
Por Dentro ... em Rosa
A dor
Crescer dói...
Você pode ter as melhores instruções do mundo e seguir uma vida tranquila, mas você só conhecerá a tua força e a tua sabedoria quando fores submetido a dor, ao sofrimento.
A dor é uma mestra cruel. Ela cega, revolta, magoa, fere no mais íntimo de teu espírito, mas se conseguires vencer a escuridão da dor, resplandecerá em ti a luz de uma pessoa vitoriosa, dona de uma felicidade calma e ao mesmo tempo contagiante, típica das pessoas que já conhecem bem este mundo.
Mas o sofrimento não acabará.
O mundo continuará tendo sua natureza fascinante, linda, amarga e cruel. E não faltarão forças que tentarão te colocar de joelhos - a diferença é que neste momento, você não cairá mais.
Você terá vencido a dor, e agora apenas a paz e a felicidade te esperarão.
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Estudantes, corações e mentes
@25outubro2026 Estudantes ocuparam ruas do Centro de Belo Horizonte em um ato pacífico em defesa da democracia e da soberania nacional. Durante a mobilização, os participantes exibiram cartazes, entoaram palavras de ordem e reforçaram mensagens relacionadas à participação popular e à defesa das instituições democráticas. O ato transcorreu de forma pacífica e integrou uma série de mobilizações estudantis registradas em diferentes cidades do País.
♬ som original - Bora Lula ✊️
25 de Outubro : Será luz ou sombra ?
@fachaves Sobre as Eleições e os próximos passos
♬ som original - Fabio Chaves
@rafaellopes65_ Vai ser lindo não poder votar em 2030!
♬ som original - rafaellopes65_
@erika.vonsohsten_2026 #paraiba #lula ♬ som original - erika.vonsohsten_2026
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@tributoaosenhorbrasil #tributoarolandoboldrin #tributoaosenhorbrasil #cultura #srbrasil #rolandoboldrin ♬ Memories - ghawels
O texto "Sinto Vergonha de Mim" é de autoria da escritora e poetisa Cleide Canton, com a inclusão de um trecho de um discurso histórico de Rui Barbosa em sua parte final.
Autora principal: Cleide Canton (que escreveu a maior parte da poesia).
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Trecho final: Extraído de um discurso proferido por Rui Barbosa no Senado Federal em 1914.
O texto tornou-se amplamente conhecido após ser declamado por Rolando Boldrin no programa Senhor Brasil (TV Cultura).
Loucos pela vida
Rio do vazio que se forma à minha volta, pois decidi pela estrada da vida, ainda que torta, é melhor seguir a vida, que a procissão de gente morta.
E assim, faço das minhas desilusões, trampolins para a vitória,
ainda que demore, ainda que a noite seja mais escura,
a minha ambição é tão simples e tão pura:
"ser feliz com o que eu já conquistei",
como o pequeno príncipe, possuir a flor,
para viver de alegria e amor.
Por isso, a solidão não me assusta, me faz mais solidário,
e na solidariedade, a miséria de quem tem menos,
me faz sentir rico, livre de doenças e venenos.
Quando nos isolamos, temos medo de tudo,
das pessoas, das emoções, dos nossos desejos,
e quem vive sem um sonho, sem um beijo,
passa pela vida, como folha caída.
Ah! não tenha medo do insondável,
nem se preocupe demais com o futuro, que pode nem chegar,
antes, faça das suas lembranças,
escada para o dia de hoje,
tão desejado,
tão cheio de oportunidades,
que em 24 horas não cabe a sua felicidade.
Então, eu te desejo, na simplicidade,
que você se encontre, se ache, se ame,
e seremos dois loucos cheios de poesia,
a andar pelas ruas da vida,
com aquela estranha certeza de que podemos tudo,
que por alguns instantes, somos os donos do mundo!
Chorar pra quê?
A vida é bela, mesmo sem uma fita amarela.
Aproveite o dia!
Paulo Roberto Gaefke
www.meuanjo.com.br
@mabbs_oliver Viva intensamente hoje porque o Amanhã é incerto. #Reflexao#frasesmotivacional#vida#viva❤️ ♬ som original - FRASE MOTIVACIONAL
@sementedotempo Pra Hoje, uma dose de vida bem vivida. #motivacao #inspiration #vida #prahoje #videoviraltiktok ♬ som original - anix nerd1
@rebeka.angel29 A vida passa rápido. Valorize cada momento. Ser feliz começa nas pequenas coisas. Permita-se viver com leveza hoje. #fyp #motivacao #positividadesempre🍀 #frasesinspiradoras #autoconhecimento ♬ som original - Marina Aquino
Prepare-se para o pior período da história do Brasil
Democracia ou fascismo? Voto sem consciência pode levar o Brasil às trevas
José Geraldo de Santana Oliveira*
“Aquele foi o melhor dos tempos, foi o pior dos tempos; aquela foi a idade da sabedoria, foi a idade da insensatez, foi a época da crença, foi a época da descrença, foi a estação da Luz, a estação das Trevas, a primavera da esperança, o inverno do desespero; tínhamos tudo diante de nós, tínhamos nada diante de nós, íamos todos direto para o Paraíso, íamos todos direto no sentido contrário-…”
A antitética e paradoxal sentença da epígrafe foi extraída do conto “Duas Cidades” (A Tale of Two Cities), de Charles Dickens (1812-1870) — conhecido como escritor dos deserdados —, publicado em 1859, retratando criticamente a realidade política e social de Londres e Paris, durante a revolução francesa que se se desencadeou em 1789.
Não obstante mediarem-se nada menos que 167 anos da data de publicação do conto (1859) e o hoje (2026), parece que o magistral romancista estava escrevendo sobre o contexto mundial, sobretudo do Brasil, de agora.
Antiteticamente, caminham pari passu o melhor e o pior dos tempos. Tempo da menor taxa de desemprego de toda série histórica (5,3% da população ocupada), e a da maior taxa de informalidade (38,8% da população ocupada). Tempo de proteção social para quem tem emprego formal e de desproteção total para quem o não tem.
Tal como na belíssima música de Raul Seixas (O trem das sete), em que o mal vem de braços e abraços com o bem, em um romance astral; disputam a sociedade, palmo a palmo, a sabedoria — com conhecimentos globais e rápida transição da era digital para a inteligência artificial — e a insensatez, marcada pelo individualismo extremo, pela intolerância, o ódio prevalecendo sobre a alteridade e o obscurantismo (escola sem partido etc) em combate mortal contra o pluralismo de ideias e concepções pedagógicas e a liberdade de aprender e ensinar.
E o que é mais grave e confirma a antítese do conto de Dickens, é a disputa da vida e da morte da democracia pelo voto. Paradoxalmente, o voto nas eleições de 4 e 25 de outubro, se for necessário, definirá se a democracia brasileira, ainda tão jovem e tão frágil, sobreviverá e poderá se sedimentar ou se perecerá, cedendo lugar à negação do Estado Democrático de Direito, que teve a tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023 como sua antessala; a ser retomada, em definitivo, se Flávio Bolsonaro desventuradamente for eleito, como ele afirma e reafirma cotidianamente.
Tal qual um sonho dantesco, em que as sombras voam — parafraseando os versos do poema navio Negreiro de Castro Alves —, o voto, oxigênio e elixir da democracia, que sem ele definha, aniquila-se e morre, pode ser seu gás da morte (gás sulfídrico), dependendo do resultado das eleições presidenciais, especialmente.
Do mesmo modo que no conto de Dickens, as eleições podem ser a primavera da esperança como o inverno do desespero. Se não podem levar o país ao paraíso, podem evitar que despenque em sentido contrário, rumo ao inferno.
A presidência da República é disputada por dois projetos de Brasil, diametralmente opostos, o democrático, representado por Lula, e o fascista, encabeçado por Flávio Bolsonaro.
E o que soa como tão ou mais dantesco são os números das pesquisas quantitativas, que indicam disputa parelha entre os candidatos Lula e Flávio Bolsonaro.
Como bem diz o citado romancista Charles Dickens, na mesma obra, parece que o eleitorado que declara voto em Flávio Bolsonaro somente o avalia pelos olhos do corpo. Isto é, somente o avalia pela aparência e pelas bravatas que não se cansa de repetir. Jamais se deu ao trabalho de o analisar com os olhos da mente (consciência). Importa dizer: não avalia sua história política, seus compromissos, seu desapreço pela democracia, sua subserviência ao governo de Trump. Em uma palavra: nunca analisou o risco que ele oferece para a ordem democrática, para a valorização do trabalho humano e para o bem-estar e a justiça sociais.
Não é crível que algum/a eleitor/a, que não se inclua entre os que se beneficiam das desigualdades sociais, da precarização do trabalho e do cerceamento da liberdade, vote conscientemente para arremeter o Brasil às trevas.
Ainda há tempo de analisar as candidaturas com os olhos da mente e votar pelo bem do Brasil!
Ao depois, será tarde demais!
*José Geraldo de Santana Oliveira é consultor jurídico da Contee ( Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino )
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O policial e o senador
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