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A estupidez é mais perigosa que a maldade?





Durante séculos acreditamos que o maior perigo para a humanidade fosse a maldade. Imaginamos que guerras, genocídios, perseguições e injustiças fossem resultado da ação de indivíduos perversos, movidos pela crueldade, pela ambição ou pelo desejo de poder. No entanto, um homem preso em uma cela nazista chegou a uma conclusão muito mais perturbadora.

O teólogo alemão Dietrich Bonhoeffer, integrante da resistência contra Adolf Hitler, escreveu em 1943 uma das reflexões mais profundas sobre a natureza humana. Observando o comportamento de uma sociedade inteira que havia se rendido ao nazismo, ele concluiu que a estupidez representa um perigo ainda maior do que a própria maldade. Essa ideia, registrada em suas cartas e anotações da prisão, permanece assustadoramente atual.

À primeira vista, essa afirmação parece absurda, como algo poderia ser pior que a maldade? Bonhoeffer explica que o mal possui uma característica importante: ele costuma ser consciente. Quem pratica o mal geralmente sabe que está fazendo algo moralmente condenável... Pode até esconder seus atos, justificá-los ou racionalizá-los, mas existe algum nível de consciência sobre suas escolhas e justamente por isso, o mal pode ser combatido.

Assim podemos criar leis, estabelecer limites, denunciar injustiças, prender criminosos ou até utilizar a força para impedir determinadas ações. Além disso, quem escolhe deliberadamente o mal frequentemente acaba sendo destruído pelas próprias escolhas com a arrogância, a culpa, a paranoia e a necessidade constante de controlar os outros costumam corroer quem vive dessa maneira.

Já a estupidez funciona de forma completamente diferente. O estúpido não acredita estar errado, pelo contrário, costuma sentir profunda convicção moral e age convencido de que está defendendo a verdade, a justiça, a liberdade, Deus, a ciência, a pátria ou qualquer outro ideal adotado pelo grupo ao qual pertence. E justamente aí reside o verdadeiro perigo, Bonhoeffer não utilizava a palavra "estupidez" como sinônimo de pouca inteligência, sua reflexão deixa claro que pessoas extremamente inteligentes, cultas e altamente escolarizadas também podem agir de forma profundamente estúpida.

A estupidez, segundo ele, não é um defeito intelectual, mas uma falha moral e social e acontece quando alguém abre mão da própria capacidade crítica em troca do conforto psicológico de pertencer a um grupo.

Talvez o aspecto mais assustador dessa reflexão seja a constatação de que a estupidez se torna praticamente imune aos fatos. Quando uma crença passa a fazer parte da identidade de alguém, qualquer informação contrária deixa de ser analisada racionalmente e passa a ser percebida como uma ameaça pessoal, é nesse momento que o diálogo praticamente desaparece.

Apresentar evidências não resolve, mostrar dados não resolve e demonstrar contradições também não resolve. Quanto mais sólidas forem as provas, maior tende a ser a reação emocional. Em vez de reconsiderar suas ideias, a pessoa ignora as informações, muda de assunto, ataca quem apresentou os argumentos ou cria novas justificativas para preservar sua visão de mundo.

Não porque seja incapaz de compreender, mas porque deixou de buscar a verdade e sua prioridade passou a ser proteger sua identidade grupal.

Bonhoeffer observou que esse fenômeno se intensifica sempre que grandes massas passam a seguir um líder, uma ideologia ou um movimento político. Sob o efeito de slogans e palavras de ordem, a individualidade desaparece e as pessoas deixam de formular pensamentos próprios e passam a repetir frases prontas. Os slogans substituem a reflexão, os jargões substituem o raciocínio e as respostas automáticas substituem as perguntas. É como se o pensamento fosse terceirizado e a necessidade de pertencimento passasse a valer mais do que a necessidade de compreender.

Esse talvez seja um dos maiores paradoxos da natureza humana, somos uma espécie profundamente social onde por centenas de milhares de anos, ser rejeitado pelo grupo significava perder proteção e, muitas vezes, a própria sobrevivência. Nosso cérebro evoluiu valorizando o pertencimento, mas o problema é quando esse instinto supera completamente a autonomia intelectual.

Nesse momento, deixamos de pensar e passamos apenas a repetir!

É exatamente por isso que Bonhoeffer conclui que a estupidez se torna o instrumento mais poderoso das tiranias... Nenhum ditador governa sozinho, mas sim, todo regime autoritário depende da colaboração de milhões de pessoas comuns. São necessários funcionários que apenas cumpram ordens, profissionais que desliguem a consciência, cidadãos que denunciem vizinhos, militares que obedeçam sem questionar, jornalistas que repitam discursos e intelectuais que justifiquem o injustificável. O mal precisa de ferramentas para executar seus planos, e a pessoa que abandonou sua capacidade crítica torna-se a ferramenta perfeita! Ela pode cometer atrocidades acreditando sinceramente que está fazendo o bem, livre de qualquer senso de responsabilidade individual e a culpa sempre pertence ao partido, ao líder, ao sistema, à tradição ou à ideologia... Nunca a si mesma!


Décadas depois, um historiador econômico italiano chamado Carlo Cipolla chegaria a uma conclusão semelhante por outro caminho. Em suas famosas Cinco Leis Fundamentais da Estupidez Humana, Cipolla propôs uma análise quase matemática do comportamento humano. Segundo ele, toda ação produz ganhos ou prejuízos para quem a pratica e também para as outras pessoas e disso surgem quatro perfis básicos.

O inteligente beneficia a si mesmo enquanto também beneficia os outros.

O bandido ganha às custas do prejuízo alheio.

O ingênuo ajuda os outros enquanto prejudica a si próprio.

Já o estúpido ocupa um quadrante único: ele causa prejuízo aos outros e simultaneamente prejudica a si mesmo e é justamente essa ausência de lógica que o torna tão perigoso!

O criminoso normalmente possui um objetivo racional, existe um interesse por trás de suas ações. Já o estúpido destrói riqueza, relações, instituições e oportunidades sem obter qualquer benefício real. Pode também arruinar famílias, empresas, governos e até civilizações acreditando sinceramente estar contribuindo para um mundo melhor.

A parte mais desconfortável dessa reflexão talvez seja perceber que Bonhoeffer não estava descrevendo apenas "os outros"... Seria extremamente conveniente imaginar que a estupidez pertence apenas a determinados grupos políticos, religiosos ou ideológicos. No entanto, esse pensamento já seria, em si, um sinal da própria armadilha, pois todos somos vulneráveis.

Sempre que aceitamos uma ideia apenas porque ela é popular, sempre que compartilhamos uma informação sem verificar sua origem, sempre que deixamos de fazer perguntas para evitar conflitos, sempre que defendemos um grupo acima da verdade ou preferimos a sensação de pertencimento ao desconforto da dúvida, damos um pequeno passo nessa direção.

A estupidez não é uma característica permanente da personalidade, como um estado em que qualquer ser humano pode entrar quando entrega sua autonomia ao pensamento coletivo.

É justamente por isso que o verdadeiro antídoto não está apenas na educação formal, pois a história já provou que diplomas não garantem pensamento crítico. Conhecimento acumulado não impede manipulação, a proteção contra a estupidez exige algo muito mais raro: humildade para admitir erros, coragem para mudar de opinião diante de novas evidências, disposição para conviver com dúvidas e compromisso com a verdade acima da própria identidade. Mas essa postura é desconfortável... Quem pensa por conta própria frequentemente desagrada tanto aliados quanto adversários...

Mas e se esse desconforto seja o que preserva nossa liberdade?

No fim das contas, a maior contribuição de Bonhoeffer talvez nem seja política, mas profundamente humana. Seu alerta nos convida a olhar menos para aquilo que pensamos e mais para a maneira como pensamos.

Quantas opiniões realmente nasceram de nossa própria reflexão?

Quantas foram simplesmente herdadas da família, dos amigos, da religião, do partido político, dos influenciadores ou das redes sociais?

Quando foi a última vez que mudamos de ideia diante de boas evidências?

Estamos defendendo a verdade ou apenas protegendo nossa identidade?

O autoconhecimento começa exatamente nesse ponto, quando reconhecemos o quanto ainda somos influenciados por medos, grupos, narrativas e necessidades emocionais que sequer percebemos.

Talvez a maior demonstração de inteligência não seja possuir muitas respostas, mas conservar a coragem de continuar fazendo perguntas, especialmente quando todos ao nosso redor já parecem ter absoluta certeza de tudo!


Rodolfo Fonseca é co-fundador do site Somos Todos UM


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Empatia e Respeito : duas palavras que mudam o mundo !



Adriana Helena

queridos amigos. Diante do que aconteceu comigo na semana retrasada, quando tive uma grave queda de bicicleta e ninguém me ajudou ( aqui explico em detalhes), trago minhas considerações sobre o significado das palavras Empatia e Respeito que sinto que está ausente no mundo atual. Como é duro sentir na própria pele a frieza das pessoas. Venha ler o artigo que eu te explico:

Empatia, saiba o que é!

A empatia é, em termos simples, a habilidade de colocar-se no lugar do outro. Por exemplo, se você escuta uma história sobre uma criança que perdeu os pais em uma comunidade que foi devastada pelo desmoronamento de uma barragem e se comove, é possível ter dois tipos de reação: sentir dó, que representa a simpatia; ou se colocar no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir dos olhos dela. É ser sensível a ponto de compreender emoções e sentimentos de outras pessoas.

Ser empático não se restringe às pessoas que conhecemos, mas principalmente com os desconhecidos ou mesmo com pessoas com características opostas às nossas. Este é um grande esforço que demanda sensibilidade, inteligência emocional e vontade de experimentar uma nova perspectiva. Esta é uma habilidade que pode ser aprendida, mas que precisa ser cultivada diariamente.

A capacidade de se colocar no lugar do outro é uma das funções mais importantes da inteligência. Demonstra o grau de maturidade do Ser Humano. 

(Augusto Cury)



No entanto, apesar de toda a ênfase e valor que nossa cultura atribui à empatia – especialmente como um antídoto contra o bullying e outros comportamentos antissociais – há uma grande confusão sobre o que é, e o que não é. Aqui está o que a ciência sabe sobre a empatia:

1- Empatia e Simpatia não são sinônimos:

Algumas pessoas costumam substituir uma pela outra, mas na verdade, são processos diferentes. Quando você sente simpatia por alguém, você se identifica com a situação que a pessoa vivencia. Isso pode ser um sentimento puro e verdadeiro; você pode sentir simpatia por pessoas que você nunca conheceu ou por um problema que você pessoalmente nunca experimentou, assim como por pessoas que conhece e cenários que são familiares à você.

Mas sentir simpatia não conecta você necessariamente com a pessoa ou com o que ela está sentindo. Você pode ser solidário com a situação de alguém, e ao mesmo tempo ignorar completamente seus sentimentos e pensamentos.

O processo emocional chamado empatia é outra coisa; envolve realmente ouvir e compreender o ponto de vista e/ou a situação do outro, podendo, ou não, se identificar e sentir os mesmos sentimentos. A simpatia é o sentimento por alguém; empatia envolve o sentimento com alguém.


2 - A Empatia é um comportamento aprendido

A pesquisadora e best-seller Brené Brown ficou famosa ao escrever sobre vulnerabilidade, vergonha, estranhamento e outras emoções que sentimos ao crescer.

Para ela, as crianças têm oportunidades de aprender empatia com seus pais, professores e colegas. Ler boa literatura pode ser uma maneira poderosa de desenvolver empatia, assim como estudar uma história ou estar presente com um amigo no parquinho que está passando por momentos difíceis.

No Brasil, um estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul analisou 100 crianças carentes, com idades entre 6 e 9 anos, a fim de entender qual o impacto da empatia na vida delas. O resultado trouxe uma revelação importante: crianças mais empáticas tendem a ser mais competentes socialmente do que as outras.

3 - Você não é responsável pelas emoções dos outros

Um obstáculo para expressar empatia autêntica é a tendência de acreditar que somos responsáveis por fazer com que outras pessoas se sintam melhor, especialmente aquelas que amamos. Imagine se as emoções de todos a nossa volta fossem nossa responsabilidade, ficaríamos sobrecarregados!

A empatia não nos pede para assumir a responsabilidade pelos sentimentos de outra pessoa. Trata-se da capacidade de estar verdadeiramente presente e de manter um espaço seguro para os outros sentirem suas próprias emoções completamente. Assim, elas são capazes de entender sua experiência.

Desenvolver a empatia nos permite um maior bem-estar emocional e mais qualidade nos relacionamentos. Além disso, ela pode ajudar a manter a nossa saúde mental, já que promove o autoconhecimento.

É preciso dominar esta sabedoria que, em muitas situações, não nos ensinaram nem na profissão, nem nos livros. Empatia se aprende!


Quando demonstramos empatia?

Podemos ser muito empáticos, mas se não demonstrarmos e se não colocarmos em prática, isso não serve para nada. Dito isto, vamos enumerar algumas ocasiões em que podemos utilizar a empatia:

Quando sabemos ouvir e compreender os sentimentos do outro sem estar tão dependentes de nós mesmos e das nossas próprias palavras.

Quando não usamos apenas palavras para consolar. Também um abraço, um tapinha no ombro, um beijo e uma carícia nos fazem ser mais empáticos.

Quando estamos com alguém que tem um problema e o ajudamos, por exemplo, com o nosso senso de humor.

Quando nos expressamos com delicadeza e cortesia.

Quando não mostramos atitudes de aborrecimento, irritação e cansaço diante daquilo que os outros nos contam.

Quando não fazemos um comentário, uma piada ou uma brincadeira que sabemos que vai chatear o outro.

Quando fazemos, por exemplo, um idoso ou uma criança compreenderem que os entendemos.

Quando ajudamos a resolver problemas e somos capazes de acalmar os outros.

Quando não demonstramos empatia?

Por outro lado, também podem existir momentos e situações em que não mostramos empatia:

Quando acreditamos que os nossos problemas são os únicos que existem no mundo.

Quando não escutamos os outros.

Quando julgamos e fazemos comentários que machucam.

Quando não oferecemos um sorriso, um gesto amável ou uma carícia aos outros.

Quando fazemos sempre algo pelos outros na esperança de receber algo em troca.

A empatia é uma boa habilidade para colocar em prática, pois nos permite compreender os outros. Mas também é imprescindível termos cuidado ao praticá-la em excesso, para não nos desconectarmos de nós mesmos. O mundo precisa de mais empatia!

Para que serve o respeito?

Respeitar é colocar distância diante da visão diferente de outra pessoa. Ele, portanto, nos ajuda a não julgá-la pela sua escolha ou opinião.

Respeitar é considerar a outra pessoa nas suas diferenças individuais, não esperando que esta seja de outra forma, que opine ou que se comporte de forma diferente a como essa pessoa é.


Como conseguir respeitar a todos?

Respeitar é perceber que cada pessoa tem direito de escolher ser quem ela realmente é, na sua forma de pensar, de opinar, de sentir, de agir e inclusive nos seus gostos e preferências de vida.

Portanto, se cada pessoa tem o direito de ser quem ela decidir ser, ninguém mais tem o direito de opinar, nem de decidir sobre a outra pessoa.

De que forma mostrar respeito?

O respeito se expressa quando não se julga a outra pessoa pela sua visão, decisão, comportamento, ou forma de vida. A pessoa não é censurada nem recriminada por ser como é, e também não se espera que ela seja de outra forma.

Portanto, respeitar é a maior mostra de que aceitamos a outra pessoa na sua individualidade, na sua totalidade como a pessoa que é, não como gostaríamos que ela fosse.

Como expressar o respeito?

O respeito se mostra por meio da empatia, isto é, com uma atitude comunicativa que mostra que sabemos, aceitamos e respeitamos a outra pessoa como ela é, mesmo que talvez não estejamos de acordo com suas decisões, opiniões ou comportamentos.

A empatia é a ferramenta utilizada dentro da comunicação assertiva ou adequada, que mostra o respeito depois de escutar a outra pessoa, observando de onde ela nos fala, com seus sentimentos e experiências pessoais.

Para isto, expressa-se compreensão e entendimento em relação ao seu direito e, se for o caso, posteriormente podemos expressar a nossa própria opinião, que mesmo que seja diferente, é respeitosa diante do ponto de vista alheio.


Quando é mais difícil respeitar?

É mais difícil respeitar quando ser quer ter razão a qualquer custo, ou quando se supõe, frente a qualquer ponto de vista, que a própria postura é a única possível, e a que possui a certeza absoluta.

Por outro lado, é pouco provável que exista o respeito quando a atitude é agressiva com a outra pessoa, nos gestos, na comunicação não verbal e nas atitudes. Mesmo com as palavras adequadas, o respeito não está presente.

Para respeitar …

É preciso considerar a sua própria visão apenas como uma possibilidade entre muitas outras.

É preciso falar na primeira pessoa, opinando e expressando o que é o seu ponto de vista, não o que marca “a lei como verdade absoluta”.

É preciso aceitar que a própria percepção, ainda que pareça objetiva, não o é em nenhum caso. A percepção está sujeita à própria interpretação, baseando-se nas experiências anteriores, no estado de ânimo e, inclusive, nas crenças prévias que já existem em cada pessoa, em função do seu próprio aprendizado.

E quando nos dirigimos aos outros, devemos fazê-lo a partir da empatia, incluindo a escuta e a observação da abordagem da outra pessoa, assim como a aceitação do seu direito de ser como decidir ser.

Entendeu agora porque empatia e respeito andam de mãos dadas? É o amor imperando!


E agora uma canção incrível, muito empática que você vai adorar!

É dos anos 80! Erasure ♥ A LITTLE RESPECT

❤️“A Little Respect”, um dos maiores hits da lendária dupla Erasure, é a música mais incrível que você vai ouvir agora. Uma das bandas que mais fizeram sucesso na década de 1980, Erasure foi pioneira do synthpop e influenciou muitos artistas pop.

Duo Erasure

❤️A banda, composta pelo guitarrista Vince Clarke e pelo vocalista Andy Bell, iniciou carreira no mercado musical em 1985, com o lançamento do single “Who Needs Love (Like That)” e logo em seguida estrearam com o álbum “Wonderland”.

"A Little Respect" é uma canção lançada em 1988 pelo duo britânico, sendo o terceiro single europeu (e segundo americano) do seu álbum The Innocents. A canção fala a importância do Respeito e da Empatia para todos, nós, saudosistas da boa música!

Amigos, eu estou tendo pesadelos todas as noites desde que tive a forte queda de bike. Só me lembro o quanto fiquei caída na ladeira, sem poder me mexer em razão dos meus ferimentos e dois carros passaram por mim, me virem caída e não reagiram para me acudir, tendo o segundo veículo, inclusive, passado por cima das rodas da minha bicicleta. Quando sentimos na pele a dor, sabemos o quanto a Empatia e o Respeito andam ausentes na humanidade.

❤️ Até a próxima gente!!



Fontes de Inspiração e Pesquisa:

Imagens do Tumblr editadas por Adriana Helena




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Pelo amor de Deus, vacine seu filho. Não é exagero. Não é “mimimi”. É proteção real contra doenças que matam, paralizam e deixam sequelas para o resto da vida. Enquanto você hesita, o vírus não espera.
Enquanto alguém compartilha fake news, uma criança perde a chance de crescer saudável. Vacina não é opinião. É ciência. É cuidado. É amor na prática. Se você tem filho, sobrinho, afilhado ou conhece alguém que ainda está em dúvida: compartilha esse vídeo agora.
Marca a mãe, o pai, a avó. Alguém precisa ouvir isso hoje. A saúde das crianças não pode ser refém de medo e desinformação. Comenta aqui: você já vacinou? Ou ainda tem alguma dúvida que te impede? Vamos conversar com responsabilidade.

♬ som original - Fernanda Cappellesso