Cuidado, amigos plutocratas, os forcados estão chegando / Beware, fellow plutocrats, the pitchforks are coming (2014)
















( Para ler a legenda em Português clicar no canto inferior direito e procurar entre as 20 línguas oferecidas )  


O salários dos CEO's (altos executivos de uma empresa) passaram nos EUA de 30 vezes, nos anos 80, para 500 vezes o salário médio atualmente, ao mesmo tempo que grande parcela da população americana se tornou pobre e, além disso, os mais pobres tem se tornado mais pobres.

O bilionário Nick Hanauer, avisa aos seus colegas plutocratas que se continuarem com a “política de migalhas” para o resto da população, o capitalismo irá ruir, pois nesse ecossistema, os ricos não vivem sem a classe média, "virão com forcados e tochas atrás de nós".


Ele defende o salário mínimo alto (e prova que as cidades com maior salário, são as que mais crescem), tributação maior para os mais ricos e programas de proteção social, que vão em direção diametralmente oposta ao que se é pregado diariamente na imprensa corporativa, inclusive a brasileira. (docverdade)

“O capitalismo tende, inevitavelmente, à desigualdade, à concentração e ao colapso”.


Postado no DocVerdade em 30/04/2015



Esmaltes e cores Inverno 2015 !

















Estado civil : Feliz !




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Mônica Dias

A felicidade que sentimos não é diretamente proporcional a conseguirmos ou não ter um relacionamento amoroso seja ele qual for: peguete, amizade colorida, namoro ou até casamento. No entanto, inconscientemente e até por pressão social nós acreditamos que para sermos felizes a condição é "ter um alguém".

E em nome de um "Amor" saímos numa busca louca e desesperada nos envolvendo em toda sorte de situações e com pessoas que na maioria das vezes não temos nenhuma afinidade, nos levando ao sofrimento, tristeza e carência. 

Quando entramos neste ciclo perigoso "da falta de nós mesmos" viramos presas fáceis para o engano, a fuga e a ilusão.

Existem pessoas que não conseguem ficar nem um dia sozinhas, vivem de namoro em namoro, de casamento em casamento, de pegação em pegação, emendam um relacionamento no outro na tentativa de curar o vazio, a solidão. 

Estão sempre a procura de alguém para suprir todas as suas necessidades, resolver seus problemas e proporcionar a tão sonhada felicidade. Estão sempre querendo se apoiar no outro. Não se amam, não se curtem, não se conhecem. Não conseguem enfrentar seus desafios, amadurecer e crescer. 

Outras sustentam anos de casamento ou namoro em nome de um amor que não existe mais. Entregam-se a rotina, a violência física, a tortura emocional, a grosseria, a depreciação, as ofensas, as vinganças e as traições. 

Vivem de aparências e num verdadeiro inferno dentro de suas próprias famílias. Vão seguindo vida se entulhando de problemas e doenças, mergulhando no desrespeito mútuo, e destruindo-se a cada dia, desistem de viver. São pessoas acomodadas e escravas do destino que escolheram. 

Seguindo nesta viagem em busca das maravilhas do Amor, também encontramos os céticos que não acreditam mais em ninguém, fazem tudo para não se envolver por medo de sofrer novamente. Gostam até certo limite. Trocam de amor, como trocam de roupa. Cultivam o amor a desilusão. Sustentam sua decepção por anos.

Já os românticos vivem se apaixonando, amam demais e se entregam tanto ao outro que se anulam. Criam em suas mentes deuses e deusas. Esperam e idealizam demais: a mágoa e a decepção são sentimentos constantes.

Tudo isto em nome do "Amor"? Ou será para manter o Status? Ou será para fugir de você? Você é feliz? Você se conhece? Há quanto tempo você não se dedica a você? Há quanto tempo você não faz nada do que realmente gosta? 

Estar sozinho não é o problema, não ser feliz com você, com sua vida é que é! 

Nós somos capazes de superar os desafios, aprender e caminhar com nossas próprias pernas. Todos os dias a nossa missão é de procurar mais felicidade e prazer. Nascemos sozinhos, estamos sozinhos o tempo todo. Quando sofremos ou sentimos alegria estamos a sóis com o nosso pensamento, coração e alma. 

Os amigos, a família e os amores são flores na nossa estrada, são o conforto e o carinho que precisamos para nos dar coragem e alimentar nossa fé. Mas o trabalho, a todo tempo, é somente nosso. É você com você! Por isso ficar do nosso lado com carinho e paciência é um compromisso. Ser feliz só depende única e exclusivamente de você, não depende de ninguém e de nada externo a você, muito menos de um estado civil.

Todos nós queremos companhia e desejamos o amor. Mas amar é compartilhar e não se apoiar. É conviver e não depender. É gostar e não se escravizar. É caminhar lado a lado com companheirismo, alegria e prazer, é partilhar seu verdadeiro ser. AME-SE, RESPEITE-SE E SEJA FELIZ! Um amor... É consequência!


Postado no Sábias Palavras 



Dia do Trabalho













Sorrir faz bem ! Dia do Trabalho


1º de maio e o trabalhador


Dia do Trabalho e desempregados















Se Aécio fosse o Presidente ... o Paraná seria apenas aperitivo do Brasil !


Beto Richa e Aécio Neves, PSDB

Daniel Quoist


O Paraná tem se mostrado fortaleza inexpugnável de tudo o que há de mais conservador, reacionário e de direita no Brasil. 

É um lugar do Brasil que torce o nariz para as ações afirmativas que buscam melhorar a condição econômica, social e cultural de nossos milhões de afrodescendentes; estimula o preconceito contra pobres que sobrevivem com programas sociais do governo; demonstra pouco apreço por essa metade do país de cima, essa que abriga as regiões norte, nordeste e boa parte do centro-oeste.

A queda-de-braço do governador tucano Beto Richa acumula novos capítulos de intolerância, truculência e completa insensibilidade social contra aquela classe profissional que é, juntamente com os da saúde, os pilares que sustentam toda e qualquer sociedade civilizada, ordeira e que preza a justiça social – os professores.

No dia 29 de abril último os arredores do palácio do governador Beto Richa se transformaram em uma Praça da Paz Celestial tupiniquim – guerra aberta das forças de segurança contra centenas de professores que ousaram expressar sua contrariedade contra os desmandos do governador Richa e foram às ruas de Curitiba protestar contra confisco pecuniário em seus já minguados contracheques.

O resultado do dia não poderia ser outro: 146 manifestantes feridos por mordidas de cachorros, balas de borracha, golpes de cassetetes, spray de pimenta. Segundo a prefeitura, 38 pessoas foram encaminhadas a hospitais. E sete foram presas. Mas não só essas foram as vítimas...

Também ferida de morte ficou a "grande imprensa" que, como de hábito, tratou aquela beligerância sem precedentes como "mero confronto entre a PM e os manifestantes". 

O tamanho da parcialidade da TV Globo, seguida pelos jornalões O Globo, O Estado de São Paulo e a Folha de S.Paulo é de um descaramento sem precedentes - imagine você, leitor, se a cena tivesse ocorrido na Bahia e o governador Rui Costa, do PT, agisse ou deixasse a sua PM agir da forma cruel como agiu o governador e a PM do Paraná? Provavelmente a novela das 21 horas - Babilônia - não seria exibida, de forma a repercutir com ampla diversidade de jornalistas e âncoras globais o massacre que certamente logo seria alcunhado de "O Tiananmen do PT", ou seja, "A brutalidade da PM petista".

O governador rapidamente alcunhado de Beto Hitler partiu para explosão de cinismo explícito e em nota oficial Richa atribuiu a culpa da pancadaria aos "black blocs", essa entidade habitualmente invocada pelos truculentos governos tucanos como os reais mandantes das enchentes, o esvaziamento criminoso das reservas do Cantareira, o avanço de epidemias de dengue e a queda de viaduto em Belo Horizonte durante a última Copa do Mundo. Beto Richa ainda declarou que há vídeos mostrando "mochilas contendo pedras e também imagens de coquetel molotov".

Esqueceu apenas de mencionar vídeos na internet mostrando a crueldade de sua polícia militar, ora partindo para cima dos manifestantes com atos de clara selvageria repressiva, ora incitando seus famintos pit bulls a fazer o trabalho sujo de atingir a integridade física dos manifestantes mais ousados.

E nem precisava ser manifestante: um atento cinegrafista da Band filmou o ataque que sofreu – ele mesmo – de um desses pit bull. E é uma cena deprimente, como deprimente foi todo o espetáculo macabro coreografado por uma PM truculenta, de um Estado truculento, governado por um político truculento. Não tinha como a equação ser resolvida de outra forma.

Também pudera, o estado do Paraná se notabiliza pelo partidarismo exagerado – e sempre a um ponto de entrar em combustão – quando se trata de segurança pública ou de seu judiciário estadual.

Não a toa o secretário de segurança pública, o deputado Fernando Francischini, do Solidariedade, egresso do quadro de delegados da Polícia Federal, é aquele altaneiro cidadão que se sentiu muito à vontade para ser entrevistado na televisão com um revólver na cintura. Com um secretário assim, alguém em sã consciência, sejamos francos!, acreditaria que a cavalaria militar agiu daquela forma extremamente agressiva apenas de moto próprio, sem antes ter recebido respaldo e orientação superior para agir como agiu?

O judiciário do Paraná entra na história brasileira pelas ações um tanto heterodoxas do juiz Sérgio Moro. Conduzindo com mão de ferro a operação Lava Jato em poucas semanas aboliu uma série de direitos comezinhos da cidadania. 

A presunção de inocência foi para o espaço sob o jugo de Moro. A estratégia de extrair delações premiadas de investigados em "sua" operação, mantendo-os encarcerados por meses a fio, dessa forma é uma página tenebrosa desses tempos em que vivemos. O vazamento – sempre altamente seletivo – de trechos de delações e de delatores que acusem o Partido dos Trabalhadores, autoridades ou militantes a este ligados direta ou indiretamente se tornou banal no que se convencionou chamar de o Guantánamo do Juiz Moro.

Mas o Paraná e seu governador, e mais o partido de seu governador não são casos isolados. Fazem parte do ideário do PSDB. Basta recordar as cenas ainda muito vívidas do Pinheirinho do Geraldo Alckmin, em São Paulo. No glorioso estado sulista a PM expulsou famílias inteiras de suas casas em ação que só encontraria paralelo nos piores momentos dos guetos nazistas. 

Nos episódios de ontem, 29/4/2015, podemos ver em vídeos que circulam na internet em que ao tempo em que professores apanham, dentro do palácio, a equipe do governador Richa comemora.

Maior dissenso entre governo e cidadãos parece inimaginável.

O Paraná é hoje um estado, digamos assim, fora da curva. Fora da curva do progresso, da justiça social, dos direitos humanos, da cidadania plena.

Agora, convido os leitores a traçar um rápido paralelo entre líderes petistas como Dilma e Lula e líderes tucanos como Alckmin e Richa.

Percebam os eventos de junho de 2013 com o quebra-quebra promovidos por populares – e, aí sim, com centenas de black blocks infiltrados, mascarados e armados – em várias cidades brasileiras, clamando pelo fim da corrupção e a melhoria dos serviços públicos de saúde, segurança e educação. Tais protestos reuniram centenas de milhares de manifestantes.

Como Dilma reagiu? Com firmeza, serenidade, tato e sinceridade: os manifestantes tinham todo o direito de se manifestar, suas pautas seriam recebidas e analisadas prioritariamente.

Tenham em mente também a atitude digna da presidente Dilma diante da imensa vaia orquestrada pelos ricaços que frequentavam o camarote do Banco Itaú e que foi se espraiando pelo estádio ao longo da partida inaugural da Copa do Mundo em São Paulo.

Ao fim e ao cabo o que temos diante de nós é esse atestado de imensa insensibilidade social que tanto marca a história do PSDB, esse que segue o comando de gente como Aécio Neves, Aloísio Nunes, José Serra, FHC e... Beto Richa.

Agora imaginemos como seria o Brasil se o candidato (mau perdedor) tucano tivesse sido eleito presidente em outubro de 2014: essas cenas seriam banalizadas por todo o país, mudando apenas o cenário - ora na Avenida Paulista, ora na Cinelândia, ora no Pelourinho, ora na Praça dos Três Poderes.

Sim, porque o ajuste fiscal apresentado pelo ministro Joaquim Levy seria apenas um breve aperitivo do "choque de gestão" de um improvável presidente Aécio Neves. 

E como todo choque produzido pela insensibilidade social e o alheamento ao progresso humano das camadas mais vulneráveis da sociedade, certamente este iria gerar uma brutal reação da população.

E seria assim por uma única razão: ninguém deseja perder bem-estar social, emprego, acesso a educação superior, aposentadoria.


Postado no Brasil 247 em 30/04/2015