Mostrando postagens com marcador Copa do Mundo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Copa do Mundo. Mostrar todas as postagens
Hino Nacional do Brasil e a torcida brasileira estão fazendo bonito na Copa do Mundo de 2026 !
Seleção do Irã deixa carta emocionante após empate com a Bélgica na Copa
247 - Em meio a uma Copa do Mundo de 2026 marcada por desafios logísticos e tensões geopolíticas, a seleção do Irã protagonizou um dos momentos mais simbólicos da competição ao deixar uma carta manuscrita no vestiário do SoFi Stadium, em Los Angeles, após o empate sem gols com a Bélgica.
A mensagem, encontrada após a saída da delegação iraniana do estádio, agradece a hospitalidade da cidade norte-americana, presta homenagem aos torcedores que acompanharam a equipe durante a fase de grupos e faz um apelo pela paz entre as nações. O texto, escrito em inglês, rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais e foi amplamente compartilhado por torcedores e observadores do torneio.
Ao longo da carta, os iranianos ressaltam a herança histórica de seu país e o espírito demonstrado pela equipe durante a competição. Um dos trechos mais marcantes afirma: “Da antiga Pérsia de milhares de anos atrás ao Irã civilizado de hoje, o espírito do Irã permanece vivo e inabalável.”
A delegação também destacou a forma como encarou sua participação no Mundial, enfatizando valores como honra e dignidade durante sua passagem pelos Estados Unidos.
“Viemos a Los Angeles com orgulho, competimos com honra e partimos com dignidade. Obrigado, Los Angeles, por sua hospitalidade”, agradecem os jogadores.
Outro trecho da mensagem foi dedicado aos milhares de iranianos residentes na Califórnia e em outras regiões dos Estados Unidos que apoiaram a seleção nas arquibancadas. Os jogos da equipe se transformaram em importantes encontros da comunidade iraniana durante o torneio. “Obrigado a todos os iranianos que deram seu coração, sua voz e sua alma ao Irã durante estes 180 minutos”, diz a carta.
A carta se encerra com uma mensagem de alcance universal, que se tornou o ponto mais compartilhado do documento: “Que a paz, o respeito e a amizade prevaleçam entre todas as nações.”
Dificuldades fora de campo
O gesto ocorreu em um contexto delicado para a seleção iraniana. Desde o início da Copa, a equipe tem enfrentado uma rotina desgastante de deslocamentos. Em razão de restrições relacionadas à permanência da delegação em território norte-americano, os jogadores precisaram retornar à sua base em Tijuana, no México, após cada partida disputada nos Estados Unidos.
A situação foi criticada pelo atacante e capitão Mehdi Taremi depois da estreia contra a Nova Zelândia. Na ocasião, o jogador classificou a logística enfrentada pela equipe como um “desastre”, argumentando que os constantes deslocamentos prejudicavam a recuperação física e a preparação para os confrontos seguintes.
Campanha mantém sonho da classificação
Apesar dos obstáculos, o Irã encerrou sua passagem por Los Angeles sem derrotas. Com dois empates em dois jogos — incluindo o 0 a 0 diante da Bélgica —, a equipe chegou a dois pontos e manteve vivas as possibilidades de avançar à fase eliminatória da Copa do Mundo.
Após a partida contra os belgas, o técnico Amir Ghalenoei valorizou o desempenho de seus comandados e ressaltou as dificuldades enfrentadas desde a chegada ao torneio.
“Chegamos à Copa do Mundo nas piores condições possíveis. Ainda assim, conseguimos um resultado contra uma grande seleção e um grande treinador. Fizemos um belo jogo.”
Dentro e fora de campo, a seleção iraniana deixou sua marca em Los Angeles. Além de seguir na disputa por uma vaga na próxima fase, a equipe chamou atenção por uma mensagem que ultrapassou as fronteiras do futebol e defendeu valores de convivência, respeito e entendimento entre os povos.
Carta deixada pela seleção iraniana no vestiário após empate contra a Bélgica (Photo: Federação Iraniana de Futebol / Telegram)
Quem é Richarlison ?
O Richarlison não sonega impostos, vota no Lula, apoia a ciência, incentivou a vacina e nasceu na minha cidade. Não tem como não gostar e se identificar com ele.
— Pedro Ronchi (@PedroRonchi2) November 25, 2022
“Sucesso de público e crítica”, diz cearense que criou a camiseta “É gooolllpppeee no Brasil”

O cearense Ricardo Kelmer, escritor e roteirista, desenhou a camiseta com o lema “É gooooooolllpppe no Brasil”, sucesso instantâneo.
Ficou mais conhecida depois que uma senhora, a “Dona Ana”, apareceu na Fox Sports dando entrevista com ela na Copa da Rússia. Kelmer contou como surgiu sua criação em seu blog:
A ideia me veio no começo do ano: criar uma camiseta especial para a Copa do Mundo. Sim, pois eu não me sentiria à vontade em usar a camisa da seleção, com a logomarca da supercorrupta CBF, que se tornou símbolo dos paneleiros de direita em suas manifestações Fora Dilma.
Primeiramente, pensei numa assim: a camiseta amarela com foto do Maradona abraçado ao Lula, e os dizeres “Maradona es mejor que Pelé”. Sim, bem provocativa mesmo. Provavelmente, eu apanharia na primeira esquina.
Acabei optando por outra ideia: “É GOOOOOOLLLPPPEEE NO BRASIL!!!”, uma frase dividida em sete linhas, com o letreiro na estampa sugerindo, no início da leitura, um grito de comemoração de gol, mas que se transforma em um brado de denúncia política ‒ uma bem humorada pegadinha visual.
Esta me pareceu melhor. Meus sócios no bloco Simpatizo Fácil concordaram em comercializá-la, aprimoramos o desenho original e começamos a divulgar. Alguns amigos sugeriram que, além da amarela e da azul, fizéssemos também na cor vermelha, porque a democracia também sangra. E assim foi.
O resultado é que a camiseta é um sucesso de público e de crítica (com exceção dos paneleiros, claro). As postagens na internet foram compartilhadas aos milhares e recebemos centenas de pedidos de vários estados do país, e até do exterior.
Foram feitas imitações em algumas cidades, inclusive em Fortaleza. Fico gratificado que minha ideia esteja sendo usada para divulgarmos esse golpe nefasto que assola nosso país. Aliás, apesar da camiseta ter sido criada para a Copa, ela poderá também ser útil nas Eleições.
Uma curiosidade. Do total de compradores da nossa camiseta, 73% são mulheres. Mesmo considerando que algumas tenham comprado para a família e amigos, o percentual é bastante significativo. Seriam elas mais conscientes que os homens da situação política de seu país?
Ah, sabe aquela tal camiseta do Maradona?
Nós fizemos também. Nela, o craque argentino, admirador declarado do presidente Lula, exibe uma camiseta com o rosto de Lula e os dizeres “Lula Livre”, e embaixo a frase “Maradona Es Mejor que Pelé”. Folclore futebolístico e ativismo político.
Caso você deseje conhecer e adquirir a camiseta É Golpe no Brasil!, a original, o link da postagem no Facebook é este:
Postado em DCM em 19/06/2018
O fantástico legado da Copa !
Carlos Motta
Depois do criminoso esforço da imprensa para desacreditar a Copa do Mundo, numa ridícula politização do maior evento esportivo do planeta, vê-se agora a tentativa de provar, por "a" mais "b" que, apesar do fantástico mês que brasileiros e turistas passaram, a competição deixará um legado insignificante para o Brasil.
O site em português da BBC, por exemplo, publica uma reportagem para provar que, economicamente, a Copa foi um fiasco para o país.
Para provar a tese, relata que nem todos os setores da economia se deram bem no mês do evento - algo tão óbvio quanto dizer que a vaca dá leite...
Também entrevista "especialistas", como pessoal da notória empresa de consultoria Tendências, cujo dono é o ex-ministro da Fazenda Mailson "80% de inflação ao mês" da Nóbrega.
É preciso falar mais?
O desastre que foi a atuação da seleção contra a Alemanha também tem sido explorado negativamente - e não poderia ser de outra forma.
Mas, pelo menos nesse aspecto, há o fato positivo de que muitas matérias, artigos e comentários são no sentido de que a goleada deve servir para que se faça uma faxina no futebol brasileiro.
E essa discussão é excelente.
Quanto à outra, do legado da Copa, por mais que os inimigos do governo trabalhista tentem, vai ser muito difícil reduzir a sua importância.
De cara, o Brasil ganhou 12 novos estádios que não deverão ser apenas usados em dias de jogos de futebol, mas que passarão a fazer parte do cotidiano da população das 12 cidades-sede.
Fora isso, há os aeroportos e portos, ampliados e modernizados, além de inúmeros obras para facilitar o transporte urbano de massa e outras de infraestrutura urbana.
Mas, talvez, a maior herança que a Copa deixou seja mesmo a fantástica exposição do Brasil em todo o mundo.
Nunca, na nossa história, o povo brasileiro e sua cultura foram tão fotografados, filmados, gravados, publicados, revelados, enfim, para tantas pessoas e tantos países.
Uma boa parte do Brasil se desnudou aos olhos do estrangeiro.
Poucos dos milhares de turistas que vieram assistir aos jogos da Copa saíram daqui desgostosos com o que viram e viveram.
Muitos deverão voltar.
Certamente a maioria vai contar a amigos e familiares a experiência pela qual passou.
As milhares de matérias feitas no Brasil pela imprensa internacional foram, na quase totalidade, favoráveis ao país.
Dá para dizer que a Copa, nesse sentido, foi um marco, um divisor: depois dela, o Brasil nunca mais será visto como apenas a terra do futebol, do Carnaval, das mulheres bonitas e semidespidas e das praias.
Será visto, isso sim, como uma jovem nação de um povo acolhedor e persistente, capaz de superar obstáculos e de construir, a partir de sonhos, a sua realidade.
E se a Copa foi tudo isso, imagine a Olimpíada!
Postado no blog Crônicas do Motta em 11/07/2014

Copa: Os sádicos se regozijam

Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho
Dá até medo pensar nas manchetes e nos editoriais de nossos jornalões. Todo o ódio que mantiveram represado nas últimas semanas, por conta da alegria avassaladora dos brasileiros, voltou com força total.
Vergonha! Vexame! Humilhação! Dizem as manchetes.
Há anos não víamos fontes tão garrafais.
Exatamente os sentimentos que eles querem impor ao povo.
Nenhum esforço para aliviar as dores da nação, para levantar o astral.
Sadismo puro e exclusivo!
Que ridículo!
É como se eles quisessem se vingar da alegria que sentimos.
“Vocês vão pagar pela esperança que tiveram na seleção! Vão pagar por essa alegria criminosa que alimentaram!”, é o que dizem essas manchetes loucas.
Quando a Petrobrás anuncia o recorde de 500 mil barris diários apenas no pré-sal, a notícia vem escondida no miolo dos jornais, sem chamada na capa. Sem manchetes, sem editoriais.
Quando a seleção brasileira perde um jogo, é isso que vemos.
Agindo assim, porém, eles apenas revelam o seu conhecido sadismo. Só estão satisfeitos quando acham que podem humilhar o povo.
Só que o povo é mais inteligente do que eles pensam. A alegria do futebol é um encantamento lúdico. Uma emoção passageira.
A Copa está pertinho do final agora. Só restam três jogos. Em alguns dias, tudo terá terminado.
Mas fizemos a nossa parte. Como outros países do mundo (Alemanha, África do Sul, Coréia do Sul & Japão), sediamos uma Copa, e conseguimos divulgar uma excelente imagem do nosso país.
O retorno em turismo, em negócios, ou simplesmente em troca de experiências, é incalculável.
Até mesmo a derrota da seleção foi uma experiência que tínhamos que viver. Para entendermos melhor o papel da emoção em nossas vidas, por exemplo.
Para compreender o tamanho dos desafios que temos pela frente.
O futebol é uma grande brincadeira, e mesmo assim a gente põe o coração nele.
A vida, porém, não é uma brincadeira. É um jogo de vida e morte, que os brasileiros jogam todos os dias, trabalhando duro.
Pela mesma razão, a felicidade que a vida nos traz, através da família, do amor, da arte, do trabalho, tem muito mais profundidade que a inocente alegria de uma vitória de seu time ou da seleção.
A seleção brasileira sofreu uma derrota histórica no futebol.
Mas o povo brasileiro experimenta uma vitória igualmente histórica. Nos últimos 12 anos, a evolução do nosso país foi muito mais grandiosa do que qualquer desempenho futebolístico.
Ainda há muito o que realizar, naturalmente.
Enfrentaremos ainda muitos percalços no caminho. Cada um deles, porém, servirá para nos fazer mais fortes e mais conscientes.
Esses que aí estão, se regozijando com a tristeza de um povo, tentando espezinhá-lo ao invés de consolá-lo. Falando em humilhação, vexame e vergonha, quando o bom senso pede apenas serenidade. Esses aí mais uma vez mostram de que lado estão.
É até uma piada achar que estão tristes com a derrota da seleção.
Querem apenas enfraquecer o povo, diminuir sua alegria, deixá-lo triste, com ódio, para que reaja apenas com suas emoções baixas, não com seu bom senso.
São verdadeiros abutres, esperando ver o povo prostrar-se, deprimido, no chão, para lhe comer os olhos.
Será engraçado, todavia, ver suas caras quando o povo conscientizar-se do que acontece, e responder-lhes não com o mesmo gesto de raiva deles, mas com um sorriso maroto.
Um sorriso de quem conhece seus opressores há séculos, quiçá há milênios. E sente aquela comichão no estômago pela perspectiva de vê-lo, o opressor, perdendo a orgulhosa serenidade que o caracterizava.
Ao apelar para este sensacionalismo sádico e derrotista, a mídia brasileira revela seu desequilíbrio emocional. O mesmo que fez a seleção fazer um jogo tão feio.
Ou melhor, não o mesmo, porque não é o desequilíbrio de quem fica nervoso, sob pressão, mas o desequilíbrio que nasce da mais louca arrogância.
Então a gente ganha a partida. E se não ganhar, não tem importância. A gente joga de novo, indefinidamente, porque a única luta que se perde, como diziam os anarquistas, é aquela que se abandona!
Assinar:
Postagens (Atom)














