Acumule apenas amor

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Quanto vale o seu patrimônio? 

Anos de trabalho suado? ... 

Incontáveis férias sem sair de casa? 

Intermináveis noites sem dormir? 

Admiro as pessoas que trabalham duro pra vencer na vida. 

Mas desconfio de quem abre mão da própria vida pra acumular coisas. 

Eu disse acumular... 

Que é diferente de ter. 

Se você tem, espero que faça bom uso disso pra ser feliz. 

Porque muita gente, em vez de possuir, é possuída. 

Ter um carro lindo e esperar que ele jamais arranhe, amasse ou pegue chuva, é ficar escravo de um bem que foi construído para servir. 

Ter louça boa e jamais sujá-las de molho 
é menosprezar o prazer de comer. 

Usar as melhores roupas só em ocasiões especiais 
é descuidar da própria aparência. 

Reservar os melhores lençóis do enxoval só para os hóspedes 
é fazer pouco do seu sono tão merecido... 

Não importa o valor ou o tamanho do seu patrimônio. 
Se você construiu, usufrua! 

Passar a vida acumulando bens sem tirar proveito, transforma a sua passagem por aqui numa coisa morna e sem graça... 

Que pode ser esquecida minutos depois que você partir. 

Heranças devem passar de mão em mão gastas pelo uso... 
Marcadas por lembranças felizes e repletas de emoção. 

Tenha você o que tiver, use, compartilhe, divida com quem ama... 

Ninguém leva nada pro túmulo. 

Se quiser acumular alguma coisa, que seja amor. 

Isso, sim, é bem que vale a pena preservar com cuidado... 
Porque é a única coisa que e gente leva dessa vida. 

 Lena Gino 

Postado no blog Só Palavras


Para os românticos, como eu, ABBA e Carpenters dois grupos dos anos " 70 ". Adoro !















Envergonhe-se da Justiça do País





Se contra o STF só pesassem dúvidas sobre o julgamento da Ação Penal 470 – vulgo julgamento do mensalão –, não seria nada. Por embasadas que sejam, pertencem à política. Mas neste texto, leitor, ser-lhe-ão apresentadas razões muito mais concretas para desconfiar do Judiciário como um todo.

Os escândalos que vicejam em uma Corte que julga escândalos dos mortais comuns podem escapar da mídia e dos órgãos de controle da República, mas não escaparão dos livros de história. E você que me lê, cedo ou tarde será atingido por seus efeitos.

Aliás, valerá você refletir que, se na Cúpula do Judiciário os abusos dos ministros do STF são tão descarados quanto lhe serão apresentados, o que devemos imaginar que ocorre nas instâncias inferiores, nas quais a visibilidade é tão menor?

Só neste mês, o país ficou sabendo de festas milionárias organizadas por grandes escritórios de advocacia para ministros do STF que julgam as causas que tais escritórios defendem, de reformas nababescas em imóveis do Estado que os mesmos ministros usam e, pior do que tudo isso, ficou sabendo que esses superadvogados empregam parentes próximos dos juízes aos quais, repito, submeterão suas causas.

Fica difícil escolher por onde começar. Talvez pelo fato menos grave, mas não menos patético: a reforma do apartamento funcional do virulento ministro Joaquim Barbosa, de quem o moralismo sobre dinheiro público não inclui o uso que dá a este.

Ou gastar R$ 90 mil dos cofres públicos para reformar um banheiro não é uma bofetada no povo brasileiro? Imagine, leitor, se fosse um deputado, um senador, um prefeito, um governador ou um presidente.

Ser mal-educado ou viver como um nababo às custas dos nossos impostos, porém, torna-se um mal menor quando vêm à tona as relações de ministros do STF com escritórios multimilionários de advocacia como o do advogado Sergio Bermudes.

E pior ainda é o fato de que as relações de juízes com o advogado milionário ganham um jornal – a Folha de São Paulo, que denunciou festa de aniversário para centenas de pessoas que Bermudes daria para Luiz Fux e que acabou não dando por conta da denúncia –, mas esse mesmo veículo poupou outro juiz que recebe muito mais favores, Gilmar Mendes, quem, por ser amigo do dono do tal jornal, foi poupado.

A Folha denunciou a festa de Bermudes para Fux? Sim, mas omitiu as relações de Gilmar com o mesmo Bermudes e que o mesmo Gilmar e o mesmo Fux têm parentes próximos trabalhando para o advogado milionário – no caso, a filha de Fux e a esposa de Gilmar.

Engraçado que os dois, Fux e Gilmar, consideraram que um empréstimo concedido pelo Banco Rural à ex-mulher de José Dirceu seria prova do envolvimento deste com o escândalo do mensalão.

Claro que Bermudes não está envolvido em nenhum escândalo como o Banco Rural, mas o Código de Processo Civil, em seu artigo 135, é muito claro: “Reputa-se fundada a suspeição de parcialidade do juiz, quando for amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes”.

Mas a lei, ora, a lei… No Brasil ela não vale para todos da mesma forma. Inclusive não vale da mesma forma nem para os supremos juízes. A que vale para Fux, por exemplo, não vale para Gilmar.

Fux, intimidado pelo noticiário do jornal amigo de Gilmar, pediu a Bermudes para cancelar a festa – mas não para demitir a filha ou para que fossem anuladas todas as causas do amigo milionário que julgou. Mas Gilmar, esse nem deu satisfações a ninguém.

E olhem que chegou a sair uma notinha de 3 ou 4 linhas no Estadão dando conta de que a mulher de Gilmar trabalha para Bermudes. Mas, claro, não saiu nem um terço dessa missa.

Em 2011, um advogado lá de Brasília chegou a pedir ao Senado o impeachment de Gilmar por suas relações com Bermudes – para ler o pedido completo, clique aqui. Quem adivinhar o que fez o Senado com a bem fundamentada peça, ganha um nariz de palhaço.

A petição do advogado Alberto de Oliveira Piovesan é um primor, segundo jurisconsultos a que este blogueiro recorreu. No mínimo, o Senado deveria ter aberto uma investigação, mas, mesmo diante dos fatos espantosos que a peça revela sobre a relação de Gilmar com Bermudes, arquivou-a sem dó nem piedade.

A peça relata, por exemplo, que em 2009, quando Gilmar era presidente do STF, foi à festa de Bermudes no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, e ficou à porta com o anfitrião do convescote recebendo convidados e que, dentre estes, pululavam grandes empresários.

Não vamos falar nem de mimos milionários como festas para centenas de pessoas ou empregos bem remunerados para filhas e esposas dos que irão julgar as causas de um advogado milionário. Nem de um ministro do Supremo se aproximar desse jeito de pessoas que têm tanto interesse no seu trabalho. Falemos de ficar em situação tão íntima como a descrita no pedido de impeachment citado no parágrafo anterior…

Você, leitor, pode gostar das decisões políticas que o STF tomou em relação a políticos do PT, mas, diante de todo esse escândalo na Cúpula do Poder Judiciário, consegue confiar de alguma maneira na Justiça deste país? Antes de responder, lembre-se de que, se ainda não precisou dela, um dia irá precisar.

Postado no Blog da Cidadania em 22/04/2013
Trecho grifado por mim


Nota

Fico horrorizada ao verificar que, por ódio ao PT, pessoas de bem apoiem esses Ministros do STF.

Há muitos anos que já deveria ter mudado a forma como se chega á mais alta corte de justiça deste país. 

Jamais deveriam ser nomeados pelo governo que se encontra no poder, e sim pelo mérito do saber jurídico somado ao brilhantismo de uma carreira como Juiz, largamente, reconhecida por seus pares. 

Hoje, na sua maioria, nem juízes de carreira foram algum dia. São pessoas que não primam pela ética e, muito menos, pelo saber jurídico.



Deixe o sol entrar na sua vida !








O SOL


Composição: Antônio Júlio Nastácia

Ei, dor!
Eu não te escuto mais
Você não me leva a nada
Ei, medo!
Eu não te escuto mais
Você não me leva a nada...

E se quiser saber
Pra onde eu vou
Pra onde tenha Sol
É pra lá que eu vou... (2x)

Ei, dor!
Eu não te escuto mais
Você não me leva a nada
Ei, medo!
Eu não te escuto mais
Você não me leva a nada...

E se quiser saber
Pra onde eu vou
Pra onde tenha Sol
É pra lá que eu vou
É pra lá que eu vou...

E se quiser saber
Pra onde eu vou
Pra onde tenha Sol
É pra lá que eu vou...

Yeah! Han!
Caminho do Sol, eh!
Lá lararará!
Caminho do Sol, eh!...

E se quiser saber
Pra onde eu vou
Pra onde tenha Sol
É pra lá que eu vou...

E se quiser saber
Pra onde eu vou
Pra onde tenha Sol
É pra lá que eu vou
É pra lá que eu vou... (3x)

Lá lararará, lararará
É pra lá
É pra lá que eu vou
Lá lararará, lararará
Aonde eu vou?
Aonde tenha Sol
É pra lá que eu vou
Lá lararará, lararará
É pra lá
É pra lá que eu vou


Porque é vital que o mensalão seja avaliado por uma corte internacional


Há muitos sinais de que foram cometidos erros graves pelo Supremo.

Paulo Nogueira

Vamos refletir sem paixões partidárias.


Não sei se isso é possível num país tão polarizado, mas para o Diário é: nosso partido é a Escandinávia, e os leitores sabem disso.

Pois bem.

Faz sentido aceitar estoicamente o julgamento do Mensalão depois que vieram à luz, depois do veredito do final do ano passado, tantos descalabros entre os juízes do Supremo Tribunal Federal?

Mesmo leigos hoje são capazes de dissertar, com propriedade, sobre pataquadas ocorridas no julgamento.

Nossa mais alta corte – sejamos francos – é de segunda, ou terceira, classe. Seus integrantes são, numa palavra, fracas.

Fux é o maior exemplo, mas não o único.

Há sinais de que nenhum deles sabia o que é o chamado BV, Bônus por Volume – uma propina legal inventada pela Globo para forçar as agências a anunciar nela.

E o BV pode explicar coisas que sequer foram discutidas num julgamento em que o STF, sob as câmaras interesseiras da televisão, mais pareceu o BBB.

E então, com toda a precariedade do STF, e mais a pressão da mídia, você é condenado a dez anos de prisão e chamado de chefe de quadrilha, como aconteceu com Dirceu.

Faça as contas: ele já passou dos 60 faz algum tempo. Poderia viver seus últimos anos na cadeia.

E condenado por quem? Não por Cíceros, não por Catões – mas por Barbosas e Fuxes, e mais a máquina dos Marinhos.

Você não precisa ser a favor de Dirceu. Basta ver quem é contra. A Globo, por exemplo. Quando a Globo apoiou uma boa causa no Brasil?

Roberto Marinho era dono de um jornal medíocre e pequeno quando encontrou, na ditadura militar, um aliado. Ganhou televisão, ganhou facilidades, e todos sabemos o que deu: mais que o apoio cego à ditadura, a alma.

A Globo virou grande não pelo talento de Roberto Marinho, que aliás jamais escreveu que se saiba uma legenda. Mas pelas absurdar vantagens que desfrutou na ditadura em troca de apoio.

Isso está registrado no livro Dossiê Geisel, da editora FGV, um vital retrato da ditadura feito a partir dos documentos pessoais de Geisel.

Leia.

Ali estão citados os encontros que Roberto Marinho fazia com empresários para promover entre eles a causa da ditadura.

Armando Falcão, ministro da Justiça de Geisel, se referia a Roberto Marinho como “o mais fiel e constante aliado” da ditadura entre os donos da mídia. E falava também dos pedidos de Roberto Marinho na contrapartida de tamanha fidelidade e constância.

A Globo grande nasceu desse conluio. Meritocracia zero, ou abaixo de zero.

E então você se chama Dirceu e se vê na iminência de fazer as malas e partir para o xilindró porque a Globo quer que isso aconteça.

Dirceu tem que ser duramente criticado, sim. Como uma das lideranças mais importantes do PT, fez menos do que deveria para reformar o Brasil nestes dez anos.

O Brasil avançou socialmente, mas menos do que poderia e deveria.

Um trabalho sério teria promovido mudanças, por exemplo, no Supremo. Você não pode colocar um Barbosa – por ser negro – ou um Fux – por matar no peito – e imaginar que vai transformar o STF num tribunal de sábios.

A conta pode chegar e chegou.

Mas isso é uma digressão.

De volta: você se chama Dirceu e foi condenado por eles.

A quem apelar?

Sim, à Corte Internacional da Organização dos Estados Americanos.

Seja o que for que a OEA delibere, lá a voz da mídia não perturbará tanto, não influenciará tanto, não terá efeito tão nocivo ao que se entende que seja justiça. A mesquinharia de Barbosa vai contar pouco.

Dirceu e os demais réus demoraram para fazer a coisa certa.




O jornalista Paulo Nogueira, baseado em Londres, é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.






Postado no site Sul 21 em 20/04/2013


Uma mente sã


Uma mente sã


Elisabeth Cavalcante 

Se quisermos construir uma vida de paz e felicidade, é essencial desativar nosso hábito de colecionar memórias negativas. Quando nos conectamos a elas, a emoção que sentimos no momento em que se formaram, é imediatamente desperta. Então, lembrar é reviver os acontecimentos ruins, inúmeras vezes.

Como, então, conseguir fazer com que a mente pare de acessar incessantemente esta memória? O primeiro passo é tornar-se um observador, pois somente este exercício pode nos permitir perceber o padrão de negatividade mental em que vivemos na maior parte do tempo.

A partir do momento em que nos tornamos conscientes disso, podemos escolher se desejamos prosseguir desse modo, ou tentar construir uma nova forma de viver.

Se a resposta a esta pergunta for um não, ou seja, se estivermos cansados de repetir sempre o mesmo padrão miserável na forma de lidar com a vida, torna-se possível, então, dar o segundo passo.

Em que consiste este passo? Em manter o foco no pólo oposto, ou seja, nos acontecimentos prazerosos e benéficos que nos acontecem. Ah, dirão alguns, mas nada de bom ocorre em minha vida.

Se isto ainda é a sua realidade é porque, certamente, não encontraram o foco, não ajustaram sua visão para perceber as bênçãos que a existência lhes oferece todos os dias. 


Para isto, basta se perguntar, a cada manhã, se você está feliz com a sua vida. Caso a resposta seja um não, assuma a responsabilidade por fazer com que ela se transforme. Ninguém mais poderá fazer isso por você.

"...a mente não está interessada em tomar nota das flores, está interessada em tomar nota dos espinhos. Qualquer coisa que dói, ela imediatamente toma nota.

Quem se importa com uma flor? Você se lembra de seus inimigos melhor do que de seus amigos. Basta ver a sua mente e você vai se surpreender que você se lembre do seu inimigo mais do que você se lembra de seus amigos. Você pode esquecer seus amigos, mas você não pode esquecer seus inimigos. Esta é a sua mente insana.

Uma mente sã só vai olhar as coisas na direção oposta: ela vai contar as bênçãos, ela vai contar tudo o que é belo, ela tomar nota de tudo pelo qual tem que ser grata. E então, naturalmente, a vida da pessoa vai se tornar uma vida de bênçãos, cercada por todas as experiências bonitas. É apenas uma questão de mudar uma pequena estrutura em sua mente.

...Apenas uma mudança pequena, mas faz muita diferença. Comece a recolher tudo o que está acontecendo de belo com você. E isso está acontecendo com todos. E qualquer coisa que não seja bonita, não é demais lembrar, não vale coletar. Por que tornar-se sobrecarregado com o lixo quando você pode ser cheio de flores e perfumes?

Você tem que fazer uma pequena mudança em sua mente biológica natural. A meditação pode fazê-lo muito facilmente. Uma das partes essenciais da meditação é olhar para o lado bom das coisas, olhar para o lado bom das pessoas, olhar para o lado bom dos incidentes, de modo que você esteja cercado com tudo de bom. Cercado com todas as coisas bonitas, o seu crescimento é mais fácil.

Mas as pessoas são estranhas. Você pode fazer mil favores para uma pessoa e apenas uma coisa desfavorável - ela vai esquecer os mil favores e vai se lembrar de uma coisa desfavorável que você fez. Ela vai levar para a vida toda. Esta é a forma como as pessoas estão vivendo: em vingança, raiva, desespero, sentindo-se rejeitadas pela vida, sentindo-se como párias da existência.

Mas a coisa toda é que você está coletando as coisas erradas. A vida é cheia de ambos. Você pode ver que um dia é imprensado entre duas noites, e você também pode ver dois belos dias imprensando uma noite pequena. Escolha como você quer se sentir - estar no céu ou no inferno. A escolha é sua". (OSHO - Além da iluminação)


Postado no site Somos Todos Um


Saias outono / inverno 2013













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