" Falar em herança maldita é falta de vergonha na cara "


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Senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) dispara contra a tentativa do PMDB de criar o discurso da "herança maldita", lembrando que foi o parlamento, comandado por Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que sabotou o governo Dilma, lançou pautas-bomba e impediu medidas de ajuste, como a volta da CPMF, ou seja, foi criada pelo próprio PMDB. "Fizeram tudo para inviabilizar o governo da presidenta Dilma. Agora, que querem aumentar o déficit orçamentário, uma das causas alegadas para o impeachment, dizem que têm uma herança maldita. Tenham vergonha na cara, isso é falta de caráter. Herança maldita são vocês, golpistas !", discursou nesta sexta-feira 20 no Senado; assista.



247 – A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) rebateu nesta sexta-feira 20, em discurso no plenário do Senado, a tese de que o PMDB recebeu uma "herança maldita" ao assumir o governo da presidente afastada Dilma Rousseff. "Falar em herança maldita é falta de vergonha na cara", bradou a senadora, que lembrou que foi o próprio PMDB quem contribuiu para a atual situação.


"Fizeram tudo para inviabilizar o governo da presidenta Dilma. Pautas-bombas, atraso na votação de medidas enviadas ao Congresso, articulação na mídia. Agora, que querem aumentar o déficit orçamentário, uma das causas alegadas para o impeachment, dizem que têm uma herança maldita. Tenham vergonha na cara, isso é falta de caráter. Herança maldita são vocês, golpistas!", afirmou Gleisi.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), convocou uma sessão conjunta da Câmara e do Senado para a próxima terça-feira 24 a fim de votar projeto que propõe a alteração da meta fiscal. O presidente interino, Michel Temer, pretende fazer um pronunciamento a fim de "contar" à população sobre a real situação que teria recebido o governo das mãos de Dilma.

Com o discurso da "herança maldita", na avaliação de Gleisi, Michel Temer "tenta justificar que ele não vai dar conta do recado ou que não vai conseguir implementar aquilo que ele prometeu e que os golpistas que o apoiaram prometeram quando fizeram o impeachment da presidenta". Assista seu discurso:








Nem o frio de inverno impediu que milhares de pessoas fossem às ruas de Porto Alegre na terceira manifestação contra o Golpe e o governo golpista !



poa


Débora Fogliatto

No maior ato até agora contra o presidente interino Michel Temer (PMDB) em Porto Alegre, milhares de manifestantes percorreram ruas do Centro e da Cidade Baixa em uma marcha pacífica nesta quinta-feira (19). O ato, convocado após os dois primeiros protestos que terminaram em agressões da Brigada Militar na semana passada, transcorreu sem maiores problemas. Ao final, um pequeno grupo permaneceu na avenida Loureiro da Silva, causando momentos de tensão, mas a polícia não avançou.

Assim como das outras vezes, a mobilização começou na Esquina Democrática, entre as ruas Borges de Medeiros e Andradas, por volta das 18h. Pouco menos de uma hora depois, os manifestantes começaram a caminhada pela Borges em direção ao Palácio Piratini, entoando “Ô ô Sartori, pode esperar, a tua hora vai chegar”. Em ritmo acelerado e animado, sem deixar as músicas pararem, os manifestantes deram a volta na Praça da Matriz, embalados também pelos tambores do Levante Popular da Juventude. Nesse momento, tentaram queimar bonecos de papelão de Temer, do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e do governador José Ivo Sartori.

Dentre os diversos grupos e pessoas presentes, era possível identificar faixas relacionadas ao movimento de mulheres e da cultura, setores ameaçados pelo governo de Temer. A multidão, que chegou a reunir 20 mil pessoas, segundo os organizadores, seguiu então pela rua Duque de Caxias, cantando “ai, ai, ai, ai, empurra o Temer que ele cai”. Os gritos de “fora Temer” e “Temer, ladrão, teu lugar é na prisão” foram alguns dos mais entoados ao longo da caminhada.

Uma faixa com os dizeres “Fora Temer e Cunha na cadeia” liderava a passeata. Ao longo do protesto, era possível ver também cartazes com críticas à Rede Globo, pedindo eleições gerais, apoiando a presidenta afastada Dilma Rousseff (PT), requisitando “não atirem, protesto não é crime”, entre outros. Um grupo de mulheres segurava um cartaz com uma foto de Dilma na época da ditadura, com a pergunta “que horas ela volta?”, em alusão ao filme brasileiro de 2015. Havia ainda pequenos caixões de cartolina, pintados de preto, com os nomes de alguns programas sociais que estão ameaçados, como ProUni, SUS e FIES.


Foto: Guilherme Santos/Sul21


Foto: Guilherme Santos/Sul21


 Foto: Guilherme Santos/Sul21


Foto: Guilherme Santos/Sul21


Foto: Guilherme Santos/Sul21


Foto: Guilherme Santos/Sul21


Foto: Guilherme Santos/Sul21


Foto: Guilherme Santos/Sul21



Postado no Sul21 em 20/05/2016



Temer sitiou o Alvorada e limitou acesso à Presidente Dilma




No facebook do deputado Paulo Pimenta (PT-RS):


Senador Jorge Viana denuncia: Acesso a Presidenta Dilma, no Palácio do Alvorada, está sendo controlado por forte esquema militar. Ninguém pode visitá-la, sem autorização prévia dos golpistas que mantém a Presidenta Eleita nessa situação inaceitável. Não podemos permitir isso !!

“ TEMER SITIOU O ALVORADA E LIMITOU ACESSO A DILMA ”



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O senador Jorge Viana (PT-AC) criticou nesta quinta (19) a barreira colocada perto do Palácio do Jaburu, onde mora Michel Temer, que é próximo do Palácio da Alvorada, onde mora a presidente Dilma Rousseff.  

Com isso, quem precisa ir visitar a presidente é parado e precisa de autorização do Jaburu para passar.

"Faço um apelo ao presidente do Supremo, ministro Lewandowski: questione as autoridades instaladas provisoriamente no Palácio do Planalto se isso é legal. 

Faço um apelo às autoridades: que garantam o ir e vir conforme estabelece a Constituição", disse, segundo o petista, Dilma está sitiada.

Fui fazer uma visita à presidente Dilma, eu estava com o presidente do Congresso Nacional e tivemos que nos identificar, esperar um bom tempo para que telefonemas fossem dados, para que ligações fossem feitas para ver se nós podíamos passar para fazer uma simples visita.

Isso significa que a Presidente eleita está sitiada? Que País é este? Que Governo provisório é esse? 

Essa é a plena democracia? Isso é o funcionamento pleno das instituições?", questionou. 




Esse nosso governo tão tristemente engravatado





E que fala em representantes do “ mundo feminino ”. Socorro.





Gravata Colorida
Quando eu tiver bastante pão
para meus filhos 
para minha amada 
pros meus amigos 
e pros meus vizinhos 
quando eu tiver 
livros para ler 
então eu comprarei 
uma gravata colorida 
larga 
bonita 
e darei um laço perfeito 
e ficarei mostrando 
a minha gravata colorida 
a todos os que gostam 
de gente engravatada… 

Solano Trindade


Ruth Manus

Conheci esse poema através do meu pai. Um dos livros de direito que ele escreveu tem esse poema como epígrafe. Sempre adorei esse texto e sempre adorei o fato do meu pai ser exatamente assim: um homem normal que usa terno e gravata para trabalhar, mas nunca um engravatado cultuando o mundo dos engravatados.

Nesses últimos dias percebi que o poema de Solano Trindade diz muito sobre o momento que atravessamos.

O governo provisório-que-não-se comporta-como-provisório de Michel Temer é um governo tão tristemente engravatado… Não falo aqui, simplesmente, de um governo que usa terno e gravata. Mas de um governo absolutamente engravatado, porque existe uma filosofia engravatada por trás (pela frente e pelos lados) dele. 

É um governo no qual somente gravatas ocupam os Ministérios. No qual saias só entrarão - com muito esforço - nas secretarias. Um governo no qual as sandálias de couro nunca entrarão. Nem all stars encardidos. Pés descalços então, jamais. O salto 15 com glitter também não terá lugar. Assim como tudo o que não for sapato de couro, bem masculino e bem engraxado. 

O que quero dizer é que este governo nunca será um governo plural, como todo bom governo deve ser. 

No Canadá temos um governo composto por uma nadadora paraolímpica, um astronauta, um veterano sikh condecorado pelo serviço no Afeganistão, uma refugiada afegã, um ativista injustamente preso na Índia por terrorismo, um ex-jogador de hóquei que ficou paralisado num tiroteio, entre outros. Pois é. Na hora de falarmos da segurança, do transporte público eficiente, da baixa mortalidade infantil, não temos dúvidas em pegar países como o Canadá como modelo. E agora, José? 

Temer teve a chance de fazer tudo bonitinho, como manda o figurino. Escolher só a galera ficha limpa, representar os principais núcleos de interesses políticos, nomear pessoas de perfis e origens diferentes - nem que fosse só por uma questão de aparência. Mas não. Ficamos num circuito tão masculino, tão branco, tão hétero e tão, tão engravatado. Os mesmos rostos errados de sempre. 

Me doeu muito ver gente - inclusive mulheres - tentando justificar a ausência de mulheres nos Ministérios. “Isso não quer dizer nada”, “Parem com esse mimimi”. 

Bem, a ONU criticou nosso Governo-Clube-Do-Bolinha. Mimimi da ONU? Difícil argumentar. O presidente interino chegou a dizer que buscaria representantes do “mundo feminino” para compor o governo. 

Ora essa, Temer, “mundo feminino”? O que é isso? Um universo à parte, com flores e receitas de bolos? 

Quem fala em “mundo feminino” já demonstra que não entendeu nada ou que está realmente mal intencionado. 

O livro de Direito Constitucional do Professor Michel Temer já esteve na minha estante. Atualmente, nem sei se está na dele. Caso esteja, acredito que ele tenha se esquecido da parte que analisa o preâmbulo da Constituição Federal de 1988 que afirma que devemos ter “a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos”. 

Ou talvez ele não tenha esquecido. Talvez tenha pura e simplesmente ignorado, enquanto apertava o nó da sua belíssima gravata.



Postado em Sábias Palavras


Há o que vira História em poucos minutos. Veja a versão “plus” do Carmina Burana do “Fora Temer”


carmina


Fernando Brito

Pode ser que demore.

Pode ser que os interesses econômicos, a mídia, as instituições apodrecidas e partidarizadas, que a mediocridade que reina em muitos segmentos deste país faça mesmo que o desastre deste governo de usurpação se prolongue.

Mas a cena que os manifestantes que ocuparam a antiga sede do Ministério da Educação e Cultura, o Palácio Gustavo Capanema protagonizaram anteontem – a qual você já deve ter vista em versões de celular que se espalharam na rede – já é história e ficará para sempre na iconografia do golpe político de 2016.

O “Carmina Burana” de Carl Orff jamais ganhou um sentido tão direto para seus versos: Ó Sorte,/ És como a Lua / Mutável,/ Sempre aumentas / Ou diminuis;/ A detestável vida / Ora oprime / E ora cura

Agora, na versão definitiva, de alta qualidade e imensa emoção, postada pela Mídia Ninja, que posto com orgulho.

Compartilhe, envie para todos, guarde o endereço. Se puder, faça uma cópia.

É história.






Postado em Tijolaço em 19/05/2016


Valorize as pequenas alegrias. Um dia elas se tornam uma grande felicidade




André J. Gomes

Assim como os lobos de uma alcateia, as ilhas nos arquipélagos, as aves voando em bando, os peixes em seus cardumes e os cachorros de uma matilha, as pequenas alegrias de uma vida é que fazem a sua grande felicidade.

Todo mundo sente tristeza, chora, sofre, sangra. Mas aí chega do nada um instante de ternura, um carinho da vida, um encanto breve. Uma alegria passa correndo, lambe a cara da gente como um cachorro desastrado e leva a tristeza embora, pendurada na boca.

Se ainda resta felicidade no mundo, ela é nada senão um substantivo coletivo: um conjunto de pequenas alegrias. São elas, as euforias à toa, os instantes de leveza, as risadas escapadas da couraça sisuda em que nos protegemos do mundo, são elas que fazem uma vida feliz.

Alegria a gente não guarda no banco, não aplica na bolsa nem troca por bens de consumo. A gente leva no coração. Gente feliz não joga alegria fora, não desperdiça um momento de riso, não perde uma chance de alegria aqui e ali.

Tem alegria de todo jeito, toda cor, todo tipo, mas as pequeninas, ahh… as alegrias minúsculas são enormes! A visita de uma velha amiga, o filho que melhora da febre alta, a gentileza inesperada, o banho em boa hora, o sono franco, o riso fácil, as fotografias reencontradas, o prato favorito, tudo, tudo aquilo que não vai nos deixar mais ricos, mas melhora nossa vida como nada mais há de fazer.

Então um dia, de tanto viver diminutas satisfações, a gente se dá conta do quanto é grande a nossa felicidade. Ligeira, fugidia, passageira. Mas enorme. Gigantesca! Grandiosa por ser feita de pequenas alegrias que vão, vêm e ficam para sempre.


Postado em Conti Outra



Sensacional entrevista com o Deputado Federal Jean Wyllys : políticas de diversidade sexual, golpe e outros assuntos




Jean Wyllys aponta retrocesso nas políticas 

de 

diversidade sexual


O deputado Federal Jean Wyllys, do PSOL do Rio de Janeiro, foi o entrevistado do Espaço Público nesta terça (17), dia Internacional contra a Homofobia, a Lesbofobia e a Transfobia. Segundo ele, “nenhuma democracia pode se considerar uma democracia se direitos de gays, lésbicas e transexuais não forem observados, não forem promovidos de alguma maneira, se houver discriminação jurídica, se as leis não protegerem os direitos desses cidadãos”.

Homossexual assumido, Wyllys considerou a agenda da população LGBT “a mais atual de toda a agenda da democracia”. Numa crítica direta ao governo do presidente interino, Michel Temer, o deputado queixou-se de retrocessos em relação à diversidade sexual. “A gente está num momento em que a democracia se encontra ameaçada de uma maneira mais ampla, mas particularmente ameaçada porque as figuras contrárias à agenda LGBT estão empoderadas agora.”

“A homofobia tem muitas expressões e a mais comum delas é a homofobia social, aquela que é praticada por quase todo mundo”, acrescentou. Jean Wyllys referiu-se ao pai ou à mãe que prefere ter filho bandido do que gay. Também criticou o patrão que demite o empregado que assume a homossexualidade e as escolas que discriminam alunos pela preferência sexual. “Essa é a homofobia social e não é porque ela não se expressa como uma violência dura, que ela não ofende, que ela não fere”, concluiu.

O deputado também respondeu à pergunta de um internauta, enviada via Facebook, sobre o decreto presidencial de exoneração do presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que abrange a própria TV Brasil, a emissora oficial NBR, rádios e agência de notícias. Explicou que a lei que criou a empresa definiu o mandato de quatro anos para o presidente, não coincidente com o mandato dos governantes, “para proteger a EBC de ingerências governamentais e partidárias”.

O Espaço Público é apresentado pelo jornalista Paulo Moreira Leite. O programa desta terça-feira teve, ainda, a participação dos jornalistas Rosane Garcia, do Correio Braziliense, e André Barrocal, da revista CartaCapital.




Armandinho : Enquanto isto no Brasil . . .














A vida é muito curta. Coma a sobremesa primeiro





Lara Brenner


Que coisa esquisita é este hábito de esperar. Espera-se o fim do dia para chegar em casa e descansar. Depois, o fim de semana para que a vida possa ter alguma alegria descompromissada. Aí, o feriado que se aproxima, as férias que se projetam, o ano do casamento, o nascimento dos filhos, a aposentadoria tão sonhada, o aniversário de 80 anos e, por fim, já com a cara desbotada de tanto esperar, espera-se pela chegada morte. 

Desde pequenos, somos criados para empurrar a melhor parte mais pra frente, reforçando a nobreza de saber aguardar a hora “certa”: os dias de descanso ficam na ponta da semana, as férias mais longas são só no fim do ano, a mulher valorizada guarda a virgindade pra depois do casamento, o homem inteligente guarda dinheiro para a velhice. Até mesmo a comida mais gostosa costuma ficar renegada ao canto do prato até que já se esteja com o estômago cheio. Aí, sim, ela passa a ser merecida e pode ser deglutida com algum comedimento. “Primeiro a obrigação, depois a diversão”, repetem as mais bem preparadas mães. É como se fazer do presente um ato estoico garantisse um merecimento mais sólido do porvir.

Só que esperar não faz sentido se não houver alguma graça no caminho. É preciso mais! Uma centelha, uma fagulha, um pouquinho de sentido no presente de quem se habituou a acreditar que o melhor sempre está por vir. Não há pote de ouro ao final do arco-íris, nem borboletas coloridas onde o vento faz a curva. A verdade verdadeira é que a vida é isso aí mesmo: rápidos momentos de apoteose de vez em quando, colocados entre longos períodos de um cotidiano sem grandes sobressaltos. Mas, no meio termo, alguns discretos gracejos costumam aparecer para conferir certo charme a esses profissionais da espera.

É preciso ser atento, ter olhos e ouvidos de poeta. Tem que estar vigilante para perceber que a expressão da sobrancelha do filho é idêntica à do pai quando ele está com sono, ou que a roseira do quintal deu flor mais cedo esse ano. Tem que ter sangue pra notar que a mocinha da limpeza cora quando alguém lhe dá bom dia, mas responde com tanta vontade que dá gosto de ver. Há de se ter a alma esperta para notar que o vizinho voltou a assoviar no elevador depois que terminou aquele namoro maluco ou que a padaria trocou o pó de café por um muito mais gostoso.

“Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. Não basta abrir a janela para ver os campos e os rios”, escreveu Pessoa, com heterônimo Alberto Caeiro. Ver é arte complicada, para poucas almas de contentamento e graça. É preciso ter coragem pra assumir as lágrimas brutas que brotam no canto do olho ao ler um poema, ou o riso que se instala no canto de boca ao ouvir boa música que conduz ao primeiro amor. Haveremos de nos render ao dia a dia, à mágica de simplesmente poder caminhar para onde se quer e fazer o que se quer fazer. À graça de ser quem se quer ser. 

Enquanto houver espera pelo instante do estrondo, pelo dia do brado, ou pelo momento de grandeza, não haverá tamanho suficiente para descobrir que gigante mesmo é saber ser pequeno e perceber a vastidão de simplesmente se estar aqui.


Postado em Bula