Mostrando postagens com marcador alma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador alma. Mostrar todas as postagens

O cansaço de estar sempre conectado




Paulo Roberto Savaris

Quando o excesso de estímulos começa a esvaziar a alma.

Vivemos uma era paradoxal.

Nunca estivemos tão conectados - e, ao mesmo tempo, tão desconectados de nós mesmos.

A cada notificação, uma pequena descarga de urgência.

A cada mensagem, uma expectativa de resposta imediata.

A cada opinião alheia, uma pressão silenciosa para posicionar-se.

E assim, quase sem perceber, passamos o dia reagindo.

Reagimos às notícias.

Reagimos às redes.

Reagimos às demandas.

Reagimos às críticas.

Reagimos até ao que nem nos diz respeito.

Mas raramente escolhemos.

O problema não está na tecnologia. Ela é ferramenta.

O problema é a ausência de interioridade suficiente para não sermos dominados por ela.

O "Eremita Digital" https://a.co/d/0drJtXKJ - figura que nasce no interior da própria hiperconexão - não é aquele que abandona o mundo, mas aquele que aprende a criar ilhas de silêncio dentro dele.

Francisco de Assis, séculos antes de qualquer algoritmo, já compreendia algo essencial: a alma precisa de espaço para respirar.

Ele se retirava não por desprezo ao mundo, mas para reencontrar clareza.

Voltava mais lúcido.

Voltava mais humano.

Voltava mais compassivo.

Hoje, talvez o gesto mais revolucionário não seja publicar algo - mas silenciar.

Não para fugir. Mas para ouvir.

Porque há um cansaço que não é físico. 

É existencial.

É o cansaço de estar sempre disponível.

Sempre acessível.

Sempre opinando.

Sempre exposto.

E nesse excesso de presença virtual, vamos nos ausentando de nós.

O silêncio, então, deixa de ser ausência de som e passa a ser recuperação de identidade.

Desligar por alguns minutos.

Caminhar sem fones.

Almoçar sem tela.

Ler sem alternar abas.

Orar sem pressa.

Pequenos atos. Grandes revoluções interiores.

O mundo continuará barulhento. Mas você não precisa ser.

Talvez o primeiro passo para recuperar a consciência não seja fazer mais - mas reduzir.

Não seja falar - mas escutar.

Não seja reagir - mas discernir.

A alma não precisa de mais informação. Ela precisa de direção.

E direção nasce no silêncio.

Quem aprende a silenciar o ruído exterior descobre que a verdadeira conexão começa dentro.


Professor Aposentado. Autor dos eBooks da Série Descubra Caminhando com Francisco (Amazon) e de obras publicadas também pela UICLAP. Escreve sobre espiritualidade, fé, natureza e simplicidade. Conheça mais em: https://www.caminhandocomfrancisco.com/




Sempre que possível, desconecte-se das telas e conecte-se com a natureza !






O tempo da Alma



Há um tempo que não obedece relógios
Ele não desperta com alarmes, nem se apressa com prazos.
É o tempo da alma —
suave como brisa, firme como raiz.

Enquanto o mundo grita “vai!”,
ela cochicha: “espera”.
Enquanto os olhos correm para frente,
ela convida a voltar.

E se não a ouvimos, ela adoece.
Se a apressamos, ela se esconde.
Se a esquecemos, ela grita —
não com palavras,
mas com cansaços que não passam,
lágrimas que não sabemos explicar,
vazios que não se preenchem com nada.

A alma tem o dom de amadurecer no escuro.
Ela germina em silêncios,
aprende nos intervalos,
floresce quando ninguém está olhando.

E, às vezes, parece que estamos parados.
Mas por dentro, estamos sendo moldados.
O que o mundo chama de estagnação,
a alma chama de preparo.

É preciso coragem para não correr.
Para não se comparar.
Para olhar a própria história com gentileza e dizer:
“Eu estou no meu tempo. E ele é sagrado”.

Há quem tente ensinar a alma com fórmulas.
Mas ela só entende a linguagem do sentir.
Não quer metas. Quer presença.
Não exige pressa. Quer verdade.

Cada alma tem sua estação.
Há quem floresça no verão,
mas há quem só se permita abrir no outono —
quando as folhas caem,
quando tudo parece fim,
mas é justamente aí que começa o reencontro.

O tempo da alma não é o do mundo.
Mas é nele que a vida encontra sentido.

Se você sente que está demorando…
não está.

Está no exato ponto do caminho em que deveria estar.
Nem antes, nem depois.

Confie.
A alma sabe onde mora.
E, cedo ou tarde, ela volta.
Com calma.
Com ternura.
Com tudo o que é seu por merecimento de existência.


Criadora do SerenaVita Terapias, um espaço digital onde a psicoterapia, o tarot, o yoga e a radiestesia dançam com a escuta, o silêncio, o acolhimento e o sentir. Caminha ao lado de quem deseja florir por dentro, soltar pesos antigos e reencontrar a alma no passo mais leve de cada recomeço.




Para conectar-nos com nossa Essência e Alma, basta o contato 
com a Natureza e belas músicas. 








Alimentar o corpo ou a alma? Uma reflexão sobre o essencial da vida





No dia a dia, lembramos constantemente de alimentar o corpo - seja com comida rápida, apressada ou, muitas vezes, sem a consistência adequada para uma vida saudável. Mas, e a alma? O espírito? Estes quase sempre ficam em segundo plano.

E existe ainda uma dimensão mais profunda: o Eu interior, aquele espaço secreto que só cada ser humano conhece em sua verdadeira realidade. É no coração, nas entranhas da nossa existência, que nascem as mensagens que iluminam a razão e conduzem nossas escolhas.

Entre corpo, mente e espírito

O ser humano é um encontro de corpo, mente e espírito. Conhecimento, religiosidade, desejos e escolhas moldam essa unidade. Contudo, muitas vezes, desviamo-nos para os extremos: dinheiro, sucesso, poder ou prazeres passageiros, esquecendo de centrar no que realmente importa - aquilo que dá sentido à vida.

Essa perda de equilíbrio gera vazio, porque não é o mundo exterior que sustenta nossa essência, mas sim o que cultivamos dentro de nós.

A simplicidade como caminho

Não se trata de rejeitar o que a vida nos oferece, mas de minimizar excessos e tornar a existência menos complexa. O presente é importante, mas o futuro sempre chega - e, quando chega, nenhuma riqueza material pode ser levada. O que permanece é o legado espiritual, os exemplos, as escolhas e o amor que deixamos.

Jesus é o maior exemplo: sua obra não foi marcada por poder, mas por amor, simplicidade e entrega. Ele nos mostrou que a verdadeira força está na humildade.

O que ficará de nós

Seremos lembrados não pelo que acumulamos, mas por aquilo que plantamos no coração dos outros. As obras exteriores são passageiras, mas o que se faz em favor do próximo e de si mesmo é eterno.

Por isso, ao invés de inveja, orgulho ou comparações, precisamos investir em autoconhecimento e viver em plenitude interior. Se não pudermos ajudar, que ao menos não sejamos obstáculos no caminho de quem busca viver sua verdade. Afinal, a prestação de contas é pessoal e intransferível.

Um convite à reflexão

O caminho de São Francisco de Assis nos inspira: simplicidade, desapego e amor ao próximo. Alimentar a alma significa abrir espaço para o silêncio, a oração, a natureza e a partilha.

Se algo incomoda em nossas reflexões, talvez seja justamente o que precisa ser ajustado. Sigamos, então, sem impor, mas provocando, porque todo despertar começa com um incômodo que convida à mudança.





A eternidade começa no silêncio





Há um instante raro, quase imperceptível, em que a alma suspira mais alto que o corpo. Um instante em que não é mais o aplauso, nem a conquista, nem a posse que preenchem — mas o silêncio de um olhar, a brisa mansa de um perdão, o afago de um abraço que não se explica, apenas se sente.

Somos moldados por um mundo que nos treina para o ter — para o concreto, o prático, o útil. Cronometramos afetos, empacotamos sonhos, vendemos horas da vida como se fossem infinitas. Mas há um ponto, uma dobra invisível no tempo, em que o coração desperta com sede do ser. E é nesse desvio de rota, quase sempre doloroso, que a essência se revela.

Não são mais as obras visíveis que nos definem. O ser começa a sussurrar mais alto que o ego. Passamos a desejar menos o palco e mais a sombra das árvores; menos troféus, mais paz. O brilho dos olhos se torna mais eloquente que qualquer discurso. A grandeza se mede pela capacidade de carregar menos e amar mais.

É então que compreendemos: não é sobre aparecer. É sobre pertencer — a algo maior, invisível, eterno. O Mestre Nazareno já nos ensinava que onde o coração está, ali também está o tesouro. E esse tesouro, amigo, não é ouro nem prestígio, mas leveza. Leveza de quem perdoa. Leveza de quem não guarda rancor. Leveza de quem aceita o próprio passo, ainda que lento, como sagrado.

Enquanto o mundo grita ofertas, é na oração muda que a alma floresce. Uma oração sem palavras, sem pedidos — apenas presença. O céu não se constrói com grandes feitos anotados em biografias, mas com pequenas sementes de amor plantadas no chão de cada dia.

A voz do Nazareno, inaudita aos ouvidos, ecoa clara na consciência: “Anda. Mesmo que zombem. Ama. Mesmo que não entendam. Semeia. Mesmo que os olhos não vejam flores.” Pois a caminhada é solitária, sim, mas nunca vazia. A prestação de contas é silenciosa — feita diante do espelho interior, onde Deus grava cada gesto numa eternidade sem fim.

E quando esse encontro acontecer — o verdadeiro, entre nós e nós mesmos — não será o fim, mas o início da eternidade.


Um Sonhador, Caminhando com Francisco: Paulo Roberto Savaris é autor de eBooks na Amazon e do Blog Caminhando com Francisco, dedicado à educação, à escrita inspirada na espiritualidade e nos valores de simplicidade e amor ao próximo. https://www.caminhandocomfrancisco.com/









Se os homens usassem menos palavras e mais silêncio ... ouviriam a voz do coração ... despertando, assim, para mais alma e humanidade ...
E teríamos, enfim, a Vida para a qual Deus nos criou !


A ilusão que nos cega




Eu comecei a escrever um texto, quando fui intuída pela espiritualidade a deixa-lo de lado, pelo menos por enquanto para abordarmos um outro assunto que requer uma atenção maior nesse momento. Então vamos lá!

A ilusão do mundo físico, da terceira dimensão nos cega há Eras, sim, há Eras. Acabamos como humanidade sempre repetindo os mesmos erros e equívocos, dizem eles. Porque esse mundo de aparências é muito sedutor, e facilmente nos equivocamos e vivemos muito mais para parecer do que para ser, tamanha é a nossa desconexão com nossa alma, mônada, espirito, essência.

Passamos uma vida inteira almejando e lutando por coisas inúteis, efêmeras e passageiras, desejando somente conquistar e acumular todos os recursos materiais e naturais, sem nenhuma responsabilidade e consciência. Esquecendo que nossa passagem aqui é breve, e que a vida continua para além da matéria. 

Perdemos nosso precioso tempo de vida e a oportunidade valiosíssima de estarmos em um corpo físico, desfrutando essa incrível experiência. Nos distraímos, nos anestesiamos, ao invés de buscar nos autoconhecermos, e relembrarmos quem somos, que vai para além do que estamos.

Para que possamos assim, liberar os véus, os medos, e nos autocurarmos dos processos que trouxemos para serem vistos nessa encarnação ( muitas vezes, esquecemos que somos consciência vivenciando uma corporificação temporária). Esse é o nosso trabalho, olharmos para dentro. Levarmos luz ao que está na sombra, ao que está oculto. Que são nossas feridas e dores, para podermos ressignificá-las e seguir nesse espiral de evolução.

Muitos de nós acreditam que estão aqui para salvar o outro, para salvar o mundo, mas isso acaba sendo uma fuga de si mesmo. Podemos apoiar o outro, mas não podemos fazer por ele. É fácil e ilusório cair na sombra do salvador. Eu mesma já estive nesse lugar. Estamos aqui para fazermos o nosso trabalho interno e parar de projetar nossas sombras nos outros, principalmente.

O único mundo que somos capazes de mudar é o nosso, não conseguimos introduzir consciência em outras pessoas, ela não vem de fora, de livros ou coisas assim, ela vem de dentro, do âmago, da alma. Nada que nos acontece está contra nós; na verdade, tudo está a favor do nosso despertar.

Como gosto sempre de me lembrar, o inconsciente quer se tornar consciente. E, tudo que chega em nossas vidas, está falando com a gente, conseguem perceber? O convite que deixo é, observem o que chega. O que a vida está tentando lhe mostrar e como você se sente em relação a isso?

Quando chegamos no plano espiritual nos damos conta do tempo perdido e desperdiçado. Aproveite o presente e a oportunidade de estar aqui!






O mundo espiritual é muito humanizado ?

 


Forestella - Grupo Vocal Sul-Coreano 

IL Divo

 
 Chantelle Marie King

    
Sarah Brightman 


Nesta fantasia 

Na fantasia eu vejo um mundo justo 

Ali todos vivem em paz e em honestidade

 O sonho das almas que são sempre livres

Como as nuvens que voam 

Cheias de humanidade no fundo da alma

Na fantasia eu vejo um mundo claro

 Lá também a noite é menos escura 

Eu sonho que as almas são sempre livres 

Como nuvens que voam 

Na fantasia exite um vento quente

Que sopra sobre a cidade, como amigo 

Eu sonho que as almas são sempre livres

Como nuvens que voam

Cheias de humanidade no fundo da alma

Composição : Ennio Marricone / Chiara Ferrau


A felicidade da alma



Pedro Vasconcelos

Onde você encontra a felicidade da alma? O que você faz que deixa sua alma feliz? Que atividades e prazeres você realiza que você sente que sua ALMA se sentiu verdadeiramente feliz?

Como saber quando a alma está feliz, plena, alegre e satisfeita?

Nós sentimos que nossa alma está feliz quando, sem pensar, nos sobe por dentro uma sensação de plena satisfação, prazer, alegria interna e sentimento de amor profundo por nós e pela vida. E existem tipos de felicidade específicas para atender as três partes do nosso ser, esses prazeres distintos atendendo a alma, a mente e o corpo.

Os prazeres do corpo, estão mais próximos do nosso cotidiano e são aqueles que nos viciam, que nós buscamos por que o corpo pede porque se tornam necessidades físicas e estão relacionados a alimentação, o sono, o sexo, os exercícios físicos, o uso de substâncias alucinógenas como o álcool e as drogas, sim! Até mesmo os prazeres perigosos eu incluo aqui por que o corpo se vicia neles.

Tem gente que quanto mais fala, mais tenho vontade de escutar

 

Quem só fala com voz e palavra me cansa, eu não sou adepta a coisas superficiais, gosto mesmo da grande mistura, pessoa inteira, a mente, espírito e o infinito de possibilidades de toda gente.

Tem gente que quanto mais fala, mais tenho vontade de escutar.

Tem gente que tem mais que beleza externa, tem uma beleza exuberante da alma.
Homem ou mulher, na verdade o que admiro e me encanto vai além do que os meus olhos conseguem ver. A beleza para mim vem de algum lugar do infinito de cada um, e isso me faz querer ver um pouco mais do que aquele ser possui dentro de si.

A beleza verdadeira é composta de sentido, do sentir, do ver com os seus sentidos algo que ninguém consegue ver no outro.

Gosto de decifrar a composição de cada ser, tantas particularidades, segredos, coisas exclusivas e únicas que compõem cada um de nós.

Me interesso muito por pessoas com este infinito, gente que expressa muito mais do que o seu corpo físico é capaz de mostrar, gente que sabe se expressar além. Gente que eu olho nos olhos e vejo mar, vejo cor, vejo rio e muito mais, eu elogio, valorizo.

Sou de profundidades, de muitas realidades, não me ligo em coisas exteriores. Percebo mais do que músculos, percebo as sinapses, os neurotransmissores, quero ver ser humano em sua grandeza, não sou adepta a olhar somente o corpo em sua forma física, observo o que vai no interior de cada um. Percebo o valor da alma, que não é possível ser medida por atributos físicos.

Patricia Tavares
Psicóloga/ Autora/ Hipnose Clínica

Abaixo a integralidade do texto citado acima :

TEM GENTE QUE QUANTO MAIS FALA, MAIS TENHO VONTADE DE ESCUTAR



Tem gente que tem mais que beleza externa, tem uma beleza exuberante da alma, me dá vontade de ficar olhando e olhando mais.

Homem ou mulher, na verdade o que admiro e me encanto vai além do que os meus olhos conseguem ver. A beleza para mim vem de algum lugar do infinito de cada um, e isso me faz querer ver um pouco mais do que aquele ser possui dentro de si.

A beleza verdadeira é um conjunto de muita harmonia interior. Ao olhar, vemos mais do que os nossos olhos conseguem enxergar.

Gosto de decifrar a composição de cada ser, tantas particularidades, segredos, coisas exclusivas e únicas que compõem cada um de nós.

Me interesso muito por pessoas com este infinito, gente que expressa muito mais do que o seu corpo físico é capaz de mostrar, gente que sabe se expressar além. Gente que eu olho nos olhos e vejo mar, vejo cor, vejo rio e muito mais, eu elogio, valorizo.

Tenho um defeito, não consigo ficar olhando pessoas somente pela superfície, pelo seu corpo, por suas roupas e apetrechos externos, pela marca do seu perfume, preciso ver organismo, preciso olhar algo que não está no material, algo muito maior.

Sou de profundidades, de muitas realidades, não me ligo em coisas exteriores. Percebo mais do que músculos, percebo as sinapses, os neurotransmissores, quero ver ser humano em sua grandeza, não sou adepta a olhar somente o corpo em sua forma física, observo o que vai no interior de cada um. Percebo o valor da alma, que não é possível ser medida por atributos físicos.

Quero mais das amizades, dos contatos, dos relacionamentos, dos afetos, não me basto, não me conformo com quantidades, com generalidades, prezo a qualidade, sou de encontro único.

Eu sou de dar atenção a reflexão e a filosofia que cada um tem no coração.

Quem só fala com voz e palavra me cansa, eu não sou adepta a coisas superficiais, gosto mesmo da grande mistura, pessoa inteira, a mente, espírito e o infinito de possibilidades de toda gente.

Não consigo dar atenção ao tom sem alma, sem calma, sem letras viscerais, não consigo prestar atenção ao som, se não houver explosão da alma.

O que me encanta é você com a mão no cabelo sorrindo com seu coração, com certa timidez de expor algo que nem você consegue decifrar, mas que gostaria de saber explicar.

Gosto de carinho descomprometido com o corpo, mas totalmente comprometido com afeto e o coração.

Sinto certo encantamento por todas as pessoas que desfilam com brilho das suas almas, que tem muito a dizer e dizem com as palavras intensas de verdades do afeto, que andam por aí ostentando paz e certa leveza de espírito, que não se incomodam com injúrias ou críticas, e falam o que sentem e pensam, estas pessoas são de arrepiar, e penso que cada pessoa assim merece muito a minha atenção.

Gosto de ver essas pessoas passarem, gosto de ouvir essas pessoas falarem. Desculpa-me, mas para outras pessoas eu não consigo prestar nenhuma atenção.


A importância de educar as emoções




Talvez não tenhamos consciência de tudo o que nossas emoções iluminam e escurecem ao longo de nossas vidas. Ninguém nos disse como lidar com elas, como mudá-las ou aprendê-las.

Parece que as esquecemos pelo simples fato de não serem vistas. Mas, elas não são fundamentais no nosso dia a dia?

Estar ciente de nossas emoções e assumir a responsabilidade por elas é essencial para nosso bem-estar mental.
“ Fomos ensinados desde a infância como um corpo é formado, seus órgãos, seus ossos, suas funções, etc. mas nunca soubemos do que a alma era feita ”

- Mario Benedetti -



Por que as emoções são tão importantes?

As emoções determinam nossa relação com o mundo. Nossa saúde mental e bem-estar pessoal influenciam um ao outro, dependendo em grande parte de como nos relacionamos com o mundo, bem como das emoções que são geradas.

Ao nascer, não temos desenvolvido o pensamento, a linguagem, não podemos nem mesmo planejar o que fazemos, porém, nossas emoções nos permitem comunicar e identificar o que é bom e ruim para nós.

Através do choro, do sorriso ou de comportamentos rudimentares nos relacionamos com o mundo e com o resto dos seres humanos. Assim, podemos afirmar que nossas emoções moldam nossa paisagem física, mental, emocional e social.

Além disso, as emoções também funcionam como indicadores do nosso interior. Portanto, um conselho quando sentimos uma emoção é nos perguntarmos: para que serve essa emoção?

Por que é importante educar as emoções?

As emoções nos dão informações sobre nossa relação com o meio ambiente. Sentimos alegria ou satisfação quando as coisas estão indo bem para nós, e tristeza ou desespero quando acontece o contrário, como quando sofremos perdas ou ameaças.

Toda vez que vivenciamos uma emoção, podemos criar pensamentos de acordo com ela, intervindo também nosso sistema nervoso como preparador do corpo para a melhor resposta.

Nossas emoções podem ser nossa maior força ou nossa pior fraqueza. Tudo depende de como lidamos com elas.

As emoções são como um sistema de alarme que é ativado quando detectamos uma mudança na situação ao nosso redor; são recursos adaptativos que os seres humanos apresentam, e que priorizam a informação mais relevante para cada um, ativando assim diferentes processos que nos permitirão dar uma resposta.




Na infância, vivenciar emoções positivas frequentemente favorece o possível desenvolvimento de uma personalidade otimista, confiante e extrovertida, enquanto vivenciar emoções negativas faz o contrário.

Assim, uma educação emocional adequada permitirá a aquisição de competências para gerir estados emocionais, reduzir emoções negativas e aumentar em grande medida as emoções positivas.

Nesse sentido, podemos citar, por exemplo, saber resolver conflitos de forma assertiva, aceitar a frustração de curto prazo em troca de uma recompensa de longo prazo e gerenciar nossos humores para nos motivarmos.

Benefícios da educação emocional

Uma boa educação emocional implica todo um processo de aprendizagem em que se constrói a visão do mundo, de nós mesmos e de como atuamos.

Além disso, cada experiência que vivemos tem um tom emocional, agradável ou desagradável. Com o desenvolvimento adequado das emoções podemos:

- Recuperar mais cedo no momento de experimentar emoções negativas.

– Adoptar uma atitude positiva perante a vida.

- Ser mais otimista, mas não excessivamente.

– Saber expressar nossos sentimentos.

- Ter uma autoestima realista.

- Ter uma capacidade de cooperação e boa resolução de conflitos.




A importância de educar as emoções




Talvez não tenhamos consciência de tudo o que nossas emoções iluminam e escurecem ao longo de nossas vidas. Ninguém nos disse como lidar com elas, como mudá-las ou aprendê-las.

Parece que as esquecemos pelo simples fato de não serem vistas. Mas, elas não são fundamentais no nosso dia a dia?

Estar ciente de nossas emoções e assumir a responsabilidade por elas é essencial para nosso bem-estar mental.
“ Fomos ensinados desde a infância como um corpo é formado, seus órgãos, seus ossos, suas funções, etc. mas nunca soubemos do que a alma era feita ”

- Mario Benedetti -



Por que as emoções são tão importantes?

As emoções determinam nossa relação com o mundo. Nossa saúde mental e bem-estar pessoal influenciam um ao outro, dependendo em grande parte de como nos relacionamos com o mundo, bem como das emoções que são geradas.

Ao nascer, não temos desenvolvido o pensamento, a linguagem, não podemos nem mesmo planejar o que fazemos, porém, nossas emoções nos permitem comunicar e identificar o que é bom e ruim para nós.

Através do choro, do sorriso ou de comportamentos rudimentares nos relacionamos com o mundo e com o resto dos seres humanos. Assim, podemos afirmar que nossas emoções moldam nossa paisagem física, mental, emocional e social.

Além disso, as emoções também funcionam como indicadores do nosso interior. Portanto, um conselho quando sentimos uma emoção é nos perguntarmos: para que serve essa emoção?

Por que é importante educar as emoções?

As emoções nos dão informações sobre nossa relação com o meio ambiente. Sentimos alegria ou satisfação quando as coisas estão indo bem para nós, e tristeza ou desespero quando acontece o contrário, como quando sofremos perdas ou ameaças.

Toda vez que vivenciamos uma emoção, podemos criar pensamentos de acordo com ela, intervindo também nosso sistema nervoso como preparador do corpo para a melhor resposta.

Nossas emoções podem ser nossa maior força ou nossa pior fraqueza. Tudo depende de como lidamos com elas.

As emoções são como um sistema de alarme que é ativado quando detectamos uma mudança na situação ao nosso redor; são recursos adaptativos que os seres humanos apresentam, e que priorizam a informação mais relevante para cada um, ativando assim diferentes processos que nos permitirão dar uma resposta.




Na infância, vivenciar emoções positivas frequentemente favorece o possível desenvolvimento de uma personalidade otimista, confiante e extrovertida, enquanto vivenciar emoções negativas faz o contrário.

Assim, uma educação emocional adequada permitirá a aquisição de competências para gerir estados emocionais, reduzir emoções negativas e aumentar em grande medida as emoções positivas.

Nesse sentido, podemos citar, por exemplo, saber resolver conflitos de forma assertiva, aceitar a frustração de curto prazo em troca de uma recompensa de longo prazo e gerenciar nossos humores para nos motivarmos.

Benefícios da educação emocional

Uma boa educação emocional implica todo um processo de aprendizagem em que se constrói a visão do mundo, de nós mesmos e de como atuamos.

Além disso, cada experiência que vivemos tem um tom emocional, agradável ou desagradável. Com o desenvolvimento adequado das emoções podemos:

- Recuperar mais cedo no momento de experimentar emoções negativas.

– Adoptar uma atitude positiva perante a vida.

- Ser mais otimista, mas não excessivamente.

– Saber expressar nossos sentimentos.

- Ter uma autoestima realista.

- Ter uma capacidade de cooperação e boa resolução de conflitos.




Podemos enfeitar a alma e o coração do brilho da alegria





Podemos decorar a nossa alma e o nosso coração com a suavidade do benquerer.

Podemos ser esperança, podemos ser fé, podemos nos renovar totalmente nessas festas de fim de ano.

É possível acreditarmos, buscarmos e querermos dias melhores e mais harmoniosos.

É possível ser feliz sem precisar de tantas coisas…

É possível buscar a transformação, a renovação nos corações, desejando o melhor para si e para todos, em comunhão para um mundo melhor.

Podemos colocar em nossa mente – e em nosso coração – sentimentos transformadores e muito benquerer.

O eu real - além das aparências




Wagner Borges

Você, que desceu à Terra para mais uma experiência no corpo, jamais deixou de ser um cidadão do universo. Sua verdadeira natureza não é desse ou daquele lugar, mas do infinito. Sua casa é no coração do Todo e tudo que vive é seu próximo.

Você pode lembrar-se de muitas vidas, em diversos lugares, mas você é uma consciência espiritual, que não nasce nem morre, só entra e sai dos corpos perecíveis.

Almas velhas, almas sensíveis




Já lhe disseram que você parece mais maduro do que as outras pessoas da sua idade? Ou o contrário? Você já deve ter ouvido falar de “almas velhas” e “almas novas,” de acordo com o nível de inteligência, sensibilidade, intuição ou relação com a época em que vivem.

Desses dois conceitos, o que chama mais a atenção é talvez o de “almas velhas”. A origem desta expressão se deu na religião taoísta (com mais de cinco mil anos de idade e originária da China). De acordo com suas crenças, a alma deixa o Tao, a unidade global e natural e adquire experiências diferentes.

Como os taoístas acreditam que tudo deve voltar à sua origem, o objetivo final da alma é uma viagem de volta ao Tao, com todo o conhecimento e experiências adquiridas nesta vida. Para alcançar a perfeição, a alma passa por cinco idades.

Neste caso, a pessoa possui níveis mais elevados de percepção, é diferente dos demais, porque é mais espiritualizada, está preocupada em encontrar o seu “lugar no mundo”, acredita ser parte de algo muito maior e seu principal objetivo é alcançar a satisfação interior.

Os taoístas acreditam que muitos filósofos, cientistas e artistas são almas velhas que escolhem essas profissões como uma forma de se sentirem mais à vontade. Vale a pena ressaltar que essas almas gostam de aprender e muitas vezes desafiam “a ordem estabelecida” baseada em suas próprias experiências.

Cinco aspectos das “almas velhas”

Eles têm um elevado grau de maturidade. Desde pequenos se diferenciam porque não se encaixam no mundo das crianças. Ficam entediados com os jogos estabelecidos para sua idade, querem livros mais complexos, pois as histórias são muito básicas. Têm atitudes de uma pessoa mais velha, chegam a conclusões que seus pais não conseguem. Tudo isso devido a um grau de raciocínio muito maior do que o considerado “normal”.

Gostam de ficar sozinhos e de qualquer exercício relacionado à introspecção. As “almas velhas” não precisam de companhia, seu universo interior lhe basta. Aproveitam seu tempo livre para meditar, reconhecer os seus sentimentos e ler sobre temas “profundos”. São muito tranquilos e introvertidos. Alguns podem até considerá-los tímido, mas na realidade estão completamente absorvidos pelo seu interior.

Apreciam as coisas simples. Uma alma velha tem uma espiritualidade forte e só faz aquilo que gosta. Trabalham com algo que os faça felizes e realizados. Esforçam-se para dominar um assunto e estão sempre mudando de atividade. Por quê? Porque encontram mais prazer no caminho do que no objetivo final.

Têm a intuição muito desenvolvida e se deixam guiar por ela. Observam tudo nos mínimos detalhes e têm a capacidade de formar imagens completas em suas mentes. Enquanto a maioria das pessoas veem um bosque com muitas árvores, a alma velha vê todas as espécies vegetais e animais, o solo, o céu, o vento e muito mais. Nada passa despercebido; ela pode analisar uma pessoa ou uma situação com todos os detalhes sem errar.

São muito sensíveis. Têm um elevado nível de empatia e conseguem se colocar no lugar dos outros, compreendê-los e ajudá-los. Têm a capacidade de perdoar, deixar ir o que é ruim e dar conselhos sem julgar.

Finalmente, seria bom destacar também as desvantagens de ter nascido com uma alma velha:

Não tem afinidade com pessoas da sua idade, gosta de se relacionar com pessoas mais velhas.

Acredita que está desconectado do mundo. Não partilha dos mesmos pontos de vista de seus entes queridos.

Pode ficar deprimido e ter problemas de autoestima. É perfeccionista e se julga com muito rigor.

Você conhece alguma “alma velha” ou acredita que você mesmo possa ser uma delas?
 



Clique no vídeo abaixo para assistir :





Almas velhas, almas sensíveis




Já lhe disseram que você parece mais maduro do que as outras pessoas da sua idade? Ou o contrário? Você já deve ter ouvido falar de “almas velhas” e “almas novas,” de acordo com o nível de inteligência, sensibilidade, intuição ou relação com a época em que vivem.

Desses dois conceitos, o que chama mais a atenção é talvez o de “almas velhas”. A origem desta expressão se deu na religião taoísta (com mais de cinco mil anos de idade e originária da China). De acordo com suas crenças, a alma deixa o Tao, a unidade global e natural e adquire experiências diferentes.

Como os taoístas acreditam que tudo deve voltar à sua origem, o objetivo final da alma é uma viagem de volta ao Tao, com todo o conhecimento e experiências adquiridas nesta vida. Para alcançar a perfeição, a alma passa por cinco idades.

Neste caso, a pessoa possui níveis mais elevados de percepção, é diferente dos demais, porque é mais espiritualizada, está preocupada em encontrar o seu “lugar no mundo”, acredita ser parte de algo muito maior e seu principal objetivo é alcançar a satisfação interior.

O vazio do copo o torna útil. O vazio no peito nos leva a Deus



Resultado de imagem para Essa nossa eterna sensação de insatisfação, essa busca incessante de plenitude e felicidade tem função primordial na elevação da nossa alma.

Essa nossa eterna sensação de insatisfação, essa busca incessante de plenitude e felicidade tem função primordial na elevação da nossa alma.

Em primeiro lugar, é preciso entender que esse vazio dentro do peito não é exclusividade sua. Todas as pessoas ao seu redor carregam esse mesmo sentimento, sabe o porquê?Porque a eterna falta de total plenitude é uma característica inata ao ser humano. Isso mesmo, nascemos com a percepção de que somos incompletos, de que precisamos achar peças do quebra-cabeça da vida para preencher as lacunas em nossos corações. Buscamos amores que diminuam vazios, uma carreira que supra nossa necessidade de sermos alguém e aquisições que satisfaçam nossa urgência em ter para ser, pleno. E, então, depois de conseguir tudo o que sempre sonhamos, deitamos no travesseiro e, lá no fundo, ela bate de novo, a contínua sensação de que ainda falta alguma coisa. E, exatamente como o nosso coração, ela palpita até o dia de nossa partida deste mundo, insistindo que ainda não conseguimos tudo o que era possível.

Antes de entendermos o porquê dessa eterna falta de plenitude, é preciso compreender o sentido da vida. Somos almas em déficit com o universo e viemos para este mundo para saldar nossas dívidas e evoluir nosso espírito. Então, todos nós nascemos com uma missão muito importante e, muitas vezes, trabalhosa, a qual deverá nos conduzir a um nível superior de existência no compromisso da alma em se tornar plena em amor. E a função do Planeta Terra é expurgar todo ou parte do mal que outrora cometemos.Então, esse vazio, que faz parte de quem nós, seres humanos, somos, tem função sine qua non no cumprimento de nossas tarefas nessa vida, estabelecidas ainda antes de nascermos. É a sensação de insatisfação que nos movimenta na busca do verdadeiro preenchimento da nossa alma com infinitas possibilidades. Ela que nos conduz a cada passo de nosso caminho rumo a concretização de algo positivo aqui na Terra e na nossa própria transformação em seres mais evoluídos.

Cada vez que nosso coração anseia por algo a mais, é o universo nos mandando o recado de que ainda não acabou, que temos muito o que fazer pelo mundo, pelos outros ou por nós mesmos, em algum lugar distante ou exatamente onde estamos.

Muitas pessoas usam paliativos como substâncias ou comportamentos adictícios para satisfazerem sua necessidade de serem plenos. Mas é uma mera ilusão, que dura poucos minutos, de algo que nunca conseguiremos alcançar enquanto humanos e, ainda, nos afasta do nosso real objetivo de agregar qualidade ao nosso espírito, pois, é impossível destruir a sensação de eterna insatisfação, uma vez que, mesmo depois que nossa vida acaba, tal sentimento ainda estará presente em nossa alma até que alcancemos o altruísmo de um anjo, que será dado em mundos bem superiores ao do nosso Planeta Terra. Por isso, sempre que sentir a forte sensação de vazio e incompletude, não desanime ou fique deprimido, pelo contrário, use-a como seu guia e movimente-se.

Essa necessidade inalcançável de plenitude total, que urge em seu peito, é simplesmente o impulso de Deus para que continue sempre no seu caminho até Ele.