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O Sermão da Montanha e o sentido da vida na perspectiva de Tolstói



O Sermão da Montanha, um dos ensinamentos mais emblemáticos de Jesus registrado no Evangelho de Mateus, é uma fonte inesgotável de sabedoria que tem inspirado gerações na busca por uma vida plena e moral. 

Para Liev Tolstói, essa mensagem sagrada não era apenas um conjunto de preceitos religiosos, mas um guia prático para a transformação interior e a realização do verdadeiro sentido da existência.

No Sermão da Montanha, Jesus convida seus seguidores a transcenderem as normas superficiais e a abraçarem um caminho de humildade, compaixão, perdão e amor incondicional. Ele ensina que a verdadeira bem-aventurança não se encontra na riqueza material ou no poder, mas na pureza do coração, na busca pela justiça e na prática da misericórdia.

Esses ensinamentos, repletos de metáforas e desafios, falam diretamente à essência do ser humano, revelando que o caminho para a verdadeira felicidade passa pelo autoconhecimento e pela renúncia ao egoísmo.

Tolstói, após uma profunda crise existencial, encontrou no Sermão da Montanha a resposta para suas inquietações espirituais. Em sua obra O Reino de Deus Está em Vós, o escritor reinterpretou os ensinamentos de Jesus como um convite radical à mudança interna. Para ele, o Sermão não era um conjunto de regras impostas por uma autoridade distante, mas uma mensagem de liberdade e responsabilidade individual.

Ele acreditava também que o verdadeiro sentido da vida só poderia ser alcançado através da transformação do próprio ser, e via na prática dos ensinamentos do Sermão um caminho para superar a vaidade, a ambição desmedida e a violência, valores que, em sua visão, corrompiam a essência humana.

Ao adotar um estilo de vida baseado no amor, na humildade e na não-violência, Tolstói demonstrou que é possível viver de forma autêntica e plena, mesmo em meio às adversidades do mundo.

O Sermão da Montanha, que está no Evangelho de Mateus, ensina sobre amor, reconciliação, pureza, fidelidade, e a importância de viver uma fé verdadeira. Seus princípios são:

  • Deus se importa com o coração, não apenas com as ações;
  • É preciso educar os pensamentos, os sentimentos e as atitudes;
  • É preciso obedecer e ensinar a Lei de Deus;
  • É preciso evitar inimizades e julgamento alheio;
  • É preciso ter pureza nos pensamentos e no olhar;
  • É preciso ser correto com a palavra, cumprindo sempre o que prometemos;
  • É preciso não retribuir as ofensas alheias, nem desejar o mal ao outro que nos feriu;
  • É preciso amar até os inimigos e orar por quem nos prejudica;
  • É preciso agir segundo as palavras de Jesus.
Segundo Tolstói, abraçar os ensinamentos do Sermão da Montanha significa, acima de tudo, viver com simplicidade. Ele defendia que o acúmulo de bens e a busca incessante por status e poder afastam o indivíduo da sua verdadeira natureza. Em vez disso, a felicidade reside na capacidade de perdoar, de amar sem reservas e de encontrar beleza nas pequenas coisas da vida.

Essa visão se torna ainda mais poderosa quando refletimos sobre o nosso cotidiano. Em um mundo dominado pelo consumismo e pela superficialidade, essa mensagem nos convida a repensar nossas prioridades e que o verdadeiro sentido da vida não está em colecionar posses ou status, mas em cultivar relações genuínas, em buscar o autoconhecimento e em praticar a empatia e o altruísmo.

Ao escolher viver de acordo com os preceitos do amor, da compaixão e da humildade, o indivíduo se liberta das amarras do materialismo e do orgulho. Assim, o verdadeiro sentido da vida se revela não em grandes conquistas externas, mas na jornada interna de autoconhecimento e na prática diária de valores que promovem a harmonia e a justiça.

O Sermão da Montanha, na visão do escritor, nos mostra que o caminho para a realização e a felicidade passa pela transformação interior. Em vez de nos prender a dogmas e a expectativas superficiais, ele nos convida a viver com simplicidade, amor e responsabilidade. Ao abraçarmos essa filosofia, percebemos que o sentido da vida não está em acumular bens ou poder, mas em desenvolver uma conexão genuína com nosso eu interior e com o próximo.

Assim, o legado de Tolstói continua vivo, lembrando-nos que, no fim, o verdadeiro reino de Deus reside em cada coração que escolhe a compaixão e a humildade como guias para a existência.




Postado em STUM







Visão geral criada por IA

Liev Tolstói e Leon Tolstói são exatamente a mesma pessoa. Trata-se do famoso autor russo de Guerra e Paz e Anna Karenina.

O nome original dele em russo é Lev Nikoláievitch Tolstói (Лев Николаевич Толстой). A variação ocorre porque "Lev" significa "Leão" em russo. "Liev" é a transliteração direta do nome do russo para o português, enquanto "Leon" ou "Leão" são adaptações feitas a partir do francês, idioma muito falado pela aristocracia russa na época.

Ambos os nomes estão corretos e são amplamente utilizados no Brasil. Para conferir mais detalhes sobre a vida, obras e o contexto histórico do autor, visite a página de Biografia de Leon Tolstói


Três músicas lindas na voz de Altemar Dutra

 


@musica.popularbrasileira O Fim - Altemar Dutra #CapCut #nostalgia #mpb #musicapopularbrasileira #musicabrasileira ♬ som original - MUSICA POPULAR BRASILEIRA

@dreamfused O fim - Altemar Dutra •Mini-Clip• Tipografia. #viral #video #tiktok #tiktokviral #bolero #music #tiktokmusic #brasil ♬ som original - DreamFused

@nostaltikofficial Como prometido, atendendo ao pedido do seguidor @user226522707236 a linda música, O FIM, com o ALTEMAR DUTRA. #musica #music #Nostalgia #saudade #memorias ♬ O Fim (The End) - Altemar Dutra

@poesias.poemas7

Hino ao Amor Canção de Altemar Dutra Se o azul do céu escurecer E a alegria na terra fenecer Não importa, querida Viverei do nosso amor Se tu és o sol dos dias meus Se os meus beijos sempre foram teus Não importa, querida O amargor das dores desta vida Um punhado de estrelas no infinito irei buscar E a teus pés esparramar Não importa os amigos, risos, crenças e castigos Quero apenas te adorar Se o destino então nos separar Se distante a morte te encontrar Não importa, querida Porque eu morrerei também Quando enfim a vida terminar E de um sonho nada mais restar Num milagre supremo Deus fará no céu te encontrar Quando enfim a vida terminar E de um sonho nada mais restar Num milagre supremo Deus fará no céu te encontrar

♬ som original - MarconiSantos

@profwashington.rio 🎞️ ALTEMAR DUTRA - BRIGAS (AO VIVO) 🎻 “Veja só que tolice nós dois brigarmos tanto assim…” 🎼 O trovador Altemar Dutra cantando “Brigas” (Evaldo Gouveia e Jair Amorim) ao vivo no Fantástico. Segundo o próprio, essa é a música com que ele gostaria de ser lembrado daqui a 30, 60 ou 100 anos. Diretamente de 1980 para a nossa nostalgia! 🤩 #AltemarDutra #Brigas #Trovador #Seresta #Seresteiro #EvaldoGouveia #JairAmorim #AoVivo #Fantástico #Televisão #TV #TVGlobo #RedeGlobo #Acervo #MPB #Nostalgia #Saudade #OWashingtonPosta ♬ som original - Prof. Washington

Democracia Corinthiana é homenageada em museu nos EUA



O Centro Nacional de Direitos Civis e Humanos, em Atlanta, inaugurou durante a Copa do Mundo uma exposição sobre ativismo no futebol com destaque para a Democracia Corinthiana. O movimento liderado por Sócrates marcou a história do clube e influenciou a redemocratização do Brasil durante a ditadura militar. A mostra trata o futebol como instrumento de transformação política e social.

O curador Daniel Fuller explicou: “Eles mudaram a mente de muitas pessoas, mudaram o pensamento, mudaram o que era possível com o governo no Brasil durante um período difícil”. Segundo ele, o movimento fez as pessoas pensarem “o que era possível e como uma equipe poderia influenciar um movimento político”. O Corinthians é colocado ao lado de outras referências históricas do ativismo mundial.

Fuller compartilhou uma experiência pessoal: há dois meses, foi a um jogo do Corinthians em São Paulo. “Um jogo de futebol de meio de semana no Corinthians foi o maior evento esportivo que eu já estive”, afirmou. Ele disse que não tem palavras para descrever a emoção e a paixão vividas dentro e fora do estádio.




Visão geral criada por IA

Sócrates Sampaio de Souza Vieira de Oliveira, o "Doutor", foi um dos maiores ídolos da história do Corinthians. Atuando como meio-campista, defendeu o clube entre 1978 e 1984, onde disputou 298 jogos, marcou 172 gols e conquistou três Campeonatos Paulistas (1979, 1982 e 1983). Ele também foi o principal idealizador e líder do movimento da Democracia Corinthiana.

A Era de Ouro e a Estreia

O "Magrão", apelido pelo qual também era chamado devido à sua altura e porte físico, chegou ao clube em agosto de 1978, vindo do Botafogo de Ribeirão Preto. Sua estreia com a camisa alvinegra ocorreu no dia 20 daquele mês, em um clássico contra o Santos no Morumbi, que terminou empatado em 1 a 1. Logo em seus primeiros anos, ajudou o time a quebrar um jejum de títulos estaduais logo na temporada de 1979.

Democracia Corinthiana

Mais do que suas conquistas em campo, o grande marco da passagem de Sócrates pelo Corinthians foi a fundação da Democracia Corinthiana no início da década de 80. Ao lado de nomes como Wladimir, Casagrande e Zenon, o movimento revolucionário implementou um sistema de autogestão onde todas as decisões do departamento de futebol — desde a contratação de jogadores até a definição das concentrações e horários de treinos — eram votadas democraticamente por todos os funcionários e atletas, tendo o voto de cada um o mesmo peso.

Estatísticas e Despedida

Com uma média impressionante de gols para a sua posição, Sócrates terminou sua trajetória como o oitavo maior artilheiro da história do clube, exercendo um papel tático fundamental na organização de jogo e nas assistências. Sua despedida oficial do Corinthians aconteceu em 10 de junho de 1984, em um amistoso internacional contra o Santos-JA, na cidade de Kingston.

Para entender melhor a classe, a inteligência em campo e o estilo de jogo único que consagraram o Calcanhar de Ouro:


Legado

Além do sucesso pelo clube paulista, suas atuações de gala o levaram a ser o capitão da emblemática Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1982. Formado em Medicina, ele sempre usou sua voz e seu prestígio para lutar por melhorias sociais e pela redemocratização do Brasil, participando ativamente do movimento das Diretas Já.

Para conferir um compilado de momentos históricos, lances geniais e toda a elegância de seus toques de calcanhar e passes precisos:




Meu filho partiu aos 13. Semanas depois, sua professora me chamou à escola às pressas : “ Ele deixou algo para você ”



Relato extraído do fórum Reddit, nomes foram alterados para preservar identidade. Algumas perdas não terminam no dia do funeral. Elas continuam dentro da casa, no copo que ninguém mais usa, no tênis encostado perto da porta, na camiseta que ainda guarda um pouco do cheiro de quem se foi. Para Meryl, perder Owen, seu filho de 13 anos, foi como passar a viver em uma casa onde tudo ainda falava dele — menos ele.

Owen havia enfrentado o câncer por dois anos. A família já conhecia hospitais, exames, noites mal dormidas e aquela esperança cansada que muitas mães e pais tentam sustentar mesmo quando o medo está ali, sentado à mesa. Mas a morte dele não veio da doença.

Veio numa tarde no lago.

Ele havia saído com o pai, Charlie, e alguns amigos. Uma tempestade chegou rápido demais. Owen entrou na água, a correnteza ficou forte, e ele desapareceu. As buscas duraram dias. No fim, a família recebeu uma frase impossível de engolir: Owen foi declarado desaparecido.

Sem corpo. Sem última conversa. Sem despedida.

O quarto onde o silêncio pesava demais

Depois do funeral, Meryl passou a visitar o quarto do filho todos os dias. Sentava na cama, segurava suas roupas, olhava seus livros escolares e os pequenos objetos que ele deixara para trás. Era tudo muito comum, e por isso mesmo tão doloroso.

Owen era o tipo de menino que ainda fazia piadas na cozinha. Na última manhã em que a mãe o viu, ele tinha virado uma panqueca alto demais e riu quando ela caiu torta no fogão. Parecia cansado, mas garantiu que estava tudo bem.

Esse “tudo bem” ficou preso na memória de Meryl como uma frase que ela gostaria de ter questionado mais.

Charlie, por outro lado, reagiu de outro jeito. Voltou ao trabalho cedo demais, chegava tarde, falava pouco e evitava abraços. Para Meryl, aquela distância parecia abandono. Como se, além de perder o filho, ela também estivesse perdendo o marido aos poucos.

A ligação da professora

Certo dia, enquanto segurava uma camiseta azul de Owen, o telefone tocou.

Era a Sra. Dilmore, professora de matemática dele.

Owen adorava aquela professora. Falava dela no jantar, comentava as aulas e parecia ter encontrado na matemática uma espécie de refúgio. Por isso, quando Meryl viu o nome na tela, atendeu com o coração apertado.

A professora estava emocionada.

Ela disse que havia encontrado um envelope na escola. Um envelope com o nome de Meryl, escrito pela mão de Owen.

“Você precisa vir até aqui”, explicou. “Acho que isso é importante.”

Meryl mal conseguiu responder. Avisou a mãe, pegou as chaves do carro e foi para a escola com a sensação estranha de que o filho, de alguma forma, ainda tinha algo a dizer.
“Para a mamãe”

Na secretaria, a Sra. Dilmore entregou o envelope com cuidado. Era branco, simples, mas carregava um peso enorme.

Na frente, em letra de menino, estavam duas palavras:

Para a mamãe.

Meryl quase perdeu as forças.

A professora a levou para uma sala vazia. Ali, longe do movimento dos corredores, ela abriu o envelope. Dentro havia uma folha de caderno dobrada.

A primeira linha mudou tudo:

“Mãe, eu sabia que esta carta chegaria até você se alguma coisa acontecesse comigo. Você precisa saber a verdade… sobre o papai.”

Meryl sentiu o corpo gelar.

O texto não explicava tudo. Owen apenas pedia que ela não confrontasse Charlie. Mandava que ela o seguisse. Depois, dizia para procurar embaixo de um ladrilho solto, debaixo da mesinha do quarto dele.

Era estranho demais para ignorar.

Pela primeira vez desde a morte do filho, a dor abriu espaço para a dúvida.

O segredo de Charlie

Meryl decidiu seguir as instruções da carta. Foi até o escritório de Charlie e esperou.

Para testar, mandou uma mensagem perguntando o que ele queria para o jantar.

A resposta veio pouco depois:

“Tenho reunião até mais tarde. Não me espere acordada.”

Só que, vinte minutos depois, Charlie saiu do prédio. Meryl o seguiu de carro, tentando entender que tipo de segredo o marido escondia.

Depois de quase quarenta minutos, ele estacionou no hospital infantil — o mesmo lugar onde Owen havia feito tratamento.

Charlie tirou algumas caixas do porta-malas e entrou.

Meryl foi atrás, em silêncio.

Pela janela de uma sala, viu uma cena que não combinava com nenhuma suspeita que havia passado por sua cabeça. Charlie vestia uma roupa colorida, exagerada, com suspensórios enormes, casaco xadrez e nariz vermelho.

Ele entrou na ala pediátrica como um palhaço.

As crianças sorriram antes mesmo que ele começasse a brincar.

Charlie distribuía brinquedos, fazia caretas, fingia tropeços e arrancava risadas de meninos e meninas que conheciam bem demais o medo de um hospital.

Uma enfermeira o chamou por um nome que Meryl nunca tinha ouvido:

Professor Giggles.

O pedido silencioso de Owen

Quando Charlie viu Meryl, perdeu o sorriso na hora. Ela mostrou a carta. Ele entendeu.

Com os olhos marejados, contou que fazia aquilo havia dois anos, sempre depois do trabalho. Visitava crianças internadas, vestido de palhaço, para levar um pouco de leveza a quem estava enfrentando tratamentos difíceis.

Tudo começou por causa de Owen.

O menino havia dito certa vez que a pior parte da doença não era só a dor física. Era ver outras crianças assustadas, caladas, sem saber como atravessar o dia.

Owen queria que alguém as fizesse rir, nem que fosse por alguns minutos.

Charlie decidiu ser essa pessoa.

Ele nunca contou ao filho. Também nunca contou à esposa. Guardou o gesto em segredo, talvez por vergonha, talvez por medo de parecer frágil, talvez porque algumas dores ficam escondidas até de quem está dormindo ao nosso lado.

Meryl, então, percebeu que a distância do marido não vinha de frieza.

Vinha de culpa.

Vinha de um luto que ele não sabia explicar.

O presente escondido no quarto

Depois da visita ao hospital, os dois voltaram para casa juntos.

No quarto de Owen, Charlie levantou o ladrilho solto indicado na carta. Ali havia uma pequena caixa.

Dentro dela, uma escultura de madeira feita pelo menino: um homem, uma mulher e uma criança. Os três juntos.

Também havia outra carta.

“Eu só queria que você visse o coração do papai com seus próprios olhos. Amo vocês dois.”

Meryl leu a frase mais de uma vez antes de conseguir chorar.

Charlie chorou também.

E, pela primeira vez desde o funeral, ele não se afastou quando ela o abraçou.

Mais tarde, revelou outro motivo para ter evitado contato físico: havia feito uma tatuagem com o rosto de Owen sobre o peito, perto do coração. A pele ainda estava cicatrizando.

Meryl riu entre lágrimas.

Disse que aquela era a única tatuagem que ela conseguiria amar.

Nada trouxe Owen de volta. Mas o menino, mesmo depois de partir, ainda encontrou uma forma de aproximar os pais. Deixou uma carta, uma pista e uma lembrança concreta de que o amor, quando é vivido de verdade, às vezes continua organizando a vida de quem fica.





O fenômeno climático Super El Niño e o que poderá acontecer no Brasil e no mundo



 








Quem dança é mais feliz


Qualquer modalidade de dança contribui para desenvolver aspectos lúdicos e despertar reações emocionais incríveis. A dança traz possibilidades de acessar diferentes áreas do cérebro e das emoções.

Além de movimentar o corpo, expande-o para movimentos que ultrapassam a condição física e contribuem para expressões cheias de sentimentos, desatando nós do corpo e barreiras da alma.

Todos os movimentos de uma dança, assim como a música que a acompanha, transportam-nos para um universo de encanto e magia — um lugar no qual é possível se deixar levar em segurança.

Também é possível acessar a própria criança interior e trabalhar aspectos sufocados. Isso não significa que a dança substitua uma terapia, mas sim que é extremamente complementar, por ser terapêutica.

São momentos divertidos, leves e descontraídos, nos quais qualquer problema perde espaço, pois é necessário guardar o passo, estar no ritmo e acompanhar o tempo da música.


Deixe todos os seus problemas lá fora e entre na sala de dança para rir, rir de si mesmo, não dar tanta importância aos erros, voltar, repetir o passo, aprimorar-se. O objetivo é alcançar a sua própria excelência — não a excelência de outra pessoa —, respeitando seus limites físicos e emocionais, mas também superando as barreiras da sua história.

Quando se dança por amor, a maior preocupação é simplesmente dançar, buscando melhorar para si mesmo.

A dança é milagrosa: conecta-nos a lugares inimagináveis e a sensações inexplicáveis.

Cada vitória é uma conquista que enche o coração de coragem e alegria.


E o melhor: não há limite de idade. Dentro das possibilidades de cada um, é possível realizar coisas incríveis com o corpo e com as emoções.

Em cada apresentação existe aquela inquietação antes de começar, seguida de uma realização imensa no momento em que acontece. Sempre sobra o gostinho de vitória e a sensação de querer mais.

Na dança, existem três elementos principais: movimento corporal, espaço e tempo.

O corpo expressa emoções e sentimentos por meio de movimentos, posturas, giros etc.

O espaço refere-se à forma como o bailarino se desloca, utilizando direção, nível e amplitude: é onde a dança acontece.

O tempo envolve ritmo, velocidade e duração dos movimentos, criando cadência e harmonia com a música.

O que você está esperando para começar a dançar? Quem dança é mais feliz.


@mateandoporai #Repost @omundodoctg with @use.repost ・・・ Invernada Mirim do CTG Patrulha do Rio Grande com a dança do Tatu com Volta no Meio 😍❤️ #riograndedosultchê #tradicaogaucha #gauchinho ♬ som original - Mateando Por Ai

@riograndedosulmeupais Sigam @A prendinha do Paraná, a prendinha do video #riograndedosul #orgulhodesergaucho #dancastradicionais #gaucho #mesdogaucho ♬ som original - Eu sou do Sul ❤️

@daniellavenera #chamame #dancagaucha #gritosdeliberdade #semanafarroupilha #farroupilha #balneariocamboriu #pilcha ♬ Gritos de Liberdade - Grupo Rodeio







Por um mundo com mais gente " doida " e menos gente maldosa




Priscila Mattos

Gente “doida” é gente feliz, alegre, que tem sempre uma palavra de otimismo e uma boa gargalhada a oferecer, mesmo em situações que geram preocupação e pessimismo.

São pessoas espontâneas e autênticas, que não têm medo de expor o que sentem, nem expor limites e pontos de vista. São pessoas que não estão preocupadas em tentar agradar a todos, embora exalem carisma e gentileza.

Gente “doida” é gente divertida, que está sempre de bem com a vida. Mesmo nos momentos de tristeza, elas se agarram ao otimismo dentro de si, pois sabem que tudo passa.

Gente “doida” é gente que vive, que não espera uma data específica para beber um bom vinho ou usar a roupa mais bonita do guarda-roupa. Elas não esperam as ocasiões especiais, elas fazem de todas as ocasiões especiais.

Gente “doida” é gente que saboreia a comida, mesmo em um almoço de 15 minutos, e que consegue parar para sentir o aroma do café ao invés de apenas ingerir cafeína para manter-se de pé.

Gente “doida” conversa sozinha, em silêncio ou em voz alta e está sempre rindo de si mesma. É gente que não se importa com defeitos nem com decepções, apenas com os aprendizados retirados de todas as experiências. Pois troca a reclamação pela gratidão por tudo o que há na vida.

Gente “doida” é gente sincera, em quem podemos confiar e confidenciar o que há de mais íntimo, pois temos certeza que elas não farão a “doideira” de espalhar por aí.

Gente “doida” não é perversa, como muitos costumam confundir. Gente perversa é gente maldosa, incapaz de sentir empatia, e que se faz de doida para, na verdade, causar transtornos psicológicos aos que estão ao seu redor.

Gente “doida” é gente do bem, mesmo quando a doideira se trata de alguma patologia. Mas se for uma doideira saudável, de pessoas que apenas fogem de uma sociedade doente de pessoas “normais” e egocêntricas, nada melhor do que sermos os estranhos que conseguem pensar e agir “fora da caixa”.

Gente “doida” é gente leve. Sou eu e é você que me lê, quando conseguimos relaxar e viver o momento, principalmente com aqueles que nos amam e a quem amamos, sem nos preocupar com o que não podemos controlar. Por um mundo com mais gente “doida” e menos gente maldosa!




Para ouvir e cantar o Amor . . . Algumas músicas lindas














Vergonha mundial : A " Copa da Inclusão " começou com um árbitro barrado por Trump

 




“ Ainda Estou Aqui ” : Jennifer Lopez diz que filme de Walter Salles transformou sua vida



Aatriz e cantora Jennifer Lopez revelou, durante entrevista ao podcast Films To Be Buried With, apresentado por Brett Goldstein, que o filme brasileiro “Ainda Estou Aqui” , vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional, transformou a sua vida.

Protagonizado por Fernanda Torres, no papel de Eunice Paiva, e dirigido por Walter Salles, o longa narra a trajetória de Eunice, que busca provar que seu marido, o deputado Rubens Paiva, foi assassinado pelo Estado durante a ditadura militar (1964-1985) e que tal ato seja reconhecido pelo aparato estatal.

De acordo com Jennifer Lopez, ela assistiu a “Ainda Estou Aqui” em um momento difícil de sua vida, quando tinha acabado de se divorciar do ator Ben Affleck:
“Eu estava doente, com uma gripe muito forte, e meu pai veio ao meu quarto me visitar. Eu perguntei: ‘Pai, você quer assistir a esse filme comigo?’ Ele disse: ‘Claro’. E meu pai não é o cara que senta para assistir a um filme. Acho que, porque eu estava doente, ele ficou tipo: ‘Vou sentar aqui, ficar aqui com você por algumas horas’.”
Em seguida, Jennifer Lopez afirmou que a determinação de Eunice Paiva em buscar justiça e memória pelo marido e, ao mesmo tempo, criar os filhos, a tocou profundamente:
“Há aquela cena no começo em que eles estão todos juntos na praia, e aí essa mulher passa a vida toda tentando provar que o marido dela era real, que ele não desapareceu simplesmente. Ela queria a certidão de óbito […] Ela seguiu firme em seu caminho, criando todas aquelas crianças sozinha. No final, eles voltam àquela cena dela filmando [o marido] na praia… eu vou chorar. Ela está de mãos dadas com os filhos e tudo mais […] algo aconteceu na minha cabeça e eu comecei a chorar pensando nos meus filhos, na minha experiência com o meu pai. Tudo veio de uma vez só.”
Jennifer Lopez então revelou que “Ainda Estou Aqui” mudou a sua vida:
“Minha vida mudou naquele momento. Às vezes, quando somos crianças, não sabemos se nossos pais nos amam, ainda que saibamos que eles nos amam. Sabe? Ele sabia que eu precisava ouvir aquilo [o pai havia dito que sempre a amou], e isso curou uma parte de mim que precisava ser curada para que eu pudesse seguir em frente, deixar essa parte da minha vida e esses tipos de relacionamentos […] Esse filme me mudou, me ajudou a crescer e me curou de certa forma. Também porque meu pai estava lá e, graças a Deus, ele estava lá e assistimos a esse filme. Não acho que tenha sido uma coincidência.”






Assista ao depoimento de Jeniffer Lopez sobre Ainda Estou Aqui:



Ele nos disse : " Na Terra como no Céu "