demonstra interesse pelas diferenças culturais. “Os vídeos são quase um refúgio da rotina rígida britânica”, diz a mãe. A espontaneidade da menina já conquistou milhares de visualizações e seguidores no Brasil e no exterior.

Confira o vídeo:






Médico brasileiro Leandro Brandão Guimarães é premiado na Itália

 




Do interior de Minas para o palco internacional! O médico brasileiro Leandro Brandão Guimarães @otorrino.leandro, de Divinópolis (MG), acaba de ser homenageado na Itália com o prêmio WEmbrace Awards 2025, em Milão, por transformar medo em coragem, e salas de cirurgia em passarelas de super-heróis.

O médico viralizou vestindo crianças de Batman, Mulher-Maravilha, Homem-Aranha e outros heróis antes das cirurgias. A cena, sempre carregada de doçura, se repete com ele carregando os pequenos nos braços rumo ao centro cirúrgico — com sorrisos no rosto e coragem no coração.

Com mais de 1 milhão de visualizações, seus vídeos chegaram ao outro lado do mundo.

“Sempre pensei em fazer medicina, nunca nem imaginei outra coisa. Quando cheguei no 3º ano (do ensino médio) fui lá e fiz a inscrição”, contou o médico.
Na premiação, o médico foi apresentado assim:
“Leandro Guimarães, otorrinolaringologista pediátrico brasileiro, revolucionou a forma de lidar com o medo pré-operatório em crianças. Ao vesti-los como super-heróis como Batman e Mulher-Maravilha, ele transforma a ansiedade em coragem, deixando uma lembrança positiva da experiência no hospital”.