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Instituto criado por atriz brasileira vence prêmio do BRICS por combate à fome


Atriz, apresentadora e empreendedora social Úrsula Corona. Foto: Reprodução

O Instituto Fome de Tudo, criado pela atriz, apresentadora e empreendedora social Úrsula Corona, venceu a edição de 2026 do prêmio da Aliança de Negócios de Mulheres do BRICS na categoria Agricultura e Segurança Alimentar. A cerimônia ocorreu na quarta-feira (9), em Nova Déli, na Índia. Com informações de Folha de S.Paulo.

A iniciativa brasileira usa tecnologia para combater a fome e reduzir o desperdício de alimentos. O reconhecimento destacou o trabalho de redistribuição de excedentes que poderiam deixar de ser aproveitados.

Fundado em 2020, o Fome de Tudo conecta produtores, empresas e supermercados que têm alimentos excedentes a instituições, escolas, hospitais e comunidades que precisam desses recursos.

Uma plataforma tecnológica organiza essa rede e busca tornar a redistribuição mais eficiente e rastreável. O instituto reúne milhares de parceiros em sua operação.

Home page do projeto “Fome de Tudo”. Reprodução

Rede já distribuiu 9 milhões de refeições

O Fome de Tudo já ajudou cerca de 300 mil pessoas e contribuiu para a distribuição de 9 milhões de refeições desde sua criação.

A operação movimenta aproximadamente 500 toneladas de alimentos por mês. A iniciativa calcula que evitou a emissão de 15 mil toneladas de dióxido de carbono ao destinar os produtos para consumo.

O instituto mantém parceria com o World Food Programme, agência humanitária da Organização das Nações Unidas (ONU). A colaboração resultou na campanha “Fome Não Tira Férias”.

A campanha busca reunir empresas privadas contra a insegurança alimentar durante o período de férias e tem TikTok e Caixa Econômica Federal entre os patrocinadores.



Veja abaixo um pouco de Úrsula Corona






Presidente Lula na Conferência Internacional de Alto Nível para discutir a situação da Palestina

 


Presidente Lula na ONU em 22/09/2025



👇Além das crianças feridas e assassinadas, há as crianças abandonadas pela perda dos pais e familiares. 


Neste emocionante experimento social, conhecemos um bebê sem-teto em Gaza — sozinho, faminto e desidratado. 

Como muitas crianças inocentes afetadas pelo conflito e pela pobreza, ele foi abandonado à própria sorte sem necessidades básicas como comida, água ou abrigo. 

Este vídeo documenta sua angústia de partir o coração... e a gentileza que mudou tudo.

Por meio desta jornada de transformação, pretendemos conscientizar sobre o sofrimento invisível de crianças em regiões devastadas pelas guerras e mostrar como pequenos atos de compaixão podem fazer a diferença em vidas.

🙏 Assista, compartilhe e apoie. Sua voz pode ajudar a espalhar esperança.

💔 Nenhuma criança deve ser esquecida.

📌 Este é um projeto de conscientização social. Todas as cenas são filmadas com respeito, com a intenção de educar e inspirar mudanças positivas.

30 de julho de 2025

#EsperançaParaGaza #ExperimentoSocial #CriançasDeGaza


O extermínio do povo palestino . . . O mundo deve parar os Estados Unidos e Israel nesta barbárie !

 



Aviso : Vídeos com imagens fortes.

O mundo deve PARAR Israel !

 


Os dados acima são de 2024. Agora em 2025 os números triplicaram. Este gráfico mostra bem que as mortes de crianças é bem maior que adultos. E nos mostra que um dos objetivos de Israel, matando mais as crianças, é acabar com o futuro palestino.

PT mostra com imagens do Google Street View aumento da miséria sob Temer e Bolsonaro




Imagens mostram como passarelas, viadutos, praças e calçadas se tornaram “lares” de famílias sem teto diante da incapacidade do Estado em conter o aumento da miséria.

Rede Brasil Atual - Através de imagens captadas pelo Google Street View – uma ferramenta de captação de fotos em 360º nas ruas das cidades –, o PT mostrou o aumento da população em situação de rua e o crescimento da miséria sob os governos de Michel Temer (2016-2018) e Jair Bolsonaro (2019-2022).

Os retratos mostram como passarelas, viadutos, praças e calçadas se tornaram em algumas capitais “lares” de famílias sem teto diante da incapacidade do Estado em conter o aumento da miséria. Em São Paulo, por exemplo, o número de pessoas que vivem nas ruas da capital cresceu 31% durante a pandemia de covid-19. Em 2021, havia 31.884 pessoas sem teto na cidade, 7.540 a mais do que o registrado em 2019.

Apesar da ausência de dados oficiais, estima-se que o total de pessoas em situação de rua no Brasil era de aproximadamente 221.869, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em pesquisa publicada em março de 2020. Após o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, a população de desabrigados aumentou, pelo menos, 60,95%. Eram 137.849 contra os quase 222 mil brasileiros na rua durante o governo Bolsonaro.

Monitoramento

A ausência de censo da população de rua nas capitais, sobretudo no contexto pandêmico, dificultou a criação de políticas públicas na área. Em Belo Horizonte, por exemplo, o último censo é de 2013. Na época, segundo a contagem, eram 1.827 pessoas vivendo nas ruas da capital mineira. Mas segundo o CadÚnico, em junho de 2021, já eram 8.473 pessoas.

No Recife, 1.600 pessoas viviam em situação de rua em 2019, na última contagem pública. O volume é quase a metade da estimativa feita por entidades sociais. A pandemia também agravou a situação da miséria em Brasília, onde estima-se que, em agosto de 2021, havia 2.303 pessoas em situação de rua na capital federal, representando um aumento de 17,5% comparado a 2020 (2.181). Na capital do Pará, apesar de não haver dados concretos, a Secretaria Municipal de Saúde estima que hoje existam entre 1.500 e 2.000 pessoas vivendo em situação de rua em Belém. Mais de 8 mil pessoas moram nas ruas de Salvador, segundo dados do CadÚnico.

O desemprego no governo Bolsonaro segue alto, atingindo 11.2% da população economicamente ativa no trimestre encerrado em janeiro de 2022. Além disso, a taxa de informalidade segue elevada – e corresponde a 40,4% dos ocupados, ou 38,5 milhões.








PT mostra com imagens do Google Street View aumento da miséria sob Temer e Bolsonaro




Imagens mostram como passarelas, viadutos, praças e calçadas se tornaram “lares” de famílias sem teto diante da incapacidade do Estado em conter o aumento da miséria.

Rede Brasil Atual - Através de imagens captadas pelo Google Street View – uma ferramenta de captação de fotos em 360º nas ruas das cidades –, o PT mostrou o aumento da população em situação de rua e o crescimento da miséria sob os governos de Michel Temer (2016-2018) e Jair Bolsonaro (2019-2022).

Os retratos mostram como passarelas, viadutos, praças e calçadas se tornaram em algumas capitais “lares” de famílias sem teto diante da incapacidade do Estado em conter o aumento da miséria. Em São Paulo, por exemplo, o número de pessoas que vivem nas ruas da capital cresceu 31% durante a pandemia de covid-19. Em 2021, havia 31.884 pessoas sem teto na cidade, 7.540 a mais do que o registrado em 2019.

Apesar da ausência de dados oficiais, estima-se que o total de pessoas em situação de rua no Brasil era de aproximadamente 221.869, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em pesquisa publicada em março de 2020. Após o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, a população de desabrigados aumentou, pelo menos, 60,95%. Eram 137.849 contra os quase 222 mil brasileiros na rua durante o governo Bolsonaro.

Monitoramento

A ausência de censo da população de rua nas capitais, sobretudo no contexto pandêmico, dificultou a criação de políticas públicas na área. Em Belo Horizonte, por exemplo, o último censo é de 2013. Na época, segundo a contagem, eram 1.827 pessoas vivendo nas ruas da capital mineira. Mas segundo o CadÚnico, em junho de 2021, já eram 8.473 pessoas.

No Recife, 1.600 pessoas viviam em situação de rua em 2019, na última contagem pública. O volume é quase a metade da estimativa feita por entidades sociais. A pandemia também agravou a situação da miséria em Brasília, onde estima-se que, em agosto de 2021, havia 2.303 pessoas em situação de rua na capital federal, representando um aumento de 17,5% comparado a 2020 (2.181). Na capital do Pará, apesar de não haver dados concretos, a Secretaria Municipal de Saúde estima que hoje existam entre 1.500 e 2.000 pessoas vivendo em situação de rua em Belém. Mais de 8 mil pessoas moram nas ruas de Salvador, segundo dados do CadÚnico.

O desemprego no governo Bolsonaro segue alto, atingindo 11.2% da população economicamente ativa no trimestre encerrado em janeiro de 2022. Além disso, a taxa de informalidade segue elevada – e corresponde a 40,4% dos ocupados, ou 38,5 milhões.








Com ossos doados na mão, idosa desabafa : " comíamos carne com Lula e Dilma. Volta para o inferno, Bolsonaro ” (vídeo)




Idosa de 73 anos fez um desabafo emocionado que viralizou nas redes sociais.

247 - Uma idosa, que mora na cidade de Vitória da Conquista (BA), fez um desabafo que viralizou nas redes sociais. Aos 73 anos, ela relata que precisa pegar ossos doados pelos açougues para conseguir se alimentar com "um caldo".

Segurando os ossos na mão, ela faz um relato emocionado. “Boa noite pessoal. Eu tenho 73 anos e no governo de Dilma e Lula nóis podia comer frango, nóis podia comer carne, mas agora os véi estão enfraquecendo tudo (SIC)”.

Ela ainda reforçou que só consegue comer pois os açougueiros doam as carcaças de ossos.

A senhora ainda culpou diretamente Jair Bolsonaro pelo cenário de miséria no país. “Sai satanás do inferno, volta pro inferno”, disse.


Veja:




 

Com ossos doados na mão, idosa desabafa : " comíamos carne com Lula e Dilma. Volta para o inferno, Bolsonaro ” (vídeo)




Idosa de 73 anos fez um desabafo emocionado que viralizou nas redes sociais.

247 - Uma idosa, que mora na cidade de Vitória da Conquista (BA), fez um desabafo que viralizou nas redes sociais. Aos 73 anos, ela relata que precisa pegar ossos doados pelos açougues para conseguir se alimentar com "um caldo".

Segurando os ossos na mão, ela faz um relato emocionado. “Boa noite pessoal. Eu tenho 73 anos e no governo de Dilma e Lula nóis podia comer frango, nóis podia comer carne, mas agora os véi estão enfraquecendo tudo (SIC)”.

Ela ainda reforçou que só consegue comer pois os açougueiros doam as carcaças de ossos.

A senhora ainda culpou diretamente Jair Bolsonaro pelo cenário de miséria no país. “Sai satanás do inferno, volta pro inferno”, disse.


Veja:




 

A fome volta no Brasil

 


 

 



 


A fome volta no Brasil

 


 

 



 


Roda de Conversa com Padre Júlio Lancellotti, Eduardo Marinho, Frei David e Edu Moreira

 


No quadro "Roda de Conversa - Espiritualidade, Vida e Filosofia", Frei David, presidente da ONG Educafro, Eduardo Marinho, artista plástico, escritor, ativista social e filósofo e Eduardo Moreira recebem Pe. Júlio Renato Lancellotti, pedagogo e presbítero católico brasileiro. O padre exerce a função de pároco da paróquia de São Miguel Arcanjo no bairro da Mooca, na cidade de São Paulo e além da paróquia, também é responsável pelas missas realizadas na capela da Universidade São Judas Tadeu, situada na mesma rua.











Roda de Conversa com Padre Júlio Lancellotti, Eduardo Marinho, Frei David e Edu Moreira

 


No quadro "Roda de Conversa - Espiritualidade, Vida e Filosofia", Frei David, presidente da ONG Educafro, Eduardo Marinho, artista plástico, escritor, ativista social e filósofo e Eduardo Moreira recebem Pe. Júlio Renato Lancellotti, pedagogo e presbítero católico brasileiro. O padre exerce a função de pároco da paróquia de São Miguel Arcanjo no bairro da Mooca, na cidade de São Paulo e além da paróquia, também é responsável pelas missas realizadas na capela da Universidade São Judas Tadeu, situada na mesma rua.




Tem gente com fome !

 






Tem gente com fome !

 






A fome volta no Brasil

 




A fome volta no Brasil

 




Eles estão surdos . . .



Imagem relacionada






















Copia : Aplicativo conecta comida que sobrou a pessoas que passam fome





Redação Hypeness



O desperdício de comida é um problema mundial. Um terço dos alimentos produzidos é jogado fora em plenas condições de consumo. Nos Estados Unidos, o país mais rico do mundo, não é diferente, mas um aplicativo quer ajudar a melhorar esse quadro.

O Copia funciona de um jeito simples: os usuários se cadastram e avisam quando têm comida sobrando. Um motorista vai até o local e retira os alimentos, depois os leva até um dos locais disponíveis para recebê-los.


A ideia surgiu durante um almoço quando a fundadora, Komal Ahmad, ainda estava na faculdade, em Berkeley. Um sem-teto chegou até ela para pedir dinheiro para comer. Ela o convidou para almoçar e eles conversaram. Saber que a universidade jogava comida fora todos os dias a fez pensar, e em alguns meses Komal criou um programa de doação de alimentos do refeitório.


Até hoje, o Copia diz ter recuperado mais de 360 toneladas de comida que iria para o lixo, alimentando 691 mil pessoas. Por enquanto, o serviço funciona em oito cidades da Califórnia, mas pretende se expandir em breve. Será que a ideia pode ser reproduzida no Brasil?




Fotos: Reprodução/Copia


Infográfico: Super Interessante


Postado no Hypeness