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O Irã empurrado para a bomba atômica



Há duas décadas, o Irã sofre fortes pressões internacionais com o objetivo de limitar seu programa nuclear, que — segundo vários analistas — poderia levar ao desenvolvimento de armas atômicas e inseri-lo no restrito grupo de países que possuem a bomba nuclear (Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França, China, Israel, Paquistão, Índia e Coreia do Norte).

Vale, em primeiro lugar, lembrar que, no direito internacional, todo país é soberano. Isso significa que nenhum organismo internacional pode “impor” regras sem uma base jurídica e que os limites existem apenas se o Estado os aceita, ao aderir a tratados específicos, ou se está vinculado a decisões obrigatórias da ONU. Em princípio, o direito dos países que já detêm a bomba atômica estende-se também aos que não a possuem, incluindo o Irã.

Em 2006, acusado pelos Estados Unidos de querer desenvolver armas atômicas, o Irã sustentou o caráter exclusivamente civil de seu programa nuclear. Na ausência de um acordo, o país foi submetido a pesadas sanções econômicas internacionais.

Somente em 2015, durante a presidência de Obama, ocorreu uma distensão, culminando na assinatura do acordo Joint Comprehensive Plan of Action (JCPOA) entre o Irã e as grandes potências. Em troca da suspensão das sanções, Teerã aceitou impor limites ao enriquecimento de urânio e submeter essas atividades a controles internacionais.

Com a presidência de Trump, em 2018, os Estados Unidos abandonaram unilateralmente o JCPOA, sem que o Irã o tivesse violado. Para Washington, o acordo era fraco, pois limitava o enriquecimento de urânio por cerca de 15 anos. Além disso, os Estados Unidos pretendiam incluir no acordo limites também ao armamento não nuclear e às políticas regionais de Teerã, com a clara intenção de redesenhar o equilíbrio de poder no Oriente Médio. Com a ruptura do acordo, foram reintroduzidas duras sanções contra o Irã, que — por sua vez — retomou atividades nucleares sensíveis, incluindo o enriquecimento de urânio, além de reforçar suas capacidades militares.

Durante a administração Biden (2021–2024), houve uma tentativa de retornar ao acordo nuclear, mas sem sucesso.

Em 2025, Trump voltou à presidência dos Estados Unidos. Em junho daquele ano, Israel — que avalia o programa nuclear iraniano como ameaça existencial — lançou ataques aéreos contra instalações nucleares, bases militares e lideranças do sistema militar iraniano, com o objetivo de atrasar seu desenvolvimento nuclear e enfraquecê-lo militarmente. Após alguns dias, os Estados Unidos também entraram diretamente no conflito, bombardeando centros nucleares iranianos. Ao final do ataque ao Irã, que durou ao todo 12 dias, os EUA declararam o fim do perigo nuclear iraniano.

No fim de fevereiro deste ano, aproveitando uma crise política interna no Irã, Estados Unidos e Israel voltaram a atacar o país, com o objetivo de eliminar suas lideranças, derrubar o regime islâmico, destruir o programa nuclear e reduzir o poder militar iraniano.

Após mais de um mês de guerra, é evidente a superioridade militar dos agressores, mas também que seus objetivos não foram alcançados. Pelo contrário:

- o regime iraniano fortaleceu-se internamente, com a ala mais dura do sistema no poder.

- o conflito desestabilizou toda a região. A resposta do Irã mostrou-se eficaz: Teerã contra-atacou com mísseis e drones, atingindo tanto Israel quanto bases norte-americanas no Oriente Médio, envolvendo aliados regionais dos EUA e ampliando a guerra para toda a área.

- o conflito está penalizando o mundo inteiro. O Irã bloqueou o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 25% da demanda mundial. Assim, sobretudo os países europeus e asiáticos foram transformados de espectadores em vítimas econômicas do conflito.

Além disso, a guerra desencadeada por Israel e pelos Estados Unidos legitima a interpretação de que as potências ocidentais não respeitam a soberania dos países que não se alinham às suas políticas, chegando a violar o direito internacional, se necessário. Consequentemente, para os Estados ameaçados pelas grandes potências — o Irã em primeiro lugar — a dissuasão nuclear aparece como a alternativa mais segura (se não a única) para garantir sua independência.

Em síntese, a abordagem dos Estados Unidos em relação à questão iraniana revela-se fracassada: abandonaram acordos anteriores e adotaram políticas de força. A combinação dessas medidas mina sua credibilidade e torna extremamente difícil a conclusão de novos acordos. Na prática, impulsiona o Irã para a opção nuclear da qual, em tese, o queriam afastar.

Além disso, os efeitos dessa abordagem ultrapassam o âmbito regional, aumentando a insegurança e a instabilidade em todo o mundo. O fim da atual guerra contra o Irã não restabelecerá a situação anterior: políticas como as dos Estados Unidos e de Israel já abriram uma verdadeira “caixa de Pandora”.


Luciano Fazio, matemático pela Università degli Studi de Milão, especialista em previdência pela Fundação Getulio Vargas e consultor externo do DIEESE para assuntos previdenciários. É também autor de O que é previdência do servidor público (Loyola, 2020).









Ele ressucitou . . .

 


Agosto 5, 2011


 Mahler : Sinfonia No.2 'Ressurreição' 

 Simón Bolívar Symphony Orchestra of Venezuela 

Gustavo Dudamel, maestro

Miah Persson, soprano 

Anna Larsson, mezzo-soprano

 National Youth Choir of Great Britain

Royal Albert Hall




Páscoa é renovar a Esperança de Amor e Paz

 






Outono tem muito a ver com nossa alma . . .

 





Visão geral criada por IA

A frase "Repara que o outono é mais estação da alma do que da natureza" é uma famosa reflexão de Carlos Drummond de Andrade, presente na obra Fala, Amendoeira (1957). Ela sugere que o outono evoca recolhimento, amadurecimento interior e nostalgia, indo além da simples mudança climática.

Significados da frase segundo o contexto de Drummond e a cultura:

Outonizar-se com dignidade : Drummond sugere viver esse tempo com paciência e suavidade, aceitando a maturidade, similar à forma como a natureza deixa cair as folhas.

Recolhimento e reflexão : Diferente da expansão do verão, o outono é uma época de transição que convida a olhar para dentro.

Tempo de colheita da alma : As folhas que caem e os frutos amadurecidos simbolizam o fechamento de ciclos e a valorização do que foi vivido, pintando o tempo com memórias.

Outonos da alma : A expressão também é associada à aceitação da finitude e à beleza da solitude.

É uma metáfora sobre viver com calma, aceitar ritmos suaves e encontrar graça nas transições da vida.


Pobre menino rico

 











Quem grita mais não ama melhor





Vivemos um tempo em que o amor perdeu o tom de voz.

Quanto mais alto se grita, mais se acredita estar certo.

Quanto mais se ataca, mais se confunde isso com coragem.

Quanto mais se odeia, mais seguidores se conquista.

Mas gritar nunca foi sinônimo de amar.

O amor não precisa de volume.

Precisa de presença.

Precisa de constância.

Precisa de gestos que não cabem em slogans.

Jesus nunca gritou para convencer. Nunca humilhou para vencer debates. Nunca transformou o outro em inimigo para afirmar sua verdade. Seu modo de amar era desarmado - e exatamente por isso tão ameaçador. Ele não disputava plateias; tocava consciências.

Francisco de Assis seguiu esse mesmo caminho. Em vez de confrontar o mundo com discursos inflamados, escolheu desarmá-lo com mansidão. Não gritou contra a riqueza - viveu a simplicidade. Não atacou o poder - caminhou com os pobres. Não acusou a criação - fez-se irmão dela.

Hoje, porém, o amor parece insuficiente se não vier acompanhado de indignação visível. Amar em silêncio é visto como fraqueza. Amar sem atacar é confundido com conivência. Amar sem polarizar parece, para muitos, falta de posicionamento.

Mas observe a natureza.

Nenhuma forma de vida se sustenta pelo grito.

O cuidado acontece no detalhe.

A vida cresce no silêncio.

A restauração se dá no tempo.

Os animais não precisam provar que pertencem. Não disputam quem está certo. Não constroem narrativas para justificar sua existência. Eles vivem - e, ao viver, equilibram o todo.

Talvez o maior sinal de que nos afastamos do essencial seja esse: precisamos gritar para nos sentirmos vivos.

A espiritualidade franciscana nos propõe outro caminho. Um caminho em que o amor não é reação impulsiva, mas decisão cotidiana. Em que a mansidão não é omissão, mas maturidade espiritual. Em que o silêncio não esconde a verdade, mas a protege do desgaste.

Amar dá trabalho.

Odiar rende aplausos rápidos.

Amar exige escuta.

Odiar dispensa compreensão.

Amar constrói lentamente.

Odiar destrói em segundos.

Por isso, quem ama de verdade quase nunca viraliza.

Mas sustenta lares.

Sustenta vínculos.

Sustenta comunidades feridas.

Sustenta a esperança quando tudo parece perdido.

Jesus sabia: o amor não seria popular. Francisco também sabia: a mansidão seria ridicularizada. Ainda assim, ambos escolheram amar até o fim - não porque fosse fácil, mas porque era fiel à vida.

Num mundo que confunde barulho com verdade, amar em silêncio é um ato de resistência. Não uma resistência agressiva, mas firme. Uma resistência que não precisa vencer o outro, porque já venceu o próprio ego.

Quem grita mais não ama melhor.

Ama menos.

Ama com medo.

Ama para si.

O amor verdadeiro não precisa se impor.

Ele permanece.

E você? Onde o amor pede menos grito e mais presença na sua vida hoje?


Um Sonhador, Caminhando com Francisco - Paulo Roberto Savaris - Autor dos eBooks Série, Descubra Caminhando com Francisco e O Eremita Digital - Silêncio no Caos Moderno. Reflexões sobre espiritualidade, fé, natureza e simplicidade.








Fenômeno Staycation : por que os paulistanos estão fazendo check-in na própria cidade?




Um novo hábito tem ganhado espaço entre os moradores de São Paulo, que estão descobrindo nas staycations uma forma inovadora de aproveitar o tempo livre sem precisar deixar a metrópole. Essa tendência, que consiste em tirar pequenas férias dentro da própria região, redefine a maneira de buscar descanso e diversão, trazendo hotéis próximos como verdadeiros oásis urbanos.

Essa prática permite que muitos encontrem relaxamento e vivências únicas a poucos passos de casa, a exemplo de um hotel em Pinheiros completo, valorizando a estrutura turística da própria cidade. Além de impulsionar os negócios locais, as staycations oferecem a chance de enxergar São Paulo sob uma nova perspectiva, misturando comodidade e bem-estar na redescoberta de cantos muitas vezes ignorados.

Explore o conceito de staycation e sua ascensão

Staycation é o termo usado para definir períodos de lazer ou pequenas folgas vivenciadas sem grandes deslocamentos, aproveitando o que a própria localidade tem a oferecer. Em São Paulo, essa ideia ganhou força especialmente após a pandemia, quando as pessoas passaram a priorizar alternativas para descansar sem enfrentar longas jornadas ou altos investimentos.

Reservar um final de semana em hotéis de bairros afastados ou no coração da cidade tornou-se uma prática comum, já que evita os gastos elevados de viagens distantes. Essa escolha também elimina o cansaço de organizar deslocamentos complicados, proporcionando um escape rápido e eficaz para quem busca renovar as energias.

Entenda por que os paulistanos estão escolhendo hotéis locais

A busca por facilidade e a necessidade de quebrar a monotonia do dia a dia têm levado os moradores da capital paulista a optar por hospedagens próximas de suas residências. A vida acelerada da maior metrópole do país cria uma demanda por intervalos curtos, transformando hotéis em pontos de refúgio para escapar da rotina.

A curta distância de casa possibilita estadias de poucos dias ou até mesmo passes diários, com acesso a comodidades como áreas de lazer, tratamentos relaxantes e gastronomia de alto nível. Essa preferência pode ser incentivada por descontos e pacotes especiais voltados para o público da região, despertando o interesse em redescobrir a própria cidade.

Conheça os benefícios do staycation para o corpo e a mente

Tirar um tempo para si pode trazer impactos significativos no equilíbrio físico e emocional, ajudando a aliviar tensões acumuladas no cotidiano. Hotéis projetados para proporcionar tranquilidade, com espaços dedicados ao descanso e ao lazer, são ideais para quem busca uma desconexão momentânea da rotina.

Combinar essas pausas com hábitos de cuidado pessoal, como uma sessão de relaxamento ou um período sem dispositivos eletrônicos, potencializa os efeitos positivos. Esses instantes de respiro ajudam a recuperar a disposição, trazendo harmonia para lidar com os desafios de uma cidade intensa como São Paulo.

Descubra como os hotéis se adaptaram para o público local

Muitos estabelecimentos paulistanos têm ajustado suas ofertas para atender a esse perfil de visitante, criando experiências sob medida que simulam uma viagem completa sem sair da cidade. Redes hoteleiras, a exemplo da Let’s Atlantica, investem em diferenciais que conquistam quem procura algo além de uma simples estadia, focando em serviços personalizados.

Assim, é comum encontrar opções como cafés da manhã temáticos, atividades de relaxamento ou eventos culturais organizados dentro do próprio local. Essas iniciativas não apenas aumentam a lotação em épocas menos movimentadas, mas também criam laços mais fortes entre os hotéis e a comunidade ao redor, reforçando sua relevância.

Saiba como escolher o hotel ideal para sua staycation

Encontrar o local perfeito para esse tipo de experiência exige atenção a detalhes como localização, comodidades e o estilo de hospedagem desejado. É importante buscar avaliações de outros hóspedes e priorizar ofertas para residentes da área, incluindo vantagens como horários estendidos para saída.

Regiões como Pinheiros, Vila Madalena ou Jardins, por exemplo, oferecem atmosfera acolhedora e acesso fácil, enquanto pontos centrais podem surpreender com vistas marcantes. Escolher com cuidado garante que um simples intervalo se transforme em um momento inesquecível, como uma verdadeira escapada.

Inspire-se com ideias para ter férias únicas sem sair da cidade

Há diversas formas de tornar esse período especial, como planejar atividades que combinem com a estadia, explorando pontos turísticos próximos ou traçando uma rota gastronômica pela cidade. Um jantar no restaurante do hotel ou a participação em eventos organizados no local também podem enriquecer a vivência.

Personalizar o tempo com pequenos gestos, como levar algo que traga conforto ou reservar um momento para autocuidado, pode fazer toda a diferença para tornar a estadia ainda mais intimista. Assim, as staycations são uma oportunidade de perceber que São Paulo, apesar de seu ritmo frenético, esconde lugares de serenidade e encanto que valem a pena ser apreciados.





@englishonlinewithnice TEACHER, MEU COLEGA DE TRABALHO DOS EUA SAIU DE FÉRIAS E USOU O TERMO STAYCATION E NÃO VACATION.
QUAL É A DIFERENÇA ENTRE OS DOIS? 🛫VACATION = é um termo usado exclusivamente pelos americanos para se referir a um período de folga onde geralmente as pessoas viajam para outros lugares. Note que sempre envolve uma viagem para outros países ou regiões do país. Os britânicos usam o termo HOLIDAY. ‌ 🏖️STAYCATION: é um termo usado para quando a pessoa não viaja para outros países ou outras regiões do país, ou seja, você tira férias dentro da sua própria cidade/região. Seria tipo 'férias em casa' pra fazer turismo nas suas redondezas. STAY = Ficar + VACATION = Férias O termo nasceu nos Estados Unidos, durante a crise financeira de 2008, mas o conceito ganhou fama também na Europa e está se popularizando por aqui também. Com a pandemia também esse tipo de férias caiu no gosto das pessoas por ser mais seguro, mais rápido e até mais barato. ‌ I LOVE TO TAKE STAYCATIONS. HOW ABOUT YOU? Me responda aí nos comentários. . . . . #englishonlinewithnice #dicasdeinglês #inglesonlinegratis #inglêsparabrasileiros #brasileirospelomundo🌎 #brasileirosnoseua #brasileirosnocanada #brasileirosnacalifornia #brasileirosnaflorida #brasileirosemny #brasileirosemboston #brasileirosemla #brasileirosemportugal🇧🇷🇵🇹 #brasileirosemdublin #inglesparaprofissionais #inglesdenegocios #businessenglish #inglesparatrabalho #inglesparaempresas #inglesparaempreendedores #inglesprofissionalizante #inglesparaviagem #inglesparaviagens #inglesparaviajar #inglêsparaviagem #travelenglish #inglesdegraca #inglesnotik #inglesnotikt #inglesnotikto #inglesnotiktok #inglesnotiktok😅😅 #inglesnotiktok😅😅🙂🙂🙂 #foryourpage #foryou ♬ som original - Eunice Brandão Oliveira