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Vacinas salvam vidas desde 1796

 









@eucappellesso

Pelo amor de Deus, vacine seu filho. Não é exagero. Não é “mimimi”. É proteção real contra doenças que matam, paralizam e deixam sequelas para o resto da vida. Enquanto você hesita, o vírus não espera.
Enquanto alguém compartilha fake news, uma criança perde a chance de crescer saudável. Vacina não é opinião. É ciência. É cuidado. É amor na prática. Se você tem filho, sobrinho, afilhado ou conhece alguém que ainda está em dúvida: compartilha esse vídeo agora.
Marca a mãe, o pai, a avó. Alguém precisa ouvir isso hoje. A saúde das crianças não pode ser refém de medo e desinformação. Comenta aqui: você já vacinou? Ou ainda tem alguma dúvida que te impede? Vamos conversar com responsabilidade.

♬ som original - Fernanda Cappellesso


Menosprezaram a Ciência e faleceram de Covid-19

 




E não nos esqueçamos jamais que as falas e atitudes Dele ceifaram
 700 mil vidas !




Clique nos links abaixo para ler :

Se eu fosse presidente, teria salvo 80% das pessoas, diz Lula sobre Covid


Surto de covid-19 é registrado entre servidores da Secretaria de Obras Públicas do RS


Se você valoriza a vida, cuide-se e atualize sua caderneta de vacinas !


Insistência e milhões de cartas : conheça história do pai do Zé Gotinha



Criado pelo artista plástico mineiro Darlan Rosa, personagem se tornou símbolo do Programa Nacional de Imunizações (PNI), que completa 50 anos no dia 18 de setembro.
Com mais de 50 obras no Brasil e no exterior, Darlan Rosa se considera um artista plástico bem-sucedido, com uma carreira que vai da escultura em cimento à arte digital com inteligência artificial. Seu trabalho de maior sucesso e reconhecimento, porém, tem um traço simples e fácil de ser copiado: o Zé Gotinha, ícone do Programa Nacional de Imunizações (PNI), que completa 50 anos no próximo dia 18 de setembro e será celebrado por uma série de reportagens na Agência Brasil ao longo deste mês.

Mineiro da cidade de Coromandel, Darlan, de 76 anos, conta que a simplicidade foi proposital. Era importante que qualquer um pudesse desenhar o personagem, em uma época em que não era tão fácil produzir uma cópia de um panfleto ou cartaz.

“As agências de publicidade debochavam que era um personagem que não tinha mãozinha, que não tinha pé. E, naquela época, havia uma predominância de uma estética Disney, com personagens gordinhos, com a mão com luva, toda uma filosofia que, no meu entender, não se encaixava em um personagem para a saúde pública”, lembra o desenhista, em entrevista à Agência Brasil.

Vacinem as crianças ! Quem ama cuida . . .

 









Vacinem as crianças ! Quem ama cuida . . .

 









Cuidado com quem você segue : Covid-19 youtubers denunciam campanha de fake news contra vacina da Pfizer

 








Cuidado com quem você segue : Covid-19 youtubers denunciam campanha de fake news contra vacina da Pfizer

 








Diário do Bolso . . . 10/06/2021





Diário, inventei um verbo. O verbo feiquear.

Eu feiqueio, tu feiqueias, ele feiqueia. Nós feiqueiamos, vós feiqueiais, eles feiqueiam. Ou melhor, eu não feiqueio. 

Só repasso informações não totalmente verídicas, eventualmente inventadas por meus apoiadores.

Um bom exemplo de feiquear foi a desse rapaz que é auditor do TCU, o Alexandre Marques. Ele inventou lá um documento dizendo que metade das mortes atribuídas à covid era pura balela.
...

Diário, para evitar que descubram nossas feiqueadas, pedimos 10 anos de sigilo para o contrato com a Pfizer. Não quero que saibam que pagamos um bilhão a mais do que se tivéssemos aceitado a primeira oferta. 

Ou seja, atrasamos a vacinação, pioramos a recessão, morreu um monte de gente a mais e ainda pagamos o dobro do preço.

Falando em feiqueiar, ontem em Terezópolis de Goiás, falei que a vacina contra a covid ainda está em fase experimental e que a cloroquina não mata ninguém.

Sei que é tudo feique, porque a vacina funciona no mundo todo e a cloroquina não é usada em lugar nenhum. Mas não posso admitir que fiz burrada nesse negócio de covid. 

Tenho que manter a feiqueagem até o fim. Eu sou o Mito, pô!




Diário do Bolso . . . 10/06/2021





Diário, inventei um verbo. O verbo feiquear.

Eu feiqueio, tu feiqueias, ele feiqueia. Nós feiqueiamos, vós feiqueiais, eles feiqueiam. Ou melhor, eu não feiqueio. 

Só repasso informações não totalmente verídicas, eventualmente inventadas por meus apoiadores.

Um bom exemplo de feiquear foi a desse rapaz que é auditor do TCU, o Alexandre Marques. Ele inventou lá um documento dizendo que metade das mortes atribuídas à covid era pura balela.
...

Diário, para evitar que descubram nossas feiqueadas, pedimos 10 anos de sigilo para o contrato com a Pfizer. Não quero que saibam que pagamos um bilhão a mais do que se tivéssemos aceitado a primeira oferta.