O sentido da oração




Morel Felipe Wilkon

Você sabe qual é o verdadeiro sentido da oração? Um dos erros que mais percebo é que muitas pessoas pensam que não há relação alguma entre Deus e prosperidade. Minha visão de Deus, na infância, também era mais ou menos assim. Uma associação de virtude com pobreza.

A energia no Universo é infinita, e essa mesma energia está em você, em mim, em cada um de nós. Nós, como filhos de Deus, temos o poder de manipular essa energia a nosso favor. Não há nada mais forte e poderoso na Terra do que o espírito imortal.

A natureza obedece cegamente às Leis que a regem. Sempre. Sem escolha. Nós, pelo nosso livre-arbítrio, podemos escolher, crear, nos desenvolvermos em todos os sentidos.

É uma pena que apenas uma pequena parcela da humanidade esteja apta a perceber que tudo no Universo é energia, e que temos poder sobre essa energia. Com Vontade determinada, temos o poder de mudar a nós mesmos e ao ambiente em que vivemos. Talvez a maior preocupação das pessoas em geral seja com os bens materiais, com o dinheiro. Como a maioria das pessoas perdeu a confiança em si mesma, não é coisa muito fácil modificar sua situação econômica.

No entanto, a Vida está cheia de exemplos de pessoas que superaram as próprias dificuldades materiais graças à mudança no padrão de pensamentos.

Para tudo na vida as Leis de Deus são o guia seguro. Observe uma por uma das pessoas que superaram situações de pobreza material e verá que elas transformaram pensamentos vitoriosos em ação. Muita ação. Estamos neste planeta para agir. Orar e se queixar da sorte não resolve nada. A oração e os pensamentos construtivos devem ser acompanhados de ação, disciplina, persistência e determinação.

Isso tanto vale para a reforma íntima quanto para as questões materiais. O Universo é energia abundante, a Natureza é pródiga e abundante. Tudo o que precisamos já existe, inclusive os bens materiais que almejamos. A parte mais difícil já foi feita, que é a invenção das coisas que nos facilitam a vida. Todo o conforto, todos os recursos tecnológicos que conhecemos estão à nossa disposição há pouco tempo.

Você não precisa ser um gênio e criar aparelhos para a sua comodidade. Eles já existem. A Natureza entrou com os recursos, o homem participou com a invenção. A você compete apenas adquiri-los a custo do seu trabalho.

Recebe quem está aberto para receber. Isso vale para a paz, para o amor, para os ensinamentos, para os recursos materiais. O planeta nos oferta tudo de que precisamos em nosso estágio evolutivo. Com as mãos fechadas você não receberá nada. É preciso estar receptivo, é preciso estar com as mãos em concha, disposto a receber.

Esse é o sentido da oração, da comunhão com Deus. Deus sabe do que precisamos. Quando oramos, não estamos informando Ele sobre nossos planos. Ele sabe disso tudo. Quando oramos estamos nos predispondo a receber, estamos entrando num estado de receptividade, de passividade, de aceitação. Quando oramos criamos em nós mesmos as condições necessárias para atrair o que pedimos.

Se prosperidade não estivesse nos planos de Deus, a Natureza não seria tão abundante. Não há nada de mal nas conquistas materiais. O mal não está em possuir bens, mas em ser possuído por eles.


Postado no site Espírito Imortal





Ir para a rua, mas para defender a Petrobras dos entreguistas e anti-Brasil!


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Brazil e Petrobrax de Fernando Henrique x Brasil e Petrobras hoje !







Estão tramando, novamente, contra a Democracia e Povo brasileiro !







Petróleo que Globo diz estar “no fundo do mar” já enche 700 mil barris/dia


petrobrás

Eduardo Guimarães



Donos de uma fortuna de 21 bilhões de dólares, os três filhos de Roberto Marinho bem que poderiam abrir um jornal. Mesmo não sendo muito lido – e está sendo cada vez menos –, pelo menos os manteria informados. Em vez disso, enterraram sua fortuna em um gigantesco e bilionário partido político ao qual deram o nome pomposo de “Organizações Globo”.

Esse partido midiático, em sua versão impressa e digital, acaba de produzir uma catilinária – que os irmãos bilionários chamam de “editorial” – atacando iniciativa de intelectuais como Fabio Konder Comparato, Marilena Chauí, Cândido Mendes, Celso Amorim, João Pedro Stédile, Leonardo Boff, Luiz Pinguelli Rosa e Maria da Conceição Tavares, entre outros, em defesa da Petrobrás e do sistema de partilha nos campos do pré-sal.

O mais curioso é que o “editorial” em tela confunde a iniciativa dos pensadores com iniciativa “do PT”. O texto lamentável diz que o manifesto dos intelectuais – e não do PT – “ressuscita discurso da década de 50, quando o petróleo era ‘nosso’, mas continuava debaixo da terra”.

Como assim, “debaixo da terra”? Da “década de 50” para cá o petróleo não se tornou nosso?! Continua “debaixo da terra”?! Socorro! Alguém informe os fatos a esses pobres bilionários.

Veja só, leitor: com todo esses bilhões de dólares, e após 61 anos de existência da Petrobrás (fundada em outubro de 1963), a família Marinho ainda não descobriu que o Petróleo não apenas não está mais “debaixo da terra”, mas tampouco está “debaixo do mar”, já que, a partir da “década de 50”, a empresa criada por Getúlio Vargas se projetou no mundo como uma das maiores e mais rentáveis, detentora de tecnologias revolucionárias como a extração de petróleo em águas profundas, o que fez a empresa encontrar uma das maiores reservas de petróleo do planeta, senão a maior, nas águas territoriais brasileiras.

“Apenas” isso.

O “editorial” de O Globo insulta intelectuais de projeção mundial ao tratá-los como estafetas “do PT”, apesar de grande parte deles não ter filiação partidária alguma nem obedecer a decisões do partido. Tudo para negar que o objetivo dos ataques à Petrobrás é nada mais, nada menos do que entregar a corporações estrangeiras o produto do esforço brasileiro para detectar essa riqueza imensurável em nossas águas territoriais.

Mas a cantilena desses partidos políticos travestidos de veículos de comunicação contra o sucesso estrondoso da Petrobrás não começou hoje. Lá em 2008/2009, antes de a produção do pré-sal começar a jorrar nas bacias de Campos e de Santos, os estafetas dos barões midiáticos afiançavam que o petróleo que um dia disseram que ficaria “debaixo da terra” continuaria “debaixo do mar” ou brotaria em quantidade irrisória.


Para governo dos irmãos Marinho, porém, em pouco mais de seis anos (desde 2008) o pré-sal já produz um terço de toda a produção própria diária da Petrobrás, estimada em cerca de 2,3 milhões de barris/dia. E, em dezembro do ano passado, a empresa bateu novo recorde de extração de petróleo de águas profundas, alcançando a marca de nada mais, nada menos do que SETECENTOS MIL BARRIS POR DIA.

O primeiro recorde foi alcançado no dia 30 de junho do ano passado, quando este Blog cobriu, na sede da empresa, no Rio de Janeiro, a cerimônia comemorativa à marca de extração de 500 mil barris dia do pré-sal. Para que se tenha uma ideia do que isso significa, a Petrobrás só conseguiu atingir essa marca pela primeira vez nos anos 1990, trinta anos após a fundação da empresa. Com as tecnologias desenvolvidas, nos campos do pré-sal essa marca foi atingida em cerca de seis anos.

Claro que os irmãos Marinho preferem escrever um “editorial” que confunde problemas de corrupção na Petrobrás – que podem ocorrer em qualquer empresa, inclusive privada – com a empresa em si e seu imenso coletivo de colaboradores honestos que trabalham duro para que o Brasil usufrua da riqueza que descobriu em seu litoral.

O “editorial” em questão repisa pontos de investigações que só estão ocorrendo porque, à diferença do governo do partido político que os irmãos Marinho comandam (o do PSDB, 1995-2002), os governos do PT não colocaram paus-mandados na Procuradoria Geral da República e no comando da Polícia Federal. Até por isso, a Petrobrás cresceu 7 vezes de 2003 para cá.

Por conta de abusos como esse “editorial” que propõe a entrega pura e simples das reservas brasileiras de petróleo às corporações estrangeiras em um regime de exploração lesivo ao interesse nacional (o famigerado regime de concessão), nesta terça-feira, 24 de fevereiro, às 18 horas, na sede da Associação Brasileira de Imprensa, no centro do Rio de Janeiro, CUT e FUP realizam ato em defesa da Petrobras que contará com a participação do ex-presidente Lula.

Postado no Blog da Cidadania em 24/02/2015


Jornalista Bob Fernandes


Em Manifesto, intelectuais denunciam golpe


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Documento assinado por nomes de peso da intelectualidade brasileira, como Fabio Konder Comparato, Marilena Chauí, Cândido Mendes, Celso Amorim, João Pedro Stédile, Leonardo Boff, Luiz Pinguelli Rosa e Maria da Conceição Tavares, entre vários outros, denuncia a tentativa de destruição da Petrobras e de seus fornecedores; "Com efeito, há uma campanha para esvaziar a Petrobras, a única das grandes empresas de petróleo a ter reservas e produção continuamente aumentadas", diz o texto; "Debilitada a Petrobras, âncora do nosso desenvolvimento científico, tecnológico e industrial, serão dizimadas empresas aqui instaladas, responsáveis por mais de 500.000 empregos qualificados, remetendo-nos uma vez mais a uma condição subalterna e colonial"; documento propõe pacto pela democracia.



Um manifesto em defesa da democracia e da Petrobras foi divulgado nesta sexta-feira por alguns dos principais intelectuais brasileiros. O texto denuncia a tentativa de destruição da Petrobras, de seus fornecedores e de tentativa de mudança do modelo que rege a exploração de petróleo no Brasil. Leia, abaixo, texto do jornalista Luis Nassif e, também, o manifesto dos intelectuais:



Por Luís Nassif, do jornal GGN

É hora de encarar os fatos: há uma conspiração em marcha para desestabilizar o governo, ainda que à custa da desorganização da economia. 

Não dá mais para tapar o sol com a peneira. É uma conjunção muito grande de fatores:

A cobertura enviesada da mídia em cima de vazamentos seletivos da Operação Lava Jato. Conseguiram transformar até a Swissleaks em operação Lava Jato.

O comportamento do Procurador Geral da República Rodrigo Janot, tratando o crime de vazamento de informações como se fosse uma ocorrência normal.

As declarações sincronizadas da mídia, Joaquim Barbosa e Sérgio Moro, procurando manietar o já inerte Ministro da Justiça.

A visita de procuradores ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos, a pretexto de colaborar com as investigações contra a Petrobras.

Finalmente, a decisão do Ministério Público Federal, de agora há pouco, de dar o golpe final contra as empreiteiras da Lava Jato, inviabilizando-as definitivamente.

Não tem lógica alegar estrito cumprimento da lei para liquidar com as empresas. Nem o mais empedernido burocrata ficaria insensível aos efeitos dessa quebra sobre a economia brasileira, sobre empregos e sobre o crescimento.

Qualquer agente público minimamente responsável trataria de apurar responsabilidades e punir duramente as pessoas físicas responsáveis, evitando afetar as empresas, ainda mais sabendo dos desdobramentos sobre a economia como um todo.

Só intenções políticas obscuras para justificar essa marcha da insensatez.

PS - Alo, Presidente Dilma Rousseff. Esqueça essa preocupação sobre se as pessoas vão ou não duvidar da sua honestidade. Ninguém duvida dela. Eles não estão atrás da sua reputação: estão atrás do seu cargo. Acorde!


Abaixo, manifesto de personalidades contra o jogo político em andamento.


Manifesto: O QUE ESTÁ EM JOGO AGORA


A chamada Operação Lava Jato, a partir da apuração de malfeitos na Petrobras, desencadeou um processo político que coloca em risco conquistas da nossa soberania e a própria democracia.

Com efeito, há uma campanha para esvaziar a Petrobras, a única das grandes empresas de petróleo a ter reservas e produção continuamente aumentadas. 

Além disso, vem a proposta de entregar o pré-sal às empresas estrangeiras, restabelecendo o regime de concessão, alterado pelo atual regime de partilha, que dá à Petrobras o monopólio do conhecimento da exploração e produção de petróleo em águas ultraprofundas. Essa situação tem lhe valido a conquista dos principais prêmios em congressos internacionais.

Está à vista de todos a voracidade com que interesses geopolíticos dominantes buscam o controle do petróleo no mundo, inclusive através de intervenções militares. Entre nós, esses interesses parecem encontrar eco em uma certa mídia a eles subserviente e em parlamentares com eles alinhados. 

Debilitada a Petrobras, âncora do nosso desenvolvimento científico, tecnológico e industrial, serão dizimadas empresas aqui instaladas, responsáveis por mais de 500.000 empregos qualificados, remetendo-nos uma vez mais a uma condição subalterna e colonial.

Por outro lado, esses mesmos setores estimulam o desgaste do Governo legitimamente eleito, com vista a abreviar o seu mandato.

Para tanto, não hesitam em atropelar o Estado de Direito democrático, ao usarem, com estardalhaço, informações parciais e preliminares do Judiciário, da Polícia Federal, do Ministério Público e da própria mídia, na busca de uma comoção nacional que lhes permita alcançar seus objetivos, antinacionais e antidemocráticos.

O Brasil viveu, em 1964, uma experiência da mesma natureza. Custou-nos um longo período de trevas e de arbítrio.

Trata-se agora de evitar sua repetição. Conclamamos as forças vivas da Nação a cerrarem fileiras, em uma ampla aliança nacional, acima de interesses partidários ou ideológicos, em torno da democracia e da Petrobras, o nosso principal símbolo de soberania.


20 de fevereiro de 2015


Alberto Passos Guimarães Filho
Aldo Arantes
Ana Maria Costa
Ana Tereza Pereira
Cândido Mendes
Carlos Medeiros
Carlos Moura
Claudius Ceccon
Celso Amorim
Celso Pinto de Melo
D. Demetrio Valentini
Emir Sader
Ennio Candotti
Fabio Konder Comparato
Franklin Martins
Jether Ramalho
José Noronha
Ivone Gebara
João Pedro Stédile
José Jofilly
José Luiz Fiori
José Paulo Sepúlveda Pertence
Ladislau Dowbor
Leonardo Boff
Ligia Bahia
Lucia Ribeiro
Luiz Alberto Gomez de Souza
Luiz Pinguelli Rosa
Magali do Nascimento Cunha
Marcelo Timotheo da Costa
Marco Antonio Raupp
Maria Clara Bingemer
Maria da Conceição Tavares
Maria Helena Arrochelas
Maria José Sousa dos Santos
Marilena Chauí
Marilene Correa
Otavio Alves Velho
Paulo José
Reinaldo Guimarães
Ricardo Bielschowsky
Roberto Amaral
Samuel Pinheiro Guimarães
Sergio Mascarenhas
Sergio Rezende
Silvio Tendler
Sonia Fleury
Waldir Pires


Postado no site Brasil247 em 20/02/2015



Jornalista Bob Fernandes


Golpe contra a Democracia e 54 milhões de votos



VINTE E CINCO TONS DE CINZA CHUMBO DE CONSPIRAÇÃO E HIPOCRISIA



WASHINGTON LUIZ DE ARAÚJO


No escuro dos porões, partidos da oposição e grande parcela da chamada velha mídia fazem de tudo para a concretização de um golpe. Tudo em nome da conspiração, seja ela da tonalidade que for, desde que tenha tons cinza escuro, cinza chumbo.

Vamos aqui relacionar vinte e cinco ações tomadas por este pessoal que, ao perder no voto, partiu para boatos, hipocrisias, deturpações. Vamos enumerar somente as perpetradas depois das eleições de Dilma em 26 de outubro de 2014. Eleições estas marcadas por baixarias da parte da oposição em associação com a maioria dos representantes da velha mídia. 

1 – Logo após os resultados da apuração, raivoso xingaram os nordestinos nas redes sociais, chamando-os de ignorantes, “culpando-os” pela eleição de Dilma Rousseff. Exacerbando, assim, seus preconceitos. 

2 – Em seguida ás eleições, o ex-presidente Fernando Henrique deu entrevista corroborando com os raivosos das redes sociais, afirmando que o eleitorado do PT é desinformado e insinuando que a ignorância se dá em razão dos mesmos serem pobres. 

3 – Aécio Neves vocifera da tribuna, com reverberação por toda a dita grande imprensa, sobre o resultado das eleições. Perdeu, mas não se conformou, dando o apito inicial para um terceiro turno. 

4 - Para ocupar espaço sempre disponível na chamada velha mídia, o PSDB pediu auditoria nas eleições. O TSE não aceitou o pedido, mas isso gerou polêmica pela tentativa de se colocar água no chope daqueles que comemoravam a vitória de Dilma.

5 – Destaque para turma do “Vai pra Cuba”, que dizia que iria abandonar o país, indo para Miami, em razão do resultado das eleições.

6 – Críticas exacerbadas e alardeadas na grande mídia em razão da construção do Porto de Mariel, financiado pelo BNDES para a construtora Odebrecht. 

7 – Notícias constantes sobre a chamada “alta da inflação”, o que não se configurou em verdade. Tanto que o ano encerrou-se com a inflação dentro da meta. 

8 – Na emblemática data de 15 de novembro, é colocada na rua a Operação Lava Jato, com prisões e vazamentos ilegais de depoimentos de presos que se beneficiaram do instituto da delação premiada. Velha mídia acordou cedo neste dia, avisada da operação com ampla antecedência e fazendo uma cobertura de estardalhaços. 

9 - Delegados da Polícia Federal, componentes da Operação Lava Jato, são flagrados em suas páginas de facebook fazendo campanha para Aécio e demonizando Dilma e Lula.

10 – Em nenhum momento, a velha mídia deu e dá crédito ao Planalto, cuja Polícia Federal é subordinada. Todos os méritos ao juiz Sérgio Moro, ao Ministério Público e a Polícia Federal, como se esta fosse um ente totalmente isolado.

11 – Começa a circular notícias sobre meia dúzia de “gatos pingados” que foi para as ruas pedir impeachment da presidenta Dilma. Não precisa de fatos, nem de número consistente de pessoas mas sim de uma imprensa ávida de notícias contra o governo. 

12 – Com raras exceções na grande imprensa e com maioria nas redes sociais surgem críticas aos desmandos do governador Geraldo Alckmin em relação a seca no Estado de São Paulo. Grande imprensa se omite e quando menciona o fato culpa São Pedro.

13 – Destaque para o que a direita passou a chamar o governo federal de República Bolivariana. 

14 – Representantes da direita postam petição no site da Casa Branca, apelando para que o “Tio Sam” contivesse os planos do governo brasileiro em estabelecer um regime comunista no Brasil. A Casa Branca não deu importância para o fato.

15 – Omissão da chamada grande imprensa o caso de Erenice Guerra, ex-ministra da Casa Civil, acusada com grande alarde por envolvimento num suposto esquema de tráfico de influência e depois absolvida.

16 – Passeatas a favor da intervenção militar

17 – Gilmar Mendes diz que o Judiciário pode se tornar bolivariano. 

18 – Lançado pelo UOl boato de que Lula voltou a ter câncer. Negado pelo Hospital Sírio Libanês.

19 – Prestação de contas de Dilma são esmiuçadas e entregues a Gilmar Mendes para apreciação. Depois de muitas elucubrações, foram aprovadas. Por outro lado, contas do governador reeleito em São Paulo, Geraldo Alckmin, passam incólumes pela grande imprensa, mesmo tenso sido reprovadas pelo TCE – Tribinal de Contas do Estado. 

20 – Vazamentos seletivos dos depoimentos de presos envolvidos na Operação Lava Jato, incriminando somente o PT na história, leva o procurador geral, Rodrigo Janot a afirmar: “queriam inteferir no processo eleitoral”. 

21 – Não divulgação de que laudo da Polícia Federal, ligando o doleiro Youssef a caixa de campanha de Serra e FHC, foi engavetado no governo Fernando Henrique. 

22 – Globo e advogado de Youssef combinam narrativas, sempre a favor do vazamento seletivo, incriminando somente pessoas ligadas ao PT.

23 – Não destaque pela imprensa do chamado Trensalão, rede de corrupção entre empresários e políticos tucanos em São Paulo.

24 – Escandalização do caso Venina Velosa da Fonseca, ex-funcionária da Petrobras que ganhou destaque ao afirmar que já tinha avisado a ex-presidenta da Petrobras, Graça Foster, sobre as denúncias de corrupção na empresa. Mais tarde, sem destaque na velha mídia, foi informado de que Venina estava envolvida com os delatores da delação premiada. 

25 – Advogado de FHC pede parecer ao jurista Ives Gandra da Silva Martins sobre impeachment de Dilma. Jurista faz parecer favorável ao impedimento.



Postado no site Brasil 247 em 23/02/2015




Jornalista Bob Fernandes