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EUA e Trump : perdieron la ternura. Por Kakay


Donald Trump, presidente dos EUA. Foto: Kevin Lamarque/Reuters


É desalentador o que ocorre no mundo inteiro com as decisões criminosas dos EUA, especialmente do estranho e decrépito presidente Trump. O povo norte-americano sempre foi, em regra, voltado só a si mesmo, além de desinformado e tosco. Mas existia certa regra internacional que delimitava ou, às vezes, demarcava os abusos intervencionistas e megalomaníacos do poder de Washington.

Ainda que tenhamos presenciado, ao longo dos últimos tempos, muitas invasões a outros países, os EUA tentavam, de alguma maneira, anunciar as ações temerárias como parte de uma estratégia para manter a paz. Agora, despiram as máscaras. É a guerra de dominação. O fim do direito internacional. A força pela força e pelo objetivo econômico. Não existem mais desculpas a serem dadas. É a barbárie institucionalizada.

Quando o Brasil enfrentou os golpistas do 8 de Janeiro e os submeteu a um julgamento público pelo Supremo Tribunal, com a condenação e a prisão dos líderes, inclusive do ex-presidente Bolsonaro, o país deu uma demonstração ao mundo de civilidade e maturidade institucional.

Enquanto isso, nos EUA, os norte-americanos elegiam o chefe do golpe do Capitólio. Era o sinal do vale-tudo institucionalizado. Não apenas a submissão dos poderes constituídos ao jugo do presidente Trump, mas também uma carta branca para os delírios golpistas muito além das fronteiras do país. A corrida armamentista e colonizadora não encontra limites.

Até mesmo criar um conselho, sob o completo controle norte-americano, para substituir e desmoralizar a ONU, foi efetivado. Em um misto de megalomania, demência, prepotência e arrogância, e para fugir de um impeachment decorrente do caso Epstein envolvendo pedofilia, o presidente Trump se intitulou imperador do mundo.

Jeffrey Epstein. Foto: Reprodução

As invasões armadas, as mortes generalizadas de civis, de mulheres e de crianças e o controle dos mares, tudo descamba para uma desordem geral. Vez ou outra, os EUA erram a mão e encontram alguma resistência, mas nada que não signifique, ao fim e ao cabo, um massacre do país invadido, com a morte de milhares de inocentes. As declarações de Trump são cada vez mais delirantes e desencontradas. Como não tem interlocutor, ele fala o que quer. Parece que o mundo capitulou e a barbárie é a regra.

A última manifestação de Trump, dizendo, em tom de galhofa –mas é sério–, que vai ter “a honra de tomar Cuba” e que fará lá “o que quiser”, é estarrecedora. Durante décadas, submeteram Cuba e os cubanos a um isolamento criminoso e cruel. Desumano. Um embargo assassino. Mataram um povo de fome e estrangularam um país. Agora, depois de constatarem que o país está em frangalhos, desdenham do povo cubano e dizem que é fácil dominá-lo, pois ele está “fraquinho”. É a constatação inequívoca da força pela força, do desprezo ao direito internacional e do fim de qualquer réstia de humanidade.

Farão de Cuba uma praia de luxo para os ricos norte-americanos. Um resort parecido com a ideia que projetaram para Gaza. Em Cuba, o ataque poderá ser por terra, frustrados por não poderem invadir o Irã por terra, por causa das condições do país. Vão vingar a derrota na Baía dos Porcos de 1961, quando um grupo paramilitar treinado pela CIA, com apoio das Forças Armadas dos EUA, fracassou ao tentar derrubar Fidel Castro. Cuba sempre habitou o imaginário popular de muitas gerações, inclusive da minha juventude, como exemplo de um povo altivo, resistente e íntegro.

Quando os EUA estiverem liquidando os cubanos, já esgotados pelo embargo assassino, é importante observar a reação das pessoas. Com essa invasão, morrerá um pouco do que há de humano em cada um de nós. Em cada um que ainda resiste e acredita que é possível vencer a barbárie desenfreada. Talvez só nos reste sofrer com os cubanos e esperar que os excessos desse imperador do mundo despertem o sentimento da necessidade de resistência. É o que nos resta diante do império da força.

Lembrando-nos de Fidel Castro: “As bombas podem matar os famintos, os doentes e os ignorantes, mas não podem matar a fome, as doenças e a ignorância.”


Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido pela alcunha de Kakay, é um dos maiores advogados criminalistas brasileiros. É também poeta e escritor.

Pobre menino rico

 











Canadá rompe com os EUA e lidera o mundo contra Trump

 



Abuso de poder e racismo termina com o policial levando grande lição

 



Polícia secreta nazista Gestapo está de volta nos EUA

 




Mulheres estão se afastando de igrejas evangélicas neopentecostais nos Estados Unidos




Será que Michelle Bolsonaro vai provocar o mesmo êxodo aqui ao defender que as mulheres sejam submissas ao marido? Tomara


Michele na cozinha com o maquiador Augustin. Foto : Reprodução Instagram

 
Um movimento está em alta nos Estados Unidos de Donald Trump: mulheres evangélicas estão abandonando suas igrejas por falta de identificação com as ideias retrógradas dos pastores e líderes, a maioria deles associados ao discurso da extrema direita. A LGBTfobia, a defesa do patriarcado e o antifeminismo, sobretudo, têm afastado as mulheres cristãs do neopentecostalismo, segundo uma reportagem do RNS (Religion News Service).

As ex-vangélicas, como se autointitulam, se manifestam em canais do youtube e tiktok e em podcasts retratando a cultura evangélica como opressiva e doentia em relação às mulheres. O RNS ouviu a influenciadora Taylor Yoder, da Pensilvânia, que começou a questionar suas crenças depois de comparar as falas do pastor da igreja que frequentava desde criança com a realidade de ter amigos LGBTs no trabalho.

“Será que eu realmente acredito que essas pessoas merecem queimar no inferno?”, ela se perguntou. Quando sua família apoiou Donald Trump, Taylor percebeu que a mistura de religião com política não lhe agradava. “O que mais me incomoda é como a política se tornou tão intrinsecamente ligada à igreja. Isso transformou muitos evangélicos na minha vida em pessoas realmente desagradáveis.”

Hoje Yoder tem cerca de 240 mil seguidores no tiktok, onde mantém um perfil chamado skeptical heretic (herege cética, em tradução livre) e critica principalmente a intromissão da religião na política. Outra ex-vangélica, Amy Hawk, autora de O Efeito Judas: Como os Evangélicos Traíram Jesus em Busca de Poder, acredita que as mulheres estejam à frente de um movimento capaz de reformar o cristianismo protestante nos EUA.

“Acredito que Deus está avivando mulheres a se manifestarem. Deus está permitindo isso para que possamos ver a corrupção e nos afastarmos dela”, disse Amy. Após publicar o livro, ela passou a produzir vídeos argumentando, com a Bíblia em mãos, que apoiar Trump é antibíblico. Mulheres que abandonaram a igreja se identificam com o que Amy diz: “Muitas vêm até mim e dizem: ‘Obrigada, eu achei que estava ficando louca’."

Nos últimos dias, vimos duas mulheres bolsonaristas de Santa Catarina se digladiando porque uma delas, Julia Zanatta, prega que é preciso “baixar a cabeça” para Jair Bolsonaro e aceitar bovinamente a indicação de seu filho Carlos, que nunca morou no Estado, como candidato ao Senado. A outra, Ana Campagnolo, ou aceita baixar a cabeça ou vai acabar sendo expulsa do partido. Enquanto isso, num evento do PL Mulher, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pregava a “submissão saudável” da esposa ao marido…

Ao mesmo tempo, no Congresso Nacional, os bolsonaristas conseguiam aprovar um projeto que dificulta às meninas o aborto legal em caso de estupro. Ou seja, empoderaram estupradores e pedófilos e desempoderaram mães e filhas, praticamente obrigando crianças a carregar no ventre o fruto de uma violência sexual. Maior misoginia do que essa, impossível.

Quantas mulheres, evangélicas ou não, aceitariam que suas filhas tivessem bebês de um pedófilo? Quantas aceitam, hoje em dia, ser submissas ao homem? E se elas não aceitarem essa submissão, o que pode acontecer? O discurso ultrapassado das igrejas fundamentalistas que Michelle Bolsonaro ecoa é extremamente nocivo à luta das mulheres num país campeão em feminicídios. É um discurso que se choca com a visão de igualdade entre gêneros que, pelo visto, até algumas bolsonaristas têm –até serem defenestradas, como aconteceu com Joice Hasselmann.

Será que o discurso misógino, antifeminista de Michelle será capaz de provocar um êxodo de mulheres das igrejas bolsonaristas? Tomara.


Os Estados Unidos estão se tornando um estado policial autoritário?

 




Os Estados Unidos estão se tornando um estado policial autoritário? 

Neste vídeo, reagimos e analisamos a investigação explosiva da CBC News do Canadá que expõe as operações brutais da ICE (Imigração e Alfândega dos EUA) sob Donald Trump

A reportagem mostra agentes federais jogando gás lacrimogêneo em crianças fantasiadas no Halloween, quebrando costelas de veteranos de guerra americanos, e sequestrando cidadãos dos EUA por engano. 

REVELAÇÕES CHOCANTES: Nas últimas 48 horas, novas informações devastadoras vieram à tona. A juíza federal Sara Ellis ordenou que o comandante Greg Bovino compareça ao tribunal TODOS OS DIAS após ele jogar gás em crianças vestidas para o Halloween em Chicago. 

A congressista Pramila Jayapal anunciou a 22ª morte sob custódia da ICE em apenas 10 meses de Trump, comparado com 24 mortes em 4 anos inteiros do governo Biden. 

O Washington Post expôs que o Departamento de Segurança Interna está fabricando vídeos de propaganda falsos, usando imagens antigas de 2019 e de estados errados para enganar o público americano. 

Mais de 170 cidadãos americanos foram detidos ilegalmente pela ICE em 2025, segundo investigação da ProPublica. 

A administração Trump demitiu pelo menos 12 diretores regionais da ICE por não atingirem a cota absurda de Stephen Miller de 3000 prisões por dia. Agora, oficiais mais agressivos da Patrulha de Fronteira estão assumindo o controle em operações que jornalistas chamaram de massacre da meia noite. 

Neste vídeo você vai ver análise crítica sobre como Trump está construindo uma força policial paramilitar nacional não responsável perante ninguém, operando com máscaras, sem identificação, ignorando ordens judiciais e atacando cidadãos pela cor da pele ou idioma que falam.

A reportagem da CBC entrevista vítimas reais: veteranos espancados, enfermeiras sequestradas por fotografar veículos da ICE, e refugiados legais arrancados de seus carros violentamente. 

Também exploramos a Operação Midway Blitz em Chicago que usou helicópteros Black Hawk, granadas de efeito moral e mais de 2800 prisões, tratando bairros residenciais como zonas de guerra.

A Suprema Corte de Trump derrubou decisão que proibia detenções baseadas em cor de pele ou idioma falado. 

Greg Bovino lançou vídeos de propaganda com música de rock e tema de Star Wars, transformando direitos humanos em entretenimento macabro. 

Comparamos com análises de especialistas da UCLA, relatórios da ACLU sobre abuso de poder presidencial, e dados confirmados por NPR, El Pais, The Independent, Reuters e outras fontes internacionais confiáveis.

Este conteúdo traz informações que a mídia brasileira não está cobrindo, com contexto completo, fontes verificadas e análise profunda sobre como os EUA estão caminhando rapidamente para o autoritarismo

Se você se preocupa com democracia, direitos humanos e o futuro da América, este vídeo é essencial. Compartilhe para mais pessoas entenderem a gravidade da situação. Inscreva-se no canal para mais análises críticas e bem fundamentadas sobre política internacional. 

FONTES VERIFICADAS MÚLTIPLAS: CBC News (Canadá), Washington Post, El Pais, NPR, ProPublica, The Independent, Reuters, NBC News, ABC News, MSNBC, PBS NewsHour, ACLU, documentos judiciais federais e relatórios oficiais do Congresso Americano.






Enquanto 7 milhões de americanos marchavam contra o autoritarismo de Trump, ele respondeu com um vídeo de inteligência artificial onde aparece com coroa defecando sobre manifestantes. Não foi montagem de opositores. Foi ele mesmo quem postou. 

Neste vídeo reagimos à análise devastadora do psiquiatra britânico Dr. Russell Razzaque sobre o apelo psicológico de Trump à base MAGA e conectamos com as últimas notícias que comprovam sua tese.

O psiquiatra explica que o contrato entre Trump e seus seguidores não tem nada a ver com melhorar suas vidas. Tem a ver com algo muito mais sombrio e perigoso: validação emocional dos instintos mais obscuros

Trump não governa para o povo, ele emociona pelo povo. Ele canaliza o ódio que seus apoiadores precisam esconder na sociedade. 

Analisamos o vídeo AI polêmico que Trump postou após a Marcha dos Sem Reis (No Kings March), onde aparecem 7 milhões de pessoas em todos os 50 estados protestando contra suas políticas autoritárias.

A resposta presidencial foi um vídeo gerado por inteligência artificial mostrando Trump com coroa pilotando jato KING TRUMP e despejando fezes sobre manifestantes. 

Conectamos a análise psiquiátrica com a condenação de Bolsonaro a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado no Brasil. O Supremo Tribunal Federal brasileiro funcionou enquanto nos Estados Unidos as instituições colapsaram diante do culto à personalidade.

Explicamos por que a base MAGA mantém devoção inabalável mesmo com aprovação presidencial em queda e governo federal paralisado há 21 dias. A conexão não é racional, é visceral. É sobre validação dos impulsos mais sombrios, não sobre políticas que funcionem.

Mostramos como tanto Trump quanto Bolsonaro usaram as mesmas táticas: contestaram resultados eleitorais sem provas, incitaram insurreições violentas contra o Congresso, construíram cultos de personalidade baseados em validação emocional dos piores instintos. 

Incluímos depoimentos de apoiadores trumpistas e análise crítica sobre o fenômeno psicológico que transforma política em catarse emocional coletiva dos piores impulsos humanos. 

Trump e Bolsonaro não são aberrações, são espelhos que refletem o que parte da população sempre quis fazer: desumanizar o diferente, destruir instituições, celebrar crueldade como virtude

Análise profunda sobre autoritarismo, psicologia política, culto à personalidade, fascismo moderno, populismo de extrema direita e manipulação emocional de massas.

Entenda os mecanismos psicológicos por trás da devoção cega a líderes autoritários. 

Vídeo original do Dr. Russell Razzaque analisado: A Psychiatrist Explains What's At The Heart Of Trump's Appeal To The Core MAGA Base (20 de outubro de 2025) 

Fontes: New York Times, Reuters, BBC Brasil, Agência Brasil, USA Today, Euronews, Axios, Los Angeles Times, Silver Bulletin, Morning Consult, Financial Times, CNN Brasil, Al Jazeera, The Hill, Newsweek.






Eu defendo o Brasil !

 



@decionotiktok

Eu defendo o Brasil! E você?

♬ som original - Décio Lima



O vídeo abaixo foi criado por mim em Agosto de 2016, quando a Presidente Dilma Rousseff sofreu o injusto " impeachment ". 

Apesar dos personagens, em 2016, serem outros, a sombra de Golpe
continuou pairando sobre nós até 8 de Janeiro de 2023 !

( Rosa Maria - Editora do Blog )
 



Deputado canadense responde a senador estadunidense

 



O extermínio do povo palestino . . . O mundo deve parar os Estados Unidos e Israel nesta barbárie !

 



Aviso : Vídeos com imagens fortes.

A verdadeira face do " sonho americano "


 

@ribamar.filho.ofi A situação social nos EUA em 2025 reflete uma combinação de falhas estruturais, desigualdades históricas e desafios emergentes. A crise de moradia, a epidemia de opioides, a violência armada, a polarização social, a infraestrutura precária, o comércio de plasma e a inacessibilidade à saúde são sintomas de um sistema que prioriza lucros sobre bem-estar social. Soluções exigem investimentos em habitação acessível, saúde pública, educação, infraestrutura e políticas de redução da desigualdade, além de uma abordagem multifacetada para enfrentar a pobreza e a exclusão social. A coordenação entre governo, ONGs e sociedade civil é essencial para garantir dignidade e segurança a todos. #DesmascarandoOSonhoAmericano #CriseSocialEUA #DesigualdadeSemFiltros@ribamar filho oficial ♬ som original - ribamar filho oficial
@ribamar.filho.ofi

O chamado "sonho americano", que promete prosperidade, liberdade e oportunidades iguais para todos, muitas vezes se revela como um pesadelo para muitos que buscam realizá-lo. A ideia de que qualquer pessoa, independentemente de sua origem, pode alcançar o sucesso por meio de trabalho árduo e determinação é sedutora, mas ignora as barreiras estruturais que muitos enfrentam, como desigualdade social, discriminação e acesso limitado a recursos essenciais. Assim, enquanto alguns conseguem ascender, muitos outros se veem presos em um ciclo de frustração e desilusão, lutando contra um sistema que parece favorecer apenas uma minoria. Além disso, o sonho americano alimenta uma cultura de comparação e competição desenfreada, onde o valor individual é medido pelo sucesso material. Isso gera um ambiente de estresse e ansiedade, onde a busca incessante por status e bens materiais pode levar a um esvaziamento emocional e um sentimento de inadequação. Em vez de promover a felicidade e o bem-estar, essa corrida por um ideal muitas vezes resulta em alienação e solidão, transformando o que deveria ser uma aspiração inspiradora em um verdadeiro pesadelo para muitos que não conseguem atingir as expectativas impostas pela sociedade.

♬ Intimate Compassion - Instrumental Worship and Prayer








Tilda Swinton detona plano de Trump para Gaza e denuncia genocídios no Festival de Berlim

 



Tilda Swinton detona plano de Trump para Gaza e denuncia genocídios no Festival de Berlim

'O desumano está sendo perpetrado sob nossa supervisão', afirmou a atriz ao denunciar assassinatos em massa.

 A atriz Tilda Swinton fez um forte discurso contra o plano de Donald Trump de invadir a Faixa de Gaza, expulsar palestinos e transformar a região em uma "Riviera do Oriente Médio", durante premiação no Festival de Berlim nesta quinta-feira (13). A atriz, que concorreu com Fernanda Torres ao Globo de Ouro pelo filme "O Quarto ao Lado", utilizou seu discurso para denunciar genocídios e extremismos políticos.

"Podemos seguir para o grande estado independente de cinema e descansar lá, um reino ilimitado, inatamente inclusivo, imune aos esforços de ocupação, colonização, posse ou o desenvolvimento da 'propriedade Riviera'. Um reino sem fronteiras e sem política de exclusão, perseguição ou deportação", afirmou a atriz, também fazendo alusão à política extremista de deportação em massa adotada por Trump.

A atriz ainda continuou seu discurso denunciando a ocorrência de assassinatos em massa "perpetrados pelo Estado e facilitados internacionalmente" e condenados por organizações que têm o objetivo de "monitorar coisas inaceitáveis para a sociedade humana". "Esses são fatos que precisam ser enfrentados", declarou.


"O desumano está sendo perpetrado sob nossa supervisão. Estou aqui para nomeá-lo, sem hesitação ou dúvida em minha mente, e para emprestar minha solidariedade inabalável a todos aqueles que reconhecem a inaceitável complacência de nossos governos viciados em ganâncias que que se tornam amigos de destruidores de planetas e criminosos de guerra, de onde quer que venham", completou Tilda. 

Além da atriz, o presidente do festival, Todd Haynes, e o membro do júri deste ano Rodrigo Moreno, também fizeram críticas a Donald Trump e ao presidente argentino Javier Milei. “Estamos assistindo a essa avalanche de ações nas primeiras semanas de gestão. Preocupa muito”, disse Haynes sobre Trump.

"Acho que faz parte da estratégia criar uma sensação de instabilidade, choque, pois as pessoas têm muito receio da situação econômica. Temos que procurar formas de resistência dentro do nosso setor", defendeu o presidente.

Já Moreno, que é argentino, chamou Milei de fascista e maluco, e comentou sobre a dificuldade de fazer filmes diante do governo do presidente da Argentina. "É um pesadelo. Até o ano passado, tivemos uma lei forte, que nos permitia fazer muitos filmes, semelhante ao sistema francês. Foi isso que nos permitiu fazer este cinema argentino bonito e renovado nas últimas décadas. Agora, tudo foi cortado. No ano passado, nenhum filme foi produzido pelo Instituto Nacional de Cinema, uma tragédia", afirmou.