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Aprovada a escala de trabalho 5 x 2 em 14/10/2026



O fim da escala 6×1 não começa a valer imediatamente após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) pelo Senado. A mudança depende da promulgação do texto pelo Congresso Nacional e será implementada de forma gradual, com duas etapas de redução da jornada de trabalho. O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apoiador da medida, já prepara o texto da regulamentação da redução da jornada.

A proposta estabelece a redução da carga horária máxima de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição salarial, e garante dois dias de repouso semanal remunerado. A implementação começa 60 dias após a promulgação, quando o limite semanal passa a ser de 42 horas. A jornada de 40 horas entra em vigor após 14 meses da promulgação.

O senador Omar Aziz (PSD-AM) rejeitou uma última proposta de emenda apresentada pelo senador Marcos Rogério (PL-RO), que apontava termos de regulamentação para trabalhadores de funções que precisam permanecer longos períodos no local de trabalho, como profissionais de plataformas petrolíferas. Ele, no entanto, destacou que esse tema deve ser objeto de regulamentação o mais breve possível.

Quando as novas regras começam a valer?

A transição está dividida em duas etapas:

60 dias após a promulgação: a jornada máxima semanal será reduzida de 44 para 42 horas, com direito a dois dias de descanso remunerado por semana.

14 meses após a promulgação: a jornada máxima será reduzida de 42 para 40 horas semanais, consolidando a mudança prevista na PEC.

Até o início da transição, continuam valendo as regras atuais. A promulgação é, portanto, o marco que permitirá calcular as datas de entrada em vigor de cada etapa.

Como fica a escala 5×2?

A mudança estabelece dois dias de repouso semanal remunerado, em substituição ao modelo de seis dias de trabalho para um de descanso. A jornada de 40 horas poderá ser distribuída em cinco dias de oito horas.

O texto prevê preferência pelo descanso aos domingos, mas não determina que as duas folgas sejam necessariamente consecutivas. A organização dos dias de trabalho e de descanso poderá variar conforme a atividade profissional e as regras aplicáveis a cada categoria.

Convenções e acordos coletivos poderão estabelecer formas específicas de organização da jornada, respeitados os limites previstos na PEC. Também serão mantidas possibilidades de regimes diferenciados, como a escala 12×36, conforme as condições previstas no texto.

Durante a transição, acordos e convenções coletivas poderão permitir jornadas diárias superiores a oito horas, desde que respeitado o limite semanal de 42 horas.

Sem redução de salário

A PEC determina que a redução da jornada ocorra sem diminuição salarial. A mudança reduz o limite de horas de trabalho, mas preserva a remuneração dos trabalhadores abrangidos pela regra.

O texto também prevê uma exceção para profissionais com ensino superior e remuneração acima de R$ 21,1 mil, que deixarão de estar sujeitos ao limite de jornada e ao controle de ponto, conforme as condições estabelecidas na proposta.

Quem será afetado?

A mudança alcança trabalhadores submetidos aos limites de jornada previstos na Constituição, com efeitos especialmente relevantes para quem atualmente trabalha seis dias por semana e tem apenas um dia de descanso.

Segundo dados do Ministério do Trabalho, cerca de 14,8 milhões de trabalhadores formais estavam submetidos à escala 6×1 em 2025. A distribuição desse regime varia entre setores, com presença em atividades operacionais e de atendimento ao público.






O hino A Internacional Socialista, também conhecido como A Internacional, é um dos hinos históricos do movimento socialista e operário.

A letra foi escrita pelo francês Eugène Pottier, em 1871, e a música foi composta por Pierre Degeyter, em 1888.

A Internacional, também conhecida como Hino dos Trabalhadores ou Hino do Trabalhador, é um dos hinos mais famosos do movimento operário e socialista mundial.

O hino simboliza a união dos trabalhadores na luta por direitos, igualdade social e melhores condições de vida.



Inteligência Artificial e oportunidades de carreiras futuras





A Inteligência Artificial (IA) tornou-se uma das tecnologias mais influentes a moldar o futuro do trabalho. Ela está mudando a forma como as indústrias operam, como as empresas tomam decisões e como as pessoas constroem suas carreiras. À medida que a IA continua a avançar, ela cria novas funções e transforma ocupações tradicionais. Compreender essas mudanças é fundamental para qualquer pessoa que planeje uma carreira em um mundo impulsionado pela tecnologia.

Entendendo a ascensão das carreiras em IA

Inteligência Artificial refere-se a sistemas que podem simular a inteligência humana, incluindo aprendizado, raciocínio, resolução de problemas e tomada de decisões. Esses sistemas são amplamente utilizados em setores como saúde, educação, finanças, varejo e transporte.

Com a crescente adoção da IA, as organizações precisam de profissionais qualificados que possam desenvolver, gerenciar e aprimorar esses sistemas. Isso levou a um aumento rápido na demanda por carreiras relacionadas à IA. As empresas não estão buscando apenas engenheiros de software, mas também especialistas que possam trabalhar com dados, algoritmos e sistemas inteligentes.

Caminhos de carreira populares em Inteligência Artificial

A inteligência artificial abriu as portas para uma ampla variedade de oportunidades de carreira. Algumas das funções mais populares incluem engenheiro de aprendizado de máquina, cientista de dados, pesquisador de IA, engenheiro de robótica e especialista em processamento de linguagem natural. Cada uma dessas funções se concentra em diferentes aspectos da construção e aplicação de sistemas inteligentes.

Engenheiros de aprendizado de máquina projetam algoritmos que permitem que os sistemas aprendam com os dados. Cientistas de dados analisam grandes conjuntos de dados para extrair informações relevantes. Pesquisadores de IA trabalham no desenvolvimento de novos métodos e no aprimoramento de tecnologias existentes. Engenheiros de robótica constroem máquinas inteligentes capazes de realizar tarefas físicas, enquanto especialistas em processamento de linguagem natural se concentram em capacitar as máquinas a compreender a linguagem humana.

Essas funções exigem forte capacidade de pensamento analítico, habilidades de programação e um sólido conhecimento de matemática e estatística.

Habilidades necessárias para carreiras em IA

Para construir uma carreira de sucesso em IA, os profissionais precisam de uma combinação de habilidades técnicas e de resolução de problemas. Linguagens de programação como Python e R são comumente usadas no desenvolvimento de IA. Conhecimento de estruturas de dados, algoritmos e técnicas de aprendizado de máquina também é essencial.

Além das habilidades técnicas, o pensamento crítico e a criatividade desempenham um papel importante. Em diferentes contextos culturais, surgem abordagens interessantes para estimular criatividade e novas formas de pensar.

Os profissionais de IA devem ser capazes de analisar problemas complexos e projetar soluções eficazes. Habilidades de comunicação também são valiosas, já que muitas funções envolvem trabalho em equipe e a explicação de conceitos técnicos para públicos não especializados.

A aprendizagem contínua é importante porque as tecnologias de IA evoluem rapidamente. Os profissionais devem manter-se atualizados com as novas ferramentas, estruturas e tendências do setor.

Inteligência Artificial em diferentes indústrias

A inteligência artificial não se limita ao setor tecnológico; ela está sendo utilizada em diversos setores, criando oportunidades de carreira variadas. Na área da saúde, a IA auxilia no diagnóstico de doenças, em exames de imagem e na gestão do atendimento ao paciente. No setor financeiro, ela é utilizada na detecção de fraudes, na análise de riscos e em sistemas automatizados de negociação.

Na educação, a IA apoia plataformas de aprendizagem personalizada e sistemas de tutoria virtual. No varejo, ela aprimora a experiência do cliente por meio de mecanismos de recomendação e gestão de estoque. As indústrias de manufatura utilizam IA para automação e manutenção preditiva.

Graças a essa ampla adoção, os profissionais de IA podem escolher carreiras em praticamente qualquer setor em que estejam interessados.

Ampliando as oportunidades para os estudantes

Hoje em dia, os estudantes têm mais oportunidades do que nunca para ingressar na área de IA. Muitas universidades e plataformas online oferecem cursos em inteligência artificial, ciência de dados e aprendizado de máquina. Esses programas ajudam os alunos a construir bases sólidas tanto na teoria quanto nas aplicações práticas.

Estágios, competições de programação e aprendizado baseado em projetos também proporcionam experiência valiosa. Alunos que começam cedo podem desenvolver portfólios sólidos que aumentam suas chances de serem contratados por grandes empresas.

Muitos jovens estão demonstrando um interesse crescente em IA e tecnologias relacionadas. Eles participam de programas de programação, certificações online e comunidades de tecnologia para desenvolver habilidades e explorar opções de carreira futuras.

O papel da IA na criação de empregos

Embora haja preocupações de que a IA possa substituir certos empregos, ela também está criando muitas novas oportunidades. A automação lida com tarefas repetitivas, mas a experiência humana ainda é necessária para projetar, gerenciar e aprimorar sistemas de IA.

Novas funções, como especialista em ética de IA, engenheiro de prompts, gerente de produto de IA e especialista em anotação de dados, surgiram nos últimos anos. Esses cargos não existiam antes da ascensão da IA, demonstrando como a tecnologia continua a criar novas trajetórias de carreira.

Além disso, a IA está ajudando os profissionais a se tornarem mais produtivos, automatizando tarefas rotineiras e permitindo que eles se concentrem em tarefas mais complexas.

Desafios nas carreiras em IA

Apesar das oportunidades, construir uma carreira em IA apresenta desafios. A área é altamente competitiva e exige aprendizado contínuo. Os profissionais precisam se manter atualizados com as tecnologias em constante evolução e as demandas do setor.

Há também uma necessidade de responsabilidade ética no desenvolvimento de IA. Questões como privacidade de dados, viés algorítmico e segurança devem ser gerenciadas com cuidado. As empresas estão cada vez mais buscando profissionais que compreendam não apenas as habilidades técnicas, mas também as considerações éticas.

Perspectivas futuras das carreiras em IA

O futuro das carreiras em IA parece muito promissor. À medida que a tecnologia continua a evoluir, a demanda por profissionais qualificados deverá crescer significativamente. Áreas como sistemas autônomos, IA generativa, robótica e automação inteligente criarão ainda mais oportunidades de emprego.

Governos e organizações estão investindo fortemente em pesquisa e desenvolvimento de IA, ampliando ainda mais as possibilidades de carreira. Instituições de ensino também estão atualizando seus currículos para preparar os alunos para as demandas futuras.

Com o aumento da conscientização e do acesso a recursos de aprendizagem, espera-se que mais pessoas ingressem na área de IA e contribuam para a inovação e o progresso tecnológico.

Conclusão

A Inteligência Artificial está moldando o futuro das carreiras em todo o mundo. Ela está criando novas funções, transformando setores e aumentando a demanda por profissionais qualificados. Embora o campo seja competitivo e esteja em constante evolução, oferece vastas oportunidades de crescimento e inovação.

Ao desenvolver as habilidades certas e se manter atualizado com as tecnologias emergentes, os indivíduos podem construir carreiras de sucesso e gratificantes em IA. 

À medida que o mundo continua a adotar sistemas inteligentes, a IA permanecerá um dos campos mais importantes para o futuro do emprego e do desenvolvimento.





Tempo é um direito . . .

 








Inteligência contextual, a mais procurada pelos recrutadores de pessoal




A inteligência contextual é uma das habilidades cada vez mais valorizadas no mercado de trabalho. Por que os empregadores a levam em consideração? Nós o convidamos a descobrir.

Edith Sánchez

A inteligência contextual é a capacidade de compreender e adaptar-se eficazmente a diferentes contextos e situações. Está associada à consciência das normas sociais, culturais e ambientais que regem um ambiente específico, bem como à capacidade de usar esse conhecimento para interagir e tomar as decisões apropriadas.

Alguns empregadores privilegiam candidatos com essa qualidade, considerando que trazem estabilidade às organizações, contribuem para um bom ambiente de trabalho e tendem a cometer menos erros. Isso porque estão mais conscientes dos limites do seu próprio conhecimento.

A inteligência contextual é especialmente relevante em situações transculturais e em ambientes diversos e de trabalho social, onde é necessário compreender e responder adequadamente às normas e expectativas. Esta é uma habilidade fundamental para uma interação eficaz e sucesso em várias esferas da vida.
“A inteligência contextual é a capacidade de se adaptar a diferentes situações e aplicar o conhecimento de forma eficaz em certos contextos específicos.” Howard Gardner 
Recursos da inteligência contextual

O conhecimento contextual compreende várias características que permitem que uma pessoa funcione fluentemente em diferentes situações. Os seis principais são os seguintes:

Flexibilidade cognitiva: supõe a capacidade de ajustar abordagens, estratégias e soluções, para lidar com diferentes situações de forma eficaz.

Empatia: é a capacidade de compreender e compartilhar as emoções e perspectivas dos outros. Ajuda a entender as necessidades e experiências dos outros.

Adaptabilidade: É a capacidade de se ajustar a diferentes ambientes e circunstâncias; por meio dela você modifica comportamentos, perspectivas e estratégias, de acordo com as demandas do contexto.

Pensamento crítico: envolve a análise de situações e problemas de diferentes perspectivas. Envolve também questionar, fazer suposições, considerar diferentes pontos de vista e avaliar as informações disponíveis antes de tomar decisões.

Sensibilidade cultural: é a competência para detectar e apreciar as diferenças culturais; contribui para entender as normas, valores e tradições culturais e mostrar respeito por elas, de acordo com um artigo publicado na revista Jameos.

Consciência social: é entender a dinâmica para se tornar consciente de normas, expectativas, papéis e relacionamentos. Uma investigação de Cádiz: desde o florescente s. XVIII ao Porto do futuro do século XXI, relacionou a consciência social dos trabalhadores com a capacidade de avaliar as condições que afetavam a qualidade de vida, os conflitos trabalhistas e a percepção da justiça.

Tais características são combinadas com o objetivo de alcançar uma efetiva compreensão e adaptação a diversos contextos culturais, sociais e ambientais. Isso facilita a interação bem-sucedida e a tomada de decisões em diferentes situações.

Como a inteligência contextual se manifesta?

Este tipo de inteligência manifesta-se na capacidade de interagir com diferentes pessoas e ambientes, num contexto de abertura e respeito. Simplificando a ideia: seria conseguir lidar efetivamente com a diferença. Da mesma forma, esse tipo de inteligência permite influenciar a modificação do estilo, tom e linguagem da comunicação, de acordo com as normas e circunstâncias.

Por meio dessa qualidade é possível ler e compreender sinais não verbais, além de interpretar as intenções dos outros de forma eficiente. Assim, há maior capacidade de responder adequadamente.

A capacidade de resolver conflitos e resolver problemas em ambientes diversos é outra evidência da inteligência em questão. Quem a possui é capaz de considerar diferentes perspectivas e encontrar respostas que satisfaçam as necessidades dos envolvidos, levando em consideração o ambiente específico e sua dinâmica.

Por exemplo, o International Journal of Medicine and Sciences of Physical Activity and Sports divulgou a aplicação de um questionário a 690 jogadores de futebol. Os resultados comprovaram que o conhecimento contextual se apresentou na esfera da antecipação, tática e competição; também ajudou os atletas a se sentirem competentes para resolver problemas durante uma partida.

Nessa mesma ordem, os líderes que desenvolvem a inteligência para se adaptar aos contextos são capazes de assimilar, entender e aproveitar os pontos fortes e as perspectivas dos membros de sua equipe. Da mesma forma, promovem um ambiente inclusivo e promovem a colaboração, aponta um artigo publicado na Razón y Palabra.

Inteligência contextual e o ambiente de trabalho

Com tudo isso dito, é compreensível que os empregadores procurem funcionários que possuam esse tipo de inteligência. O ambiente dos negócios está em constante mudança e, por isso, a capacidade de adaptação e flexibilidade é crucial.

Os recrutadores valorizam esses candidatos porque são capazes de se ajustar rapidamente a novas situações, mudanças no mercado e cenários variados.

Por outro lado, em um mundo globalizado, muitas organizações operam em ambientes multiculturais e suas equipes são formadas por pessoas de diferentes origens. Esse tipo de inteligência facilita a colaboração efetiva e a comunicação intercultural, pois os funcionários são mais produtivos e trabalham em harmonia. O mesmo se aplica aos relacionamentos e clientes internacionais.

O conhecimento contextual ajuda os colaboradores a considerar diferentes perspectivas e abordagens para as complexidades. Assim, leva a soluções mais criativas e inovadoras, o que é muito valorizado pelos recrutadores, que o consideram uma vantagem competitiva e uma capacidade determinante.

Conclusão

Neste artigo revisamos em que consiste a inteligência contextual e as principais características de quem a possui: empatia, consciência social, pensamento crítico, adaptabilidade e flexibilidade.

O seu desenvolvimento e aplicação tem um enorme impacto no contexto laboral, uma vez que facilita a adaptação do trabalhador e potencia a sua capacidade de resolução de conflitos, tendo em conta as exigências do ambiente. Portanto, é importante que os recrutadores recrutem indivíduos com alta inteligência dessa classe.

Convidamos você a cultivá-la para se destacar em suas entrevistas e oferecer à empresa um alto grau de trabalho em equipe e comunicação intercultural.


Bibliografia

Todas as fontes citadas foram minuciosamente revisadas por nossa equipe para garantir sua qualidade, confiabilidade, atualidade e validade. A bibliografia deste artigo foi considerada confiável e precisa academicamente ou cientificamente.

Muleras, E., Schulze, M. S., Muñiz, M. B., & Azcarate, J. (2018). Conciencia moral y conciencia social en los trabajadores de la industria de procesamiento de pescado de la ciudad puerto de Mar del Plata. En: Cádiz : del floreciente s. XVIII al Port of the future del s. XXI, 467-488. https://www.torrossa.com/en/resources/an/4399272

Nicolás, D. (2010). Ser competente en la convivencia con otras culturas: sensibilidad cultural frente a estereotipo. Jameos: publicación del CEP de Lanzarote. https://redined.educacion.gob.es/xmlui/handle/11162/109954

Ruiz Perez, L. M., García Coll, V., Palomo Nieto, M., Navia Manzano, J. A., & Miñano Espin, F. J. (2013). Inteligencia contextual y pericia en el fútbol. Revista Internacional de Medicina y Ciencias de la Actividad Física y del Deporte, 14(54), 307-317. https://oa.upm.es/36423/

Zamora, R., Losada, J. C., & Hernández, F. (2012). La importancia de la” inteligencia contextual” en la construcción de la imagen del líder político. Razón y palabra, 81, 43-32. https://www.revistarazonypalabra.org/index.php/ryp/article/view/441








8 dicas para se destacar com um curriculum em vídeo


Foto de João Ferrão por Unsplash

Em um mercado de trabalho competitivo, saber as melhores maneiras de se destacar é essencial ao sucesso profissional. No caso dos curriculum em vídeo, como podemos entregar algo de qualidade?


O curriculum em vídeo é uma etapa de processos seletivos que vem se tornando cada vez mais popular, por vários motivos. Impulsionado principalmente pela pandemia de Covid-19, esse método de recrutar candidatos permite que a empresa avalie uma série de características e habilidades.

A fim de “não ficar para trás”, candidatos precisam saber como criar e editar curriculum em vídeo, especialmente do ponto de vista técnico. Abaixo nós selecionamos 8 dicas, entre aquelas associadas à forma e ao conteúdo, as quais garantirão que o seu material se destaque entre outros candidatos.

8 dicas para melhorar o seu curriculum em vídeo

Antes de tudo, precisamos dizer que as dicas listadas abaixo devem levar em consideração as especificidades do processo seletivo para o qual você se inscreveu. Cada uma delas deve ser adaptada de acordo com os seus objetivos, especialmente no que tange aos aspectos técnicos do curriculum.

1 – Edite o vídeo em um programa de qualidade

Qualquer uma das dicas posteriores dessa lista só será possível se você souber como executá-la. Seja no cuidado com a pós-produção, na preocupação com os aspectos técnicos ou na adaptação do vídeo de acordo com as normas de cada processo seletivo, é imprescindível conhecer um bom programa.

Um exemplo de programa de edição de vídeo altamente recomendado é o Wondershare Uniconverter (sobre o qual nós vamos falar mais profundamente em um tópico posterior), o qual, entre outras coisas, permite que você recorte vídeos, diminua tamanhos, converta formatos e faça edições gerais.

Sempre nos quiseram de joelhos


Campina Grande Tendências Do Twitter - Top Tweets | Brazil





Fernando Brito

As cenas de homens e mulheres mandados ajoelhar nas calçadas do centro de Campina Grande (PB) para que se suspendesse a quarentena imposta ao comércio são o retrato do imenso retrocesso que o trabalho no Brasil experimenta há vários anos e que, agora, na pandemia do Covid-19, expôs-se de forma dramática.

Por vezes, com tristeza, voltam os versos de 150 anos, escritos pelo francês Eugène Pottier e que se tornariam o hino conhecido como “A Internacional ” socialista, com seu apelo à dignidade dos trabalhadores: “de pé, ó vítimas da fome”.

Sim, o trabalho é fonte de dignidade, não de humilhação dos seres humanos, como é tratado.

Ali estão as lojas, os balcões, vitrines, as mercadorias, transformados em nada se não há o trabalho para produzi-los e vendê-los.

Mas, ao mesmo tempo, de joelhos estão os trabalhadores, como bichos que pedem que sejam levados ao matadouro horrível do sufocamento da doença.

Foram precisos o horrores da Primeira e, depois, da Segunda Guerras Mundiais para que se substituíssem as práticas desumanas e cruéis que, até ali, marcavam o trabalho em fábricas, em minas, em todos os lugares onde era possível transformar em dinheiro a carne humana.

Primeiro nos países desenvolvidos, mas não apenas neles, a segunda metade do século XX marcou a elevação do direito ao trabalho decente à condição essencial de organização das sociedades. O Welfare State, o Estado do Bem-Estar Social, marcou todo o progresso, econômico e social, do mundo moderno e foi levando o trabalho semi escravo para as periferias e, mesmo aí, ao desprezo e ao repúdio de todo o mundo.

Agora, uma nova tragédia mundial serve de combustível para que a asquerosa brasa da exploração e do desprezo pela vida humana, jamais apagada, reacendo por toda a parte, dramaticamente, aqui entre nós.

Estúpidos e gananciosos, os donos da galinha dos ovos de ouro avançaram sobre o ser humano, para dizer que era dizer que era melhor algum emprego sem direitos do que direitos sem emprego.


Aí está, nas calçadas de Campina Grande, o retrato do que é isso: direito nem mesmo a continuar vivo, para que os patrões sigam em seu direito de ganhar dinheiro.

Terrível e monstruosa comprovação de que é preciso realizar outros versos de Pottier.

“Não mais direitos sem deveres, não mais deveres sem direito”.









Sempre nos quiseram de joelhos


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Fernando Brito

As cenas de homens e mulheres mandados ajoelhar nas calçadas do centro de Campina Grande (PB) para que se suspendesse a quarentena imposta ao comércio são o retrato do imenso retrocesso que o trabalho no Brasil experimenta há vários anos e que, agora, na pandemia do Covid-19, expôs-se de forma dramática.

Por vezes, com tristeza, voltam os versos de 150 anos, escritos pelo francês Eugène Pottier e que se tornariam o hino conhecido como “A Internacional ” socialista, com seu apelo à dignidade dos trabalhadores: “de pé, ó vítimas da fome”.

Sim, o trabalho é fonte de dignidade, não de humilhação dos seres humanos, como é tratado.

Ali estão as lojas, os balcões, vitrines, as mercadorias, transformados em nada se não há o trabalho para produzi-los e vendê-los.

Mas, ao mesmo tempo, de joelhos estão os trabalhadores, como bichos que pedem que sejam levados ao matadouro horrível do sufocamento da doença.

Foram precisos o horrores da Primeira e, depois, da Segunda Guerras Mundiais para que se substituíssem as práticas desumanas e cruéis que, até ali, marcavam o trabalho em fábricas, em minas, em todos os lugares onde era possível transformar em dinheiro a carne humana.

Primeiro nos países desenvolvidos, mas não apenas neles, a segunda metade do século XX marcou a elevação do direito ao trabalho decente à condição essencial de organização das sociedades. O Welfare State, o Estado do Bem-Estar Social, marcou todo o progresso, econômico e social, do mundo moderno e foi levando o trabalho semi escravo para as periferias e, mesmo aí, ao desprezo e ao repúdio de todo o mundo.

Agora, uma nova tragédia mundial serve de combustível para que a asquerosa brasa da exploração e do desprezo pela vida humana, jamais apagada, reacendo por toda a parte, dramaticamente, aqui entre nós.

Estúpidos e gananciosos, os donos da galinha dos ovos de ouro avançaram sobre o ser humano, para dizer que era dizer que era melhor algum emprego sem direitos do que direitos sem emprego.

Prós e contras do trabalho à distância : liberdade ou isolamento ?



Resultado de imagem para vantagens do trabalho a distância

O trabalho à distância é um dos fenômenos culturais da atualidade. Mesmo que proporcione uma maior autonomia ao trabalhador, também pode se tornar invasivo e deteriorar o seu mundo social, além de empobrecer intelectualmente o seu trabalho.

O mundo do trabalho tem mudado significativamente nos últimos anos. Uma das transformações mais relevantes é a presença cada vez mais comum do trabalho à distância. Hoje em dia, esta é uma modalidade que está presente em praticamente todo o planeta. Espera-se que, no futuro, ela seja a modalidade de trabalho que predomine.

O trabalho à distância traz consigo grandes benefícios. Permite economizar um valioso tempo no deslocamento de um lugar a outro, além de contribuir para a redução do trânsito e, portanto, da poluição ambiental. Em geral, oferece mais flexibilidade na organização do tempo e dá uma maior autonomia ao trabalhador.

Entretanto, o trabalho à distância também tem vários aspectos problemáticos. Entre outros, o fato de que quase sempre implica trabalhar fisicamente em solidão. Não existe a presença de um colega de trabalho ao lado para comentar alguma coisa ou descontrair durante uma pausa. Os demais começam a ser uma presença abstrata e estritamente funcional.

Isso projeta questionamentos com relação ao futuro das organizações. Não existirão mais entornos colaborativos? Será prejudicial essa falta de contato com os colegas, que muitas vezes contribui para resolver problemas e gerar inovações em conjunto?

“ Se quer chegar rápido, vá sozinho. Se quer chegar longe, vá acompanhado ”.   – Provérbio africano –

Os prós do trabalho à distância

O trabalho à distância oferece muitos benefícios relevantes. O primeiro deles, já mencionado, é a economia de tempo em deslocamentos. Isso também implica uma economia de dinheiro e de energia emocional, ao não ter que enfrentar o caos das grandes cidades. Por tudo isso, é mais econômico tanto para o trabalhador quanto para a empresa e para a sociedade.

Por outro lado, com o trabalho à distância, são eliminadas as barreiras geográficas. Uma pessoa pode trabalhar em qualquer parte do mundo, para qualquer empresa do mundo. A companhia sai ganhando porque isso lhe permite acessar perfis eventualmente mais talentosos, e o trabalhador também, pois tem um mercado de trabalho muito mais amplo para escolher.

O trabalho remoto, sobretudo, oferece uma margem ampla de autonomia ao trabalhador. Além de poder fazer seu próprio horário, também evita outras pressões do trabalho presencial. Por exemplo, tem que investir menos em roupas.

O trabalhador conta com a possibilidade de desenhar seu próprio entorno de trabalho e fazê-lo da maneira como se sente mais cômodo. Por fim, o trabalho à distância proporciona uma maior independência.

Os contras do trabalho à distância

Assim como o trabalho à distância garante uma maior autonomia, também exige uma grande autodisciplina.

Não há ninguém fazendo um controle do trabalho e esta falta de controle externo poderia levar algumas pessoas à desorganização. Há quem não consiga repetir a rotina de trabalho da empresa dentro de sua casa. Então, a desordem e a instabilidade serão predominantes.

Ao não sair de casa diariamente,os problemas do lar também acabam interferindo no trabalho em algumas ocasiões. Não há um corte com o convívio familiar e, se este não for saudável, trará consequências negativas para o rendimento.

Além disso, é possível que, em casa, haja mais interrupções e distrações do que em uma empresa. Isso pode fazer com que seja necessário mais tempo para desempenhar uma certa atividade.

Também podemos citar o fato de não contar com colegas fisicamente presentes. Isso poderia empobrecer a vida social e gerar uma sensação de solidão. Além disso, o trabalho à distância pode prejudicar os resultados devido à perda do estímulo intelectual e emocional proporcionado por uma equipe.

Com isso, os resultados podem piorar, assim como a capacidade de trabalhar em equipe.

Um modelo em construção

O trabalho à distância é uma modalidade relativamente nova ( ligada principalmente à Internet, mas mesmo se buscarmos na história encontraremos outros precedentes, como o trabalho de costura ).

Estamos em uma fase na qual os métodos e os processos para potencializar todas as suas vantagens estão sendo polidos e sofisticados.

A princípio, a distância não precisaria ser uma limitação para realizar experiências colaborativas e de integração. Estas são a base da inovação. Atualmente, tem sido imposta a estrutura do tipo “polvo”, na qual há uma cabeça que concentra, cria e une as peças dispersas. Isso teria que evoluir com o tempo.

O ideal é que o trabalho à distância não gere trabalhadores isolados, solitários e invadidos na sua vida pessoal. Há muitas peças para ajustar nesse objetivo.

O trabalho remoto é um desafio novo para as organizações e para os encarregados do bem-estar organizacional. Com certeza, teremos respostas eficientes para estes desafios em poucos anos.





Falando muitas verdades ... Veja !


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Trabalhadores no início do século XX. Estamos, no Brasil, retrocedendo ao 

século passado ?  Parece que sim !






Dr. Marcelo D'Ambroso, Desembargador do TRT 

da 4a. Região - Porto Alegre



10 Dicas para montar um home office agradável e produtivo


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O melhor em se trabalhar em casa é a autonomia, mas é necessário equilíbrio para manter ritmo de trabalho. Saiba como alcançá-lo.


Da Redação 


Quem quer começar a trabalhar de casa precisa saber que o esquema de home office tem seus prós e contras. Os pontos favoráveis estão relacionados à flexibilidade de horário e à chance de fugir da distância do trabalho e do tempo do trajeto, enquanto os aspectos negativos estão ligados à queda na produtividade.

Na hora de montar um espaço de trabalho, o ideal é reforçar os prós em se trabalhar em casa e fazer o possível para tirar de vista o que pode tirar o foco das tarefas. Mas não é necessário transformar seu espaço de trabalho em um ambiente sem conforto e atrativos para aumentar a produtividade – um equilíbrio é necessário.

Linda Varone, escritora em especialista em home office, e Michael Chauliac, vice-presidente de marketing da loja online de móveis para escritório Poppin, ajudaram a FastCompany a listar os 10 pontos principais para montar um escritório em casa.

1) Não ouse demais – Na hora de montar um espaço de trabalho, é natural que o empreendedor queira um ambiente diferente dos demais. Mas é importante não ousar. Móveis cheios de curvas, como os vistas em revistas de design e redes sociais como o Pinterest, podem não ser funcionais: uma cadeira toda descolada pode causar problemas na coluna e chamar atenção demais. "Quando há muitos estímulos visuais, o próprio ambiente pode ser o causador de distrações que diminuem a produtividade, diz Linda.

2) Siga regras ergonômicas – A ergonomia é o estudo da relação do ser humano e os ambientes em que ele se encontra. No trabalho, esse estudo objetiva o bem-estar frente a males causados pela jornada de trabalho, como dores nos pés, na coluna e problemas visuais. Alguns pontos que devem ser levados em conta na hora de preparar seu home office: ajuste sua cadeira em uma altura que permita que seus pés sempre estejam apoiados firmemente no chão ou em um descanso para pés, posicione seu antebraço em posição paralela ao chão na hora de digitar e coloque o monitor de uma maneira em que seus olhos consigam ver toda a tela sem movimentos bruscos da cabeça.

3) Abra espaço para a luz natural – O sol faz bem e pode te ajudar a se manter acordado. Por isso, monte seu home office perto de uma janela. E dependendo da vista, vale começar seu horário de descanso dando uma bela olhada lá fora.

4) Mas não esqueça das lâmpadas – A luz natural faz bem, mas provavelmente não será suficiente para iluminar seu escritório. Por isso, não esqueça das lâmpadas. Linda Varone dá uma dica: em vez de luzes de parede, tente colocar luminárias na sua mesa – essas luzes podem proporcionar brilho suficiente e ainda deixam o ambiente com um clima mais bonito.

5) Guarde papéis de forma inteligente – Chauliac afirma que o armazenamento de documentos é o principal problema de quem trabalha em casa, por conta da aversão das pessoas àqueles grandes armários de documentos. Segundo ele, esses móveis não são os mais atrativos do mundo, mas são necessários. No entanto, dá para ter estruturas mais bonitas, como prateleiras coloridas, por exemplo. É importante que elas tenham bastante espaço. Nos primeiros dias de trabalho, você pode pensar que vai sobrar espaço, mas aguarde e verá a quantidade de papel produzida durante o trabalho.

Para quem trabalha dentro de um quarto de hóspedes, outra dica de Chauliac. "É provável que o cômodo tenha um guarda-roupa. Use-o", diz ele.

6) Crie um "espaço de conforto" – Trabalhar por muito tempo sem uma parada é prejudicial à saúde e à própria produtividade – é necessário parar para readquirir a concentração do começo do expediente. Na hora de descansar, prepare um lugar confortável. Tudo depende de espaço, claro, mas uma poltrona estofada, um travesseiro e uma luz mais fraca podem fazer a pausa valer muito mais a pena.

7) Tenha uma plantinha perto de você – Uma planta é a decoração perfeita para o seu home office, já que ela traz para a sua casa algo que está lá fora. Além disso, ela não chama atenção bastante para tirar a concentração. Outra vantagem das plantas é que é possível deixá-las mais de dois dias sem água. Em outras palavras, você não precisa nem chegar perto do seu home office aos fins de semana.

8) Personalize com bom senso – Nada contra colocar fotos de família na sua mesa, mas, depois de um tempo, elas deixam de chamar a sua atenção. "É importante personalizar a mesa, mostrar que aquele lugar é seu, mas talvez seja melhor fazê-lo com memes impressos, histórias em quadrinhos ou até um cheiro que te deixe mais alegra", afirma Linda.

9) Tire da sua vista coisas que te incomodavam no seu emprego – Chauliac tem aversão a um eletrônico mais que comum em escritórios: impressoras. "Elas parecem chatas e até seus barulhinhos me irritam", diz ele. Sua fobia pode ser a mesma dele, ou aquele monte de post-its colocados no monitor, ou o toque do telefone. Trabalhar em casa tem que ser mais legal do que trabalhar fora, então é importante tirar de vista o que pode te deixar para baixo. "Ninguém está falando que é proibido ter uma impressora ou um telefone. Basta deixar aquilo mais escondido", afirma Chauliac.

10) Mantenha tudo o que você precisa perto de você – Lembre-se das distrações que a sua casa pode proporcionar. A TV; sua namorada ou namorado; comida; seu animal de estimação. Tudo isso é ótimo, mas deixe-os para a hora do descanso. Se toda vez que você precisar de caneta, tesoura, grampeador, papel ou uma bebida, você precisar atravessar todas essas "tentações", é provável que você perca muito tempo.

Mantenha o que você precisa ao alcance da sua mão. Se possível, pense na ideia de ter um frigobar no seu escritório. Mas há exceções. "É importante parar. Almoçar na mesa de trabalho é algo que não deve ser feito, por mais legal que o ambiente de trabalho seja. Não é preciso ficar ali todo o tempo do mundo", diz Linda.















1º de Maio de 2018



laertemaio






Pela primeira vez desde a redemocratização, as centrais sindicais farão um único ato pelo Dia do Trabalho, neste Primeiro de Maio. 

Curitiba, onde o ex-presidente Lula está preso, será a capital do encontro entre CUT, Força Sindical, CTB, NCST, UGT, CSB e Intersindical, com foco em pautas como a liberdade de Lula e o protesto contra a reforma trabalhista do governo Michel Temer, que tem agravado o quadro de desemprego no País.

Beth Carvalho, Ana Cañas, Maria Gadú e Renegado são alguns artistas confirmados. 








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Como as crianças reagem à diferença salarial entre homens e mulheres – veja esse vídeo



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Débora Schach



Iniciativa do sindicato norueguês Finansforbundet, esse experimento mostra a reação de crianças à diferença de pagamento entre homens e mulheres. 

Depois de realizar a mesma tarefa juntos, um menino e uma menina recebem sua recompensa – mas, para surpresa de ambos, o pagamento da menina é consideravelmente menor do que o do menino.

Para elas, o fato de uma menina ganhar menos apenas pelo fato de ser menina não faz o menor sentido.

“Pagamento desigual é inaceitável aos olhos das crianças. Por que deveríamos aceitar como adultos?” – questiona o vídeo. 

A criação é da agência Morgernstern com produção da Willynikkers. Saiu no AdFreak.







Postado em Blue Bus em 14/03/2018



Consequência do golpe : jornada intermitente



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O bilionário que adora filosofia, encerra o expediente 17h30 e paga os funcionários acima da média



Brunello with his innovative gray tuxedo in 2008




Quais os segredos por trás de uma empresa milionária de sucesso? Não é de hoje que aspirantes a empreendedores tentam decifrar as fórmulas para transformar ideias em grandes negócios – se é que elas existem. Ainda que seja difícil de acreditar em receitas prontas, fontes de inspiração são sempre bem-vindas, e o italiano Brunello Cucinelli é uma das mais interessantes que há por aí.

Sua grife de moda pode não ser tão conhecida do grande público como suas conterrâneas Gucci, Armani, Prada ou Versace, entre tantas outras, mas ele não tem do que reclamar: em 2016, faturou 450 milhões de euros e vem crescendo cerca de 10% ao ano, principalmente graças a delicados pulôveres de cashmere feitos a mão e que valem milhares de euros.

“Quando criança, testemunhou seu pai trabalhando em um ambiente pouco agradável e se tornou um observador atento do mundo, desenvolvendo o sonho de promover um conceito de trabalho que garantisse o respeito à dignidade moral e econômica do ser humano”, diz o site do empresário.

Na década de 70, ele se graduou como topógrafo e entrou na faculdade de engenharia, mas desistiu do curso. Em 1978, fundou a empresa na vila medieval de Solomeo, e contava com apenas dois funcionários para levar adiante a ideia de vender pulôveres de cashmere tingidos. Hoje, são mais de mil empregados, várias empresas parceiras e 122 boutiques espalhadas pelo mundo (a unidade brasileira fica no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo).

Fazer os funcionários trabalharem até a exaustão não é uma estratégia que agrade a Brunello. O expediente acaba às 17h30 todos os dias e para todos os empregados, não há marcação de ponto na entrada. Horas extras, e-mails e telefonemas fora do horário de trabalho não são sequer cogitados. E os salários superam a média do setor em 20%. 

Valorizando sempre a criatividade, ele criou um programa de reembolso para atividades culturais: o dinheiro investido por funcionários em livros, ingressos para cinemas, teatros e museus é devolvido: até 500 euros para os solteiros, e 1000 para quem precisa bancar esse tipo de diversão para a família.

Ele se diz fã da filosofia de Aristóteles, valorizando a dignidade e a moral. Seu objetivo é “um lucro que não danifique o território, que não prejudique a humanidade, que permita pensar ao longo prazo. Esta é uma empresa que deve ter uma visão secular”, contou à Exame.

A preocupação com o território se dá também na prática. Ele se comprometeu a revitalizar a vila de Solomeo, onde nasceu e fundou a empresa. Reformou palácios medievais históricos, fundou uma escola, reformou estradas, melhorou a iluminação pública e até cuidou de casas de outros moradores.

Seu estilo de negócios, batizado por alguns de “Capitalismo Neohumanista”, surpreende e chama atenção em todo o mundo. Há um número considerável de bons artigos sobre Brunello em vários idiomas. 

Algumas dicas para os interessados: em português, na Exame; em inglês, na The New Yorker, na Forbes e na GQ; e em espanhol em três oportunidades no El País: em 2013, 2014 e 2016.





Joao Rabay   Gosta de ler boas histórias para aliviar a mente no meio de tantas notícias ruins. Ainda acredita que elas podem inspirar boas mudanças e fica feliz quando pode contá-las.





Postado em Hypeness