"O trabalhador luta por 6 horas de trabalho, mas é obrigado a trabalhar 12 horas, somando dois empregos, para manter o consumo cada vez maior" ( Discurso do Presidente do Uruguai na Rio+20 )







Sorrir faz bem !







dor na coluna joaquimbarbosa humorpolitico O motivo da dor na coluna de Joaquim Barbosa


Outra Monalisa !

Pintura atribuída a Leonardo da Vinci que seria uma versão "mais nova" de Mona Lisa (26/9/12)

Pintura atribuída a Leonardo da Vinci que seria uma versão "mais nova" de Mona Lisa 

Versão mais jovem do quadro "Mona Lisa" será apresentada em Genebra na quinta-feira (27)

Uma versão mais nova da "Mona Lisa", de Leonardo da Vinci, será apresentada em Genebra na quinta-feira (27), com a sugestão de que ela é a versão original daquela que é considerada a pintura mais famosa do mundo.

A Fundação Mona Lisa, com sede na Suíça, responsável por organizar o evento, informou na quarta-feira (26) que uma pesquisa detalhada ao longo de três décadas indica fortemente que ela é um retrato anterior feito pelo gênio italiano da "dama com o sorriso misterioso".

"Investigamos esta pintura por todos os ângulos relevantes e toda a informação acumulada aponta que ela é uma versão anterior da Gioconda que está no Louvre", disse à Reuters o historiador da arte e membro da fundação Stanley Feldman.

Na Itália e na França, a "Mona Lisa" atualmente reconhecida de Leonardo é chamada de "La Gioconda" ou "La Joconde", em homenagem a Lisa Gherardini, a mulher do nobre italiano do século 16 Francesco Del Giacondo, que encomendou um retrato dela. Mas Leonardo da Vinci nunca entregou a pintura.

O retrato a ser apresentado aos especialistas e à mídia em Genebra mostra uma mulher aparentemente com 20 e poucos anos -- não com 30 e poucos anos, como na pintura do Louvre -- na mesma pose e com muito do olhar enigmático da obra-prima do Louvre.

O irlandês Feldman e seu irmão David, envolvidos há muito tempo no mundo da arte, disseram que a evidência histórica, a comparação crítica e o exame científico usando as técnicas mais modernas sustentam a opinião deles sobre o quadro.

Apoiando com cautela a tese das "duas versões" que, se confirmada, será uma grande sensação no mundo da arte, estão o especialista italiano Alessandro Vezzosi, também integrante da fundação, e o especialista baseado nos EUA Carlo Pedretti.

No entanto, outros especialistas no pintor, escultor, arquiteto e designer que mudou o mundo cultural europeu a partir do fim do século 15 até a sua morte em um pequeno castelo francês no Loire aos 67 anos, em 1519, mostram-se céticos.


Postado no UOL Entretenimento em 26/09/2012


Abaixo coloco a Monalisa que todos conhecemos...


Mona Lisa, by Leonardo da Vinci, from C2RMF retouched.jpg
Monalisa

Técnica Pintura a óleo sobre madeira de álamo
Dimensões 77 cm × 53 [1] cm
Localização Museu do Louvre

e a linda música Mona Lisa cantada por Nat King Cole...






vencedor do Oscar Melhor Canção escrita por Ray Evans e Jay Livingston para o filme da Paramount Picttures "Captain Carey, EUA" chegou ao número um nas paradas durante oito semanas em 1950.



STF não merece Barbosa na presidência




Por Luis Nassif em seu blog:

Este tema é de decisão estrita do Supremo Tribunal Federal, é óbvio. E não vai, de forma alguma, influir no resultado final do julgamento do “mensalão”. E nem influirá porque, a esta altura, provavelmente todos os Ministros já firmaram sua convicção em relação aos acusados.

Mas, inegavelmente, Joaquim Barbosa não está apto a assumir a presidência do STF. De forma alguma. É uma pessoa emocionalmente desequilibrada, incapaz de entender regras mínimas de convivência com seus pares. Sua truculência é tamanha que, nas sessões do Supremo, um presidente vacilante, como Ayres Brito, mal consegue contê-la. Foi necessário que Marco Aurélio de Mello se manifestasse duramente para Joaquim Barbosa sair do surto que o acometeu.

Como presidente, o que ocorreria? Uma desmoralização completa da corte.

Barbosa é o tipo de pessoa que faz questão de exercer seus poderes ultrapassando seus próprios limites. Não lhe basta a plenitude de poderes de que goza um Ministro da Suprema Corte. Ele quer mais e mais, calar dissidentes, proibir o contraditório, indignar-se com quem tem a petulância de pretender divergir.

Ontem, comportou-se como um valentão de bar disputando a menina (a opinião pública). A ponto de invocar suposta inveja do revisor Ricardo Lewandowski, acusando-o de copiar até seu tempo de exposição. Como se a exposição do revisor pretendesse atrapalhar seu grande momento. Como se o momento solene de um julgamento fosse um palco iluminado com apenas um ator.

O Supremo não pode correr esse risco de desmoralização alçando-o à presidência.

A exploração da imagem de Joaquim Barbosa é veneno na veia do Supremo. Ele é enaltecido por jornalistas e populares que sempre trataram a questão da Justiça como vingança, acerto de contas, linchamento, efeito manada.

Seus seguidores e os exploradores da sua imagem são os mesmos que aplaudiram o linchamento da Escola de Base, do Bar Bodega, os mesmos que exploraram a religiosidade mais obtusa, o preconceito mais escancarado, o ódio mais acendrado, o esgoto mais fétido que já jorrou da mídia.

Se o Supremo quiser atropelar garantias, é prerrogativa dele. Que pelo menos seja através da imagem de um Celso de Melo, Marco Aurélio, até Rosa Weber, não desse protótipo de lutador da UFC togado.

Postado no blog Terra Brasilis em 28/09/2012
Imagem inserida por mim

Crimes na classe média !


























Deixem Monteiro Lobato em paz




Marco Antonio Araújo

O pessoal da patrulha ideológica do politicamente correto está merecendo umas palmadas. Ou a sociedade civil organizada dá um basta nessa gente ou, em breve, vão querer monitorar até pensamento.
Um tal de Instituto da Advocacia Racial (Iara) cismou de implicar com Monteiro Lobato. O respeitável escritor, ícone da literatura infanto-juvenil brasileira, está sendo vítima de uma perseguição implacável.
Primeiro, implicaram com o livro Caçadas de Pedrinho. Agora, insaciáveis, os advogados paladinos querem censurar uma das melhoras obras do autor, a coletânea de contos Negrinha.

negrinha1 Deixem Monteiro Lobato em paz

Esses livros fazem parte do Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE), do MEC. São distribuídos gratuitamente para todo o país. Mas os patrulheiros acham isso ruim. O argumento é sempre o mesmo: os livros possuem elementos racistas.
"Não se pode financiar com dinheiro público um livro didático que contenha estereótipos e preconceito", alega Humberto Adami, advogado e diretor do Iara, que se acha porta-voz da negritude nacional.
Como exemplo de incorreção, o douto representante da afro-descendência cita a passagem: "Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha escura, de cabelos ruços e olhos assustados".
Ver racismo em Monteiro Lobato é praticar bullying contra a inteligência. Seria apenas ridículo, se não fosse perigoso e assustador.
Essa equivocada linha de raciocínio, se prosperar, em breve nos levaria a bolinar Shakespeare, que muitas vezes deixou escapar sua antipatia por judeus. Ou o poeta grego Eurípides, que não escondia certo desprezo pelas mulheres.  O que fazer então com Aristóteles, ilustre defensor da escravidão?
Haja fogueira para dar conta de tamanha intolerância. O que não podemos é deixar essa patota passear por aí sem nenhuma advertência.
Se há uma coisa de que não precisamos, é de guardiões de estantes. Basta. O silêncio, nessas horas, é cúmplice da ignorância.


Postado no blog O Provocador em 27/09/2012
Imagem inserida por mim


Nota

É necessário lembrar que as obras artísticas refletem o contexto e a época em que viveram seus criadores, sejam elas na literatura, escultura, artes plásticas, arquitetura, etc.

Obras impregnadas, necessariamente, com os conceitos e preconceitos do momento em que foram criadas.

Devemos cuidar para que, hoje, estes preconceitos de outrora não mais constem na nossa vida cotidiana e nem em nossas obras artísticas.

E, com certeza, nossas obras e expressões culturais, também podem conter formas ou ideias, que hoje não são preconceituosas, mas no futuro assim poderão ser consideradas, uma vez que a sociedade e as leis sociais mudam e evoluem, constantemente.