Abuso de poder e racismo termina com o policial levando grande lição

 



Fatos curiosos da catástrofe nuclear de Chernobyl

 



A minissérie mais famosa sobre Chernobyl é a produção da HBO de 2019, "Chernobyl", uma aclamada série de 5 episódios que reconta o desastre nuclear de 1986 na Ucrânia Soviética, focando na incompetência governamental, os sacrifícios dos envolvidos para conter a catástrofe e os impactos devastadores, com atuações fortes e alta precisão histórica, disponível na HBO Max.

Enredo: Detalha a explosão do reator 4, a luta para conter a radiação, as mentiras do governo e o sofrimento dos trabalhadores e moradores, com personagens reais como o cientista Valery Legasov (Jared Harris), Boris Shcherbina (Stellan Skarsgård) e a física Ulana Khomyuk (Emily Watson).

Duração: Apenas 5 episódios, ideal para maratonar.

Reconhecimento: Vencedora de prêmios importantes (Emmy, Globo de Ouro) e muito elogiada pela crítica e público.





Poesia : Cecília Meireles

 











CECÍLIA MEIRELES
Poetisa Brasileira

Cecília Meireles (1901-1964) foi poetisa, professora, jornalista e pintora brasileira. Foi a primeira voz feminina de grande expressão na literatura brasileira, com mais de 50 obras publicadas. Com 18 anos estreia na literatura com o livro "Espectros". Participou do grupo literário da Revista Festa, grupo católico, conservador e anti-modernista. Dessa vinculação herdou a tendência espiritualista que percorre seus trabalhos com frequência.

A maioria de suas obras expressa estados de ânimo, predominando os sentimentos de perda amorosa e solidão. Uma das marcas do lirismo de Cecília Meireles é a musicalidade de seus versos. 

OBRAS

Espectros, poesia, 1919
Nunca Mais... e Poema dos Poemas, 1923
Baladas Para El-Rei, poesia, 1925
Viagem, poesia, 1925
Viagem, poesia 1939
Vaga Música, poesia, 1942
Mar Absoluto, poesia, 1945
Evocação Lírica de Lisboa, prosa, 1948
Retrato Natural, poesia, 1949
Amor em Leonoreta, poesia, 1952
Doze Noturnos de Holanda e o Aeronauta, poesia, 1952
Romanceiro da Inconfidência, poesia, 1953
Pequeno Oratório de Santa Clara, poesia, 1955
Pístoia, Cemitério Militar Brasileiro, poesia, 1955
Canção, poesia, 1956
Giroflê, Giroflá, prosa, 1956
Romance de Santa Cecília, poesia, 1957
A Rosa, poesia, 1957
Eternidade em Israel, prosa, 1959
Metal Rosicler, poesia, 1960
Poemas Escritos Na Índia, 1962
Antologia Poética, poesia, 1963
Ou Isto Ou Aquilo, poesia, 1965
Escolha o Seu Sonho, crônica, 1964
Crônica Trovoada da Cidade de San Sebastian, poesia, 1965
Poemas Italianos, poesia, 1968
Inéditos, crônica, 1968

FONTE: https://www.ebiografia.com/cecilia_meireles




O medo da morte e o esquecimento de viver




Quem vive plenamente não teme o fim

Sêneca ensina que o medo da morte nasce da vida mal aproveitada. Descubra como o apego ao futuro e o adiamento dos sonhos nos afastam do agora.
"Tendes medo de tudo como mortais, desejais tudo como imortais". - Sêneca

Vivemos como se nunca fôssemos morrer - e morremos como se nunca tivéssemos vivido.

O medo da morte nasce da consciência de que a vida passou em vão.

Adiar a vida para "quando sobrar tempo" é o mesmo que esperar um trem que já partiu.

Para Sêneca, o sábio é aquele que pertence a si mesmo, que vive cada dia como se fosse o último - não com desespero, mas com plenitude. Quem vive agora, não teme o depois.


Reflexões baseadas em trecho de Sobre a Brevidade da Vida, de Sêneca.








Músicas lindas e o grupo sul-coreano Forestella

 



Cho Mingyu

Cho Mingyu

Ko Woorim

Bae Doo-hoon

Kang Hyungho