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Ativista brasileiro pró-Palestina sofre tortura por Israel



Thiago Ávila foi sequestrado por Israel enquanto integrava a Flotilha Global Sumud

247 - O ativista brasileiro da flotilha humanitária com destino à Faixa de Gaza, Thiago Ávila, sequestrado por forças navais israelenses em águas internacionais no dia 30 de abril, foi espancado, vendado, mantido em posições de estresse e interrogado. Ávila perdeu a consciência duas vezes e enfrenta a possibilidade de interrogatório pelo Mossad, sob suspeita de “terrorismo”, de acordo com a Agência Quds.

Além de Ávila, o ativista espanhol-sueco Saif Abu Shek também está em greve de fome, e ambos devem comparecer ao tribunal no domingo (3). Ávila está em greve de fome desde seu sequestro e ingere apenas água.

Ele não recebeu nenhuma acusação formal, e sua equipe jurídica ainda não obteve acesso completo ao seu caso.

Os ativistas não foram libertados junto com os demais participantes da Flotilha Global Sumud após o sequestro por Israel e seguem atualmente detidos no país.

Mais cedo, a Flotilha Global Sumud informou que testemunhas oculares confirmaram que Saif Abu Shek foi torturado a bordo de um navio militar israelense após forças de Israel interceptarem embarcações da flotilha em águas internacionais, a cerca de 80 milhas a oeste de Creta, na Grécia.

Ao todo, 175 participantes civis foram levados para um navio israelense e posteriormente conduzidos à Grécia. Todos foram libertados, com exceção de Ávila e Saif Abu Shek.




Clique nos links abaixo para ler mais :














Já passou da hora do Mundo parar de assistir a barbárie e agir resgatando sua humanidade

 


   Os sentidos de Humanidade:

· A espécie - Refere-se ao coletivo de todos os indivíduos pertencentes à espécie Homo sapiens.

· A qualidade humana - Descreve o que é próprio da natureza humana, como a consciência, a inteligência e a razão.

· Bondade e compaixão - A humanidade também pode significar o sentimento de benevolência e piedade para com os outros seres humanos, agindo de forma bondosa.
Logo podemos afirmar que está faltando “humanidade“ no Mundo, onde alguns “seres humanos“ se acham mais poderosos que todo o resto e exercem este poder impunemente!

A partir dessa premissa, não devo e não posso silenciar diante do que acontece na Palestina e em Gaza.

Os governos de Israel e Estados Unidos promovem um genocídio em pleno século XXI e o Mundo assiste em tempo real sem nada fazer.

O governo genocida de Israel já tirou milhares de vidas palestinas e continuará até que o Mundo resolva agir dando um basta nesta tragédia.

Além de tudo ainda temos as interceptações ilegais, por terra e por mar, impedindo que ajuda humanitária com alimentos, água e remédios possa chegar a Gaza, minimizando um pouco o sofrimento deste povo que já dura 77 anos, sendo mortos e retirados das suas casas e terras.

A Frotilha da Liberdade, movimento de ajuda humanitária, com 44 embarcações, foi interceptada e sequestrada em 1º de Outubro e seus membros voluntários estão incomunicáveis.

Até quando o Mundo ficará apenas assistindo esta barbárie genocida, promovida por Israel e Estados Unidos? Os quais são movidos pela ganância do capitalismo selvagem e pelo desejo de dominação daquele território.

Agindo com “ humanidade “ os países deveriam promover um boicote total ao governo israelense de todas as formas possíveis e imagináveis. Bem como reconhecer o direito dos palestinos de terem um país livre e independente, o Estado da Palestina, assim como Israel já é desde 1948, corrigindo o enorme “erro“ cometido “propositalmente“ em criar um Estado sem criar o outro.

Rosa Maria - Editora do Blog 




Clique nas imagens para assistir os vídeos  abaixo :





Covardia contra missão humanitária : Israel ataca Flotilha da Liberdade



Ativistas de 44 países seguem firmes rumo à Palestina mesmo após ataques com drones em águas internacionais


A violência do Estado de Israel voltou a se impor sobre quem ousa desafiar seu bloqueio criminoso contra Gaza. Nesta terça-feira (23), a Flotilha Global Sumud, composta por cerca de 80 barcos de 44 países e com mais de 700 ativistas a bordo, foi atacada covardemente em águas internacionais próximas à Grécia.

De acordo com João Aguiar, coordenador da delegação brasileira, drones israelenses lançaram granadas de luz e cápsulas com líquidos irritantes contra sete embarcações, ferindo um tripulante. A ação incluiu ainda interferência nas comunicações, numa clara tentativa de silenciar a denúncia contra o genocídio em curso na Faixa de Gaza.

Entre os 15 brasileiros que participam da missão estão a vereadora de Campinas, Mariana Conti (PSOL), a presidenta do PSOL do RS, Gabi Tolotti, o militante da Rede Emancipa de Educação Popular e do PSOL-RJ, Nicolas Calabrese, e o ativista Thiago Ávila, já detido em ação semelhante meses atrás. A presença da delegação nacional simboliza a solidariedade ativa de setores progressistas do Brasil com a resistência palestina e reforça que a luta por justiça não tem fronteiras.

Israel, em sua propaganda, tentou justificar o ataque, chamando a flotilha de “do Hamas” e acusando-a de servir ao movimento palestino, ignorando que a missão é essencialmente humanitária, com objetivo declarado de levar alimentos, medicamentos e denunciar o bloqueio marítimo que asfixia 2,3 milhões de palestinos em Gaza.

O contraste é brutal: de um lado, civis de diferentes nacionalidades arriscando a própria vida para romper o cerco e levar ajuda. Do outro, um Estado que responde a barcos de solidariedade com bombas, drones e intimidação. Como lembrou Aguiar, “não seremos calados”.

A missão já havia sofrido ataques semelhantes em setembro, na Tunísia, quando duas embarcações foram danificadas. Agora, mesmo sob agressão, a expectativa é que a flotilha chegue à Faixa de Gaza em até uma semana.

Na semana passada, o Itamaraty havia cobrado de Israel o respeito às normas do direito internacional e a garantia de segurança das embarcações. Até o momento, o governo Netanyahu ignora os apelos da comunidade internacional e segue aprofundando a escalada de violência contra quem ousa denunciar o genocídio.

A Flotilha da Liberdade é mais do que uma ação de solidariedade: é uma denúncia viva contra o regime de apartheid israelense e um ato de resistência frente ao silêncio cúmplice de potências ocidentais. Cada granada lançada contra os barcos não apaga, mas reforça a urgência de romper o cerco e defender o povo palestino.

Reforços

O governo da Itália anunciou nesta quarta-feira (24) o envio de uma fragata para garantir a segurança de seus cidadãos a bordo da Flotilha. O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, também anunciou que enviará um navio totalmente equipado “caso seja necessário auxiliar a flotilha” ou “realizar eventuais resgates”.

“O governo espanhol exige que o direito internacional seja cumprido e que o direito dos nossos cidadãos de navegar no Mediterrâneo em condições seguras seja respeitado”, afirmou Sánchez.




Clique no link abaixo para ver :


Presidente Lula na Conferência Internacional de Alto Nível para discutir a situação da Palestina

 


Presidente Lula na ONU em 22/09/2025



👇Além das crianças feridas e assassinadas, há as crianças abandonadas pela perda dos pais e familiares. 


Neste emocionante experimento social, conhecemos um bebê sem-teto em Gaza — sozinho, faminto e desidratado. 

Como muitas crianças inocentes afetadas pelo conflito e pela pobreza, ele foi abandonado à própria sorte sem necessidades básicas como comida, água ou abrigo. 

Este vídeo documenta sua angústia de partir o coração... e a gentileza que mudou tudo.

Por meio desta jornada de transformação, pretendemos conscientizar sobre o sofrimento invisível de crianças em regiões devastadas pelas guerras e mostrar como pequenos atos de compaixão podem fazer a diferença em vidas.

🙏 Assista, compartilhe e apoie. Sua voz pode ajudar a espalhar esperança.

💔 Nenhuma criança deve ser esquecida.

📌 Este é um projeto de conscientização social. Todas as cenas são filmadas com respeito, com a intenção de educar e inspirar mudanças positivas.

30 de julho de 2025

#EsperançaParaGaza #ExperimentoSocial #CriançasDeGaza


Aos Jornalistas e Correspondentes de Guerra minha admiração, respeito e homenagem!



Para ler clique nos links abaixo :




Brasil condena ataque de Israel a jornalistas na Faixa de Gaza



Texto abaixo retirado da Internet e compilado por IA

Jornalistas e correspondentes de guerra são profissionais que relatam eventos em zonas de conflito, fornecendo informações sobre guerras e crises humanitárias. Eles investigam, documentam e transmitem notícias em tempo real, muitas vezes enfrentando riscos significativos.

Responsabilidades e atividades

Cobertura de conflitos:

Relatam sobre batalhas, condições de vida da população civil, consequências humanitárias e políticas da guerra, e esforços de ajuda internacional.

Investigação e coleta de informações:

Buscam informações sobre a situação local, entrevistam pessoas envolvidas e coletam vídeos e fotos.

Transmissão de notícias:

Enviando relatos, imagens e vídeos para veículos de comunicação, como TV, rádio, jornais e internet.

Comunicação em tempo real:

Transmitindo informações durante crises, muitas vezes sob condições perigosas.

Riscos e desafios

Perigo físico:

Jornalistas e correspondentes de guerra estão expostos a riscos como violência, ataques, minas terrestres e outros perigos relacionados ao conflito.

Pressão psicológica:

Lidar com situações traumáticas e relatar eventos violentos pode ter um impacto significativo na saúde mental.

Restrições de acesso e segurança:

Acesso limitado a áreas de conflito e medidas de segurança podem dificultar a cobertura jornalística.

Importância

Informação e conscientização:

Fornecem informações cruciais sobre conflitos, permitindo que o público compreenda a situação e suas consequências.

Responsabilização:

Ao relatar os eventos, ajudam a responsabilizar os envolvidos e a promover a transparência.

Documentação histórica:

Deixam um registro importante sobre os conflitos para futuras análises e aprendizado.

Correspondentes na Guerra do Vietnã:

Jornalistas como José Hamilton Ribeiro relataram os horrores da guerra, enfrentando perigos como minas terrestres.

Cobertura da guerra em Gaza:

Jornalistas da Al Jazeera e outros veículos relatam os conflitos, enfrentando a morte e a violência. 186 jornalistas foram mortos desde o início da guerra, há quase dois anos.

Jornalistas na Guerra da Ucrânia:

Jornalistas estrangeiros, como os da Fox News, cobriram o conflito, enfrentando perdas e ferimentos.

Notáveis correspondentes de guerra:

Alguns deles tornaram-se escritores de ficção levados por suas experiências, incluindo Davis, Crane e Hemingway.





Robert King Beach - cobriu a guerra hispano-americana







André Liohn - Fotógrafo de Guerra brasileiro






















Michael Herr - correspondente no Vietnam que mais tarde escreveu suas memórias "Dispatches"

Marguerite Higgins - abriu o caminho para a correspondente feminina














Arturo Pérez-Reverte, trabalhou para o jornal Pueblo e a TVE espanhola. Cobriu a Guerra da Bósnia entre outras.




Ernie Pyle, correspondente na II Guerra Mundial, Prêmio Pulitzer de 1944





Joe Rosenthal, recebeu o Prêmio Pulitzer por sua fotografia na II Guerra Mundial "O Hasteamento da Bandeira em Iwo Jima"




Sydney Schanberg, suas experiências no Cambodja durante a Guerra do Vietnam foram dramatizadas no filme The Killing Fields















Pedro Luis ou "Pepe-Louis" - foi correspondente de guerra na Catalunha, no longo período em que a República Catalã lutava pela sua independência. Foi um visionário e vanguardista do jornalismo de guerra, sendo conhecido no meio por ter criado a aproximação de "pé em pé". Apesar do seu tamanho, este jornalista primava pela discrição - raramente era avistado.






O testamento de Anas Al Sharif, jornalista da Al Jazeera assassinado por Israel em Gaza

 

O correspondente da Al Jazeera, Anas Al Sharif, deixou uma mensagem poderosa antes de ser assassinado pelas forças israelenses, na noite de domingo, 10 de agosto de 2025.

Ele foi morto com mais quatro colegas num ataque aéreo israelense. Israel o acusou, sem provas, de ser membro da ala militar do Hamas.

O testamento, escrito em abril ano e publicado nas redes sociais de sua equipe, revela a coragem, o compromisso e a paixão do jornalista com sua causa, e sua missão de dar voz ao sofrimento do povo palestino. Al Sharif sabia que sua vida estava em risco, mas manteve-se firme no propósito de ser a voz inabalável de seu povo.

A seguir, a íntegra do testamento, como publicado em sua conta no X:
"Esta é a minha vontade e a minha mensagem final. Se estas palavras chegarem até vocês, saibam que Israel conseguiu me matar e silenciar minha voz.

Primeiramente, que a paz esteja com vocês e a misericórdia e as bênçãos de Alá. Alá sabe que me esforcei ao máximo e dediquei toda a minha força para ser um apoio e uma voz para o meu povo, desde que abri meus olhos para a vida nos becos e ruas do campo de refugiados de Jabalia. 

Minha esperança era que Alá prolongasse minha vida para que eu pudesse retornar com minha família e entes queridos à nossa cidade original, Asqalan (Al-Majdal), ocupada. Mas a vontade de Alá veio primeiro, e Seu decreto é final.

Vivi a dor em todos os seus detalhes, experimentei o sofrimento e a perda muitas vezes, mas nunca hesitei em transmitir a verdade como ela é, sem distorção ou falsificação – para que Alá possa testemunhar contra aqueles que permaneceram em silêncio, aqueles que aceitaram nossa matança, aqueles que sufocaram nossa respiração e cujos corações não se comovem com os restos mortais dispersos de nossas crianças e mulheres, sem fazer nada para impedir o massacre que nosso povo enfrenta há mais de um ano e meio.

Confio a vocês a Palestina – a joia da coroa do mundo muçulmano, o coração de cada pessoa livre neste mundo.

Confio a vocês seu povo, suas crianças injustiçadas e inocentes que nunca tiveram tempo para sonhar ou viver em segurança e paz. Seus corpos puros foram esmagados por milhares de toneladas de bombas e mísseis israelenses, dilacerados e espalhados pelos muros.

Peço a vocês que não deixem que as correntes os silenciem, nem que as fronteiras os impeçam. Sejam pontes para a libertação da terra e de seu povo, até que o sol da dignidade e da liberdade nasça sobre nossa pátria roubada.

Confio a vocês o cuidado da minha família. Confio a vocês minha amada filha Sham, a luz dos meus olhos, a quem nunca tive a chance de ver crescer como sonhei.

Confio a vocês meu querido filho Salah, a quem eu desejava apoiar e acompanhar pela vida até que ele se tornasse forte o suficiente para carregar meu fardo e continuar a missão.

Confio-lhes minha amada mãe, cujas orações abençoadas me trouxeram até onde estou, cujas súplicas foram minha fortaleza e cuja luz guiou meu caminho. Rogo a Alá que lhe conceda força e a recompense em meu nome com a melhor das recompensas.

Também confio a vocês minha companheira de longa data, minha amada esposa, Umm Salah (Bayan), de quem a guerra me separou por muitos dias e meses. Mesmo assim, ela permaneceu fiel ao nosso vínculo, firme como o tronco de uma oliveira que não se curva — paciente, confiando em Alá e assumindo a responsabilidade na minha ausência com toda a sua força e fé.

Peço-lhes que estejam ao lado deles, que sejam seu apoio diante de Alá Todo-Poderoso.

Se eu morrer, morrerei firme em meus princípios. Testifico diante de Alá que estou satisfeito com Seu decreto, certo de encontrá-Lo e seguro de que o que está com Alá é melhor e eterno.

Ó Alá, aceite-me entre os mártires, perdoe meus pecados passados e futuros e faça do meu sangue uma luz que ilumine o caminho de liberdade para o meu povo e minha família.

Perdoem-me se falhei e orem por mim com misericórdia, pois cumpri minha promessa e nunca a mudei ou a traí.

Não se esqueçam de Gaza… E não se esqueçam de mim em suas sinceras orações por perdão e aceitação.”

Anas Jamal Al-Sharif
06/04/2025







O extermínio do povo palestino . . . O mundo deve parar os Estados Unidos e Israel nesta barbárie !

 



Aviso : Vídeos com imagens fortes.